Fotos: Walter Folador e Lucas Diener Governador se reúne com lideranças goianas da mineração, soja e cítricos para discutir impactos da taxação de 50% sobre produtos brasileiros exportados aos Estados Unidos da América (EUA) O governador Ronaldo Caiado se reuniu, na tarde de quarta-feira (23/7), com lideranças da mineração, soja e cítrico para discutir soluções alternativas para proteger a economia goiana dos impactos da tarifa de 50% sobre os produtos brasileiros exportados para os Estados Unidos da América (EUA). A medida foi anunciada pelo presidente americano Donald Trump e tem previsão de entrar em vigor a partir de 1º de agosto. Essa foi a segunda reunião realizada pelo chefe do Executivo goiano, que pela manhã, recebeu os setores da saúde e do agronegócio. “Foi um dia com bastante reuniões e com resultados positivos no sentido de trabalhar e achar canais de diálogo para diminuir essa carga tributária”, frisou Caiado. Para ele, a diplomacia é a saída para a iniciar a conversa com o governo americano. “Vamos usar da articulação, como tenho feito, para ampliar essa discussão no sentido de mostrar que somos parceiros”, afirmou. As reuniões setorizadas promovidas pelo governador Ronaldo Caiado ocorrem um dia após o Governo de Goiás divulgar o lançamento de linhas de crédito em apoio ao empresariado. Goiás foi o primeiro estado a tomar medidas efetivas com o objetivo de proteger a economia e os empregos. O presidente do Sindicato das Indústrias de Mineração de Goiás e do Distrito Federal (Minde), Luiz Antônio Vessani, citou efeitos já sentidos no Estado com o cancelamento de pedidos após o anúncio do presidente dos EUA. “Estamos preocupados, principalmente com a parte da vermiculita”, explicou sobre o mineral que possui diversas aplicações industriais e agrícolas. Representante da Brasil Minérios, Lucas Campos, destacou que os EUA são o principal mercado importador da vermiculita produzida pela empresa em Goiás. “Do total que exportamos, 60% é para os EUA, que utilizam na construção civil”, detalhou. “Temos buscado diálogo com agências de fomento dos Estados Unidos, que agora estão frias e fica difícil a conversa por conta do tarifaço”, relatou o representante da mineradora TGM, Luiz Curado. A empresa produz bauxita, mineral usado principalmente para metalurgia de alumínio. “Conseguimos colocar com bastante clareza como a tarifação atinge frontalmente a mineração e entendemos que a proposta de abrir linhas de crédito e criação de uma ouvidoria para os problemas que virão é extremamente útil. Vamos conseguir melhorar as consequências tão nefastas desse tarifaço”, avaliou Luiz Antônio Vessani. Agricultura e Pecuária Em seguida, Caiado se encontrou com representantes da soja e cítrico. O presidente da Associação dos Produtores de Soja de Goiás (Aprosoja Goiás), Clodoaldo Calegari, relatou que os reflexos nas exportações de carnes atingem diretamente o segmento, que produz a base da formulação de ração para essa cadeia. “Mas tudo ainda demanda um estudo mais aprofundado de quão longe vai esse impacto”, reconheceu. Calegari relatou preocupação com a importação de máquinas e seus componentes, caso haja tarifação recíproca, e citou que no setor da agricultura a situação é mais complicada com tarifaço porque a produção, em razão do clima, já teve margens achatadas ou até negativas na atual safra. “Se tivermos mais um período desfavorável, as dificuldades se agravarão ainda mais”, acrescentou. Ele ainda destacou a queda no preço da arroba de boi e dos animais em leilão. O vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Goiás, Eduardo Veras, relatou efeitos indiretos para o setor de citricos, já que o Estado exporta laranja para São Paulo e Minas Gerais, que podem parar de comprar caso o envio do produto aos EUA seja afetado. No entanto, a maior preocupação é com relação ao café. No primeiro semestre de 2024, Goiás exportou U$$ 50 milhões. “Os Estados Unidos representam 16% do produto que nós exportamos. Os produtores goianos terão reflexos diretos no caso dessa taxação”, adiantou Veras. Ao final do encontro, o governador disse que o conselho inaugurado com essas reuniões ficará aberto sempre que houver necessidade para discutir soluções. “Serão sempre encontros por cada setor. Acho que foi mais inteligente porque conseguimos definir bem a preocupação de cada um”, destacou. A rodada de reuniões segue nesta quinta-feira (24/7) com o segmento de sucroenergético.
Caiado articula com setor produtivo e busca blindar economia goiana de tarifaço
Flávio Bolsonaro apresenta pedido de impeachment de Alexandre de Moraes ao Senado Federal
Brasil 247 Segundo a CNN Brasil, o Parlamentar alega que a decisão do ministro “viola o direito individual do ex-presidente à livre manifestação” e ainda “suprime o direito coletivo da população de ter acesso às suas ideias, discursos e posicionamentos” O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) apresentou nesta quarta-feira (23/7) ao Senado Federal um pedido de impeachment contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. A iniciativa se baseia nas medidas judiciais determinadas por Moraes que impuseram restrições a Jair Bolsonaro (PL-RJ), atualmente impedido de se manifestar publicamente, inclusive nas redes sociais. Segundo a CNN Brasil, o parlamentar alega que a decisão do ministro “viola o direito individual do ex-presidente à livre manifestação” e ainda “suprime o direito coletivo da população de ter acesso às suas ideias, discursos e posicionamentos”. Para ele, ao restringir essas manifestações “sob pena de prisão”, Moraes teria afetado “a arena pública de debate, desequilibrado o ambiente democrático e ferido frontalmente o entendimento doutrinário e jurisprudencial firmado pela própria Corte a que pertence”. Flávio também acusa Moraes de extrapolar os limites constitucionais de sua função: “O que se verifica, em verdade, é que o Ministro relator abandona sua posição constitucional de julgador imparcial para assumir um protagonismo político absolutamente incompatível com o cargo que ocupa”. O Senador ainda questiona a suposta censura a comunicações privadas, como entre Jair Bolsonaro e seu filho, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), e afirma que encontros diplomáticos do ex-mandatário com lideranças internacionais estariam sendo tratados como suspeitos, o que, segundo ele, representa uma “inversão radical da lógica constitucional”. Vídeo relacionado: Flávio Bolsonaro protocola pedido de impeachment de Moraes no Senado: ‘Cruzou todos os limites’ (Dailymotion). Na argumentação encaminhada ao Senado, de acordo com a reportagem, Flávio Bolsonaro resgata episódios envolvendo figuras públicas da esquerda para embasar o que chama de “disparidade de tratamento” por parte do STF. Ele lembra que, em abril de 2016, a então presidente Dilma Rousseff discursou na Organização das Nações Unidas (ONU) afirmando estar sofrendo um golpe, sem que qualquer reação jurídica tenha partido da Suprema Corte. O Senador também menciona Cristiano Zanin, atual ministro do STF e ex-advogado de Luiz Inácio Lula da Silva. “Anos depois, o hoje Ministro do STF, Cristiano Zanin, enquanto atuava como advogado de Luiz Inácio Lula da Silva, viajou à Europa […] difundindo a tese de que Lula era vítima de perseguição judicial no Brasil”, relata. “Nenhuma medida judicial foi imposta pela Suprema Corte para censurá-lo, limitá-lo ou considerá-lo autor de atos de atentado à soberania nacional”, sustenta. Para Flávio, esses exemplos demonstram que “nada disso foi tratado como obstrução de Justiça, conspiração contra a soberania nacional ou tentativa de submeter o sistema judiciário brasileiro ao crivo de governos estrangeiros”. “Se Lula, mesmo preso, teve assegurado o direito de expressar livremente suas opiniões — por que Jair Bolsonaro, em liberdade e sem condenação, é silenciado por decisão judicial?”, questionou. Ele também critica a forma como as manifestações de Eduardo Bolsonaro têm sido interpretadas como ameaças à soberania nacional. Na conclusão do pedido de impeachment, Flávio afirma que o Supremo Tribunal Federal teria adotado “um critério ideológico seletivo”, ao tratar com tolerância manifestações políticas de lideranças de esquerda enquanto aplica sanções contra Jair Bolsonaro. “Nas situações envolvendo Dilma e Lula, não houve imputação criminal, inquérito policial, medidas cautelares, censura, nem mesmo reprimenda pública por parte do STF”, escreveu. O STF não se pronunciou sobre o caso.
Caiado abre diálogo com setores da saúde e agronegócio para mitigar efeitos do tarifaço dos EUA
Fotos: Wesley Costa e André Saddi Ao longo de dois dias, governador lidera uma série de reuniões que discutem estratégias para proteger a economia e os empregos dos goianos O governador Ronaldo Caiado recebeu, na manhã desta quarta-feira (23/7), lideranças dos setores da saúde e do agronegócio para dialogar sobre estratégias que possam mitigar o impacto do tarifaço de 50% anunciado pelos Estados Unidos para o Brasil. As reuniões ocorrem um dia após o lançamento de linhas de crédito em apoio ao empresariado. Goiás foi o primeiro estado a tomar medidas efetivas com o objetivo de proteger a economia e os empregos. Conforme anunciado, o governador e auxiliares do primeiro escalão iniciaram o ciclo de diálogo pelo setor de Fármacos e Saúde. Na sequência, ouviram produtores de Carne, Derivados e Pescados. Na tarde desta quarta-feira (23/7), Caiado fará dois encontros temáticos: Mineração, seguido por Soja e Cítricos. Já na quinta-feira (24/7), encerra a rodada de reuniões com Sucroenergético e Curtume. A partir disso, Caiado quer entender as demandas específicas de cada área e alinhar a atuação das secretarias de governo para auxiliar o empresariado. Caiado afirmou que a preocupação comum aos setores é a adoção, por parte do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da reciprocidade tarifária, o que causaria a escalada de uma grave crise econômica e social. Para ele, o Brasil sofre consequências de uma polarização política. “Precisamos trabalhar para que essa taxa não venha impor ao Estado de Goiás uma penalização que não tem nada a ver. O que nós vamos sofrer, em decorrência de uma briga ideológica que está acontecendo neste momento?”, questionou. “Nós somos aliados da livre iniciativa, da economia de mercado, da liberdade de expressão. Então, se a posição do presidente da República é provocativa aos americanos, não é por isso que Goiás ou outros estados tenham que ser penalizados”, argumentou. “Essa posição é do Lula, e não nossa [dos governadores]. Nós queremos acordo, diálogo. Queremos deixar os empresários trabalharem e garantir o emprego dos trabalhadores. Manter a condição de o Estado arrecadar e fazer jus à demanda da população, com saúde, educação, segurança, programas sociais, infraestrutura e tudo mais”, completou Caiado. Fármacos e saúde Na primeira reunião, lideranças do setor de fármacos e da saúde apontaram as consequências desastrosas de uma eventual reciprocidade tarifária. Isso porque grande parte de equipamentos ou insumos têm origem ou controle americanos. Caiado, inclusive, pediu um “gesto humanitário” por parte do governo americano para excluir a saúde do tarifaço. “É o sentimento de todos que vieram à reunião, já que coloca em risco a vida de pessoas”, frisou o governador. “Em torno de 30% dos custos relativos aos hospitais estão relacionados a insumos, materiais e medicamentos. A estimativa é que, se houver retaliação, aumente na ordem de 2 a 3% o custo total dos hospitais. Pode ser a diferença entre a sustentabilidade do hospital, ou não”, afirmou o secretário da Saúde, Rasivel dos Reis. Conforme explicou, tal cenário mostra o risco do fechamento de unidades de saúde, o que pode sobrecarregar o sistema. CEO da Halex Istar, Thiago Salinas deu o exemplo de como uma reciprocidade tarifária afetaria o soro fisiológico, que é um dos insumos mais utilizados na saúde. “O principal custo está na embalagem, e ela é vinda diretamente dos Estados Unidos da América (EUA), alertou. O empresário ainda comentou sobre os entraves regulatórios: a troca de fornecedor de embalagens poderia levar anos até ser autorizada. Já o presidente da Associação dos Hospitais Privados de Alta Complexidade do Estado de Goiás (Ahpaceg), Renato Daher, indicou o risco de “desabastecimento de alguns produtos estratégicos, como equipamento de imagem e OPME [Órteses, Próteses e Materiais Especiais]”. Carne, Derivados e Pescados No encontro com representantes do agronegócio, foram discutidas as consequências da taxação anunciada por Donald Trump que causarão impacto imediato no setor. “Estamos nos preparando antecipadamente, tomando medidas ao invés de começar a discutir só a partir de 2 de agosto. Somos o único Estado que está preparando um plano”, enfatizou Caiado sobre as linhas de crédito apresentadas na última terça-feira (22/7). Ao todo, o governador lançou três medidas: o Fundo Creditório, que apoiará os segmentos da economia goiana que mais exportam para os Estados Unidos; o uso do Fundo de Equalização para o Empreendedor (Fundeq), que fornece recursos financeiros para subsidiar o pagamento de encargos em operações de crédito; e do Fundo de Estabilização Econômica do Estado de Goiás, uma reserva financeira que pode ser utilizada em momentos de crise econômica para garantir a continuidade de serviços essenciais. O encontro reuniu lideranças da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), além de empresários do segmento e representantes sindicais.
Brasil volta a pontuar na Fórmula 1
Foto: Sauber Stake F1/ Facebook Bortoleto à esquerda, comemora com Hülkenberg o inédito terceiro lugar do colega de equipe em Silverstone As empresas brasileiras que patrocinam o piloto Gabriel Bortoleto e a equipe Sauber na Fórmula 1 avaliam que o investimento já rendeu mais frutos que o previsto, afinal os resultados nos últimos grandes prêmios superaram as expectativas. Após um início relativamente promissor da temporada na Austrália, com um sexto lugar de Nico Hülkenberg, a equipe amargou sete corridas sem marcar pontos, mas isso começou a mudar em junho. Bortoleto conseguiu seus primeiros pontos com um oitavo lugar no Grande Prêmio da Áustria e, no final de semana seguinte, na Inglaterra, Hülkenberg chegou em terceiro, subindo pela primeira vez ao pódio em sua longa carreira, iniciada em 2010. “A imagem do [piloto espanhol Fernando] Alonso abraçando o Bortoleto [após o Grande Prêmio da Áustria], mostrando a marca Porto no capacete [do brasileiro], rodou o mundo”, comentou Oliver Haider, superintendente de Marketing da Porto. Na ocasião, Bortoleto foi escolhido Piloto do Dia em votação no site da F1. “Sem dúvida que está superando as expectativas. O pódio do Hülkenberg causou uma comoção no mundo da F1”, disse Cíntia Hachiya, diretora de Marketing do PicPay. Foto: Ben Stansall/ AFP Grand Prix de Silverstone (Inglaterra) em 6 de julho Segundo ela, com os desempenhos de Bortoleto e Hülkenberg na Áustria e na Inglaterra, houve picos de buscas pela marca na internet. Um dos objetivos da empresa com o patrocínio é captar clientes. “Estamos muito contentes, mas mesmo antes dos pontos, as pessoas já estavam torcendo pelo Bortoleto”, acrescentou o vice-presidente de Chocolates da Nestlé do Brasil, Patrício Torres. “Temos plena confiança nele”, declarou. Nestlé e Porto têm compromissos mais longos com Bortoleto e a F1. O contrato da empresa alimentícia com o piloto tem duração de três anos, e com a F1, vai até 2028. Na mesma linha, o patrocínio da Porto a Bortoleto tem duração de três anos, e com o GP de São Paulo, vai pelo menos até 2027. Já o PicPay fechou com a equipe Sauber para esta temporada e irá avaliar seus passos futuros mais para frente. “Ainda tem chão pela frente até o fim da temporada, mas estamos bastante felizes”, comentou Hachiya. Troca de emissora O processo de renovação da Fórmula 1 teve início em 2017, quando os direitos da categoria foram comprados pela empresa norte-americana Liberty Media, que apostou na conquista de novos nichos de público e do mercado dos Estados Unidos da América (EUA. Hoje o país é o único a receber três corridas. Uma das principais cartadas foi o lançamento da séria Drive to Survive, da Netflix, atualmente na 7ª temporada, que mostra os bastidores da F1, e transformou dirigentes e pilotos em celebridades para o grande público. A empresa norte-americana aumentou significativamente a presença do esporte nas redes sociais, lançou o aplicativo de streaming F1 TV, ampliou o número anual de corridas para 24 e no final do mês passado foi lançado F1, O Filme, estralado por Brad Pitt. Neste cenário, a Globo vai voltar a ser a emissora oficial da Fórmula 1 no Brasil, após cinco temporadas de transmissões na Bandeirantes. “Ser novamente a casa da modalidade no país é uma grande responsabilidade, principalmente pelas transformações no mercado de mídia e publicidade nos últimos anos”, disse Manzar Feres, diretora de Negócios da Globo, em nota. A F1 conta 71 milhões de fãs no Brasil, mas as transmissões ao vivo das corridas têm um publico menor. Na TV aberta, segundo fontes, a audiência dos GPs na Grande São Paulo ficou em 2,8 pontos, em média, até agora este ano, com a maior média, de 3,7, no Grande Prêmio da Áustria, em 29 de junho, quando Bortoleto conquistou seus primeiros pontos. Cada ponto de audiência na região representa 77.488 domicílios e 199.313 indivíduos. Em mais da metade das 12 corridas de 2025 até agora, a Bandeirantes ocupou a vice-liderança em audiência na Grande São Paulo no horário, segundo fontes. O pico atingido na região durante uma transmissão foi de cinco pontos, o que dá quase 1 milhão de pessoas. Os números são considerados positivos para a Band, pois superam a média da emissora, mas com a volta da Globo, a expectativa é que a audiência suba, pois a emissora é líder. Da mesma forma, os preços dos anúncios na TV devem subir. Segundo fontes, um patrocínio master nas transmissões da F1 hoje na Band variam de R$ 15 milhões a R$ 20 milhões. Na Globo, o valor das cotas deve subir bastante. Sobre a mudança de emissora, a Nestlé, que anuncia nas transmissões da Band, informou que “ainda não há definições sobre o planejamento para o próximo ano, mas todas as oportunidades serão avaliadas no momento oportuno”. PicPay e Porto disserem que, no caso delas, nada muda. Outras empresas que anunciam durante as corridas são McDonald’s, Santander, Claro, Heineken, Peugeot, Amazon e a brasileira Ambipar. A Ambipar também patrocina a equipe Ferrari. “O retorno da Fórmula 1 à Globo é motivo de grande celebração e estamos preparando novidades para nossos parceiros comerciais – muitos deles já interessados em fazer parte dessa história”, declarou Feres. “Vamos oferecer uma experiência totalmente nova para os fãs do esporte e para as marcas que embarcarem com a Globo nessa jornada”, acrescentou. A emissora não divulgou informações sobre valor o valor de cotas de patrocínio.
OVG e Goiás Social fortalecem voluntariado no Estado com capacitações gratuitas presenciais e online
Fotos: Diego Canedo Capacitações já formaram mais de 18 mil voluntários e quase 7,5 mil entidades sociais em todo o Estado. Qualquer pessoa pode participar das capacitações e se tornar voluntária Desde 2019, Goiás vive uma verdadeira onda de solidariedade. Mais de 18 mil voluntários foram formados pela Organização das Voluntárias de Goiás (OVG), em parceria com o Goiás Social, em um movimento que une pessoas com um propósito comum: fazer o bem. Ao lado deles, quase 400 ações sociais já impactaram crianças, jovens, adultos e idosos em todo o Estado. Neste segundo semestre de 2025, a OVG reforça essa corrente solidária com um cronograma ampliado de capacitações, voltadas a voluntários e entidades sociais. A programação inclui encontros presenciais e online, com temas como benefícios sociais e psicológicos do voluntariado, aspectos legais e éticos da atuação voluntária e formas de acolher voluntários nas entidades parceiras. “O voluntariado é a alma do Goiás Social e da OVG. Cada pessoa que decide doar seu tempo para ajudar o outro constrói, com a gente, um estado mais justo, humano e fraterno. Por isso, capacitamos e acompanhamos de perto nossos voluntários e as entidades envolvidas”, afirma a presidente de honra da OVG e coordenadora do Goiás Social, primeira-dama Gracinha Caiado. As capacitações são pensadas para públicos diversos. Futuros voluntários recebem conteúdos teóricos e práticos para iniciar sua trajetória com segurança e preparo. Já as entidades sociais aprendem a abrir vagas, receber voluntários adequadamente e estruturar suas ações com responsabilidade. Qualquer pessoa maior de idade — ou menor, com autorização dos responsáveis — pode participar das capacitações e se tornar voluntária. “Antes de participar da formação, eu achava que voluntariado era só boa vontade. Hoje sei que é muito mais: é preparo, escuta e responsabilidade. Eu sempre quis realizar um trabalho voluntário e a OVG me ajudou na realização desse sonho”, conta o nutricionista Marcos Vinicius dos Anjos, que iniciou sua trajetória no voluntariado com mais preparo e consciência sobre a importância do compromisso social. Plataforma do Voluntariado A Plataforma do Voluntariado (https://www.ovg.org.br/voluntariado/) é um espaço virtual que conecta quem quer ajudar com quem precisa de ajuda. Por meio dela, qualquer pessoa pode se cadastrar, conferir vagas abertas, participar de capacitações gratuitas e acompanhar as ações da OVG e de entidades parceiras. A ferramenta tem sido fundamental para fortalecer a rede solidária do Estado. Desde 2019, 7.494 entidades sociais foram apoiadas pela OVG, sendo que 4.656 delas receberam capacitação ou assessoramento especializado para qualificar sua atuação e seu acolhimento aos voluntários. “Sou colaboradora da OVG e também voluntária. Percebi que o voluntariado exige sensibilidade, mas também organização e responsabilidade. É isso que a OVG ensina”, destaca Gainza Naves, que anualmente concilia trabalho e voluntariado durante o Centro de Apoio ao Romeiro (CAR) em Trindade, no mês de junho, e durante a distribuição de brinquedos a crianças no Natal do Bem, em dezembro. Caminhada do Bem celebra o Dia do Voluntariado Um dos momentos mais aguardados da agenda de 2025 é a Caminhada do Bem, que será realizada no dia 23 de agosto, em comemoração ao Dia do Voluntariado. Em sua terceira edição, o evento promete reunir centenas de voluntários, em uma grande manifestação pública de amor, fé, esperança e solidariedade. Além da caminhada, o calendário inclui ações como o Café com Voluntariado, o Projeto Papai Noel dos Correios, e a divulgação dos “Classificados do Bem”, com vagas abertas de voluntariado, entre outras atividades que fortalecem os laços da comunidade com as causas sociais. A programação é gratuita e pode ser acessada pelo site da OVG. Quer ser Voluntário do Bem? Se você quer ajudar, mas não sabe por onde começar, a OVG está pronta para te acolher. Pela Plataforma do Voluntariado, é possível se cadastrar, participar de capacitações online, encontrar vagas e acompanhar ações transformadoras. A solidariedade começa com um passo: o primeiro. “Acredite: seu gesto pode mudar a vida de quem mais precisa — e a sua também. Venha com a gente construir um Goiás mais humano. O voluntariado é uma força poderosa de transformação, e você faz parte dela!”, convida a primeira-dama Gracinha Caiado.
Caiado se antecipa e anuncia medidas em auxílio a empresas afetadas pelo tarifaço
Fotos: Lucas Diener e Cristiano Borges Governador expôs ações para proteger economia goiana diante da crise comercial entre Brasil e Estados Unidos. Empresariado goiano elogiou medidas, que devem minimizar impactos da tarifação norte-americana O governador de Goias Ronaldo Caiado(UB) apresentou, em reunião com empresários na tarde desta terça-feira (22/7), as linhas de crédito lançadas pelo governo de Goiás para minimizar os impactos financeiros decorrentes da tarifação imposta pelos Estados Unidos ao Brasil. A reunião ocorreu no Palácio das Esmeraldas e contou com a presença de representes de diversos setores de Goiás. Primeiro Estado a anunciar medidas para amenizar os possíveis efeitos do tarifaço anunciado pelo presidente Donald Trump, Goiás contará com três fundos que poderão ser acessados por empresas atingidas. “Somos um Estado que busca todos os mecanismos para auxiliar os empresários e os trabalhadores goianos. Essa é minha primeira preocupação como governador”, enfatizou. O primeiro é o Fundo Creditório, a nova linha de crédito criada pelo Governo de Goiás para apoiar os segmentos da economia goiana que mais exportam para os Estados Unidos a América (EUA). A medida foi antecipada pelo governador no último sábado (19/7), por meio das suas redes sociais, e beneficia o setor produtivo já a partir do mês de agosto, com estimativa de pelo menos R$ 628 milhões em créditos de Imposto sobre Circulação de Bens e Serviços (ICMS) passíveis de utilização como garantia para acesso à linha de crédito. Nesta modalidade, são previstos R$ 314 milhões em créditos de ICMS e R$ 314 milhões provenientes de apoiadores do mercado financeiro que queiram aportar no fundo. A proposta será apresentada, oficialmente, em um leilão na Bolsa de Valores B3 em São Paulo, no dia 5 de agosto. A taxa de juros da nova medida será de 10% ao ano, pelo menos três pontos percentuais abaixo das linhas subsidiadas por programas federais, como Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Plano Safra e fundos constitucionais. A outra opção apresentada pelo governador é a utilização do Fundo de Equalização para o Empreendedor (Fundeq), um fundo público de natureza financeira vinculado à Goiás Fomento, criado em 2020 durante a pandemia de Covid-19, com o objetivo de fornecer recursos financeiros para subsidiar o pagamento de encargos em operações de crédito. A terceira alternativa é a utilização do Fundo de Estabilização Econômica do Estado de Goiás, uma reserva financeira que pode ser utilizada em momentos de crise econômica para garantir a continuidade de serviços essenciais. Representando o empresariado, os presidentes das entidades de classe goianas endossaram as propostas do Governo de Goiás, parabenizando Caiado pela iniciativa e agilidade em buscar soluções para o problema. Vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), Flávio Rassi, comentou que é “impressionante a ferramenta apresentada e muito importante ter um governador que pensa com antecipação”. Já o vice-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI) para o Centro-Oeste, Paulo Afonso Ferreira, ressaltou que “Goiás está sendo o primeiro estado a debater o enfrentamento a esse momento e sai na frente”. O ex-presidente da Associação Brasileira Pró-Desenvolvimento Regional Sustentável (Adial), Zé Garrote, parabenizou a rápida e eficaz iniciativa. “É uma inovação que abre oportunidade e nos dá novas visões e formas de negociar e de buscar mercado”, afirmou. Clodoaldo Calegari, presidente da Aprosoja Goiás, comentou que gostou do posicionamento da gestão estadual. “Uma opção corajosa do Governo de Goiás, saindo à frente dos demais estados”, disse. Medidas Caiado sublinhou que o setor empresarial sempre foi parceiro do governo e é peça importante nos avanços alcançados na gestão, que consolidaram Goiás como uma referência em liquidez, educação, saúde, segurança e programas sociais. “Se hoje temos um Estado cada vez mais industrializado e moderno, é graças a vocês. O nosso objetivo é resgatar a condição de tranquilidade de trabalhadores e empresários”, disse Caiado, ao explicar que o intuito do encontro é reunir entidades de classe e poderes para, de forma conjunta, buscar alternativas para o desafio. As empresas interessadas nas soluções devem realizar o processo junto à Secretaria-Geral do Governo (SGG) e, como contrapartida, devem assumir o compromisso de manter os empregos durante o período de acesso ao crédito. O objetivo é proteger a economia local dos impactos das sobretaxas de 50% sobre commodities como soja, carne e derivados do aço. Segundo o Instituto Mauro Borges (IMB), os valores serão destinados a novos investimentos e ampliação de capacidade produtiva, mas podem também ser utilizados como capital de giro, com objetivo de manter os negócios em funcionamento em períodos de queda nas vendas. As atividades econômicas contempladas incluem produção e beneficiamento de minerais, setor agrícola (como cultivo de café, algodão e soja), indústria de alimentos, pesquisa científica, criação de bovinos, entre outras. Comitê O Governo de Goiás também criou um comitê para garantir um contato diário e permanente com os empresários para que, junto à gestão estadual, busquem soluções e definam ações a serem tomadas para minimizar o impacto das tarifas impostas. Caiado garantiu que realizará, a partir desta quarta-feira, reuniões com seis setores: Fármacos e Saúde; Carne, derivados e pescados; Mineração; Sucroenergético; Soja e cítricos; e Curtume para entender as demandas específicas de cada área e alinhar a atuação de cada secretaria de governo para auxiliar o empresariado. Titular da SGG, Adriano da Rocha Lima, explicou como funcionará o comitê. “O conselho de governo formado por seis secretarias e que hoje já faz as autorizações de suplementação orçamentária em Goiás vai ter essa incumbência de definir exatamente quais são as áreas estratégicas que devem receber esse recurso de financiamento através desse fundo, sempre de forma a manter o desenvolvimento do Estado, preservando empregos e evitando os impactos dessas tarifas norte-americanas”, explicou. Já a Secretaria da Economia será responsável por validar os créditos acumulados de ICMS e autorizar a transferência dos valores entre os contribuintes, garantindo a regularidade fiscal da operação. A expectativa é que a liberação desses recursos comece a partir de 6 de agosto. Balança comercial Os Estados Unidos são, hoje, o segundo principal destino das exportações goianas, atrás da China. Somente de
Deputados da oposição exibem bandeira de Trump em reunião na Câmara Federal
Em certo momento, o deputado Delegado Caveira (PL-PA) ergueu a bandeira com o nome de Trump, com apoio de outros parlamentares, enquanto colegas da bancada se manifestavam. O gesto causou desconforto entre alguns congressistas do próprio partido, que pediram para abaixar o objeto O protesto da oposição realizado na Câmara dos Deputados nesta terça-feira (22/7) teve um momento de atrito após a exibição de uma bandeira em apoio ao presidente dos Estados Unidos da América (EUA Donald Trump. A ação aconteceu enquanto parlamentares do PL (Partido Liberal) se pronunciavam sobre a decisão do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), de proibir reuniões de comissões da Casa que estavam marcadas para hoje. Os parlamentares pretendiam votar uma moção de apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Em certo momento, o deputado Delegado Caveira (PL-PA) ergueu a bandeira com o nome de Trump, com apoio de outros parlamentares, enquanto colegas da bancada se manifestavam. Traição O gesto causou desconforto entre alguns congressistas do próprio partido, que pediram para abaixar o objeto. Além do nome do presidente americano, a faixa estampava a sigla do movimento Maga (Make América Great Again) – Faça a América Grande de Novo, em tradução livre. No momento, os deputados comentavam também as decisões recentes do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), contra Bolsonaro. Nas redes sociais, o líder do PT na Casa, deputado Lindbergh Farias (RJ), definiu a situação como “traição”. “Enquanto o país luta contra o tarifaço e defende sua soberania, eles prestam continência a um grupo externo. Isso tem nome: traição”, publicou no X (antigo Twitter). “Não representam o povo brasileiro. São traidores da pátria, vendidos a um projeto autoritário e estrangeiro”, concluiu. Medidas cautelares Bolsonaro foi alvo de busca e apreensão pela PF (Polícia Federal), em operação autorizada por Moraes, na última sexta-feira (18/7). Desde então, está sob uso de tornozeleira eletrônica e deverá cumprir com recolhimento domiciliar entre 19h e 7 horas, de segunda a sexta-feira, e em tempo integral aos finais de semana e feriados. Ele também não pode usar as redes sociais, nem manter contato com o filho, o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que está nos EUA alegando buscar sanções norte-americanas contra Moraes e o STF. *Sob supervisão de Douglas Porto
Morre vocalista do Black Sabbath
© VALERIE MACON O cantor e compositor britânico Ozzy Osbourne, que faleceu aos 76 anos, foi diagnosticado com Parkinson em 2019 Ozzy Osbourne, o lendário vocalista da banda de heavy metal Black Sabbath, morreu nesta terça-feira (22/7) aos 76 anos, anunciou sua família em um comunicado. O astro do metal, que foi diagnosticado com Parkinson em 2019, morreu apenas duas semanas depois de performar seu show de despedida em sua cidade natal, Birmingham, na Inglaterra. “É com mais tristeza que palavras podem expressar que informamos que nosso querido Ozzy Osbourne faleceu esta manhã”, disse o comunicado da família. Osbourne “estava com sua família e cercado de amor. Pedimos a todos que respeitem a privacidade de nossa família neste momento”, acrescentou a nota. Apelidado de “Príncipe das Trevas”, ele certa vez arrancou a cabeça de um morcego com uma mordida enquanto estava no palco, e foi um pioneiro do heavy metal – uma vertente do hard rock -, com o enorme sucesso comercial do Black Sabbath na década de 1970. John Michael Osbourne nasceu em 3 de dezembro de 1948 em Birmingham, e abandonou a escola aos 15 anos, passando a realizar trabalhos pontuais, como em uma fábrica, antes de se juntar ao seu amigo de escola Geezer Butler em várias bandas. No início deste mês, o Black Sabbath tocou suas músicas mais emblemáticas para um público entusiasmado no Villa Park, estádio do Aston Villa, time de futebol da Premier League. “É a última música. O apoio de vocês nos permitiu viver um estilo de vida incrível (…) Obrigado do fundo de nossos corações”, disse Osbourne ao público após terminar sua apresentação com “Paranoid”, a canção mais famosa da banda.
Mais de 1 milhão de goianos já aproveitam os benefícios da Nota Fiscal Goiana
Fotos: Secretaria da Economia Participantes concorrem a prêmios que totalizam R$ 200 mil todo mês e ganham desconto de até 10% no valor do IPVA O Programa Nota Fiscal Goiana, do Governo de Goiás, por meio da Secretaria da Economia, alcançou uma marca histórica: mais de 1 milhão de consumidores cadastrados. Somente no primeiro semestre deste ano, mais de 50 mil novos participantes aderiram à iniciativa, número que já se aproxima dos mais de 79 mil registrados ao longo de todo o ano passado. Desde a retomada dos sorteios, em 2021, até junho deste ano, já foram distribuídos R$ 12 milhões em prêmios em dinheiro para os consumidores. Além disso, R$ 17 milhões foram repassados a clubes goianos de futebol, indicados pelos próprios participantes, por meio da campanha Time Goiano do Coração. Mas os prêmios não são o único atrativo. Quem participa também garante desconto de 5% a 10% no IPVA ao incluir o CPF na nota. Em 2024, mais de 540 mil motoristas foram beneficiados. Em 2025, esse número saltou para 608.667 contribuintes com desconto garantido no imposto. Para o IPVA de 2026, os números já apontam crescimento: quase 550 mil participantes já atingiram pontuação suficiente apenas no primeiro semestre deste ano. Esse número representa 90% do total de beneficiados em todo o ano passado, e o prazo para contabilizar as compras com CPF só se encerra em novembro. “Esse avanço mostra um engajamento cada vez maior da população, que reconhece as vantagens de participar, seja pelos prêmios em dinheiro sorteados todos os meses ou pelo desconto no IPVA”, afirma o coordenador da Nota Fiscal Goiana, Leonardo Vieira de Paula. O desconto é aplicado automaticamente no IPVA de todos os veículos registrados no nome do participante até o último dia do ano anterior. A consulta pode ser feita no site oficial do programa: goias.gov.br/nfgoiana. Sorteios mensais Todo mês, a Nota Fiscal Goiana sorteia R$ 200 mil, valor dividido entre 158 premiados: um prêmio de R$ 50 mil, três de R$ 10 mil, quatro de R$ 5 mil, 50 de R$ 1 mil e 100 de R$ 500. Em dezembro, o prêmio total sobe para R$ 700 mil, na edição especial de Natal. O próximo sorteio será no dia 31 de julho, às 10h, na sede da Secretaria da Economia em Goiânia. Os resultados ficam disponíveis imediatamente no site https://goias.gov.br/nfgoiana/.
Equipe de Gilberto Gil revela detalhes sobre velório de Preta Gil
Reprodução: Instagram Preta Gil estava nos Estados Unidos quando faleceu neste domingo (20), aos 50 anos. A cantora viajou ao país para realizar um tratamento contra o câncer, descoberto em 2023. De acordo com informações obtidas pela Quem, a assessoria de Gilberto Gil, pai da cantora, acredita que o corpo de Preta chegue ao Brasil e a sua cerimônia de despedida seja realizada entre quarta (23/7) ou quinta (24/7). O velório deve ser realizado no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e o corpo da artista deve ser cremado. “Acredito que o corpo chegue aqui quarta (23/7) e aí a cerimônia de despedida será quarta (23/7) ou quinta – feira (24/7). O velório provavelmente será no Municipal [Theatro Municipal do Rio de Janeiro] e ela deve ser cremada”, disse a equipe de Gil. Após esgotaram os tratamentos contra a doença no Brasil, Preta Gil decidiu buscar por um tratamento experimental nos EUA. Infelizmente, a cantora morreu após dura batalha contra um câncer no intestino. Câncer de Preta Gil Ela foi diagnosticada com a doença em 2023. No final do mesmo ano, o câncer entrou em remissão. No entanto, voltou de maneira mais agressiva com dois linfonodos, uma metástase no peritônio e um nódulo no ureter. Desde então, Preta iniciou uma luta contra o tempo, ganhando destaque nas redes sociais ao compartilhar registros falando sobre o tratamento. Além da fama e conhecimento nacional, a cantora deixa um legado marcado pela luta contra o racismo e pelos direitos das mulheres. Nascida no Rio de Janeiro, Preta também era fundadora e sócia-diretora da Music2Mynd. Ela é filha de Gilberto Gil e da empresária Sandra Gadelha.


