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Guarda Revolucionária do Irã ameaça atacar Meta, Google e Apple se mais líderes forem mortos
AFP – “A partir das 20h no horário de Teerã (13h30 no horário de Brasília) de quarta-feira, 1º de abril, essas empresas terão suas unidades destruídas em retaliação a cada assassinato cometido no Irã”, disse a guarda em comunicado, no qual listou 18 empresas que considera cúmplices nos “assassinatos seletivos” de autoridades. “Aconselhamos os funcionários dessas instituições a deixarem imediatamente seus locais de trabalho para preservar suas vidas”, acrescentou.

Outdoor em Teerã retrata líderes supremos do Irã. Foto: Atta Kenare/AFP
O Irã já perdeu mais de 10 autoridades de alto escalão desde o início do conflito, em 28 de fevereiro. Entre os mortos estão o líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei, e o chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional, Ali Larijani. A última morte foi confirmada na segunda-feira (30/3). O comandante da Marinha da Guarda Revolucionária do Irã, Alireza Tangsiri, morreu em um bombardeio israelense na cidade de Bandar Abbas, no sul do país, em 26 de março. Em comunicado, a guarda elogiou os esforços de Tangsiri, particularmente por ajudar o Irã a manter o controle sobre o Estreito de Ormuz. “Todo combatente é um Tangsiri, e veremos que surpresas eles trarão nos próximos dias e meses”, afirmou.


