Foto: Arte g1: Djavan Barbosa/Jornal do Tocantins/Instagram de Juraildes da Cruz Se você assistiu a nova série da Globoplay com certeza cantarolou a música ‘Nois é Jeca Mais é Joia’ algumas vezes. A canção tem raízes tocantineses e muito antes de virar tema de série conquistou o Prêmio da Música Brasileira Assim como a Banda Calypso foi para Tapas & Beijos, e Dudu Nobre foi para A Grande Família, Genésio Tocantins é para a série Pablo & Luisão. A música ‘Nois é Jeca Mais é Joia’, tema da nova série da Globoplay criada pelo humorista Paulo Vieira, é puro regionalismo e traz em sua letra a importância de valorizar a cultura nacional. Composta por Juraildes da Cruz e cantada por Genésio Tocantins, a canção tem raízes tocantinenses e um refrão que gruda na mente. “Se farinha fosse americana,Mandioca importadaBanquete de bacanaEra farinhada” Em entrevista ao g1, os dois músicos falaram sobre esse sucesso que atravessa gerações. Criada em 1990 e lançada em Palmas, a canção fala de simplicidade. Segundo Juraildes “é uma música que convida a prestar atenção no caboclo sagaz, na espertiz de quem convive feliz com a natureza”. Para o compositor, a música também é sobre reconhecer o valor da cultura regional, principalmente quando o ideal de sucesso é comparado com a visibilidade no exterior. “Chamando as pessoas para prestarem atenção, abandonar o espírito vira lata e reconhecer nosso valor. Falar inglês como enriquecimento intelectal, como instrumento de competência profissional é tudo de bom! Jamais como fator colonizador com o propósito de aniquilar nossa língua”, disse.O ideal descrito pelo compositor é exposto nos seguintes versos: “Andam falando que nóis é caiporaQui nóis tem qui aprender ingrêsQui nóis tem qui fazê xuxéxu fóraDeixe de bestáge, nóis nem sabe o portuguêis” Destaque nacionalMuito antes de virar tema da série Pablo & Luisão, ‘Nois é Jeca Mais é Joia’ já conquistava o país. Em 1998, a composiçõa recebeu o prêmio de melhor canção regional na 11ª edição do Prêmio da Música Brasileira, um dos principais eventos do gênero no país. Já no início dos anos 2000, foi interpretada por Genésio Tocantins no programa Domingão do Faustão, da TV Globo, no quadro Novos Talentos. Para o cantor, é gratificante ver a arte tocantinense ganhando destaque no país, mais uma vez, por meio de uma série que tem levado alegria às pessoas. “É muito prazeroso ter minha voz ecoando novamente a nível nacional e ainda mais fazendo parte dessa série que retrata o cotidiano de uma família tocantinense, que tanta gente, no país, tem se identificado. Espero que a música regional tenha cada vez mais espaço e valorização tanto em eventos estaduais, como nacionais”.Trilha sonora tocantinense Foto: Reprodução/Redes sociais Genésio Tocantins A iniciativa para que ‘Nois é Jeca Mais é Joia’ entrasse para a série veio de Paulo Vieira e Ricardo Leão, produtor musical da obra. O convite, segundo Genésio, surgiu pela identificação de suas músicas com as histórias de Pablo & Luisão. “Participar do tema dessa série é muito importante para mim, ainda mais nesse momento em que estou me recuperando de um AVC. Ver meu trabalho ser reconhecido, nesse momento desafiador, evidencia que a vida continua, as oportunidades surgem e a boa música ecoa mais longe do que imaginamos”, contou. Além da ‘Nois é Jeca Mais é Joia’, a trilha musical da série conta com outras canções tocantinenses. ‘Coco livre S/A’, por exemplo, é escrita e cantada por Genésio Tocantins. “Sou um privilegiado de ser intérprete do tema musical dessa série fantástica. Ser intérprete e compositor da música Coco livre S/A que também fez parte da trilha sonora da série. Coco livre S/A nasceu como um grito das quebradeiras de coco e de toda a classe trabalhadora que tanto se esforça para manter seu sustento. Essa música já foi tema do documentário ‘Dona Raimunda a Quebradeira’ de Marcelo Silva”, explicou Genésio. Outra música tocantinense que também entrou na série foi ‘Se correr o bicho pega’, de Juraildes da Cruz. Quando Tocantins ainda era Goiás Foto: Vinicius Santa Rosa/Governo do Tocantins Genésio Sampaio Filho nasceu em 1958 em Goiatins, quando o território onde fica a cidade ainda fazia parte de Goiás. Filho de lavrador, trovador e cordelista, aprendeu a tocar violão e cantar de forma autodidata. Na infância, chegou a morar em Araguaína e Ceres (GO). Atualmente, o cantor vive em Palmas – capital tocantinense. Em 1989, Genésio ganhou o prêmio de Artista Relevação Masculino na 2ª edição do Prêmio da Música Brasileira. Ao longo da sua carreira gravou com Fagner, Rolando Boldrin, dupla Pena Branca & Xavantinho, e fez parcerias com Braguinha Barroso, Beirão, Wanda D’Almeida e Juraildes da Cruz. Foto: Emerson Silva/Governo do Tocantins Juraildes nasceu em Aurora do Tocantins, em 1954. Aprendeu a tocar violão aos nove anos de idade após se mudar para Goiânia (GO). A vida nas artes deu início no anos 1970, mesma época em que venceu o Festival de Artes de Inhumas (GO). O cantor esteve em apresentações do festival da TV Tupi de 1979, em São Paulo. Em 1988, ganhou o Prêmio da Música Brasileira. Pablo & LuisãoA série conta as histórias vividas pela família de Paulo Viera, principalmente as ideias inovadoras, empreendedoras e mirabolantes da dupla que ganhou o país, Pablo e Luisão. Os dois ficaram conhecidos depois que o humorista, filho de Luisão, passou a compartilhar histórias sobre eles no X (antigo Twitter). “A minha família é muito contadora de histórias, se você for em um almoço lá em casa provavelmente você escutaria parte dessas histórias que eu acabei transformando em série. Então sempre foi da maneira da minha família viver a vida, contar histórias. Sobretudo histórias que deram errado. ‘Lembra aquela vez que a gente fez um negócio na praia da Graciosa que deu errado’. O que eu fiz foi só reunir as melhores, gravar e colocar no Globoplay”, contou Paulo Vieira em entrevista à TV Anhanguera. Para que não reste dúvidas se as histórias são reais, os verdadeiros Pablo, Luis e Conceição, mãe do Paulo Vieira, aparecem na série
‘Se farinha fosse’: Conheça música que é trilha sonora da série Pablo & Luisão
Depois de atacar o STF Bolsonaro responderá perguntas de Moraes sobre trama golpista
Bolsonaro será questionado por Alexandre de Moraes. O ministro do STF foi alvo prioritário das ofensivas de Bolsonaro contra o tribunal. Agora, será o responsável por conduzir o processo que pode levar o ex-presidente à prisão Depois de passar anos atacando o STF (Supremo Tribunal Federal), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ) deve se explicar pela primeira vez ao tribunal sobre sua participação na trama golpista de 2022. Bolsonaro será questionado por Alexandre de Moraes. O ministro do STF foi alvo prioritário das ofensivas de Bolsonaro contra o tribunal. Agora, será o responsável por conduzir o processo que pode levar o ex-presidente à prisão. A Primeira Turma do STF convocou sessões de segunda-feira (9/6) a sexta (13/6) para ouvir os oito réus do núcleo central da tentativa de golpe de Estado após a eleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O início da etapa indica que o processo contra o principal grupo denunciado pela PGR (Procuradoria-Geral da República) se encaminha para o seu fim. O ritmo adotado por Moraes para a ação penal, com prazos curtos entre as etapas do processo, tem sido criticado pelas defesas dos réus. O Supremo decidiu alterar a configuração do plenário da Primeira Turma para a fase de depoimento dos réus. O local será adaptado para parecer um tribunal do júri, com os acusados sentados lado a lado. O ministro Alexandre de Moraes ficará sentado na tribuna principal, em cadeira tradicionalmente ocupada pelo presidente do colegiado. Uma fileira de cadeiras será incluída no plenário, entre os ministros e a plateia, para os réus ficarem sentados em ordem alfabética. Sua entrevista dirá tudo Será o primeiro encontro de Bolsonaro com o tenente-coronel Mauro Cid desde que o militar fechou um acordo de delação premiada com a Polícia Federal. As revelações de Cid foram o fio condutor da denúncia da PGR. Foi o militar quem confirmou aos investigadores, pela primeira vez, que Bolsonaro convocou os chefes militares para discutir planos para reverter o resultado das eleições. À direita de Bolsonaro estará o general Augusto Heleno, ex-chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional) e um dos ministros que esteve mais próximo do ex-presidente nos primeiros anos de mandato. À esquerda, o ex-diretor da Abin Alexandre Ramagem vai ombrear o ex-presidente. O primeiro réu a ser ouvido será Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro e delator. Os demais serão interrogados por ordem alfabética: Alexandre Ramagem (deputado federal e ex-chefe da Abin), Almir Garnier (ex-chefe da Marinha), Anderson Torres (ex-ministro da Justiça), Augusto Heleno (ex-ministro do GSI), Jair Bolsonaro, Paulo Sérgio Nogueira (ex-ministro da Defesa) e Walter Braga Netto (ex-ministro da Casa Civil e da Defesa). Os depoimentos serão transmitidos ao vivo pela TV Justiça. As regras estipuladas por Moraes se diferenciam das normas estabelecidas para as oitivas das testemunhas, quando foram proibidas gravações de áudio e vídeo. O ex-presidente Jair Bolsonaro anunciou na sexta (6) que pretende responder às perguntas em seu depoimento, sem recorrer ao silêncio. Ele pediu aos apoiadores que assistam à audiência –chamada por ele de “inquisição”. “O que aconteceu em 2022 com toda certeza será falado por mim, quando ao vivo estiver no Supremo com cinco ministros na minha frente me cobrando, vale a pena assistir”, disse. “Não vou lá para lacrar, querer crescer, desafiar quem quer que seja. Estarei lá com a verdade do nosso lado. Creio que, se Deus quiser, mostraremos para vocês o que é o Brasil e para onde poderemos ir com o povo ao nosso lado”, completou. A maioria dos réus deve falar ao Supremo, segundo quatro advogados consultados pela Folha. A principal dúvida é quanto às condutas do ex-chefe da Marinha Almir Garnier Santos e do ex-ministro da Defesa Paulo Sérgio Nogueira. Os réus podem permanecer em silêncio para não criar provas contra si Na Presidência, Bolsonaro acumulou uma série de declarações golpistas, provocou crises entre os Poderes, colocou em xeque a realização das eleições de 2022, ameaçou não cumprir decisões do STF e estimulou com mentiras e ilações uma campanha para desacreditar o sistema eleitoral do país. Após a derrota para Lula, incentivou a criação e a manutenção dos acampamentos golpistas que se alastraram pelo país e deram origem aos ataques do 8 de Janeiro. Nesse mesmo período, adotou conduta que contribuiu para manter seus apoiadores esperançosos de que permaneceria no poder e, como ele mesmo admitiu, reuniu-se com militares e assessores próximos para discutir formas de intervir no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e anular as eleições. A defesa de Bolsonaro nega a participação do ex-presidente em crimes e argumenta, entre críticas à denúncia da PGR, que não há provas de ligação entre a suposta conspiração iniciada no Palácio do Planalto, em junho de 2021, e os atos de vandalismo de 8 de janeiro de 2023. Bolsonaro e os demais réus foram denunciados por supostamente liderar um plano no fim de 2022 para evitar a posse de Lula à Presidência da República. As principais acusações contra o ex-presidente estão relacionadas à edição de minutas de decreto e tentativa de conseguir apoio dos chefes das Forças Armadas para as iniciativas golpistas. Todos os oito respondem pelos crimes de golpe de Estado, tentativa de abolição do Estado democrático de Direito, associação criminosa armada, dano qualificado ao patrimônio público e deterioração do patrimônio tombado. Parte dos crimes atribuídos aos réus tem relação com os ataques de 8 de janeiro de 2023. Segundo a denúncia, a multidão bolsonarista que invadiu as sedes dos Poderes foi incentivada por Bolsonaro e seus aliados para atentar contra o Estado. Como a Folha mostrou, o STF tenta acelerar o processo da trama golpista para julgar o núcleo principal ainda este ano. O objetivo, dizem ministros nos bastidores, é evitar que o calendário eleitoral de 2026 contamine o julgamento do caso, que tem forte impacto político. As defesas dos réus reclamaram do pouco tempo dado por Moraes entre a fase de depoimento das testemunhas para a etapa de inquirição dos réus. Elas alegam que o ritmo acelerado do processo impede a análise do material
Nas Cavalhadas de Jaraguá, Gracinha Caiado ressalta cuidado da atual gestão com as tradições culturais
Fotos: Hegon Corrêa Festa realizada há 192 anos integra Circuito das Cavalhadas 2025, que este ano recebe investimento do Governo de Goiás de R$ 4 milhões A coordenadora do Goiás Social, primeira-dama Gracinha Caiado, defendeu o respeito à cultura, à tradição, história e religiosidade do povo goiano ao participar, neste domingo (8/6), da missa solene do Divino, na Paróquia Nossa Senhora da Penha, durante as festividades das Cavalhadas de Jaraguá. Desde 1833, o município realiza a secular encenação das batalhas entre cristãos e mouros. Durante a missa, também foi realizada a escolha do imperador para as Cavalhadas de 2026, reforçando a continuidade dessa tradição centenária. “É uma alegria ver essa festa linda, as roupas, a decoração tudo muito bem organizado e bonito como o povo de Jaraguá merece. E tudo isso é resultado das ações do governo de Ronaldo Caiado para que possamos manter vivas a nossa cultura e as nossas tradições”, celebrou Gracinha Caiado. O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Bruno Peixoto, também acompanhou a celebração, que contou com o tradicional e simbólico cortejo imperial da Casa da Cultura até a igreja matriz. A coordenadora do Goiás Social lembrou que o Circuito das Cavalhadas a cada ano está mais amplo e bonito. “Em 2025 estamos investindo R$ 4 milhões para 15 municípios goianos manterem viva essa festa secular. O governador Ronaldo Caiado, ao lado de prefeitos dedicados, está construindo com muito trabalho um Goiás mais justo e humano, onde o desenvolvimento econômico anda de mãos dadas com o social”, pontuou a primeira-dama. A festa em Jaraguá integra o Circuito ao lado de outras 14 cidades goianas: Corumbá de Goiás, Crixás, Goiás, Hidrolina, Luziânia, Niquelândia, Palmeiras de Goiás, Pilar de Goiás, Pirenópolis, Posse, Santa Cruz de Goiás, Santa Terezinha de Goiás, São Francisco de Goiás e Silvânia. A iniciativa conta com o apoio do Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult). O valor investido é destinado à infraestrutura, divulgação, valorização e ações de preservação da memória cultural. Desde 2019, a atual gestão já injetou R$ 15,8 milhões nos eventos. O prefeito de Jaraguá, Paulo Vitor Avelar, que também é presidente da Federação Goiana de Municípios (FGM), afirmou que o investimento do Governo de Goiás nas Cavalhadas vai além da preservação da cultura, pois mobiliza o desenvolvimento social e econômico dos municípios que as realizam. “São muitas pessoas envolvidas, trabalhando com coração e servindo. Isso é o verdadeiro Pentecoste. A cidade é feliz em comemorar esta tradição da Festa do Divino”, afirmou o gestor. Pároco da Igreja Nossa Senhora da Penha, padre Fábio Barbosa comentou o quanto é importante ter gestores com “coração cheio de fé” e destacou que Gracinha Caiado consegue transmitir a sua fé e caridade em suas falas. “O povo do Estado de Goiás tem sido alcançado por tantos projetos e pedimos que continuem olhando por ele. A igreja é parceira para que a gente possa fazer o bem a muitas famílias”, concluiu. As Cavalhadas de Jaraguá contam ainda com shows gratuitos ao público e segue nesta segunda-feira (9/6), com a missa de Nossa Senhora do Rosário e mais encenações de batalhas. O evento termina na próxima terça-feira (10/6) com a missa de São Benedito, que encerra os festejos.
Trump enviará Guarda Nacional a Los Angeles para conter atos pró-imigração
Fogos de artifício utilizados durante confrontos entre manifestantes e policiais no bairro de Compton, Los Angeles (EUA) em 7 de junho de 2025 O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou no sábado (7/6) o envio de 2.000 membros da Guarda Nacional a Los Angeles para controlar os protestos contra as operações dos agentes federais de imigração. A segunda noite de confrontos com as autoridades aconteceu no sábado à noite no bairro de Paramount. A comunidade abriga quase 50.000 pessoas, a maioria latinos, na segunda cidade mais populosa dos Estados Unidos da América (EUA). Trump assinou um memorando na noite de sábado “para o envio de 2.000 membros da Guarda Nacional para lidar com a ilegalidade que foi permitida”, afirma um comunicado da secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt. A decisão foi considerada “propositalmente inflamatória” pelo governador da Califórnia, Gavin Newsom, e algo que não era visto há décadas, segundo a imprensa americana. A medida foi anunciada após dois dias de confrontos em que agentes federais usaram bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo contra multidões indignadas com as detenções de dezenas de migrantes em uma cidade com uma grande população latina. Um fotógrafo da AFP observou incêndios e fogos de artifício nas ruas durante os confrontos. Um manifestante com uma bandeira mexicana parou diante de um carro queimado pintado com uma frase contra o Serviço de Imigração e Alfândega (ICE), responsável pelas operações. A Guarda Nacional, uma força de reserva militar, é mobilizada em situações de emergência, como desastres naturais, mas seu envio é incomum em casos de protestos. Em 2020, foi mobilizada após os distúrbios provocados pela morte de George Floyd em uma ação da polícia. O secretário de Defesa, Pete Hegseth, ameaçou mobilizar o Exército, que tem uma base próxima ao local dos protestos. Em caso de necessidade, os “fuzileiros navais de Camp Pendleton também serão mobilizados. Já estão em alerta”, anunciou nas redes sociais. No sábado, agentes do ICE se reuniram em uma área próxima a um depósito da empresa Home Depot, utilizada com frequência por pessoas que oferecem serviços como trabalhadores diaristas. Não foi determinado se os agentes estavam se preparando para uma operação ou se estavam no local por outro motivo. Manifestantes lançaram objetos contra os agentes, que responderam com gás lacrimogêneo e bombas de efeito moral, segundo a imprensa local e relatos publicados nas redes sociais. Trump parabenizou a Guarda Nacional por “um trabalho bem feito” pouco antes da meia-noite de sábado (7/6) em uma publicação em sua plataforma Truth Social. A prefeita de Los Angeles, Karen Bass, escreveu na rede social X que as tropas ainda não haviam sido mobilizadas. Correspondentes da AFP não observaram agentes da Guarda Nacional nas ruas. “A administração Trump tem uma política de tolerância zero com o comportamento criminoso e a violência, em particular quando a violência é direcionada contra oficiais das forças de segurança que tentam fazer seu trabalho”, acrescentou a porta-voz Leavitt. O governador da Califórnia se opôs às medidas. É “propositalmente inflamatório e apenas aumentará as tensões”, escreveu no X. Na sexta-feira (6/6) agentes de imigração realizaram operações na cidade, o que gerou os primeiros confrontos, que duraram várias horas. A prefeita de Los Angeles disse que alguns moradores sentiam “medo” após as ações. “Se o governador da Califórnia Gavin Newscum e a prefeita de Los Angeles Karen Bass, não conseguem fazer seu trabalho, o que todos sabem que não conseguem, então o Governo Federal intervirá e resolverá o problema, DISTÚRBIOS E SAQUES, da forma como deve ser resolvido!!!”, escreveu Trump na Truth Social, usando um termo ofensivo para mencionar Newsom. O vice-diretor do FBI, Dan Bongino, afirmou que várias detenções foram efetuadas desde sexta-feira. As operações contra migrantes sem documentos são parte das políticas implementadas por Trump desde o início de seu governo em janeiro. O republicano foi eleito para um segundo mandato em grande parte por sua promessa de reprimir a entrada e permanência de migrantes sem documentos nos Estados Unidos, que ele comparou a “monstros” e “animais”. “Estamos tornando Los Angeles mais segura. A prefeita Bass deveria nos agradecer”, escreveu Tom Homan, o czar de segurança das fronteiras do governo Trump, no X. Fernando Delgado, um morador de 24 anos, disse que as operações são “injustiças” e que os detidos são “seres humanos como qualquer outro”. “Somos hispânicos, ajudamos a comunidade, ajudamos fazendo o trabalho que as pessoas não querem fazer”, declarou à AFP.
Governo de Goiás investe R$ 4,6 milhões em melhorias na infraestrutura do Daia
Fotos: Codego Recurso será destinado para recapeamento asfáltico, sinalização viária e na drenagem superficial, facilitando a logística e o funcionamento das empresas instaladas no distrito O Governo de Goiás, por meio da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás (Codego), está investindo R$ 4,6 milhões para aprimorar a infraestrutura do Distrito Agroindustrial de Anápolis (Daia) e de sua área de expansão, a Plataforma Logística Multimodal (DaiaPlam). O recurso será destinado para recapeamento asfáltico e melhorias na sinalização viária e na drenagem superficial dessas áreas. O contrato já foi assinado com vigência de 18 meses e a empresa que vai realizar o serviço terá 12 meses para a conclusão das obras, após a entrega da Ordem de Fornecimento. Como explica o presidente da Codego, Francisco Jr., o aprimoramento das vias e do sistema de drenagem busca oferecer melhores condições de transporte e operação no local, facilitando a logística e o funcionamento das empresas instaladas no Daia. “O polo industrial de Anápolis e a sua área de expansão, o DaiaPlam, são vitais para o crescimento de Goiás. Essas obras são estratégicas, visando a atração de novas indústrias, e também otimizam o fluxo de produção e distribuição, fortalecendo a posição de Anápolis como um polo logístico e industrial”, diz Francisco Jr. O Daia, um dos maiores e mais importantes distritos agroindustriais do Brasil, teve sua capacidade ampliada com o DaiaPlam, uma plataforma que integra diversos modais de transporte, como rodoviário e ferroviário. Com esse acréscimo de 1,7 milhão de metros quadrados, o distrito agroindustrial de Anápolis, que conta com um mix de aproximadamente 200 indústrias, já atraiu 11 novas empresas para sua área de expansão e que já estão em fase de assentamento. A expectativa é de que, até o final deste ano, essas empresas iniciem as obras no distrito. Segundo o presidente da Codego, Francisco Jr., apesar do cenário nacional mais cauteloso para grandes investimentos, Anápolis e Goiás continuam atraindo interessados. Isso é possível graças ao esforço do governo estadual e ao potencial da expansão do Daia, que tem sido buscado tanto para empresas locais quanto internacionais.
Caiado e Gracinha lideram os festejos do 2º dia do Arraiá do Bem
Fotos: Hegon Corrêa e Lucas Diener No Estádio Serra Dourada, governador e primeira-dama prestigiam as atrações culturais e reforçam o compromisso com ações sociais no maior festival solidário do país O governador Ronaldo Caiado e a coordenadora do Goiás Social, primeira-dama Gracinha Caiado, marcaram presença neste sábado (7/6) no Arraiá do Bem 2025, no Estádio Serra Dourada, em Goiânia. Eles lideraram os festejos no segundo dia do maior festival junino solidário do Brasil, realizado pelo Governo de Goiás, por meio do Goiás Social e da Secretaria da Retomada. Com entrada gratuita mediante doação de um quilo de alimento não perecível por pessoa, o evento celebra a cultura popular e a solidariedade, e deve receber cerca de 180 mil pessoas até domingo (8/6). “Esse é um momento de muita alegria, porque é uma festa feita com qualidade, carinho e segurança. Se fosse cobrado ingresso, o valor seria de R$ 300 a R$ 400. Mas aqui, com a ajuda das empresas parceiras e do Governo de Goiás, o acesso é gratuito. A única exigência é doar um quilo de alimento. Isso é democratizar a cultura e ainda ajudar quem mais precisa”, afirmou Caiado. A programação teve início na sexta-feira (6/6) e conta com 12 grandes atrações da música sertaneja e do forró. Neste sábado (7/6), se apresentaram Tarcísio do Arcodeon, Leonardo e Humberto e Ronaldo. No domingo (8/6), os shows começam às 15h30. Sobem ao palco Matão e Monteiro, Bruno e Denner, VH e Alexandre, João Bosco e Vinícius e Xandy Avião. Além dos shows musicais, duas quadrilhas se apresentam a cada noite, reforçando a tradição das festas juninas. O evento tem como missão democratizar o acesso à cultura, fomentar o empreendedorismo e proporcionar lazer gratuito para toda a família. A estrutura montada sobre o gramado do Serra Dourada inclui um palco gigante de LED com cenografia inspirada no “caminho da roça”. Outro destaque é a Vila Gastronômica, com mais de 60 barraquinhas comandadas por microempreendedores locais. Todas oferecem um prato social a R$ 10, além de cardápios variados com comidas típicas. O público também conta com brinquedoteca, serviços gratuitos de beleza e espaços de lazer para todas as idades. “É uma alegria enorme estar aqui no maior Arraiá solidário do Brasil. Eu, como nordestina, fico emocionada de ver essa festa linda, que valoriza nossa cultura e ainda transforma vidas. Muitas pessoas que estão na Vila Gastronômica hoje se capacitaram pelo Goiás Social, receberam o Crédito Social e conquistaram sua independência financeira. Isso é o que mais me realiza: ver as pessoas saindo da condição de vulnerabilidade para viver de sua própria renda”, destacou Gracinha. Segurança e estrutura A segurança do evento é garantida por mais de 190 agentes públicos das forças estaduais, federais e municipais, além de 170 seguranças privados e 30 brigadistas. “As pessoas vêm, se divertem, e voltam para casa em paz. Preparamos tudo com muito cuidado: portões abertos com controle, revista, câmeras e presença forte das forças de segurança. É uma característica de Goiás fazer eventos grandes com tranquilidade e responsabilidade. Isso aqui já virou tradição e vai entrar no nosso calendário todo ano”, finalizou Caiado. Todos os acessos ao estádio contam com revista individual e monitoramento por câmeras de alta resolução conectadas ao sistema do Serra Dourada. Também foram disponibilizadas 4.500 vagas de estacionamento gratuito, com apoio policial para evitar a ação de flanelinhas. Para garantir conforto e higiene, o evento conta com mais de 300 banheiros, entre físicos e químicos, estrategicamente distribuídos pela estrutura.
Mulher morre e só é encontrada 42 anos depois
Reprodução Enfermeira morava sozinha e não costumava se encontrar com os vizinhos Em 12 de maio de 2008, uma descoberta macabra chocou Zagreb, na Croácia: o corpo mumificado de Hedviga Golik, uma enfermeira nascida em 1924, foi encontrado em seu apartamento no bairro de Medveščak, onde ela morava sozinha. O mais impressionante era o tempo que havia se passado desde sua morte: 42 anos. Hedviga vivia em um pequeno imóvel de 18 m², no sótão de um prédio de quatro andares da capital croata, atualmente com mais de 700 mil habitantes. Seu estilo de vida recluso e comportamento excêntrico fizeram com que os vizinhos a evitassem. Ela era conhecida por não socializar, preferindo até enviar listas de compras em um balde, descido por uma corda, para que os vizinhos fizessem suas compras. Após desaparecer, muitos acreditaram que ela havia se mudado para viver com parentes ou se juntado a uma seita religiosa, como rumores sugeriam na época. A descoberta de seu corpo ocorreu quando representantes do prédio decidiram reformar o edifício e notaram que Hedviga não havia respondido às notificações. Nada foi mexidoAo arrombarem a porta de seu apartamento, encontraram-na deitada na cama, envolta por cobertores, com uma xícara de chá ao lado e a televisão ligada. O local estava intacto, coberto por teias de aranha, como se o tempo tivesse parado. A autópsia não conseguiu determinar a causa exata da morte, mas estimou que ela ocorreu durante uma estação fria, o que contribuiu para a preservação do corpo. A imprensa internacional repercutiu amplamente o caso. O jornal britânico The Guardian destacou a negligência das autoridades e vizinhos em não notarem sua ausência por tanto tempo. O Daily Telegraph questionou como as contas de eletricidade continuaram sendo pagas, descobrindo-se que o arquiteto do prédio, que havia morrido em 2005, era quem mantinha os pagamentos em dia. O New York Times abordou o isolamento social crescente nas cidades modernas, usando o caso de Hedviga como exemplo extremo. O caso de Hedviga Golik levanta questões profundas sobre o isolamento social e a responsabilidade comunitária. Em uma era de conexões digitais, sua história serve como um lembrete sombrio da importância de mantermos laços humanos e cuidarmos uns dos outros.
jacaré gigante ataca canoa
Foto: Arte g1/Reprodução/Isaac dos Santos Silva Jacaré-açu é considerado o maior crocodiliano da América do Sul. Estudante flagrou animal em trecho do rio Araguaia próximo a Pau D’arco – Tocantins O jacaré gigante que aparece atacando uma canoa após ser cutucado por um estudante é da espécie jacaré-açu, comumente encontrado nos rios Araguaia e Tocantins. Segundo o biólogo Aluísio Vasconcelos de Carvalho, embora não seja uma ameaça direta aos humanos, é preciso ter cautela ao se aproximar do animal, considerado o maior crocodiliano da América do Sul. “No vídeo a gente percebe que esse animal é quase o tamanho da canoa, se não for maior. Os jacarés-açus são extremamente grandes e têm força para virar uma canoa, então esse bote poderia ter se tornado uma tragédia. Ali foi sorte, porque se ele quisesse atacar conseguiria tranquilamente virar aquela canoa”, afirmou. O vídeo foi gravado pelo estudante de engenharia agronômica Isaac dos Santos Silva, de 24 anos, quando ele passava de canoa pelo rio Araguaia, no trecho da zona rural entre Pau D’Arco (TO) e Floresta do Araguaia (PA). Ele contou que se aproximou e cutucou o animal achando que o jacaré estava morto. “Achávamos que tinha sido morto recentemente. Meu pai encostou do lado para podermos medi-lo, quando levamos aquele grande susto”, contou o jovem. Nas imagens, o jacaré aparece imóvel enquanto a canoa se aproxima. Um dos homens toca a cauda e mesmo assim o animal não se mexe. Somente após ser cutucado com uma vara é que o jacaré dá um bote. De acordo com o especialista, o comportamento é típico da espécie. “Na verdade, ele não está imóvel. Os jacarés fazem muito isso de ficar com o corpo parcialmente submerso e se movimentando lentamente, só mexendo a pontinha da cauda, até conseguir chegar perto de uma presa. É assim que eles fazem o bote”, explicou. O biólogo comentou que o animal pode ter se aproximado da canoa por curiosidade e, ao ser cutucado, deu um bote defensivo para assustar a possível ameaça. Mas o encontro com o jacaré poderia ter tido consequências graves. “Para ele atacar um ser humano é fácil. Não é que ele vá atacar para comer, mas como eles são curiosos, eles podem fazer isso eventualmente, ainda mais se sentirem ameaçados”, alertou. ‘Grande susto’O encontro do estudante com o animal nas águas do Araguaia aconteceu no dia 30 de maio. De acordo com Isaac, essa não foi a primeira vez que avistou jacaré no rio, “porém, esse impressionou pelo tamanho e comportamento”, comentou. Passado o susto, Isaac disse que ficou incomodado com a possibilidade de o jacaré estar ferido ou doente. “Levamos um grande susto, mas ficamos incomodados com a situação, aparentemente ele não estava muito bem. Provavelmente ferido ou comeu algo e estava com dificuldade de digerir, pois mesmo depois de incomodarmos, achando que estava morto, ele não conseguiu mergulhar totalmente”, explicou. Segundo o estudante, o jacaré foi visto por outras pessoas a quilômetros de distância no dia seguinte ao encontro. “[O jacaré estava] com o mesmo comportamento boiando e quieto. Ou seja, ele desceu com a correnteza e parece não estar muito bem. Achávamos que olho dele estava ferido. Pode ser uma lesão antiga que sarou, mas como é enorme ficou com aquela aparência esbranquiçada”, contou Isaac.
Em Paris, Governo do Tocantins busca fortalecer acordos bilaterais no Fórum Econômico Brasil-França
Crédito das fotos: Antonio Gonçalves/Governo do Tocantins Equipe tocantinense participa de uma série de debates na capital francesa até esta sexta-feira, 6, que contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva O Governo do Tocantins participou em eventou que terminou na sexta-feira (6/6) do Fórum Econômico Brasil-França, em Paris, integrando uma série de painéis que reforçam a cooperação entre os dois países. A participação do Tocantins no evento internacional atende a uma determinação do governador Wanderlei Barbosa, representado pelo secretário-chefe da Casa Civil, Deocleciano Gomes, com os objetivos de atrair investimentos e ampliar acordos bilaterais. Na ocasião, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu a certificação da Organização Mundial de Saúde Animal (Omsa), que reconhece o Brasil como livre da febre aftosa sem a necessidade de vacinação. “Estamos participando do Fórum Econômico Brasil-França, um evento de grande relevância, que o presidente Lula está presente e recebeu a certificação do Brasil como território livre da febre aftosa sem vacinação. É um momento histórico, com a participação de diversos estados brasileiros, além de representantes do poder público e da iniciativa privada. Viemos representar o governador Wanderlei Barbosa, que nos designou para estar aqui em nome do Tocantins”, destacou o secretário-chefe da Casa Civil, Deocleciano Gomes. Ao receber a certificação, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, acompanhado do ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, ressaltou a importância do reconhecimento para o agronegócio brasileiro. “Queremos produzir a melhor carne, a mais saudável, e disputar os mercados do mundo inteiro. Queremos vender o que produzimos: nossa carne de qualidade, o café, a soja, o milho e demais produtos. Também é fundamental cuidar do meio ambiente, pois o mundo está passando por uma transformação. Se cumprirmos o Acordo de Paris, estaremos livres para continuar produzindo o que quisermos. Precisamos incentivar a recuperação das terras degradadas para evitar o desmatamento e priorizar o plantio, que é o que vai ajudar o Brasil”, enfatizou o presidente Lula, que está na capital da França para cumprir uma série de agendas bilaterais com o presidente Emmanuel Macron até a próxima segunda-feira (9/6). O Tocantins obteve a suspensão da vacinação contra a febre aftosa em novembro de 2022. Em 2024, alcançou o reconhecimento nacional como área livre da doença sem necessidade de vacinação e, em 2025, celebrou a consagração com o reconhecimento internacional de área livre sem vacinação, recebida durante a 92ª sessão da Organização Mundial de Saúde Animal (Woha), no dia 29 de maio, em Paris (França). Fórum Econômico Brasil-França Desde a última quarta-feira (4/6) a equipe tocantinense, formada pelos secretários de Estado da Casa Civil, Deocleciano Gomes; da Indústria e Comércio (Sics), Beto Lima; e da Comunicação (Secom), Márcio Rocha; além do superintendente da Sics, Odilon Júnior, participou de discussões estratégicas sobre inteligência artificial; prevenção a fraudes; descarbonização da economia e ampliação das relações comerciais. O Tocantins está se destacando internacionalmente por seus avanços em sustentabilidade e competitividade econômica, sendo o primeiro estado subnacional do mundo a comercializar créditos de carbono no mercado jurisdicional e possui uma matriz energética quase 100% renovável. Esses avanços reforçam o potencial do estado para expandir seu acesso ao mercado europeu, especialmente diante das expectativas com o acordo Mercosul-União Europeia. Presente no fórum, o secretário de Estado da Indústria, Comércio e Serviços, Carlos Humberto Lima, comentou sobre o acordo entre a União Europeia e o Mercosul, que está em pauta. “O governador Wanderlei Barbosa é um grande entusiasta do acordo entre a União Européia e o Mercosul, que também está na pauta deste evento, muito defendido pelo Governo Federal, acordo que avançando e se materializando, haverá muitas oportunidades para os produtos tocantinenses no mercado europeu. Nossa participação é muito importante porque todo esse trabalho do Governo do Tocantins vem impulsionando a nossa economia, fazendo com que ela cresça acima da média nacional, trazendo melhoria na renda per capita e em todos os indicadores sociais”.
Governo de Goiás abre Arraiá do Bem 2025 e reforça compromisso com cultura e a solidariedade
Fotos: Rômullo Carvalho e Walter Folador Maior festival junino solidário do Brasil reúne shows, gastronomia e arrecadação de alimentos no Estádio Serra Dourada até domingo (8/6) O Arraiá do Bem 2025, maior festival junino solidário do Brasil, teve sua abertura oficial na noite desta sexta-feira (6/6), no Estádio Serra Dourada, em Goiânia. Realizado pelo Governo de Goiás, por meio do Goiás Social e da Secretaria da Retomada, o evento segue até domingo (8/6), com entrada gratuita mediante a doação de 1 quilo de alimento não perecível. Com estrutura pensada para toda a família, o Arraiá do Bem oferece uma programação variada, que inclui shows de artistas nacionais, apresentações de quadrilhas juninas, comidas típicas a preços acessíveis e uma vila gastronômica com mais de 60 barracas operadas por microempreendedores atendidos pelo programa Crédito Social. Na abertura do festival, o secretário da Retomada, César Moura, destacou a relevância da iniciativa para a cultura e a economia local. “O Arraiá do Bem é uma grande vitrine para os microempreendedores goianos, que receberam apoio e capacitação para gerar renda e transformar suas vidas. Além disso, é um momento de valorização da cultura popular e de solidariedade, beneficiando milhares de famílias em Goiás”, afirmou. Presente ao evento, o vice-governador Daniel Vilela ressaltou o resgate do Estádio Serra Dourada como espaço democrático de convivência e celebração popular. “Com a revitalização do Serra Dourada, conseguimos transformar esse ícone do esporte em um grande palco para a cultura. O Arraiá do Bem mostra que o estádio pode — e deve — ser utilizado para levar alegria, entretenimento e união às famílias goianas”, destacou. A expectativa para esta edição é arrecadar 150 toneladas de alimentos, que serão transformados em cestas básicas destinadas a mais de 690 instituições assistenciais, em mais de 120 municípios goianos. Além das atrações culturais, o evento conta com ampla infraestrutura para o público, incluindo estacionamento gratuito com 4.500 vagas, mais de 300 banheiros, postos médicos, ambulâncias e uma operação integrada de segurança. O Arraiá do Bem integra o calendário cultural do Governo de Goiás, que também apoia iniciativas como o Natal do Bem, Cavalhadas, Fica, Canto da Primavera e Claque Retomada Cultural — ações que reforçam o compromisso com a valorização da cultura, inclusão social e geração de renda no estado.


