Foto: Arquivo Pessoal/Erick Lucas Término durou quatro dias e foi resolvido com uma longa conversa entre os três O trisal de Goiânia (GO), que viralizou após anunciar a nova integrante, passa por momento de readaptação após separação que durou quatro dias. De acordo com Erick Lucas, de 43 anos, o trisal segue junto, mas casamento fica em segundo plano por hora devido a questões profissionais. Ainda segundo Erick, como anunciado pelo trisal em suas redes sociais, eles planejam fazer uma festa de casamento no futuro, mas que no momento não estão tendo tempo para pensar no assunto. “No momento não paramos pra pensar sobre casamento, a gente quer fazer e até falamos nas redes sociais que queremos fazer uma festa e chamar alguns seguidores, mas no momento está paralisado pois estamos cuidando de muitas coisas profissionais no momento”, explica Erick. O término que durou 4 dias aconteceu no dia 15 de maio e foi resolvida com uma longa conversa entre os três. Em entrevista ao g1, Erick disse que Hassana não estava bem na relação por ciúmes, insegurança e que problemas ligados à vida profissional dele e de Regislene também teriam abalado a relação da família. Relembre o casoEm setembro de 2024, Erick e Regislene viralizaram nas redes sociais ao anunciar que iriam adicionar uma nova integrante a relação, se tornando um trisal. O casal chegou a abrir um perfil nas redes sociais para procurar uma outra mulher. No dia 2 de setembro, Hassana foi anunciada como essa terceira pessoa. Ao g1, Erick disse que ele e Regislene abriam a relação pontualmente e que encontrar uma terceira pessoa era uma forma de expandir o amor. Ao anunciar a nova integrante em um post nas redes sociais, o trisal disse celebrar a união de três corações. “Celebramos a união de três corações que se escolheram, sem medo de amar além dos limites impostos. O preconceito não tem vez quando a felicidade é genuína”, disse. Na ocasião, o trisal afirmou que a relação é séria e que não se importam com comentários negativos feitos na página. “Temos a intenção de namorar, noivar, casar e seguir a vida”, disse Erick Lucas.
Trisal passa por momento de readaptação após reconciliação e adia casamento
Empresa investigada por pagar contas de Michelle Bolsonaro, diz Coaf
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo sexta-feira (28/5) O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) identificou uma movimentação de 32 milhões de reais entre janeiro de 2020 e abril de 2023 nas contas da empresa Cedro do Líbano Comércio de Madeira e Materiais para Construção, suspeita de financiar despesas pessoas da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo sexta-feira (28/5). A avaliação do Coaf é de que a movimentação é incompatível com o porte, o patrimônio, a atividade e a capacidade financeira da empresa. De acordo com o relatório, a Cedro do Líbano recebeu 16,6 milhões de reais e gastou este mesmo valor pouco depois. “Chama atenção a aparente incompatibilidade entre o porte/estrutura, vis à vis o volume transacionado a crédito no período analisado, o que supostamente pode demonstrar que cliente esteja utilizando a conta para transacionar recursos provenientes de de atividades não declarada”, diz um trecho do relatório do Coaf revelado pelo jornal. A empresa, cita a publicação, já é investigada pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Os dados também teriam sido encaminhados para a CPMI do 8 de Janeiro, que apura o financiamento dos atos golpistas em Brasília – Distrito Federal. A Cedro estaria na mira, ainda de acordo com o jornal, da Polícia Federal e do Supremo Tribunal Federal (STF). A empresa, ao longo do período, transferiu recursos para um auxiliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ). Trata-se do sargento do Exército Luís Marcos dos Reis, preso desde maio pela falsificação nos cartões de vacinação. Ele integrava a equipe do ajudante de ordens Mauro Cid, outro militar preso no esquema criminoso. Reis, conforme destaca o Estadão, também participou dos atos golpistas de 8 de Janeiro. É justamente a movimentação entre a empresa e o auxiliar que levanta suspeitas sobre o uso de dinheiro público para pagar contas pessoais de Michelle Bolsonaro. A empresa tinha contratos com o governo federal, por meio da Codevasf e outros órgãos públicos. Os recursos repassados ao militar eram sacados e foram usados para pagar contas da ex-primeira-dama. Parte do dinheiro também teria sido repassado para parentes de Michelle. Em maio deste ano, após a prisão do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, foi revelado pelo jornal Folha de S. Paulo que a Polícia Federal pediu a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telemático de Luis dos Reis. A iniciativa serviu para investigar as transações entre ele e a empresa. As solicitações da PF foram acolhidas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, no final de 2022, e nasceram da análise de mensagens do tenente-coronel Mauro Cid, então braço-direito de Bolsonaro na Presidência. Os pedidos ocorreram no âmbito da apuração sobre o vazamento de um inquérito sigiloso a respeito de um ataque hacker ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Até o final de 2022, a PF não havia identificado um vínculo formal ou informal entre Reis e a empresa para justificar a movimentação financeira registrada. No mesmo período, Reis esteve envolvido nas transações investigadas pela PF sob suspeita de desvio de dinheiro da Presidência por meio de Mauro Cid e a pedido da então primeira-dama Michelle Bolsonaro. De acordo com a PF, Reis repassou quantias a pessoas indicadas por assessoras de Michelle, entre elas Maria Graces de Moraes Braga, tia da ex-primeira-dama, e Rosimary Cardoso Cordeiro, responsável por um cartão de crédito utilizado por Michelle. Os envolvidos no caso ainda não comentaram as novas revelações sobre o relatório do Coaf de sexta-feira (23/5). Fonte:
Idoso descobre mais de 90 empréstimos feitos em seu nome
Foto: André Francelino/Arquivo Pessoal Raimundo Nonato Morais, de 73 anos, fez dois empréstimos bancários em 2012, mas percebeu que as parcelas nunca acabavam O Raimundo Nonato Morais, de 73 anos, descobriu que mais de 90 empréstimos consignados foram feitos no nome dele sem autorização. Ele procurou um advogado depois de perceber que dois empréstimos que ele realmente fez, em 2012, nunca acabavam. Morador de Ananás, no Bico do Papagaio (TO) o idoso tem como fonte de renda uma aposentadoria e uma pensão, de um salário mínimo cada, que recebe do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Quem descobriu os descontos não autorizados foi o advogado André Francelino de Moura, de Araguaína. Ele foi procurado pelo idoso em 2023 e identificou 90 contratos de empréstimos consignados no nome de Raimundo, ao longo dos 11 anos anteriores. Entre 2023 e 2025, outros dois entraram para a lista, totalizando 92 contratos não autorizados pela vítima. O advogado deixa claro que o caso do idoso não está relacionado ao escândalo que envolveu o INSS, em que eram registrados descontos de mensalidades de associações nos benefícios de aposentados e pensionistas. No caso de Raimundo, em 2012 ele realmente fez dois empréstimos consignados com instituições bancárias. Mas esses dois contratos acabaram sendo refinanciados sem a autorização do idoso. Os nomes dos bancos não foram informados e o g1 não conseguiu contato com as instituições. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informou que em 2019 foi criada a Autorregulação do Consignado, juntamente com a Associação Brasileira de Bancos (ABBC) e foram registradas 1.465 sanções aplicadas pelos bancos a correspondentes por descumprimento às normas. Também afirmou que irregularidades relacionadas ao que determina a Autorregulação podem gerar multas que variam de R$ 45 mil a R$ 1 milhão. O advogado explicou que em caso de aposentados e pensionistas, esse tipo de oferta para empréstimo descontado em folha pode acontecer quando correspondentes bancários possuem o acesso aos dados do beneficiário. Com a informação sobre a margem consignável liberada, que corresponde a 30% do valor do benefício, é feito o refinanciamento da dívida e muitas vezes a pessoa nem é informada do processo ou não percebe que o saldo da dívida refinanciada é depositado na conta. “Jogam aquele dinheiro para o aposentado. São dinheiros pequenos, R$ 800, R$ 1 mil, que o aposentado pensa que é um abono, ou que é um décimo terceiro. Mas, esse valor é um novo contrato que ele não autorizou e que ele não sabe que tinha. O sentimento que ele tem é somente um: ‘esse empréstimo nunca acaba? Só que ele nunca acaba porque é todo tempo renovado”, esclareceu o advogado. Atualmente, o aposentado ainda possui 16 empréstimos não autorizados ativos, sendo sete na aposentadoria e nove, na pensão. São valores entre R$ 12 e R$ 220. Somados, são descontados R$ 452,55 da aposentadoria e R$ 384,95 da pensão. “Esse é o segredo. Por que essas parcelas são pequenas? Porque a margem [consignável] que se abre, eles monitoram, e quando o valor fica mais ou menos razoável, na casa de R$ 1 mil, realizam novamente o refinanciamento, seja como fraude ou com dinheiro na conta, para que a parcela seja sempre 30% da margem comprometida”, disse André. Outro ponto que chamou a atenção do advogado com relação à situação de Raimundo é que muitos dos contratos, que deveriam terminar em anos, eram quitados em meses por meio de um ‘refinanciamento’. “Tem um empréstimo que ele ‘fez’ em 20 de abril de 2021. A previsão era de 84 parcelas, sete anos. Era para terminar esse refinanciamento em 2028. Ele [o contrato] foi quitado no mês de outubro de 2021. E como ele foi quitado em outubro? Com outro empréstimo nas renovações que eles fazem. E isso se repete em outros contratos”, exemplificou o advogado. Processo sem tramitaçãoO processo de Raimundo está parado no Tribunal de Justiça do Tocantins desde 2023 por causa de uma decisão chamada ‘Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas no Estado do Tocantins’. Por ter entendimentos diferentes em juízes, o TJ paralisou a tramitação de processos de pessoas analfabetas contra instituições bancárias e relacionadas consignados. “Está suspenso o processo dele. Embora haja mais de 90 empréstimos, ele não pode nem discutir isso porque os contratos dele estão suspensos pelo Tribunal. O problema é consumidor perante o banco, e não o banco perante o consumidor”, destacou André, afirmando que os bancos seguem com processos contra os consumidores. Como o processo não está tramitando na justiça, o advogado ainda não conseguiu contabilizar o prejuízo financeiro, pois os bancos processados pelo idoso ainda não apresentaram na defesa a situação dos contratos e se as renegociações realmente caíram na conta dele ou foram desviados para terceiros. O g1 pediu posicionamento ao TJ sobre a paralisação de processos, mas não teve resposta até a publicação desta reportagem. Íntegra da nota da FebrabanQuestionada sobre as situações de refinanciamento de consignados de aposentados e pensionistas, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informou que em 2019 foi criada a Autorregulação do Consignado, juntamente com a Associação Brasileira de Bancos (ABBC). A iniciativa tem o objetivo de coibir o assédio comercial e as fraudes praticadas na oferta de crédito consignado público e privado. Desde que as regras da Autorregulação entraram em vigor, em 2020, foram registradas 1.465 sanções aplicadas pelos bancos a correspondentes por descumprimento às normas. Além disso, 113 empresas estão impedidas de atuar, e outras quatro receberam suspensões temporárias e advertências em maio de 2025, por terem cometido irregularidades. Após reclamações dos consumidores, 280 agentes de crédito também foram pontuados com penalidades relacionadas a infrações cometidas. A Febraban afirmou ainda que as irregularidades relacionadas ao que determina a Autorregulação podem gerar multas que variam de R$ 45 mil a R$ 1 milhão. Um mecanismo que pode ser utilizado pelos consumidores é a plataforma Não me Perturbe. Por meio dela é possível bloquear telefonemas de instituições que ofertam crédito consignado sem que o consumidor tenha solicitado. De 2 de janeiro de 2020 e 5 de maio deste ano, a plataforma
Caiado prestigia encontro evangélico da Igreja Impactados
Fotos: Hegon Corrêa Governador falou sobre fé e espiritualidade durante o evento, que reuniu milhares de pessoas no Ginásio Goiânia Arena O governador Ronaldo Caiado destacou, na noite deste sábado (24/5), a importância da fé e da espiritualidade para o bem-estar social durante o evento “Cruzada A Cura”, da Igreja Impactados. “São pessoas como essas que mudam o mundo”, comentou o chefe do Executivo goiano durante o evento, que reuniu milhares de fiéis no Ginásio Goiânia Arena, na capital. Caiado afirmou que lideranças como o bispo Rinaldo Silva, líder da igreja, “fazem com que as pessoas tenham a presença da palavra de Deus” para moderar suas ações e buscar melhorias na vida. “E eu, desde que tive a oportunidade de ser governador, sempre busquei ser um homem temente a Deus. E aí, graças a Ele, estou conseguindo construir um mandato com segurança, educação de qualidade, atendimento em saúde e programas sociais para atingir as pessoas mais humildes e necessitadas”, arrematou Caiado. Anfitrião do evento, o bispo Rinaldo Silva agradeceu a presença do governador e fez uma oração por seus projetos. “Que Goiás continue prosperando. E que as bênçãos de Deus sejam manifestadas aqui”, rogou. Também presenteou Caiado com a “Bíblia de Estudo: Curas e Milagres”, escrita pelo próprio líder da igreja. Além de Caiado, participaram do evento os prefeitos de Goiânia, Sandro Mabel, e de Aparecida de Goiânia, Leandro Vilela. A Igreja Impactados foi fundada em julho de 2015 e tem sua sede na Vila Rosa, na capital. Atualmente, conta com espaços, além de Goiânia, em outros municípios goianos, como Trindade, Nerópolis e Rio Verde.
Fisiculturista morre após uso exagerado de anabolizantes
©Imagem: reprodução Instagram Nikita Tkachuk (foto) morreu aos 35 anos O fisiculturista russo Nikita Tkachuk faleceu aos 35 anos após sofrer graves complicações de saúde provocadas pelo uso excessivo de substâncias anabolizantes. De acordo com o jornal The Sun, o atleta estaria preso a um contrato com uma empresa farmacêutica, que o impedia de interromper o uso dos compostos mesmo diante de sérios riscos à sua saúde. Inicialmente, os anabolizantes foram administrados com o objetivo de aumentar a massa muscular. No entanto, o uso prolongado causou um crescimento anormal dos membros de Tkachuk, que apresentaram inchaço em proporções alarmantes. Como resultado, seu quadro clínico se agravou rapidamente. Diante da situação crítica, Tkachuk foi levado às pressas ao hospital após sofrer falência dos rins e dos pulmões. Em seguida, os médicos o transferiram para uma unidade de terapia intensiva, onde ele sofreu uma parada cardíaca. Para tentar estabilizá-lo, a equipe médica o colocou em coma induzido. Apesar dos esforços, ele não resistiu e evoluiu para falência de múltiplos órgãos. A morte de Nikita Tkachuk reacende o debate sobre os perigos do uso descontrolado de substâncias químicas com fins estéticos e competitivos. Além disso, a tragédia expõe a pressão exercida por contratos comerciais no universo do fisiculturismo, muitas vezes em detrimento da saúde e do bem-estar dos atletas.
Caiado defende sistema integrado de segurança pública durante seminário em Sergipe
Fotos: Diego Souza Governador de Goiás criticou medidas do governo federal e tentativa de retirar a autonomia dos estados O governador Ronaldo Caiado palestrou na Assembleia Legislativa de Sergipe, sexta-feira (23/5), durante o Seminário da Frente Parlamentar da Segurança Pública no Congresso Nacional. Referência no assunto, devido à queda contínua dos índices de criminalidade em Goiás, o chefe do Executivo goiano engrossou o coro contra a atuação do governo federal na área e a tentativa de concentrar poder a partir do Sistema Único de Segurança Pública (Susp). Caiado criticou o governo Lula por querer usar o Sistema Único de Saúde (SUS) como modelo para a segurança pública, sem considerar as particularidades e diferenças de cada área. “Estão querendo copiar o SUS. Mas pneumonia a gente trata em Sergipe, Goiás ou em São Paulo com o mesmo protocolo. Em segurança pública, não. O crime é diferente em cada estado. E o sistema não pode ser único, mas deve ser integrado. É buscar uma forma conjunta de atuação, com sala de comando de inteligência e operacional que funcione”, afirmou. Para o governador, a União tem sido “conivente e complacente” com o crime no Brasil, e que, enquanto não se cria uma forma efetiva de combate, as organizações criminosas estão se aprimorando, tanto em armamento – mais eficiente que o utilizado pelas polícias – quanto em estrutura. “Hoje a venda de drogas é um suvenir das facções. Com tamanho caixa, estão entrando no setor imobiliário, concentrando os postos de gasolina, supermercados e usinas de cana. Estão entrando em todas as áreas da economia do país”, denunciou. Ao mencionar a extensão continental do Brasil, Caiado defendeu que cabe aos governadores criar e executar estratégias para combater os crimes que afligem cada região, e que deve ser responsabilidade da União dar suporte e oferecer parcerias capazes de reforçar essa atuação. Em vez disso, comentou, “eles propõem uma PEC, algo absurdo, que fere a Constituição e a autonomia dos estados em produzir regras gerais para a ação da polícia local. Somos um país federativo, e não com comando único. Somos um país de municípios, estados e união. Somos entes federados, e não tutelados”, definiu. Caiado também falou da inércia do governo federal no quesito investimento. “Em seis anos e cinco meses, investimos R$ 17,5 bilhões na segurança de Goiás. Quanto recebi de contrapartida? R$ 960 milhões. Ou seja, 5% do que investimos. E as polícias estão agindo em combate a crimes federais, como lavagem de dinheiro e contrabando de armas e drogas”, pontuou. O seminário em Aracaju (SE), do qual Caiado participou, foi promovido pela Frente Parlamentar de Segurança Pública no Congresso Nacional. O grupo atua na articulação entre o Legislativo, o Executivo e a sociedade civil, buscando soluções legislativas e institucionais para os desafios enfrentados na área. Participaram do evento representantes de associações e federações de polícias, além de deputados por Sergipe.
Influenciadora é presa duas vezes no mesmo dia suspeita de calúnia e difamação
Foto: Reprodução/Redes sociais e Reprodução/TV Anhanguera Marina Araujo Marques Silveira é conhecida como ‘embaixadora’ e dona de um grupo em que se compromete a falar sobre os bastidores políticos da região do sudoeste goiano Uma influenciadora de Santa Helena de Goiás, no sudoeste do estado, foi presa duas vezes no mesmo dia suspeita de difamar uma vereadora da cidade. Com mais de 30 mil seguidores no Instagram, Marina Araujo Marques Silveira é conhecida como “embaixadora” e dona de um grupo com mais de 900 membros, em que se compromete a falar sobre os bastidores políticos da região. Em nota enviada à TV Anhanguera, ela disse que não irá se manifestar no momento contra as “prisões arbitrárias”, mas ressaltou que luta “diariamente por justiça, transparência e dignidade para minha cidade – e justamente por isso vem sendo alvo de perseguições orquestradas por grupos que se incomodam com minha atuação” . As prisões ocorreram na quarta-feira (21/1). De acordo com o registro da Polícia Militar, a suspeita teria divulgado notas, vídeos e conversas em grupos nas redes sociais, atentando contra a honra e dignidade da vereadora Juliana Costa Lourenço (MDB). “Quanto aos crimes praticados contra a vereadora, a autora divulgou na redes sociais vídeos afirmando que a vereadora estava recebendo propina da saúde de Santa Helena, além de estar roubando os Cofres Públicos”, contou o delegado Humberto Santos ao g1. Em nota, a vereadora declarou que confia na Justiça e pontuou que “entende o compromisso que todos devemos ter com a liberdade de expressão, pilar inegociável do Estado Democrático de Direito, mas destaca que esta jamais pode ser utilizada como escudo para a prática de crimes contra a honra de agentes públicos no exercício regular de seus mandatos”. Após o registro da ocorrência, Marina foi encaminhada ao distrito policial da cidade e liberada após o pagamento da fiança, mas foi informada sobre as medidas cautelares acordadas. No entanto, a polícia informou que ela voltou a fazer postagens “depreciando” a vereadora no mesmo dia. “A equipe policial foi novamente acionada e compareceu à residência da autora, onde ela foi informada de que seria conduzida ao 8º Distrito Policial, em Rio Verde, o que ocorreu na presença do advogado por ela constituído”, detalhou a Polícia Militar. A influenciadora foi liberada novamente e comemorou em sua página no Instagram. “Tô aqui, firme de cabeça erguida. Podem tentar me derrubar, mas eu sigo – por mim, por vocês e por essa cidade”, escreveu. A Prefeitura de Santa Helena de Goiás também se manifestou e repudiou o ocorrido “É inaceitável que profissionais que se dedicam diariamente ao serviço público sejam alvos de ataques pessoais e desrespeitosos. Liberdade de expressão não é sinônimo de agressão ou disseminação de ódio”, publicou a gestão. InvestigaçãoSegundo o delegado, a influenciadora possui mais de 20 ocorrências na delegacia pela prática de “crimes de comunicação falsa de crime, calúnia, difamação, injúria e outras infrações”. “Já identificamos ao menos 10 vítimas das ações da suspeita. Tudo será analisado em investigação própria”, pontuou Humberto Santos. Segundo o investigador, quando esse tipo de infração é cometido nas redes sociais, a pena é maior. “Ela foi presa por difamação em redes sociais, sendo um crime com pena aumentada ao triplo, chegando a 3 anos de pena privativa de liberdade”, explicou. Nota da influenciadoraDiante dos recentes acontecimentos e da repercussão provocada por prisões arbitrárias, informo que não me manifestarei neste momento, por orientação do meu advogado criminalista. O que posso afirmar é que luto diariamente por justiça, transparência e dignidade para minha cidade – e justamente por isso venho sendo alvo de perseguições orquestradas por grupos que se incomodam com minha atuação. Confio plenamente na Justiça, na verdade e em Deus. No momento certo, todos os fatos serão esclarecidos. Sigo firme, de cabeça erguida, e com a consciência tranquila de quem está do lado do povo. Nota da Prefeitura de Santa Helena de GoiásA Prefeitura de Santa Helena de Goiás vem a público manifestar repúdio às declarações ofensivas e difamatórias feitas por uma influenciadora digital contra vereadoras e servidores públicos do município. É inaceitável que profissionais que se dedicam diariamente ao serviço público sejam alvos de ataques pessoais e desrespeitosos. Liberdade de expressão não é sinônimo de agressão ou disseminação de ódio. Reafirmamos nossa confiança nas instituições legais e no trabalho da Polícia Civil, que tem conduzido as devidas providências com seriedade e dentro dos limites da lei. Nos solidarizamos com todos os agentes públicos atingidos e reforçamos o compromisso desta gestão com a ética, o respeito e a legalidade na vida pública. Seguiremos trabalhando por uma cidade onde prevaleçam o diálogo, o respeito e a responsabilidade. Nota da vereadoraA vereadora Juliana Lourenço, diante dos recentes acontecimentos amplamente divulgados nas redes sociais, vem a público reafirmar sua confiança nas instituições democráticas e na atuação firme e legal das autoridades de segurança pública do município de Santa Helena de Goiás. Em episódios recentes de ataques difamatórios que atentaram contra sua honra, a parlamentar ressalta a pronta intervenção da Polícia Civil, que, com diligência e dentro dos estritos limites legais, adotou as medidas cabíveis para conter a reiteração criminosa, promovendo a responsabilização da autora dos fatos. A vereadora entende o compromisso que todos devemos ter com a liberdade de expressão, pilar inegociável do Estado Democrático de Direito, mas destaca que esta jamais pode ser utilizada como escudo para a prática de crimes contra a honra de agentes públicos no exercício regular de seus mandatos. Juliana Lourenço acredita que uma sociedade verdadeiramente desenvolvida se edifica sobre os alicerces do respeito, da legalidade e da coragem das instituições em fazer cumprir a lei, mesmo diante de adversidades. Por isso, reitera sua plena confiança na Justiça e nos órgãos encarregados da persecução penal, que atuam com imparcialidade, serenidade e firmeza na defesa do interesse público.
Entenda o que é a sanção que EUA pode aplicar a Moraes
“Essa repressão se estende além das fronteiras do Brasil, impactando indivíduos em solo norte-americano. O que você pretende fazer, e você consideraria sanções ao ministro do Supremo, Alexandre de Moraes, sob a Lei Global Magnitsky?”, explicou Marco Rubio. O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio (foto abaixo) afirmou quarta-feira (21/5) que “há uma grande possibilidade” de o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ser alvo de sanção por parte do governo de Donald Trump. A declaração ocorreu durante depoimento de Rubio à Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Representantes americana. Na audiência, o deputado republicano Cory Lee Mills acusou o STF de “perseguir a oposição, incluindo jornalistas e cidadãos comuns”. Segundo o parlamentar, “o que estão fazendo agora é uma iminente prisão politicamente motivada do ex-presidente (Jair) Bolsonaro”. “Essa repressão se estende além das fronteiras do Brasil, impactando indivíduos em solo norte-americano. O que você pretende fazer, e você consideraria sanções ao ministro do Supremo, Alexandre de Moraes, sob a Lei Global Magnitsky?”, questionou. “Isso está sob análise neste momento e há uma grande possibilidade de que isso aconteça”, afirmou o secretário do governo Trump. O que é a lei Magnitsky? A Lei Magnitsky é um dispositivo da legislação americana que permite que os Estados Unidos imponham sanções econômicas a acusados de corrupção ou graves violações de direitos humanos. Aprovada durante o governo de Barack Obama, em 2012, a lei prevê sanções como o bloqueio de contas bancárias e de bens em solo norte-americano, além da proibição de entrada no país. A legislação foi criada após a morte de Sergei Magnitsky, advogado russo que denunciou um esquema de corrupção envolvendo autoridades de seu país e morreu em uma prisão de Moscou, em 2009. Inicialmente, a lei tinha como foco punir os responsáveis por sua morte. Porém, em 2016, uma emenda ampliou seu alcance, permitindo que qualquer pessoa envolvida em corrupção ou abusos contra os direitos humanos pudesse ser incluída na lista de sanções. Quem pode ser punido pela lei? Para que sanções sejam aplicadas contra indivíduos estrangeiros, o presidente dos Estados Unidos deve apresentar provas confiáveis de infrações, incluindo execuções extrajudiciais, tortura e outras violações graves dos direitos humanos. Essas medidas podem ser impostas a agentes que reprimem denúncias de corrupção, cerceiam liberdades fundamentais ou atuam contra eleições democráticas. Funcionários de governos e seus associados podem ser sancionados caso estejam envolvidos em esquemas de corrupção significativa, como desvio de recursos públicos, suborno e lavagem de dinheiro. A lei também prevê punições para quem financiar ou apoiar materialmente essas atividades ilícitas, garantindo que os responsáveis sejam impedidos de movimentar bens e acessar o sistema financeiro dos EUA. Os alvos da Lei Magnitsky são incluídos na lista de Cidadãos Especialmente Designados e Pessoas Bloqueadas (SDN list) do Agência de Controle de Ativos Estrangeiros dos EUA (OFAC, na sigla em inglês). Quais são as sanções previstas? Quem entra na lista pode enfrentar bloqueio de bens e contas bancárias no país, além de ter o visto cancelado e ser proibido de entrar nos EUA. Essas medidas são usadas contra pessoas, empresas ou organizações envolvidas em crimes financeiros ou violações de direitos humanos. Para sair da lista, é preciso provar que não teve ligação com as atividades ilegais que levaram à punição, que já respondeu na Justiça por isso ou que mudou de comportamento de forma significativa. Em alguns casos, as sanções podem ser retiradas se o governo americano entender que isso é importante para a segurança do país. O presidente deve avisar o Congresso com pelo menos 15 dias de antecedência antes de tomar essa decisão. Quem decide quem é punido? A decisão é do presidente dos Estados Unidos. Segundo o texto da lei Magnistksy, Donald Trump precisaria apresentar provas ao Congresso americano das supostas violações de direitos humanos. Vale lembrar que o republicano tem maioria nas duas Casas legislativas americanas
“Em Goiás, quem tem medo é o bandido”, diz Daniel Vilela
Fotos: André Costa Vice-governador prestigiou cerimônia de formatura do Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos da PMGO. Para ele, avanços na área são frutos de planejamento, inteligência e valorização dos profissionais O vice-governador Daniel Vilela (MDB) sintetizou, sexta-feira (23/5), a política de segurança pública que transformou o estado em referência nacional: “Em Goiás, o cidadão de bem caminha de cabeça erguida. Quem tem medo é o bandido”. Ao representar o governador Ronaldo Caiado na formatura de 300 sargentos da Polícia Militar, ele destacou ainda que os avanços na segurança não são fruto do acaso, mas resultados de uma política contínua, baseada em planejamento, inteligência e valorização dos profissionais. Daniel Vilela também reafirmou que segurança pública é prioridade permanente para o Governo de Goiás. “Essa política não muda com o calendário eleitoral. Temos hoje os melhores indicadores de segurança do Brasil porque temos as melhores polícias do país. E temos as melhores polícias porque temos profissionais como vocês — que se atualizam, que estudam, que lideram”, completou ele, em discurso na solenidade de formatura da primeira turma do Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos da PMGO em 2025. O evento foi realizado no Centro Cultural Oscar Niemeyer (CCON), em Goiânia (GO). O vice-governador também enfatizou que os avanços não são obra do acaso, mas resultado de planejamento e compromisso. “Essa política não é improviso. É construída sobre alicerces sólidos: investimento em inteligência, valorização profissional, comando técnico e continuidade. Ela avança — com dados, com coragem, com responsabilidade.” Qualificação O comandante-geral da Polícia Militar de Goiás, coronel Marcelo Granja, também exaltou a importância da qualificação contínua. “São 300 profissionais aperfeiçoados. Isso é uma grande vitória. O bandido vai trombar com a Polícia Militar e nós sempre levaremos a melhor porque temos os melhores treinamentos, os melhores armamentos e um governo que se preocupa 24 horas por dia com os senhores”, afirmou, dirigindo-se aos formandos. A oradora da turma, a segundo-sargento Girdany Swel Nunes, emocionou os presentes ao lembrar do juramento feito por todos ao ingressarem na Polícia Militar. “Foi uma honra dividir esse momento com os senhores. Que nós, formandos do curso, nunca esqueçamos do juramento que fizemos quando entramos para a polícia, que é honrar a nossa farda”, completou. Durante três meses, os 300 sargentos participaram do curso com carga horária de 760 horas/aula, voltado ao aperfeiçoamento profissional da corporação. Os policiais, que já são integrantes da tropa da Polícia Militar de Goiás, atuam em todas as regiões do estado e, agora ao fim do curso, voltam aos batalhões.
Liderança do PT pede a prisão preventiva de Eduardo Bolsonaro
“É cabível a decretação da prisão preventiva de Eduardo Bolsonaro, com base na existência de indícios suficientes de autoria e materialidade e no perigo concreto à ordem pública, à aplicação da lei penal e à instrução criminal”, deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) A liderança do Partido dos Trabalhadores (PT) na Câmara dos Deputados apresentou uma representação à Procuradoria-Geral da República (PGR) pedindo a prisão preventiva do deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). A solicitação foi formalizada por meio de documento assinado pelo deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) e reportada originalmente pelo colunista Jamil Chade, do portal UOL. Segundo o documento, “é cabível a decretação da prisão preventiva de Eduardo Bolsonaro, com base na existência de indícios suficientes de autoria e materialidade e no perigo concreto à ordem pública, à aplicação da lei penal e à instrução criminal”, explica Lindbergh Farias (foto). A peça acusa o parlamentar de usar sua permanência nos Estados Unidos, desde março de 2025, para tramar ofensivas políticas e diplomáticas contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Articulações internacionais e ingerência estrangeiraDe acordo com o PT, Eduardo Bolsonaro tem promovido “atos e articulações com parlamentares e agentes políticos” norte-americanos com o objetivo declarado de provocar sanções diplomáticas, financeiras e jurídicas contra Moraes. O partido considera que essas ações representam uma ameaça concreta à soberania nacional e à integridade das instituições brasileiras. O texto da representação ressalta declarações públicas de Eduardo em que o deputado afirmou que “só retornará ao Brasil quando o ministro Alexandre de Moraes for sancionado” pelos Estados Unidos. Para os autores da denúncia, essa fala “expressa condicionamento explícito de sua conduta à submissão da mais alta Corte do país à ingerência de uma potência estrangeira”. Entre as ações denunciadas, consta a articulação de encontros com figuras da política norte-americana, como o deputado Cory Mills e o atual secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio — este último citado como responsável por anunciar que sanções contra Moraes estavam sendo avaliadas com “grande possibilidade de aprovação”, com base na Lei Global Magnitsky. Após essa declaração, Eduardo Bolsonaro teria celebrado o anúncio com a expressão “Venceremos!”, o que foi interpretado como uma assunção explícita de sua responsabilidade política pela ofensiva. Dossiês e tentativa de cooptação de figuras estrangeirasO documento ainda relata que Eduardo e seus aliados entregaram dossiês a autoridades norte-americanas com acusações contra Alexandre de Moraes, solicitando sua inclusão em listas internacionais de sanção. Os relatórios teriam citado figuras como Elon Musk, Steve Bannon, Allan dos Santos e Jason Miller, classificados como supostas “vítimas” de decisões judiciais brasileiras. A liderança do PT aponta que essas ações configuram tentativa de “instrumentalizar interesses estrangeiros contra a autoridade jurisdicional brasileira”, reforçando a gravidade da situação e a necessidade de medidas cautelares.


