Fotos: Octacílio Queiroz e Edgard Soares Famílias em situação de vulnerabilidade têm novo prazo para se cadastrar no site ou aplicativo: até 15 de agosto O Governo de Goiás, por meio da Agência Goiana de Habitação (Agehab) e do programa Goiás Social, prorrogou o prazo de inscrições para o programa Pra Ter Onde Morar – Aluguel Social em 20 municípios goianos. As famílias interessadas têm agora até o dia 15 de agosto para realizar a inscrição gratuita no site aluguelsocial.agehab.go.gov.br ou no aplicativo “Aluguel Social”. A prorrogação vale para os municípios de Acreúna, Água Limpa, Águas Lindas de Goiás, Anápolis, Aragarças, Aurilândia, Cachoeira Alta, Cachoeira de Goiás, Fazenda Nova, Formosa, Goiatuba, Itauçu, Jaraguá, Jataí, Montes Claros de Goiás, Mossâmedes, Novo Brasil, Palminópolis, Senador Canedo e Valparaíso de Goiás. O objetivo é garantir que mais famílias em situação de vulnerabilidade tenham acesso ao benefício, que concede mensalmente R$ 350 para custeio do aluguel de moradia. A primeira-dama e coordenadora do Goiás Social, Gracinha Caiado, reforça o compromisso do Governo do Estado em apoiar quem mais precisa. “Este programa é uma resposta direta e eficaz às dificuldades enfrentadas por famílias que vivem em situações extremamente delicadas. Com o Aluguel Social, elas têm mais dignidade e segurança para essas pessoas, especialmente em um momento em que tantas ainda lutam para conquistar estabilidade”, afirma. O presidente da Agehab, Alexandre Baldy, explica que a prorrogação é uma forma de ampliar o alcance da política habitacional em Goiás. “Estamos trabalhando com total dedicação para garantir que nenhuma família que necessita fique de fora. O programa tem sido fundamental para reduzir o déficit habitacional e oferecer uma solução imediata às famílias que não têm onde morar ou vivem de forma precária”, destaca. Já o secretário de Estado da Infraestrutura, Adib Elias, enfatiza a união de esforços para fazer o programa chegar a todos os cantos do Estado. “Estamos fortalecendo parcerias com os municípios e otimizando o processo de seleção para atender com agilidade quem realmente precisa. O governador Ronaldo Caiado tem sido firme em sua determinação de transformar vidas por meio da habitação”, afirma o secretário. O programa Pra Ter Onde Morar, no qual está inserido o Aluguel Social, faz parte da maior iniciativa habitacional da história de Goiás e já beneficiou milhares de famílias com moradias, escrituras e auxílio-aluguel em diversas regiões do Estado. Serviço Assunto: Inscrições prorrogadas para o programa Pra Ter Onde Morar – Aluguel Social Novo prazo: Até 15 de agosto de 2025 Inscrições gratuitas: site aluguelsocial.agehab.go.gov.br ou aplicativo “Aluguel Social”
Governo de Goiás prorroga inscrições para o programa Aluguel Social em 20 municípios
Caiado articula com governo americano exclusão de itens da tarifação de Trump
Fotos: Secom Governador tem mantido contato direto com representante da Embaixada Americana para reduzir os impactos na economia de Goiás e garantir sobrevivência de indústrias e manutenção de empregos O governador Ronaldo Caiado anunciou em suas redes sociais nesta quinta-feira (31/7) que está em articulação direta com o governo dos Estados Unidos para minimizar, no mercado goiano, os efeitos do tarifaço imposto pelo presidente norte-americano Donald Trump ao Brasil. O objetivo do gestor é buscar que novos itens sejam excluídos da lista de tarifação, garantindo condições mais favoráveis aos empresários goianos. Na última quarta-feira (30), o governo norte-americano anunciou a exclusão de mais de mais de 600 itens da tarifa de 50% imposta aos produtos brasileiros. Caiado lembrou que, desde que tomou conhecimento da situação, tem trabalhado junto ao secretariado estadual para atender as empresas que serão mais penalizadas, visando cuidar da sobrevivência dos negócios e a manutenção dos empregos dos goianos. O governador ressaltou que realizou uma audiência por videoconferência com o encarregado direto de negócios da Embaixada Americana, Gabriel Escobar, para tratar do assunto. “Sempre existiu uma parceria do Governo de Goiás com os Estados Unidos. É fundamental que tenhamos esse nível de parceria, pois é isso que o setor também espera por parte do governo americano”, disse o chefe do Executivo goiano ao manifestar sua insatisfação com o fato de setores importantes para a economia goiana, como o de carnes e açúcar, terem sido mantidos na tarifação. Caiado afirmou que Gabriel Escobar recebeu bem a solicitação do Governo de Goiás e irá “trabalhar intensamente neste sentido” com o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, visando reduzir os impactos no setor goiano. Enquanto não há uma posição definitiva entre os dois países em relação às taxas, o Governo de Goiás anunciou uma série de medidas para amparar as empresas goianas atingidas. No dia 22 de julho, o governador anunciou a abertura de linhas de créditos aos empresários. Ajuda efetiva Entre as medidas está a criação do Fundo Creditório, que visa apoiar os 18 segmentos da economia goiana que mais exportam para os Estados Unidos. Com ele, devem ser investidos R$ 628 milhões em créditos de Imposto sobre Circulação de Bens e Serviços (ICMS) passíveis de utilização como garantia para acesso às linhas de crédito. Outra opção é a utilização do Fundo de Equalização para o Empreendedor (Fundeq), um fundo público de natureza financeira criado durante a pandemia de Covid-19 com o objetivo de fornecer recursos financeiros para subsidiar o pagamento de encargos em operações de crédito. Já o Fundo de Estabilização Econômica do Estado de Goiás, uma reserva financeira destinada a momentos de crise econômica, também pode ser utilizado para amenizar o impacto das tarifas impostas pelos Estados Unidos aos produtos goianos. A medida tem como objetivo garantir a continuidade de serviços considerados essenciais. Veja o anuncia feito pelo governador no link: https://www.instagram.com/reel/DMydmVnOEIb/?igsh=bHdkYmJvYjR1NHBh
Investida de Trump contra Moraes pode converter julgamento de Bolsonaro em ato pela soberania nacional
Brasil 247 Advogados de quatro réus consultados pela Folha afirmaram que a movimentação de Trump não deverá surtir qualquer efeito prático. Pelo contrário, uma das defesas avalia que as penas de Bolsonaro podem ser ainda mais severas A tentativa do presidente dos Estados Unidos da América (EUA) Donald Trump, de influenciar o julgamento da trama golpista que envolve Jair Bolsonaro (PL-PF) no Supremo Tribunal Federal (STF) deve ter efeito contrário ao pretendido e impulsionar uma resposta institucional enfática da corte brasileira. Segundo a Folha de S.Paulo, os ministros da Primeira Turma do STF, responsável por julgar o caso, planejam registrar em seus votos uma firme defesa da soberania nacional e da independência do Judiciário frente à investida estadunidense. Fontes do STF ouvidas pela reportagem descartam qualquer possibilidade de atenuação no julgamento ou nas punições dos réus, mesmo diante da escalada do governo Trump contra o Brasil e contra os magistrados da corte. A avaliação interna é de que a interferência internacional apenas fortalece o entendimento de que é preciso reafirmar o compromisso do país com seu sistema democrático e legal. Um dos pontos mais sensíveis diz respeito à atuação do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que tem buscado apoio formal da administração Trump para impor sanções ao ministro Alexandre de Moraes e a outros integrantes do STF. Essa articulação está sendo investigada em um inquérito da Polícia Federal, no qual Eduardo é suspeito de obstrução de Justiça e coação. Agentes mantêm sob análise publicações do parlamentar nas redes sociais, consideradas como possíveis autoincriminações. A expectativa é que a investigação contra o deputado não se estenda por muito tempo. Denúncia No Supremo, já se discute o recebimento de uma eventual denúncia contra Eduardo Bolsonaro após a conclusão do julgamento do núcleo central da tentativa de golpe, previsto para ocorrer em setembro. O processo está atualmente na fase de alegações finais, com prazo até 13 de agosto para as manifestações das defesas. Advogados de quatro réus consultados pela Folha afirmaram que a movimentação de Trump não deverá surtir qualquer efeito prático. Pelo contrário, uma das defesas avalia que as penas de Bolsonaro podem ser ainda mais severas, considerando-se a nova conjuntura e a continuidade da atuação firme de Alexandre de Moraes no caso. Um dos defensores disse acreditar que “a ofensiva crescente de Trump reduz a chance de qualquer ponderação nas penas ou mesmo de um eventual indulto”. A ofensiva de Washington provocou, inclusive, um efeito de coesão interna no Supremo. Integrantes da Primeira Turma —composta por Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin (presidente do colegiado), Flávio Dino e Luiz Fux— demonstraram unidade frente à tentativa de ingerência. Mesmo Fux, que divergiu de medidas cautelares impostas a Bolsonaro, elogiou a independência do STF. As críticas de Zanin foram mais discretas, mas igualmente contrárias à interferência externa. O tribunal já havia reagido anteriormente quando Eduardo Bolsonaro declarou, dos EUA, que buscaria sanções da Casa Branca contra membros do STF. A corte autorizou então a abertura de inquérito contra o parlamentar. Inicialmente, os ministros preferiram ignorar as manifestações de Trump nas redes sociais, tratando-as como parte de uma estratégia retórica sem impacto jurídico. A postura mudou após o governo dos EUA aplicar uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros e acionar a Lei Magnitsky contra Moraes. A legislação, originalmente criada para punir ditadores e violadores de direitos humanos, visa o congelamento de bens e o isolamento financeiro de seus alvos. No Brasil, a reação veio de forma institucional. Alexandre de Moraes, ao votar medidas cautelares contra Bolsonaro, como o uso de tornozeleira eletrônica e proibição de deixar Brasília, classificou como “grave” a tentativa de desrespeito à legislação brasileira por parte de um governo estrangeiro. Em seu voto, Moraes escreveu que: “a legislação brasileira é suscetível de modificação, mas não de desataviado desprezo, tampouco de negociação de descumprimento com governo estrangeiro, pois nenhuma autoridade, por mais conhecida e acreditada que seja, está acima da lei”. “O comportamento de ruptura com regras elementares de atuação em sociedade se torna ainda mais grave quando se leva em conta o anúncio de novas medidas empreendidas contra a soberania do país, o Estado democrático de Direito e autoridades brasileiras”, ressaltou o magistrado em outro ponto do texto. O ministro Flávio Dino foi além ao classificar a ação de Trump como uma forma de “sequestro da economia brasileira”, sugerindo que o objetivo da medida seria pressionar pelo arquivamento do processo contra Bolsonaro. “Esse ‘sequestro’ certamente merecerá muitos estudos acadêmicos, inclusive nas universidades dos Estados Unidos, por seu caráter absolutamente esdrúxulo”, afirmou. O presidente do STF, Luís Roberto Barroso, também se posicionou. Em carta oficial, ainda que sem mencionar Trump diretamente, declarou que as sanções anunciadas pelos EUA têm como base uma “compreensão imprecisa dos fatos” relacionados ao processo contra Bolsonaro. Ao mesmo tempo, Barroso tem defendido que a resposta da corte seja técnica e independente, de forma a evitar uma escalada ainda maior da crise diplomática com os Estados Unidos da América (EUA). No julgamento virtual das cautelares, os votos dos ministros reforçaram a percepção de que o processo pode ganhar contornos simbólicos de defesa da soberania nacional. Até mesmo Luiz Fux, que divergiu das medidas impostas, fez questão de destacar a autonomia do Judiciário frente a pressões externas.
Não podemos correr atrás de um doido, diz Sarney ao defender Moraes
Divulgação “Eu, pessoalmente, quero apresentar minha solidariedade à Justiça na pessoa do ministro Alexandre de Moraes pelas injustiças que ele está sofrendo e que são coisas absolutamente inacreditáveis que nós vivenciamos”, ressaltou o ex-presidente José Sarney O ex-presidente da República, José Sarney, defendeu publicamente o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), que foi sancionado pelo governo dos Estados Unidos na última quarta-feira (30/7). Durante discurso em um evento no Tribunal de Justiça do Maranhão, Sarney disse que não podemos “correr atrás de um doido”. “Não podemos correr atrás de um doido, devemos ficar mantendo a crença no regime democrático, deve ser defendido pela Justiça e por todos nós para que esses 40 anos [de democracia] se multipliquem numa função eterna, permanente e sempre esteja assegurando a cidadania e a liberdade do Brasil”, afirmou. Solidariedade O ex-presidente prestou, pessoalmente, sua solidariedade ao magistrado e chamou as medidas norte-americanas de “coisas absolutamente inacreditáveis”. “Eu, pessoalmente, quero apresentar minha solidariedade à Justiça na pessoa do ministro Alexandre de Moraes pelas injustiças que ele está sofrendo e que são coisas absolutamente inacreditáveis que nós vivenciamos”. Lei Magnitsky O governo dos Estados Unidos decidiu aplicar a Lei Magnitsky contra o ministro da Suprema Corte, Alexandre de Moraes na última quarta-feira (30/7). https://www.youtube.com/watch?v=FQzsLBbU9eE A Lei é um dispositivo da legislação americana que permite que o país a impor sanções econômicas a acusados de corrupção ou graves violações de direitos humanos. Em um comunicado justificando a aplicação da lei, Scott Bessent, secretário do Tesouro dos EUA, afirmou que Moraes “assumiu a responsabilidade de ser juiz e júri em uma caça às bruxas ilegal contra cidadãos e empresas americanas e brasileiras”. Marco Rubio, chefe da diplomacia dos EUA também disse que Moraes cometeu graves violações dos direitos humanos e afirmou: “as togas judiciais não podem protegê-los”. De acordo com a nota, todos os bens e interesses de Moraes que “estejam nos Estados Unidos ou em posse ou controle de cidadãos americanos” estão bloqueados e devem ser reportados ao Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros. Além disso, quaisquer entidades que sejam de propriedade, direta ou indiretamente, individualmente ou em conjunto, de 50% ou mais de Moraes também estão bloqueadas. No entanto, conforme apuração da CNN, o ministro não possui contas bancárias, investimentos financeiros, nem mesmo bens nos Estados Unidos da América (EUA).
Eduardo Bolsonaro “queima” Tarcísio com Trump e tenta isolar governador paulista
Brasil 247 Comitiva do Senado brasileiro que esteve em Washington (EUA) identificaram uma operação articulada pelo deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) para minar a imagem do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), junto ao governo do presidente estadunidense Donald Trump A tensão entre os principais nomes do bolsonarismo voltou a escalar, agora com foco nos bastidores da diplomacia entre Brasil e Estados Unidos. Segundo a coluna da jornalista Malu Gaspar, de O Globo, integrantes da comitiva do Senado brasileiro que esteve em Washington identificaram uma operação articulada pelo deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) para minar a imagem do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), junto ao governo do presidente estadunidense Donald Trump. O pano de fundo é a imposição de tarifas de 50% sobre produtos brasileiros pelos EUA, medida apoiada inicialmente por Tarcísio, que recuou diante da pressão do agronegócio e da indústria paulista. Esse reposicionamento, no entanto, teria provocado forte irritação no entorno de Trump. Segundo dois senadores que participaram da missão diplomática, Tarcísio passou a ser tratado nos EUA como “traidor” de Jair Bolsonaro (PL), sob influência direta de Eduardo, que age para consolidar seu nome como herdeiro político do pai. Ainda de acordo com a reportagem, um aliado próximo ao deputado, ressaltou que o mal-estar está relacionado aos recuos do governador e às críticas públicas que fez ao tarifaço. Tarcísio chegou a apagar um vídeo de sua posse como apoiador de Trump, onde aparecia com o boné “Make America Great Again”. Mais tarde, defendeu publicamente a busca por uma solução negociada com o governo estadunidense. “Essa história de tarifaço foi um tiro no pé pro Tarcísio e pros governadores, quem vai apoiar isso? O Eduardo começa a se posicionar contra o Tarcísio para tentar manter o patrimônio do pai, mas não vai conseguir”, afirmou, sob condição de anonimato, um dos parlamentares que esteve na capital dos EUA. As exportações de São Paulo para os EUA correspondem a 19% do total do estado, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI). A guerra interna ganhou corpo desde o anúncio do tarifaço por Trump em 3 de julho. Em resposta às investidas de Tarcísio por uma saída diplomática, Eduardo Bolsonaro chegou a chamá-lo de “servil” e o acusou de “desrespeitá-lo” ao se reunir com o encarregado de negócios da embaixada dos EUA no Brasil, Gabriel Escobar. Jair Bolsonaro tentou intervir no embate e orientou o filho a aliviar as tensões com Tarcísio. Eduardo e chegou a fazer gestos públicos de aproximação nas redes sociais, mas as divergências em torno da atuação contra o Supremo Tribunal Federal (STF), sobretudo a respeito da aplicação da Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes, seguem latentes. A trégua durou pouco. Na última semana, o deputado voltou a ironizar declarações de Tarcísio durante evento da XP Investimentos, onde o governador defendeu a abertura de diálogo para mitigar os efeitos das tarifas. Assessores de Tarcísio confirmaram à reportagem, que já perceberam a movimentação orquestrada por Eduardo para isolá-lo no cenário internacional. Apesar das críticas, o governador tem adotado discurso público de distanciamento da disputa presidencial. “Eduardo colocou na cabeça dele que ele é o candidato a presidente. Todo esse movimento é porque ele tem certeza disso”, confidenciou um interlocutor próximo ao governador. Em entrevista à Veja em junho, Eduardo Bolsonaro admitiu pela primeira vez a intenção de concorrer ao Planalto caso Jair Bolsonaro continue inelegível até 2030, como determinou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Desde então, tem reiterado esse desejo em falas nos EUA e transmissões ao vivo nas redes sociais. Seu aliado Steve Bannon, ideólogo da extrema direita dos EUA, tem apresentado o parlamentar como o “próximo presidente do Brasil” no podcast War Room. Já Tarcísio reafirma a intenção de buscar a reeleição em São Paulo. Apesar disso, tem sido pressionado por setores do mercado financeiro e da elite empresarial para enfrentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)em 2026. Esses movimentos, aliados à sua postura moderada, incomodam setores do bolsonarismo mais radical. A presença em eventos como a Brazil Week em Nova York e o silêncio diante de ataques ao STF liderados por Jair Bolsonaro são vistos por aliados do ex-mandatário como sinal de infidelidade.
STF revoga prisão de sobrinho do governador do Tocantins
Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal Thiago Marcos Barbosa (foto) foi preso em operação da Polícia Federal no Tocantins em março de 2025. Defesa espera alvará de soltura até esta quinta-feira (31/7) O advogado Thiago Marcos Barbosa de Carvalho, investigado em operação que apura vazamento de informações judiciais sigilosas do Superior Tribunal de Justiça (STJ), teve a prisão preventiva revogada. A decisão é do ministro Cristiano Zanin, relator do processo que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF). Thiago é sobrinho do governador Wanderlei Barbosa (Republicanos), que não é investigado na operação. Thiago está preso desde o dia 18 de março de 2025, quando a Polícia Federal realizou um desdobramento da Operação Sisamnes, que investiga crimes de obstrução de justiça, violação do sigilo funcional, corrupção ativa e passiva. A revogação da prisão foi assinada na terça-feira (29/7). Segundo a defesa do advogado, a previsão é que ele seja solto na quinta-feira (31/7), quando o alvará de soltura será enviado à Unidade Penal de Palmas. Os advogados Lucas Mendonça Cavalcante, Evellin Faquini Moura Coelho e Beatriz Castro Cavalcante informaram que a partir de agora vão trabalhar para comprovar a inocência do cliente. Para a decisão, o ministro considerou que como os outros investigados na operação – o prefeito de Palmas Eduardo Siqueira Campos (Podemos), o policial civil Marco Augusto Velasco Nascimento Albernaz e o advogado Antônio Ianowich Filho – também tiveram a prisão revogada, os mesmos efeitos devem ser aplicados no caso de Thiago Barbosa. Entretanto, a soltura deverá obedecer medidas cautelares, que são a proibição de contato com qualquer investigado das Operações Sisamnes, Fames-19 (apura o desvio de dinheiro na distribuição de cestas básicas) e Máximus (apura venda de sentenças na Justiça do Tocantins); e a retenção do passaporte, não podendo o investigado deixar o Brasil. Entenda a prisão Conforme o inquérito da Polícia Federal, Thiago teria tido acesso total à investigação da Operação Fames-19 e teria repassado ao tio, Wanderlei Barbosa. O governador não é alvo da investigação da Operação Sisamnes, mas por meio da defesa, informou na época que não recebeu nenhuma informação privilegiada, pois já estava habilitado no inquérito. Na época da prisão, o advogado trabalhava como assessor jurídico do Ministério Público do Tocantins (MPTO), mas diante da situação foi exonerado pelo órgão ainda no dia 18 de março. O vazamento das informações privilegiadas, segundo os investigadores, acabava frustrando o andamento de operações policiais. A decisão que determinou a prisão preventiva de Thiago também A operação investiga outros advogados, lobistas, empresários, assessores, chefes de gabinete e magistrados no suposto esquema, e durante as ações, foram expedidas medidas de afastamento das funções públicas, proibição de contato e saída do país, e recolhimento de passaportes contra os alvos. Íntegra da nota da defesa de Thiago Barbosa: Os advogados Lucas Mendonça Cavalcante, Evellin Faquini Moura Coelho e Beatriz Castro Cavalcante, receberam com serenidade a decisão do eminente Ministro Cristiano Zanin, nos autos da Pet. 13.546, que com o costumeiro brilho e cultura jurídica, revogou a prisão preventiva do Dr Thiago Marcos Barbosa Castro de Carvalho, que agora poderá responder à imputação que lhe foi dirigida com sua liberdade restabelecida e assim comprovar sua inocência.
Caiado celebra o centenário da Casa Militar de Goiás com entrega da Medalha do Mérito Guardião
Fotos: Júnior Guimarães e Wesley Costa Na solenidade, governador destacou a relevância da Casa Militar e o protagonismo de Goiás no combate à criminalidade O governador Ronaldo Caiado, conduziu, nesta quinta-feira (31/7), a cerimônia de comemoração aos 100 anos da Secretaria de Estado da Casa Militar. Durante o evento realizado no auditório Mauro Borges, no Palácio Pedro Ludovico Teixeira, o chefe do Executivo goiano homenageou os servidores que contribuíram de forma destacada com a segurança do Estado com a entrega da Medalha do Mérito Guardião. A solenidade reuniu autoridades civis e militares e destacou o papel da Casa Militar na proteção institucional do Estado. Acompanhado da primeira-dama e coordenadora do Goiás Social, Gracinha Caiado, o governador reforçou o papel fundamental do órgão na garantia da governabilidade e na construção de uma nova realidade de segurança em Goiás. “Goiás passou a ser referência no Brasil. O cidadão hoje não vive mais com medo, ele transita livremente pelo nosso Estado”, afirmou. “Vocês me deram total condição de governar todos os dias nesses seis anos e sete meses. Tenho orgulho da segurança que me acompanha, que cuida da minha família, da Gracinha, dos meus filhos”, completou, emocionado. Gracinha Caiado também ressaltou a dedicação silenciosa dos integrantes da Casa Militar. “Essa solenidade simboliza a lealdade, a coragem constante e a dedicação de profissionais que não aparecem nos noticiários, mas transformam o cotidiano. Vocês cuidam da nossa segurança desde o primeiro dia de governo, na chuva ou no sol, de dia ou de noite, sempre com profissionalismo e zelo”, declarou. Ela ainda destacou que a Medalha do Mérito Guardião é um símbolo da gratidão do povo goiano: “Saibam que vocês têm em mim uma admiradora, uma amiga e uma aliada”. O secretário de Estado-Chefe da Casa Militar, coronel Luiz Carlos de Alencar (foto abaixo) lembrou a trajetória centenária da instituição, criada em 1925 pelo então governador Brasil Ramos Caiado, tio-avô do atual chefe do Executivo estadual. “Em todos os governos, a Casa Militar teve um papel importante. Mas foi a partir de 2019, sob a liderança do governador Ronaldo Caiado, que ela se transformou na melhor do Brasil, com investimentos em qualificação, estrutura e valorização dos seus profissionais”, afirmou. “Hoje somos uma secretaria que cuida da segurança do governador, do vice-governador e de suas famílias, mas também da logística terrestre e aérea, do Palácio Pedro Ludovico, do Palácio das Esmeraldas e do bem-estar da sociedade”, ressaltou. Medalha do Guardião Criada em 2004, a Medalha do Mérito Guardião homenageia civis, militares e religiosos que prestaram relevantes serviços à segurança pública e ao fortalecimento da Casa Militar. A edição especial deste ano contemplou dezenas de servidores que se destacaram ao longo da trajetória da secretaria, cuja missão vai além da proteção das autoridades: também inclui o gerenciamento do transporte aéreo do Estado, ações emergenciais em operações de crise e apoio logístico em eventos oficiais. A Casa Militar também ganhou notoriedade nacional ao atuar na operação que capturou o criminoso Lázaro Barbosa, em junho de 2021. Policiais que participaram diretamente da ação também foram homenageados nesta celebração centenária. “Chegamos a este centenário com uma instituição moderna, preparada, integrada às demais forças de segurança e comprometida com a missão de proteger quem cuida do povo. A história da Casa Militar é também a história de Goiás”, concluiu o coronel Alencar.
Lei Magnitsky: Veja bancos que operam nos EUA e estão sujeitos à decisão
STF / Divulgação Utilizada pelo governo de Donald Trump para sancionar o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes (foto) a Lei Magnitsky prevê o bloqueio de bens nos Estados Unidos, arresto de contas bancárias e o bloqueio de uso de cartões com bandeiras de instituições dos Estados Unidos da América (EUA) ou com operação em território norte-americano, como a Visa, a Mastercard e a American Express. Entre as maiores instituições financeiras brasileiras, é comum que os bancos mantenham operações nos Estados Unidos e “subsidiárias ou dependências” em território americano. São os caso de Bradesco, Itaú Unibanco, BTG Pactual e Banco do Brasil, de acordo com dados do Banco Central (BC). O Bradesco, o BTG Pactual, o Banco do Brasil têm uma subsidiária cada em Nova York. O Itaú Unibanco S.A. E o Itaú Unibanco Holding S.A. têm, por sua vez, operações mais abrangentes. Há subsidiárias em Delaware, Wilmington, Miami e Nova York. Entre os bancos brasileiros que têm operações no exterior — mas não instaladas nos Estados Unidos — estão 23 instituições financeiras. Entre elas, estão o Santander e o Banco Safra, que têm agências em Luxemburgo e nas Ilhas Cayman. O Daycoval, o BS2, o BMG, o C6, o Pine e o Voiter têm, por exemplo, representação apenas nas Ilhas Cayman fora do Brasil. O Master, por sua vez, tem uma subsidiária em Portugal. A Caixa Econômica Federal, por exemplo, por ser uma autarquia não sofreria penalizações em razão da manutenção dos recursos do indivíduo sancionado. Sobre as bandeiras de cartão de crédito, não americanas que estão presentes no mercado brasileiro, o ministro do Supremo poderia utilizar serviços da China UnionPay – recém chegada no Brasil – e da JCB, japonesa. Especialistas citam ainda o cartão pré-pago como uma alternativa ao ministro, já que através dele, é possível não identificar a titularidade do cartão. Lei Magnitsky O que é a Lei Magnitsky Quem entra na lista enfrenta uma série de sanções financeiras, além de ter o visto cancelado e ser proibido de entrar nos EUA. Essas medidas são usadas contra pessoas, empresas ou organizações envolvidas em crimes financeiros ou violações de direitos humanos. Conforme explicou à CNN Priscila Caneparo, especialista em Direito Internacional, trata-se de “uma morte fiscal do CPF”, em que o primeiro ato é o congelamento de bens no exterior que o indivíduo possui, sejam móveis, investimentos ou participações em empresas nos Estados Unidos. As sanções aplicadas contra indivíduos estrangeiros são determinadas pelo Executivo americano, após apresentar provas confiáveis de infrações, incluindo execuções extrajudiciais, tortura e outras violações graves dos direitos humanos. Essas medidas podem ser impostas a agentes que reprimem denúncias de corrupção, cerceiam liberdades fundamentais ou atuam contra eleições democráticas.
Caiado destaca queda superior a 90% em índices criminais de Goiás
Foto: Adalberto Ruchelle Números do primeiro semestre de 2025 mostram reduções importantes em homicídios, latrocínios e roubos a transeunte e comércios O governador Ronaldo Caiado destacou a queda contínua nos índices de criminalidade em Goiás ao divulgar quarta-feira (30/7) o balanço das ações das forças de segurança referentes ao primeiro semestre de 2025. O comparativo com o mesmo período de 2018 apresenta queda em todos os indicadores criminais, que passam dos 90% em casos de roubos e chegam a 60% nas estatísticas de homicídios. “Se isso aqui fosse apresentado no meu primeiro ano de governo (em 2019), todo mundo ia dizer que seria uma ficção. Ninguém acreditaria nos dados que estão aí”, frisou o chefe do Executivo Estadual, que estava acompanhado do vice-governador Daniel Vilela. “É Goiás derrubando a criminalidade com a presença de todas as áreas de segurança”, comemorou o governador ao comentar os dados. O homicídio doloso (quando há intenção de matar) reduziu 62% na comparação entre 2018 e 2025. Foram 414 assassinatos no primeiro semestre deste ano contra 1.083 no mesmo período de 2018. Em 145 municípios não foi registrado nenhum homicídio nos primeiros seis meses do ano. Os latrocínios, casos de roubo seguido de morte, a queda foi de 95% – com registros de 8 casos este ano contra 59 no mesmo período de 2018. Ainda no mesmo comparativo, houve reduções drásticas nos crimes de roubo a transeunte de 92% (2.080 em 2025 contra 25.717 em 2018), roubo a comércio de 92% (171 casos agora e 2.242 em 2018), roubo a residência de 85% (200 registros em 2025 contra 1330 em 2018) e roubo de carga de 98% (6 casos em 2025 contra 248 em 2018). Ao lado dos responsáveis por cada corporação, Caiado fez questão de ressaltar o papel de cada um para a obtenção dos resultados. “Vocês superaram tudo que era possível de ser projetado para 2025. Agora, é continuar o trabalho, que é artesanal, diário, sem hora alguma abrir a guarda”, afirmou. O vice-governador Daniel Vilela reforçou que os índices goianos são referência nacional. “Não há nenhum Estado que consegue apresentar a efetividade e resolutividade que nós vimos aqui. O desafio é continuarmos avançando”, sublinhou. Os números divulgados são provenientes do Registro de Atendimento Integrado(RAI), utilizado por todas as forças de segurança do Estado, conforme diretrizes da Secretaria Nacional de Segurança Pública. Os resultados mostram queda permanente que é atestada também por entidades independentes, como o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), que recentemente, levando em conta os dados de 2024, destacou a redução de 52% nos homicídios em seis anos, bem como a queda nos crimes patrimoniais. Comparativo Os números de 2025 em relação ao mesmo período de 2024 reforçam a queda contínua nos índices criminais. O roubo a transeunte caiu 34%, passando de 3.131 para 2.080. A subtração de veículos com violência teve queda de 22%, com 377 ocorrências em 2024 e 293 em 2025. O roubo em comércio diminuiu 34%, de 261 para 171 neste ano, enquanto o roubo a residência recuou 15%, sendo 236 no primeiro semestre do ano passado para 200 neste ano. Já o roubo de carga teve queda de 40%, de 10 registros em 2024 para 6 neste ano. O roubo a instituições financeiras permaneu zerado. O furto a transeunte caiu 21%, passando de 2.888 para 2.291 registros. Já o furto de veículos diminuiu 13%, de 1.884 para 1.631 casos neste ano. Ao avaliar os números, o secretário de Segurança Pública, coronel Renato Brum, afirmou que Goiás entrou no sétimo ano consecutivo de reduções nos crimes contra a vida e o patrimônio. “Isso representa uma sociedade que pode trabalhar, ir e vir de forma tranquila nos 246 municípios de Goiás”, garantiu.
Simbolismo e emoção marcam última entrega da Ordem do Mérito Anhanguera por Caiado
Fotos: André Saddi e Júnior Guimarães Cerca de 260 pessoas receberam presencialmente a comenda. Governador prestou homenagem à antiga Vila Boa e destacou sua importância histórica; também ressaltou confiança no processo de sucessão ao vice-governador, Daniel Vilela A última entrega da mais alta honraria do Estado pelo governador Ronaldo Caiado, à frente do cargo, durante cerimônia comemorativa ao aniversário de 298 anos da cidade de Goiás, foi carregada de simbolismo e emoção. A solenidade de entrega da Ordem do Mérito Anhanguera, em frente ao Museu das Bandeiras, na noite desta terça-feira (29/7), foi maciçamente prestigiada. Cerca de 260 pessoas receberam presencialmente a comenda, dentre governadores, vice-governadores, embaixadores, secretários de estado, prefeitos, empresários e diversas autoridades. O líder do Executivo prestou homenagem à antiga Vila Boa e ressaltou sua importância histórica e afetiva, reforçando o compromisso com sua valorização. “Esses dias todos são de muita emoção para mim. Afinal de contas, tive grande parte da minha infância aqui na nossa querida cidade de Goiás. Conheço bem suas ruas, as belezas das serras que cercam essa cidade. Conheço bem os rios, os poços. Conheço aqui o dia a dia de uma cidade que prevaleceu com um povo determinado, pela sua garra, mesmo enfrentando a mudança da capital, quando tentaram, de toda maneira, esvaziar a nossa querida cidade de Goiás”, exaltou o Governador. Ele também anunciou investimentos e novos atrativos turísticos: “A nossa querida cidade de Goiás, em poucos meses, será transformada na nossa Rota da Fé, com a visitação das nossas igrejas mais lindas do Estado de Goiás, ampliando os nossos investimentos e resgatando, cada vez mais, a importância da querida cidade de Goiás.” Ao fazer um balanço de sua gestão, o governador reafirmou o compromisso com a responsabilidade fiscal e a transformação da infraestrutura pública. “Se cheguei hoje como governador bem avaliado no meu estado, é porque governei com a Assembleia Legislativa, com o Tribunal de Justiça, com a Defensoria Pública, com o Tribunal de Contas e também com a estrutura do Ministério Público do Estado de Goiás. Todos eles participaram do governo.” Caiado destacou ainda os avanços sociais e econômicos: “Enfrentamos os momentos mais críticos. Tiramos Goiás da crise econômica. Goiás hoje é um Estado que tem caixa para pagar os investimentos. Tem estrutura para desenvolver cada vez mais saúde, educação, segurança e programas sociais.” Caiado ressaltou a confiança no processo de sucessão ao vice-governador, Daniel Vilela, reforçando a continuidade administrativa e a estabilidade política. “Como governador, com a responsabilidade que tenho, busquei uma pessoa que tem história. Vem de uma formação política de seu pai, Maguito Vilela, que construiu uma política de honestidade, transparência e boa gestão no Estado”, afirmou. Ele reforçou que a parceria tem sido marcada por alinhamento e preparo técnico: “Este jovem de uma tranquilidade exemplar, a quem repassarei o governo no dia 31 de março de 2026. Aquilo que nós construímos, temos a responsabilidade de ampliar cada vez mais.” A coordenadora do Goiás Social, primeira-dama Gracinha Caiado, foi uma das homenageadas e falou o que a honraria representa. “Tenho trabalhado esses quase sete anos no Goiás Social, que tem dado certo e isso me alegra muito. Goiás é o estado que mais tirou as pessoas da extrema pobreza, que mais deu oportunidade de emprego. Goiás hoje é um estado superavitário, e é um estado seguro”, enfatizou. Por sua vez, Daniel Vilela enfatizou a simbologia da solenidade de uma “noite histórica”, e enalteceu a última ocasião em que Caiado homenageou “tantos goianos e tantos brasileiros que deram contribuições relevantes a Goiás e ao Brasil”. Reconheceu ainda o legado de sua gestão para a antiga Vila Boa. “Goiás terá muito que comemorar em 2027, graças a tudo que o senhor tem feito ao longo desses últimos 7 anos na cidade. O senhor resgatou a memória, requalificou o paisagismo urbano, revitalizando os principais prédios públicos do Estado e isso irradiou para os demais Poderes”. Agradecimentos Criada pelo Decreto nº 479 de 1975, a Ordem visa reconhecer pessoas físicas, corporações militares, nacionais ou estrangeiras, que tenham prestado relevantes serviços ou méritos excepcionais ao Estado.A Ordem está dividida nos graus Grã-Cruz, Grande-Oficial e Comendador. O Governador do Estado de Goiás é o Grão-Mestre da Ordem, responsável por nomeações, promoções e exclusões dos membros. “Recebo com muito orgulho, não por tantos e grandes serviços que talvez eu tenha prestado ao Estado. Mas eu tenho certeza, pelo reconhecimento que o nosso governador tem, a mim e a todos os demais governadores que aqui estão, representando a nova onda de políticos que busca cada um, no seu Estado, fazer o melhor pelos brasileiros que eles representam”, afirmou o governador de Mato Grosso (MT), Mauro Mendes. “Caiado me representa. No mês de maio, eu entreguei a maior comenda também ao governador Caiado, a comenda Marechal Rondon. E hoje eu fico muito feliz de estar recebendo aqui, vou receber aqui, essa maior comenda desse estado rico, maravilhoso, de gente maravilhosa. Essa aproximação entre a população de Rondônia e de Goiás faz com que a gente se torne cada vez mais fortes”, afirmou o governador de Rondônia (RO), coronel Marcos Rocha. “É uma honra e alegria a mais para o Estado de Sergipe estar aqui em Goiás, porque é o mais seguro do Brasil. Que nós possamos juntos, de mãos dadas, construir um Brasil que o povo brasileiro sonha, almeja e merece”, destacou o governador de Sergipe, Fábio Mitidieri. “É a primeira vez na história do Brasil que tem três governadores da mesma cidade. Eu, Ronaldo Caiado e o Mauro Mendes. Isso é a prova que os goianos fazem sucesso, não só em Goiás, mas no Brasil também”, observou Antonio Denarium, governador de Roraima, natural de Anápolis. Outros agraciados que fizeram uso da palavra foram o vice-governador do Mato Grosso do Sul, Barbosinha; corregedor-geral de Justiça de Goiás, Marcus da Costa Ferreira; presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado da Bahia (Fecomércio-BA), Kelsor Fernandes; e o sócio diretor institucional da XP Inc., Rafael Furlanetti. Ainda foram condecorados os embaixadores da


