Lula, Flávio e Caiado: disputa — Foto: Montagem com fotos de Brenno Carvalho/Agência O Globo
O levantamento vai mostrar se o lançamento da candidatura de Caiado provocou alguma mudança em relação aos índices baixíssimos que apresentava em março
A partir desta sexta-feira (10/4), a Quaest dá início a mais uma pesquisa de intenções de voto para a presidência da República. O trabalho de campo vai até segunda-feira (13/4) e promete entrevistar, no formato presencial, 2.004 brasileiros. O levantamento foi encomendado pelo banco Genial e é o quarto realizado pela Quaest em 2026 para as eleições de outubro. Porém, é a primeira vez que Ronaldo Caiado (PSD) foi incluído, assim como nomes de candidatos de partidos considerados nanicos, como Augusto Cury (Avante), Cabo Daciolo (Mobiliza) e Samara Martins (UP), por exemplo. O resultado será divulgado na quarta-feira (15/4) e a pesquisa vai indagar à população, a pouco menos de seis meses das eleições, em que estágio se encontra a aprovação do presidente Lula (PT). Além disso, vai verificar se Flávio Bolsonaro vai subir, estacionar ou descer na avaliação dos eleitores. Também vai mostrar se o lançamento da candidatura de Caiado provocou alguma mudança em relação aos índices baixíssimos que apresentava em março. A primeira pergunta é se o entrevistado já escolheu candidato. Caso a resposta seja sim, será indagado “quem?”. Na sequência, diante de uma lista em ordem alfabética, será avaliado o grau de conhecimento em relação a cada candidato e sua rejeição. São eles: Aldo Rebelo, Augusto Cury, Cabo Daciolo, Flávio Bolsonaro, Lula, Renan Santos, Romeu Zema, Ronaldo Caiado e Samara Martins. O próximo passo será questionar se a decisão é definitiva ou se “ainda pode mudar caso algo aconteça antes das eleições”. E, nesse caso, quem seria a segunda opção de voto. O levantamento também vai mensurar a aprovação do governo Lula, as expectativas em relação à economia e o grau de endividamento do brasileiro.
Em março
Durante pesquisa de março, a Genial/Quaest mostrou que 45% dos eleitores desaprovavam o governo Lula, enquanto 44% aprovavam. Indicava, também, que Lula e Flávio Bolsonaro estavam tecnicamente empatados em cinco dos sete cenários apresentados.


