© Reprodução/Instagram, @virginia / AGNews ‘Da família eu…’: Leonardo perde a paciência e dá resposta ‘curta e grossa’ sobre separação de Zé Felipe e Virgínia Fonseca © Reprodução/Instagram, @virginia / AGNews Leonardo está no mood ‘poucas palavras’ sobre a separação de Zé Felipe e Virgínia Fonseca, que voltou com tudo aos holofotes devido à uma disputa judicial entre o ex-casal e ganhou novos desdobramentos com um possível affair entre o sertanejo e Ana Castela. Presente em um show na cidade de Vitória da Conquista, na Bahia, no último final de semana, Leonardo concedeu uma coletiva de imprensa com jornalistas, mas não lidou de maneira positiva com questionamentos sobre a separação de Zé e Virgínia. De acordo com um vídeo que está viralizando na web, o cantor foi questionado por um repórter do G1, que começa dizendo: “Boa noite, Léo! A gente tem visto uma série de exposições envolvendo a sua família…”. Sacando o que viria a seguir, o artista, completamente sem paciência, cortou o repórter. “Não falo de família, não”, disparou Leonardo, com cara de poucos amigos, no mesmo momento em que o repórter continuou: “Principalmente depois da separação de Zé Felipe e Virgínia”. Então, o marido de Poliana Rocha, que fatura alto nas redes sociais, nem o deixou terminar o assunto: “Não, da minha família eu não falo não! Eu não vou falar. Se for sobre shows e carreira eu respondo, agora sobre família não!”, disparou Leonardo, curto e grosso. O repórter até tentou fazer outra pergunta, mas foi Vale lembrar que essa não é a primeira vez que Leonardo foi questionado sobre o fim do casamento entre Zé Felipe e Virgínia Fonseca. Recentemente, ele foi questionado pelo portal Conceito Sertanejo sobre o assunto, mas a reação foi completamente diferente. “A Virginia é uma pessoa maravilhosa. Eu tô sofrendo demais por dentro. Todo mundo, o Brasil, um monte de gente não queria isso. Virginia é um ser maravilhoso que apareceu nas nossas vidas, nos deu três presentes, três crianças maravilhosas. Eles são duas crianças, com 27 anos de idade, a gente entende”, disse. “Não sabemos se acabou o amor… Eu não sei de nada e também não quero saber. Quero que, se Deus nos abençoar, que eles voltem e acabem com isso. Mas a gente vai ser família pra sempre. Meus netos, ela, a mãe dela, que eu amo”, completou Leonardo.
Separação de Zé Felipe e Virgínia Fonseca: “Não falo de família, não”, disparou Leonardo
Governo de Goiás realiza Feirão de Empregos em Aparecida de Goiânia
Fotos: Secretaria da Retomada Evento vai oferecer 10 mil vagas em diversos setores, com entrevistas de emprego no local e chance de contratação imediata; remuneração pode chegar a R$ 4.500,00 O Governo de Goiás, por meio do Goiás Social e da Secretaria da Retomada, realiza mais uma edição do Feirão de Empregos, com a oferta de mais de 10 mil vagas no município e em todo Estado. O evento acontece nos dias 26, 27, 28 e 29 de agosto, das 8h às 17 horas, e, no sábado (30/8), das 8h às 12 horas, na Praça da Juventude, na Avenida Igualdade, Setor Garavelo, em Aparecida de Goiânia, com o apoio da Prefeitura. O Feirão vai ofertar postos de trabalho no comércio, indústria, ramo de logística e telecomunicações. As remunerações devem chegar a R$ 4.500,00. Todos os dias, empresas contratantes farão entrevistas de emprego no local e os candidatos podem sair do evento contratados. Oportunidades Entre as oportunidades estão cargos como supervisor comercial, assistente de compras, consultor de vendas, operador de telemarketing, entre outros. Há oportunidades que não exigem experiência anterior, ampliando as chances para quem está em busca do primeiro emprego. O Feirão vai oferecer ainda inscrição em cursos profissionalizantes gratuitos do Colégio Tecnológico do Estado (Cotec). O atendimento no feirão é gratuito e os interessados poderão contar com assessoria para elaboração de currículo. Para participar, é necessário levar documento pessoal com foto e comprovante de endereço. Serviço: Assunto: Governo de Goiás realiza Feirão de Empregos em Aparecida de Goiânia Quando: De terça a sexta-feira (26 a 29/8), das 8h às 17h; no sábado ( 30/8), das 8h às 12h Onde: Praça da Juventude – Avenida Igualdade, Setor Garavelo, Aparecida de Goiânia
Programa habitacional do Governo de Goiás é premiado pelo CNJ
Fotos: Agehab Pra Ter Onde Morar – Regularização Fundiária é reconhecido nacionalmente e vence o Prêmio Solo Seguro O programa Pra Ter Onde Morar – Regularização Fundiária, desenvolvido pelo Governo de Goiás, por meio da Agência Goiana de Habitação (Agehab), foi reconhecido nacionalmente e venceu o Prêmio Solo Seguro – Edição 2024/2025, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A solenidade de entrega da premiação foi realizada nesta segunda-feira (25/8) e conduzida pelo presidente do CNJ, ministro Luís Roberto Barroso, e pelo corregedor-nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques. O programa foi uma das 27 iniciativas vencedoras entre as 143 inscritas. O presidente da Agehab, Alexandre Baldy, destaca a relevância do reconhecimento nacional ao trabalho realizado em Goiás. “A premiação reafirma o compromisso do Governo de Goiás com a política pública de habitação social e a importância da regularização fundiária como ferramenta de transformação da vida das famílias goianas. Esse reconhecimento chancela o esforço técnico, jurídico e social da nossa equipe em oferecer dignidade e segurança jurídica às populações que mais precisam”, analisa Baldy. Segundo o diretor de Regularização Fundiária e Desenvolvimento Social da Agehab, Ricardo Barbosa Fernandes, a conquista é fruto de uma atuação coordenada e dedicada. “Esse prêmio é resultado do empenho de uma equipe comprometida, multidisciplinar, com a missão de transformar realidades por meio da regularização fundiária. Cada título entregue representa um passo concreto na garantia do direito à moradia e ao desenvolvimento urbano justo e inclusivo”, destaca. Ricardo ressalta ainda que a Agehab tem aperfeiçoado continuamente sua gestão na regularização fundiária, buscando inovação, eficiência e simplificação dos procedimentos. “Esse esforço é construído em diálogo permanente com instituições parceiras como a Procuradoria-Geral de Goiás, a Secretaria de Estado da Administração e a Secretaria de Estado da Infraestrutura, que têm desempenhado papel fundamental na normatização e celeridade das análises processuais”. O Prêmio Solo Seguro é uma iniciativa do CNJ que reconhece boas práticas voltadas à promoção da regularização fundiária e da segurança jurídica no campo e na cidade, fortalecendo políticas públicas que promovem cidadania, justiça social e desenvolvimento sustentável. Entre três eixos temáticos, a Agehab foi contemplada no Eixo I – Regularização Fundiária Urbana. Participaram da premiação autoridades dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de representantes da iniciativa privada, entidades do registro de imóveis e organizações da sociedade civil envolvidas com a regularização fundiária urbana e rural no Brasil.
Trump é a “única saída” para Bolsonaro, diz Valdemar Costa Neto
“O Trump é a única saída que nós temos. Não temos outra”, lamenta Valdemar Costa Neto O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, declarou nesta segunda-feira (25/8) que considera o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, como a “única saída” para impedir a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A fala foi feita durante evento do grupo Esfera Brasil, em São Paulo, e foi registrada pelo jornal O Globo. O dirigente partidário não especificou de que forma Trump poderia intervir, mas mencionou o recente “tarifaço” contra a economia brasileira e a aplicação da Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes. Segundo Valdemar, a condução do processo no Supremo Tribunal Federal (STF) reforça sua visão de que Bolsonaro depende de apoio externo. “O Trump é a única saída que nós temos. Não temos outra. Quando o poder judicial se comporta dessa maneira, é a pior coisa que existe para todo o país, porque você não tem para quem recorrer. Esse é o nosso problema, todos estão apoiando o Alexandre de Moraes, a maioria. Então, nós só temos uma chance: o Trump”, afirmou. Eduardo Bolsonaro e a articulação internacional Valdemar destacou ainda a atuação do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente, que mantém articulações com autoridades norte-americanas. O dirigente deixou claro que tais iniciativas não têm ligação direta com o partido. “Ele faz todas as coisas por conta própria, sem consultar o PL. Mas está ajudando, e nós não temos problema com isso”, disse, reforçando que vê com naturalidade os movimentos do parlamentar em defesa do pai. Durante o painel, o presidente do PL evitou assumir compromissos com outras siglas para as eleições de 2026, embora tenha dividido a mesa com líderes de União Brasil, MDB, PSD e Podemos. Apesar da inelegibilidade de Bolsonaro até 2030 e da proximidade do julgamento no STF, Valdemar ainda aposta em uma candidatura do ex-presidente. “Não podemos perder essa esperança. Temos ministros (do STF) que podem pedir vista, o que seriam mais 90 dias de julgamento. Temos oportunidade para que isso mude”, declarou. Na avaliação do dirigente, Bolsonaro continua a liderar o campo da direita e parte do centro político. “Quem comanda esse processo é o presidente Jair Bolsonaro, porque foi ele quem construiu essa base da direita e agora do centro”, afirmou. Movimentos dos partidos aliados e rivais No mesmo evento, representantes de outras legendas comentaram os cenários para 2026. MDB, PSD e União Brasil ocupam pastas no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas mantêm diferentes graus de proximidade com a oposição. O presidente do PSD, Gilberto Kassab, mencionou a possibilidade de candidatura própria com nomes como Ratinho Júnior (Paraná) ou Eduardo Leite (Rio Grande do Sul), mas admitiu que uma eventual candidatura de Tarcísio de Freitas (Republicanos) poderia aproximar o partido dos republicanos. Já Antônio Rueda, do União Brasil, defendeu o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, como alternativa presidencial. Baleia Rossi, líder do MDB, preferiu adiar qualquer definição, afirmando que a decisão sobre a candidatura será tomada apenas em 2026.
Prestes a ser condenado, Bolsonaro tem ‘crises de tristeza’, dizem aliados
Brasil 247 Enquanto o Supremo Tribunal Federal se prepara para o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro sobre um suposto plano de golpe de Estado, o ex-capitão do Exército e seu entorno político mostram sinais de desintegração. Aliados que visitaram Bolsonaro, atualmente em prisão domiciliar em um condomínio fechado de Brasília, disseram à Reuters que o viram lutando contra crises de tristeza, ataques de soluços e uma fixação no ministro Alexandre de Moraes, do STF, a quem ele culpa por seus problemas. O aliado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi atingido por uma nova turbulência nesta semana, quando a Polícia Federal divulgou um conjunto de mensagens privadas que o retratam como um líder hesitante, duvidando de si mesmo e lutando para conter as brigas internas entre seus aliados próximos. “Abre a boca!”, escreveu-lhe em uma mensagem o pastor evangélico Silas Malafaia, pedindo ao ex-presidente que fizesse uso político das pesadas tarifas que Trump impôs aos produtos brasileiros. “Líder dá direção ao povo. Povo é levado por outros quando o líder se cala.” As mensagens foram divulgadas como parte de uma investigação sobre o ex-presidente e seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que está liderando uma campanha nos Estados Unidos pedindo que o governo do presidente dos EUA, Donald Trump, intervenha em favor de seu pai. Lamento profundamente No mês passado, Trump impôs tarifas de 50% sobre produtos brasileiros em uma tentativa de interromper o que ele chamou de “caça às bruxas” contra o ex-presidente. Trump também impôs sanções a Moraes, relator do caso em que Bolsonaro é acusado de conspirar para anular sua derrota nas eleições de 2022. A pressão dos EUA não fez nada para atrapalhar o julgamento de Bolsonaro e parece ter até dado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva um impulso nas pesquisas de opinião e um inimigo estrangeiro comum para sua frágil coalizão de governo. À medida que o julgamento de Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal — marcado para setembro se aproxima, suas conversas mostram um líder inseguro sobre como conduzir seu próprio destino, quanto mais unir sua base fragmentada antes das eleições presidenciais do próximo ano. Quando Malafaia pediu a Bolsonaro que gravasse um vídeo e o traduzisse para o inglês para chamar a atenção de Trump, o ex-presidente reclamou que estava muito doente para responder. “Estou com uma crise de soluço”, escreveu ele. “Se por acaso acalmar aqui, eu faço.” Ele gravou o vídeo dias depois Em um comunicado, um advogado de Malafaia disse que suas mensagens privadas foram tiradas de contexto e que elas não mostram nenhuma irregularidade. A defesa de Bolsonaro não comentou. “O presidente está angustiado” Bolsonaro já está há três semanas confinado em sua casa, em um condomínio de luxo em Brasília, desde que Moraes determinou que ele não cumpriu as ordens de restrição destinadas a impedir qualquer interferência no julgamento e lhe impôs uma prisão domiciliar. Bolsonaro chamou essas decisões, incluindo a apreensão de seu celular e a obrigatoriedade de usar uma tornozeleira eletrônica, de atos de “covardia” de Moraes, a quem ele descreve como um “ditador” “Suprema humilhação”, disse Bolsonaro à Reuters em uma entrevista no dia em que a tornozeleira eletrônica foi colocada. “Tenho 70 anos, fui presidente da República por quatro anos.” À medida que sua prisão domiciliar se arrasta, o humor do ex-presidente vem piorando, apesar do fluxo constante de visitas de aliados. “A gente percebe que o presidente está angustiado, ele não é aquele Bolsonaro risonho que a gente conhece, o principal aspecto da angústia é o sentimento de injustiça”, disse o deputado Domingos Sávio (PL-MG), que esteve na casa do ex-presidente na semana passada. Os pensamentos de Bolsonaro voltam regularmente para Moraes, cujo nome ele repete “o tempo todo”, disse o deputado Luciano Zucco (PL-RS) à Reuters ao sair da casa do ex-presidente na semana passada. As evidências encontradas pela Polícia Federal no celular de Bolsonaro sugerem que ele pode não ter cumprido totalmente as ordens de restrição emitidas por Moraes, impedindo-o de usar as redes sociais. Ele compartilhou mensagens de apoio às políticas de Trump no Brasil mais de 6.000 vezes, segundo a polícia. Um rascunho de carta em seu telefone sugeria que ele havia considerado fugir para a Argentina. “Solicito à Vossa Excelência asilo político na República da Argentina em regime de urgência, por eu me encontrar na situação de perseguido político no Brasil, por temer por minha vida”, dizia o documento endereçado ao presidente argentino Javier Milei, que foi editado pela última vez em 2024, segundo a polícia. Em uma declaração na semana passada, os advogados de Bolsonaro disseram que o ex-presidente “nunca deixou de cumprir nenhuma ordem de restrição imposta anteriormente” Lutas À medida que os desafios de Bolsonaro aumentaram, também aumentam as brigas internas entre seus aliados, que ainda não têm certeza de quem representará o ex-presidente na votação do próximo ano, na qual ele está impedido de concorrer. Um grupo, incluindo a família de Bolsonaro, se recusou a considerar uma corrida em 2026 sem seu nome na disputa. Mas outros estão pressionando-o a endossar uma alternativa, como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), um ex-membro de seu gabinete que Eduardo Bolsonaro tem atacado repetidamente. O filho de Bolsonaro alertou seu pai em mensagens de texto que a possível candidatura do governador poderia minar a disposição de Trump em ajudar o ex-presidente. “Aqui nos EUA tivemos que driblar a ideia plantada aqui pelos aliados dele, de que ‘Tarcísio ou Bolsonaro’, uma clara mensagem de que os EUA não precisariam entrar nesta briga, pois com TF (Tarcísio) ou você, Trump teria um aliado na Presidência do Brasil em 2027.” Quando o ex-presidente minimizou uma briga entre o governador e seu filho, a quem chamou de “não tão maduro”, Eduardo Bolsonaro atacou em mensagens de bate-papo vulgares, divulgadas esta semana pela polícia, chamando seu pai de “ingrato” Tarcísio e Eduardo Bolsonaro não responderam imediatamente a um pedido de comentário.
Goiás alcança maior taxa de jovens de baixa renda no ensino superior brasileiro em 2024
Fotos 1: OVG/Secom Avanço reflete políticas públicas do Governo de Goiás para o fortalecimento da permanência estudantil e redução das desigualdades sociais, como o ProBem Goiás registrou a maior proporção de jovens de baixa renda do Brasil no ensino superior em 2024. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Pnad Contínua/IBGE), analisados pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), mostram que a taxa de pessoas entre 18 e 24 anos, de famílias com renda domiciliar per capita de até meio salário mínimo, chegou a 19%, a maior do país neste grupo. O número representa um avanço de 7,5 pontos percentuais em relação a 2023 e foi o dobro do registrado em 2016. No ano passado, Goiás também alcançou o maior índice da série histórica de jovens, de todas as faixas de renda, no ensino superior: 31,3%, colocando o estado na terceira posição do ranking nacional e acima da média brasileira, de 27,1%. Ao todo, cerca de 252 mil jovens goianos acessaram ou concluíram a educação superior. Para a coordenadora do Goiás Social, primeira-dama Gracinha Caiado, os números reforçam o compromisso do governo em romper o ciclo da pobreza por meio da educação, da capacitação e do trabalho. “Sabemos que apenas entregar um cartão de transferência de renda não basta. É preciso oferecer oportunidades reais para que as pessoas em situação de vulnerabilidade superem a pobreza e mudem o destino de suas famílias”, destacou. O desempenho é considerado por ela um resultado direto de políticas públicas de inclusão, como o Programa Universitário do Bem (ProBem), iniciativa do Goiás Social, por meio da Organização das Voluntárias de Goiás (OVG). O programa atendeu cerca de 50 mil estudantes de 239 municípios, concedendo bolsas de estudo parciais e integrais a jovens em situação de vulnerabilidade social. “Ao contrário do que se via no passado, hoje temos um programa de bolsas de estudo consolidado e respeitado, que cumpre suas obrigações e, acima de tudo, garante ao jovem não apenas o acesso à universidade, mas também a preparação necessária para ingressar no mercado de trabalho”, completa Gracinha. Outras ações do governo estadual também refletem na PNAD Contínua. Entre elas, destacam-se o Plano Diretor do Ensino Superior, elaborado pela Secti em parceria com as universidades do estado, além das ações exutadas por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa (Fapeg), voltadas para o fomento na área de ciência e tecnologia. O objetivo é ampliar a produção de conhecimento, estimular a inovação e contribuir para o desenvolvimento socioeconômico do estado. “Este é um resultado histórico, fruto de grande articulação e esforço junto às universidades do estado e de políticas sociais de impacto do governo”, destaca o titular da Secti, José Frederico Lyra Netto. Outros incentivos As ações voltadas ao ensino técnico, como as Escolas do Futuro de Goiás (EFGs), também têm potencial para impactar positivamente o ensino superior, ao estimular a continuidade dos estudos. De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), estudantes que fizeram cursos técnicos de nível médio têm melhor desempenho no ingresso ao ensino superior em comparação aos alunos do ensino médio regular, além de alcançarem resultados superiores em testes padronizados. Considerando o total de estudantes no ensino superior, Goiás ainda figura entre os melhores desempenhos nacionais tanto para mulheres (36,4%) quanto para jovens pretos e pardos (26,4%), o que reforça o compromisso do Governo de Goiás em reduzir desigualdades no acesso à educação superior. Os dados completos podem ser acessados no site da Secti Goiás: goias.gov.br/inovacao.
Em Barretos Tarcísio defende Bolsonaro e agradece: “Fez tudo por mim”
CNN Brasil “Se a humilhação traz tristeza, o tempo vai trazer a justiça e eu tenho certeza que a justiça chegará. A justiça chegará e eu tenho certeza, certeza que esse Brasil vai se encontrar com seu futuro, vai se encontrar com a sua vocação e a vocação do Brasil é ser grande”, completou Ao discursar na Festa do Peão de Barretos no último sábado (23/8), o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), aproveitou o momento para relembrar quando esteve no festival pela primeira vez, ao lado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL/RJ, em 2022, quando ambos estavam em campanha eleitoral. “A emoção que eu senti quando eu entrei pela primeira vez aqui com o presidente Bolsonaro”, disse o governador Freitas ao levantar um boneco com o rosto do ex-presidente no palco. “Com essa pessoa que fez tudo por mim, que me abriu portas e que está passando por uma grande injustiça”, falou em referência ao processo enfrentando por Jair Bolsonaro no STF (Supremo Tribunal Federal), por suposta participação e articulação de um plano de golpe de Estado. Na sequência, Tarcísio ponderou que o momento pode ser de humilhação que, “traz tristeza”, mas que “o tempo vai trazer a justiça”. “Se a humilhação traz tristeza, o tempo vai trazer a justiça e eu tenho certeza que a justiça chegará. A justiça chegará e eu tenho certeza, certeza que esse Brasil vai se encontrar com seu futuro, vai se encontrar com a sua vocação e a vocação do Brasil é ser grande”, completou. Presidenciais Tarcísio estava ao lado dos governadores de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil) e também de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). Mais tarde, em conversa com jornalistas, os três falaram sobre um “pacto” para a eleição de 2026, em que Bolsonaro não poderá sair como candidato por estar inelegível até 2030. “Nós temos aqui um pacto entre nós. Todos os governadores são governadores experientes. Aquele que chega lá vai saber, com a competência que tem, botar ordem no Brasil. Não tenha dúvida disso”, declarou Caiado, que é pré-candidato ao Planalto. Na sequência, concordando com a fala, Tarcísio apontado como um dos possíveis nomes para substituir o ex-presidente na disputa adicionou: “Eu tenho certeza que a direita tem excelentes nomes para o Brasil.”
Banco do Brasil denuncia ataque especulativo e chama a Polícia Federal
O documento aponta, ainda, que os ataques começaram na última terça-feira (19/8). Um dos conteúdos citados é um vídeo publicado no dia seguinte pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). O deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO / foto acima) está envolvido na disseminação de fake news. O pedido de uma investigação por parte da Polícia Federal (PF) do Banco do Brasil à Advocacia-Geral da União (AGU) está pronto para ser respondido nesta segunda-feira, segundo apurou a reportagem do Correio do Brasil. O ofício a ser despachado pelo titular da autarquia, Jorge Messias, denuncia a disseminação de notícias falsas nas redes sociais, com potencial para gerar pânico bancário e comprometer a estabilidade do Sistema Financeiro Nacional. O documento aponta, ainda, que os ataques começaram na última terça-feira. Um dos conteúdos citados é um vídeo publicado no dia seguinte pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Ele afirma que o BB “será cortado das relações internacionais, o que o levará à falência”. O parlamentar tem mais de 1,7 milhão de seguidores no YouTube. fake news Além de Eduardo, o banco menciona publicações do deputado Gustavo Gayer (PL-GO) e do advogado Jeffrey Chiquini. Segundo o BB, os conteúdos promovem uma corrida bancária infundada, incentivando a retirada maciça de recursos por parte dos clientes, sem qualquer base factual. “A nova estratégia consiste em coagir, ameaçar e colocar instituições financeiras integrantes do Sistema Financeiro Nacional, notadamente o Banco do Brasil, contra o Supremo Tribunal Federal”, afirma o documento. O banco também alerta que a propagação de informações falsas sobre sanções estrangeiras e bloqueio de ativos de magistrados compromete a ordem econômica, financeira e social; além de colocar em risco o desenvolvimento equilibrado do país.
Em encontro com lideranças do agro, Caiado critica Lula
Fotos: Lucas Diener Evento em Goiânia reúne empresários que atuam na gestão estratégica e governança, com objetivo de aprofundar discussões sobre os desafios e futuro do agronegócio O governador de Goás Ronaldo Caiado (UB) compartilhou sua experiência como líder goiano e nacional e apresentou as ações de sua gestão para impulsionar e fortalecer, principalmente o agronegócio, durante o 31º Encontro de Lideranças do Agro – Mastermind Aliança Agrotalento. O evento, que começou nesta quinta-feira (21/8) e vai até sexta-feira (22/8), no Castro’s Park Hotel, em Goiânia (GO) reúne um grupo de empresários rurais de diversos estados que estão à frente de negócios de médio e grande portes. Durante o encontro do os ruralista Caiado criticou o presidente Lula apotando a falta de experiência do petista ao tratar dos assuntos ligados às Relações Internacionais, em especial a sua política econômica. ” Lula desafiar uma potência econômica como os Estados Unidos da América (EUA) é uma ignorância sem tamanho”, observou Caiado, responsabilizando Lula pelo tarifaço de Donald Trump, presidente norte-americano. Um dos primeiros pontos abordados pelo governador foram as medidas adotadas para tentar amenizar os efeitos das tarifas alfandegárias impostas pelos Estados Unidos, que afetam em grande parte o setor do agronegócio. “É um momento de muita inquietação”, classificou o líder goiano. Goiás foi o primeiro estado a anunciar medidas como linhas de crédito com taxas de juros subsidiadas para apoiar os segmentos afetados, além de disponibilizar a utilização do Fundo de Equalização para o Empreendedor (Fundeq) e o Fundo de Estabilização Econômica. O setor agropecuário tem grande importância para o avanço da economia goiana. O Produto Interno Bruto (PIB) de Goiás teve crescimento de 7,7%, entre janeiro e abril deste ano, resultado puxado em grande parte pelo setor rural, que teve expansão de 16,8% no período. “O Brasil todo reconhece a relevância do setor e o quanto isso gera riqueza e melhoria da qualidade de vida. Quando você chega com a agricultura, você vê o quanto a cidade cresce, ganha renda e qualidade de vida. Então, é um grande divisor da economia brasileira”, reconheceu. No encontro, Caiado mensurou também os avanços com o Fundo Estadual de Infraestrutura de Goiás (Fudeinfra) ao garantir que o recurso do programa é destinado às obras de infraestrutura, como a recuperação, manutenção, pavimentação e sinalização de rodovias que são definidas por um conselho com lideranças do agro. “Todo dinheiro é aplicado nas GOs, 100%. É uma contribuição que permite o desenvolvimento e a trafegabilidade 365 dias por ano. Então, isso faz parte de uma política de desenvolvimento”, frisou o governador Caiado (foto acima). Outro assunto abordado foi a melhoria na segurança pública, uma prioridade da gestão de Caiado desde o início de sua gestão em 2019 e que é destaque em todo país, já que Goiás tem os menores indicadores criminais do Brasil. “O investimento em segurança resgata a economia do país. O empresariado sabe que a partir daí vale a pena colocar seu recurso”, mencionou. O Mastermind Aliança Agrotalento tem forte atuação em gestão estratégica, governança e sucessão. O grupo se reúne três vezes ao ano para aprofundar conversas sobre os desafios e o futuro do agro. Segundo o CEO da entidade, Miguel Cavalcanti, o convite ao governador teve como objetivo aprofundar sua visão como liderança do agro goiano e brasileiro acerca da leitura que ele faz de cenários políticos e econômicos que impactarão o agronegócio nos próximos anos, além de destacar suas experiências como gestor público e líder nacional. “Caiado tem uma experiência como líder há muitas décadas. É muito importante para a gente entender o cenário, a visão de longo prazo dele para que possamos aplicar nos nossos negócios”, afirmou Cavalcanti. Para ele, Goiás é um dos principais estados do agro brasileiro. “Cresce, e traz segurança, que aliás é um dos cartões postais para quem é de fora. É um estado que passa tranquilidade. Isso é muito importante para o produtor e o investidor. Então, estar aqui também tem essa dinâmica de entender e conhecer oportunidades e a realidade”, afirmou.
Caiado: “O que falta no país, é alguém que tenha o tamanho da cadeira da presidência”
Jovem Pan De acordo com Ele, se o cenário político do Brasil não mudar, haverá um processo de “venezuelização” “Só tem uma solução para o Brasil: derrotar o Lula em 2026”, afirmou o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), durante uma coletiva de imprensa no 24º Fórum Empresarial do Lide, no Rio de Janeiro, sexta-feira (22/8). De acordo com ele, se o cenário político do país não mudar, haverá um processo de “venezuelização”. Na quinta-feira (21/8), numa reunião em Goiânia (GO) durante o 31o. Encontro de Lideranças do Agro-Mastermind Alianças Agrotalento, no Castro,s Park Hotel em Goiânia (GO), Caiado alertou e chamou à atenção para o fato que o governo do presidente Lula (PT), está cheio de integrantes das facções criminosas do PCC, do Comando Vermelho e de membos do mensação e repetiu o seu conhecido bordão: “Meu primeiro projeto será “derrotar o Lula em 2026”, finalizou Caiado na presença de centenas de representantes do agronegócio dos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins e do sul do Pará.


