Fotos: Secom Entre as iniciativas está o lançamento de uma nova campanha de conscientização, que alerta sobre os impactos negativos das queimadas para a sociedade Com a chegada da estação seca, considerada o período mais crítico para a ocorrência de queimadas, o Governo de Goiás intensifica as ações de prevenção e combate a incêndios por meio de uma força-tarefa composta por diversos órgãos e unidades. O ponto de partida dessa mobilização é o lançamento, neste mês de julho, de uma campanha de conscientização voltada a informar e sensibilizar a população. Utilizando o slogan “Queimadas: uma hora chegam até você”, a campanha adota estratégias de divulgação em mídias tradicionais, como jornais e televisão, e também digitais, como redes sociais. As peças publicitárias trazem personagens feitos de palito de fósforo — um dos principais causadores do fogo. Painéis instalados próximos a escolas e hospitais exibem a imagem de um grande fósforo queimado, com emissão de fumaça cenográfica. Os materiais destacam as consequências negativas das queimadas nas áreas de educação, saúde e economia, com base em notícias veiculadas pela imprensa. As manchetes relembram que, em 2024, a fumaça provocou aumento nas internações por problemas respiratórios e levou à suspensão de aulas em diversas escolas. Na economia, o prejuízo foi estimado em R$ 1,5 bilhão. “De forma simples e visualmente impactante, mostramos que o fogo no Cerrado não é apenas um problema distante, mas uma ameaça real, que afeta diretamente nossas vidas”, explica o superintendente de Publicidade da Secretaria de Comunicação (Secom), Bruno Farias. Ele destaca que a campanha tem como objetivo convocar os cidadãos a agir em defesa da preservação do bioma nas próximas décadas. Cerrado Vivo O Governo de Goiás também executa a Operação Cerrado Vivo 2025, coordenada pelo Corpo de Bombeiros. A ação mobiliza efetivo, viaturas e equipamentos para a prevenção e o combate a incêndios florestais durante o período de estiagem. Entre os reforços deste ano, destaca-se a utilização da nova Unidade Tática Florestal (UTF) — ideal para áreas de difícil acesso — e o uso de drones no monitoramento e apoio tático em campo. A Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), por sua vez, atua com ações de monitoramento, fiscalização e contratação de brigadistas. Os órgãos estaduais contam também com a parceria da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), secretarias municipais do Meio Ambiente, sindicatos, associações e produtores rurais. Essa articulação é fundamental para o funcionamento do Comitê Estadual de Gestão de Incêndios Florestais (Cefig), instituído em julho de 2024 pelo governador Ronaldo Caiado (Decreto nº 10.503). Além do Corpo de Bombeiros e da Semad, o grupo reúne representantes das secretarias da Educação (Seduc), Comunicação (Secom), Saúde (SES), Agrodefesa, Goinfra e Segurança Pública. Números Segundo o Relatório Consolidado de Incêndios Florestais de 2024, elaborado pela Semad, o fogo consumiu quase 449 mil hectares no estado no ano passado, com destaque para os municípios de Formosa, Mineiros, Rio Verde e Jataí. O relatório aponta que 51,7% dos focos ocorreram em áreas de produção agropecuária.
Governo de Goiás intensifica ações de prevenção e combate às queimadas
Prefeito afastado de Palmas recebe alta após sofrer infarto e passar por cirurgia
Foto: Vilma Nascimento/g1 Tocantins Eduardo Siqueira Campos (Podemos) ficou três dias internado na UTI do Hospital Geral de Palmas (HGP). O político deve continuar o tratamento em casa, segundo boletim médico O prefeito afastado de Palmas, Eduardo Siqueira Campos (Podemos), recebeu alta hospitalar nesta sexta-feira (11/7). Ele ficou três dias internado no Hospital Geral de Palmas (HGP) após infartar e passar por angioplastia. Segundo o boletim médico, Eduardo teve uma evolução clínica favorável e possui condições para continuar o tratamento em ambiente domiciliar. Eduardo teve fortes dores no peito enquanto estava preso no Quartel do Comando Geral (QCG), em Palmas, após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele é um dos alvos no inquérito que apura suposto vazamento de informações sigilosas no âmbito do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O político passou mal na madrugada de terça-feira (8) e foi levado para o Hospital Geral de Palmas (HGP), onde foi submetido a uma angioplastia. Conforme o boletim, assinado pelo médico cardiologista Andrés Sánchez, divulgado na manhã desta sexta-feira (11/7), a artéria coronariana afetada foi desobistruída por meio de angioplastia e o procedimento aconteceu sem imprevistos. “O paciente apresentou boa resposta ao tratamento instituído e evolução clínica favorável durante o período de internação. Diante da estabilidade do quadro, da recuperação satisfatória e considerando as condições adequadas para continuidade do restabelecimento em ambiente domiciliar, o paciente recebeu alta hospitalar”, diz o documento. Infarto no quartelEduardo, que estava preso em um alojamento na sede do Comando Geral da Polícia Militar do Tocantins, passou mal durante a madrugada, sentindo fortes dores no peito. Ele chegou ao HGP em uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Ele apresentou “quadro súbito de angina instável de alto risco”, caracterizado por dor torácica intensa, prolongada e sem alívio, além de náuseas, sudorese e mal-estar geral. Após um cateterismo cardíaco de emergência, foi identificada obstrução significativa na artéria principal do coração. O político passou por uma angioplastia com implante de stent para restaurar o fluxo sanguíneo cardíaco. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde (SES), o procedimento transcorreu com sucesso, sem intercorrências. Prisão domiciliarO ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator do processo, concedeu prisão domiciliar a Eduardo, após o problema de saúde. Zanin levou em consideração pareceres médicos requisitados antes mesmo da internação, para conceder a prisão domiciliar na terça-feira (9/7). As medidas cautelares impostas na ocasião da prisão foram mantidas: afastamento da função pública; proibição de contato com os demais investigado e proibição para deixar o país. A concessão da prisão domiciliar teve parecer favorável da Procuradoria-Geral da República. O advogado Juvenal Klayber, que atua na defesa de Eduardo, informou que “a próxima etapa será tentar revogar a prisão preventiva do decreto que vive em face do prefeito Eduardo Siqueira Campos”. A decisão não atendeu os outros dois presos na operação, o advogado Antônio Ianowich Filho e policial civil Marco Augusto Velasco Nascimento Albernaz. A defesas deles informaram que não iriam se posicionar. Policial também passou malO policial civil Marco Augusto Velasco Nascimento Albernaz também passou mal, na madrugada desta quinta-feira (10), e foi levado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Sul, em Palmas. A PM informou que ele foi medicado e retornou ao alojamento onde está detido. A causa do mal-estar não foi informada. A Secretaria Municipal de Saúde foi questionada sobre o estado de saúde do custodiado, mas informou em nota que “informações médicas de pacientes são protegidas por sigilo e disponibilizadas apenas aos familiares autorizados ou responsável legal”. Íntegra do boletim médicoO Hospital Geral de Palmas – HGP informa que o Prefeito de Palmas, José Eduardo Siqueira Campos, permaneceu internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) desde a madrugada de terça-feira, após ter sido acometido por um infarto agudo do miocárdio. A desobstrução da artéria coronariana afetada, realizada por meio de angioplastia, foi conduzida com êxito e em tempo adequado. O paciente apresentou boa resposta ao tratamento instituído e evolução clínica favorável durante o período de internação.Diante da estabilidade do quadro, da recuperação satisfatória e considerando as condições adequadas para continuidade do restabelecimento em ambiente domiciliar, o paciente recebeu alta hospitalar.
Caiado lidera missão internacional ao Japão como foco em atrair investimentos para Goiás
Foto: Secom Goiás Acompanhado de secretários de Estado e representantes do setor produtivo, governador busca fortalecer o comércio bilateral e apresentar as potencialidades goianas ao mercado japonês O governador Ronaldo Caiado embarcou nesta sexta-feira (11/7) para o Japão, onde permanecerá em missão oficial até o dia 21 de julho. Acompanhado da coordenadora do Goiás Social, primeira-dama Gracinha Caiado, secretários estaduais e representantes do setor produtivo, o chefe do Executivo goiano cumprirá agenda em cidades estratégicas, como Tóquio, Yokohama, Hamamatsu, Okazaki, Osaka e Seki. O objetivo é atrair novos investimentos, fortalecer parcerias comerciais e apresentar as potencialidades econômicas de Goiás ao mercado japonês, no sentido de estreitar as relações de negócios bilaterais. Durante a missão, o governador participará de reuniões com autoridades dos principais ministérios japoneses, incluindo os da Agricultura, Florestas e Pesca; Economia, Comércio e Indústria; e Negócios Estrangeiros. Entre os compromissos com o setor privado, destacam-se visitas à sede da Mitsubishi e à startup Tsubame BHB Ammonia. A multinacional do ramo automobilístico, que possui uma fábrica em Catalão, está em processo de expansão. Já a Tsubame desenvolve tecnologia de produção de amônia verde, que poderá ser implementada em uma usina no município de Mineiros, contribuindo para a inovação na produção de fertilizantes agrícolas. A missão inclui ainda a participação na Expo Osaka 2025, um dos maiores eventos internacionais voltados à inovação, sustentabilidade e intercâmbio entre países. No pavilhão brasileiro, o governador Ronaldo Caiado terá a oportunidade de apresentar Goiás a uma audiência global, reforçando a imagem do estado como polo de desenvolvimento e destino atrativo para negócios. A programação contempla uma palestra do governador em Hamamatsu, durante evento do Consulado-Geral do Brasil, com o tema “Goiás é exemplo de gestão para o Brasil”, e encontros institucionais com autoridades locais, como representantes dos ministérios da Economia, Comércio e Indústria; Agricultura, Florestas e Pesca; Negócios Estrangeiros; e da Prefeitura da cidade de Seki. Comitiva A comitiva goiana contará com os secretários Adriano da Rocha Lima (Geral de Governo), Joel de Sant’Anna Braga Filho (Indústria e Comércio), Pedro Leonardo Rezende (Agricultura e Pecuária), Cesar Moura (Retomada), Wellington Matos (Desenvolvimento Social), Rudson Guerra (Esporte e Lazer), além do presidentes da Goiás Parcerias, Diego Soares, e da diretora-geral da OVG, Adryanna Caiado.
Rogério Correia pede prisão preventiva de Bolsonaro: “Risco de fuga é cada vez mais concreto”
Foto: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados Federais “A sucessão de fatos recentes reacendem, ainda com mais força, a possibilidade de fuga do ex-presidente, o que exige das instituições de Justiça atuação célere e hábil para garantir a aplicação da lei”, afirma o deputado Correia O deputado federal Rogério Correia (PT-MG) apresentou nesta quinta-feira (10/11) uma nova petição ao Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando a adoção de medidas cautelares e a decretação da prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A reportagem foi publicada pelo site da liderança do PT na Câmara dos Deputados Federais. Na petição dirigida ao ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito sobre a tentativa de golpe de Estado de 2022-2023, o parlamentar afirma que há elementos suficientes para justificar a prisão do ex-chefe do Executivo. Segundo ele, “as recentes declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criam uma narrativa internacional para justificar um eventual pedido de asilo político por parte de Jair Bolsonaro”. Argumentos para a prisão preventivaCorreia sustenta que os requisitos legais estão configurados: existem provas da prática de crimes contra a ordem democrática, indícios de autoria por parte de Bolsonaro e risco à ordem pública e à aplicação da lei penal caso ele permaneça em liberdade. O documento menciona a possibilidade de fuga como um elemento determinante para a urgência de medidas por parte do Judiciário. “A sucessão de fatos recentes reacendem, ainda com mais força, a possibilidade de fuga do ex-presidente, o que exige das instituições de Justiça atuação célere e hábil para garantir a aplicação da lei”, afirma o Deputado. Tornozeleira para garantir permanência no BrasilRogério Correia defende que o uso de tornozeleira eletrônica é “medida imprescindível para garantir sua presença em solo brasileiro”. Ele relembra que, em 18 de março de 2025, já havia protocolado pedido semelhante junto com o líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ), também alertando para o “clarividente risco de fuga”. Entre os fatos destacados está a existência de um plano de fuga para os Estados Unidos, revelado em relatório da Polícia Federal. O plano teria começado a ser executado com a viagem de Bolsonaro para Orlando (EUA) em 30 de dezembro de 2022, dois dias antes do fim de seu mandato, onde permaneceu por três meses. Também são citadas declarações públicas do ex-presidente dizendo que mesmo sem passaporte conseguiria sair do país, além de incentivos dados por ele à fuga de envolvidos nos ataques de 8 de janeiro de 2023 — incluindo sugestões de refúgio clandestino em países como a Argentina. Trump, Eduardo Bolsonaro e ZambelliO deputado também mencionou recentes movimentações no entorno de Bolsonaro que, segundo ele, ampliam o risco de evasão. Entre elas está a decisão do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente, de se licenciar do mandato para permanecer nos Estados Unidos, onde tenta mobilizar apoio junto ao governo de Donald Trump por uma anistia aos envolvidos nos atos golpistas. Outro episódio citado é a saída do país da deputada Carla Zambelli (PL-SP) dias após ser condenada a 10 anos de prisão por envolvimento na invasão dos sistemas do Conselho Nacional de Justiça. O caso, de acordo com Correia, reforça o padrão de tentativa de evasão por parte de aliados de Bolsonaro.
Lula diz a Tarcísio para ‘não tentar esconder chapeuzinho do Trump’ após taxação ao Brasil
Reprodução/@tarcisiogdf via X “O senhor Tarcísio pode tirar, não vai tentar esconder o chapeuzinho do Trump não, Tarcísio, pode ficar mostrando para a gente saber quem você é. Está cheio de lobo em pele de carneiro”, disse Lula O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) provocou nesta quinta-feira (10/7) o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), que tem responsabilizado a gestão petista pela decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de taxar as importações brasileiras em 50%. Os dois são potenciais adversários eleitorais, já que o governador paulista é cotado para disputar a Presidência da República como sucessor de Jair Bolsonaro (PL-RJ) na eleição de 2026. Em entrevista ao Jornal da Record nesta quinta-feira (10/7) Lula lembrou que Tarcísio publicou vídeo usando boné com o slogan trumpista Make America Great Again (Faça a América grande novamente) quando Trump foi empossado em janeiro. Procurado, o governo de Tarcísio de Freitas não havia se posicionado até a publicação deste texto. O presidente disse que está se sentindo em melhores condições de saúde aos 80 anos do que quando tinha 60, mas ressaltou que a decisão se será candidato à reeleição será tomada no momento certo. “Agora eu vou te contar uma coisa: os loucos que governaram esse País não voltam mais”, disse, se referindo a Bolsonaro. “O senhor Tarcísio pode tirar, não vai tentar esconder o chapeuzinho do Trump não, Tarcísio, pode ficar mostrando para a gente saber quem você é. Está cheio de lobo em pele de carneiro”, disse Lula. Em seguida, o presidente demonstrou indignação com o presidente americano, que pediu o fim da ação penal contra Bolsonaro, que é réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado após perder para Lula em 2022. “Essa coisa do Trump começar um parágrafo citando o ex-presidente da República que fez um crime contra esse País? Que tentou dar um golpe? Não tem como. Esses não voltam Se for necessário candidato para evitar isso, estarei candidato”, acrescentou o petista. Tarcísio e outros bolsonaristas buscam atribuir ao governo Lula a responsabilidade pela decisão de Trump, embora o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL) esteja desde fevereiro nos Estados Unidos buscando convencer o governo Trump a adotar medidas contra o País e autoridades brasileiras, notadamente o ministro do STF, Alexandre de Moraes, como resposta a uma suposta perseguição política sofrida por Bolsonaro. Na quarta-feira (09/7) Tarcísio publicou nas redes sociais que Lula colocou a ideologia acima do resultado e que não adianta o presidente “se esconder atrás do Bolsonaro” porque a responsabilidade é de quem governa. Antes, já havia compartilhado nota de Trump que afirma que Bolsonaro deve ser julgado pelo povo brasileiro, durante as eleições, e não pela Justiça. Mais cedo nesta quinta-feira, Tarcísio reconheceu que a tarifa anunciada por Trump terá impactos negativos para o Brasil e especialmente São Paulo, Estado mais industrializado do País. O governador pediu que o governo federal deixe de lado diferenças ideológicas e sente à mesa com o governo Trump para negociar a reversão da medida. “O que a gente vê é que dos países do G-20, o mais afastado da Casa Branca é o Brasil. A gente tem dado demonstrações muito ruins, como foi agora na última reunião dos Brics. Então, nós precisamos estabelecer o consenso e lembrar que os americanos sempre foram aliados de primeira hora do Brasil”, declarou Tarcísio. Depois de falar com a imprensa pela manhã, o governador viajou para Brasília, onde almoçou com Bolsonaro. Ambos publicaram um vídeo do encontro nas redes sociais. Horas depois, o ex-presidente publicou uma nota na qual afirma que recebeu “com senso de responsabilidade” a decisão de Trump taxar o Brasil e disse que respeita e admira o governo dos Estados Unidos. Bolsonaro afirmou que o Brasil caminha para o “isolamento” e a “vergonha internacional” e pediu que os Poderes “ajam com urgência apresentando medidas para resgatar a normalidade institucional”. Uma das cobranças feitas por Eduardo Bolsonaro após a taxação é que o Congresso conceda “anistia ampla, geral e irrestrita”, beneficiando o ex-presidente e os presos pelo ato golpista do 8 de Janeiro.
“Quando o poder público inova, liberta talentos”, afirma Daniel Vilela em evento com empreendedores
Fotos: Walter Folador Vice-governador apresenta soluções tecnológicas e defende ambiente digital eficiente para fomentar empreendedorismo em Goiás O vice-governador Daniel Vilela apresentou, nesta quarta-feira (10/7), durante o evento Transformar Juntos, organizado pelo Sebrae em Goiânia, as ações do Governo de Goiás para digitalização de serviços e estímulo ao empreendedorismo. Em sua palestra para lideranças e empreendedores dos municípios goianos ele destacou que o Estado atravessa um “novo momento” com capacidade fiscal inédita, permitindo investimentos em áreas como inovação, segurança, saúde, educação e infraestrutura. “Quando o poder público inova, não apenas acelera os negócios, mas liberta o talento da nossa gente para construir o futuro”, afirmou. Entre os destaques, Daniel detalhou o uso de inteligência artificial na segurança pública, a criação de uma agência estadual de atração de investimentos internacionais e o avanço do banco digital de fomento, voltado ao microcrédito. O vice-governador também anunciou que todos os serviços do Estado estarão disponíveis via WhatsApp, com foco em agilidade e acessibilidade. “Não adianta digitalizar e dificultar o acesso. O Estado precisa ser proativo, principalmente com quem empreende”, endossou. Ao lado do presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg) e do Conselho Deliberativo Estadual do Sebrae Goiás, José Mário Schreiner, Daniel defendeu que o setor público acompanhe o ritmo da transformação digital. “Estamos modelando uma agência proativa, que vai buscar investidores mundo afora e reunir, em uma plataforma única, todas as informações que interessam a quem quer empreender em Goiás”, explicou. Schreiner elogiou a postura do governo: “O Estado está comprometido com os pequenos negócios. A presença do vice-governador aqui mostra que essa é uma prioridade da gestão”. Também presente no evento, o prefeito de Goiânia, Sandro Mabel, ressaltou a importância da modernização. “Pegamos a cidade arrasada, cheia de confusão e estamos colocando ordem com gestão. A prefeitura precisa facilitar a vida das pessoas e isso passa por informatizar tudo”, frisou. O chefe do Executivo municipal destacou, ainda, o papel do Sebrae e das prefeituras na criação de um ambiente favorável ao empreendedorismo local. A digitalização dos serviços, o estímulo à inovação e o fortalecimento das parcerias institucionais colocam Goiás em posição de destaque no cenário nacional. Ao priorizar o empreendedorismo e modernizar a gestão pública, o Governo de Goiás, sob liderança do governador Ronaldo Caiado, consolida um modelo que alia eficiência, desenvolvimento e oportunidades para todos os municípios.
Caiado lança Canal Saúde, ferramenta para comunicação direta com a população
Foto:poptvnews Cidadão receberá informações sobre campanhas vigentes via WhatsApp, SMS ou ligação telefônica e poderá acessar uma série de serviços de saúde. “Vai simplificar a vida da pessoa”, diz o governador Com objetivo de abrir uma comunicação direta e eficaz com a população, o governador de Goiás Ronaldo Caiado lançou, nesta quinta-feira (10/7), o Canal Saúde Goiás. Por meio dele, o cidadão terá acesso a campanhas de vacinação e conscientização contra a dengue via WhatsApp, SMS ou ligação telefônica e até informações sobre consultas, exames e regulação da rede. “Essa central trabalha especificamente para simplificar a vida da pessoa. Vai dar dinâmica, resultado e eficiência”, pontuou ele. O vice-governador Daniel Vilela classificou o Canal Saúde como um mecanismo que aproxima ainda mais o Estado da população. Ele também ressaltou o uso da tecnologia para auxiliar na gestão da demanda. “Por meio da inteligência artificial, vamos gerenciar tudo, desde a ocupação de vagas até cirurgias, internações e consultas”, revelou. O primeiro passo após o lançamento do Canal Saúde será o disparo de alertas com as campanhas vigentes. Conscientizar sobre a importância da vacinação contra a influenza é um dos objetivos atuais do Governo do Estado, especialmente devido à alta de casos da Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag). O cidadão também poderá solicitar informações sobre atendimentos diversos pelo número (62) 3201-3797 (WhatsApp) e 155 (ligação). “Essa ferramenta é de uma importância ímpar. O cidadão vai controlar a data da consulta, do exame, e vai ter acesso à regulação da internação”, explicou Caiado. A situação sobre medicamentos de alto custo, posição em listas de espera, exames e cirurgias, informações sobre como proceder com animais peçonhentos, bem como cuidados na atenção materno-infantil também estão disponíveis na ferramenta. Titular da Secretaria de Estado da Saúde (SES-GO), Rasível dos Reis explicou que o canal será aliado do Estado na gestão do atendimento em saúde, o que pode contribuir com a redução da lista de espera e o rápido preenchimento das vagas para consultas ou exames que, porventura, o cidadão não poderá comparecer. “Vai ajudar a diminuir a perda primária e o absenteísmo”, exemplificou. Segurança de dados O secretário também informou que o sistema foi criado dentro das diretrizes da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). Para a segurança do usuário, as mensagens serão enviadas a partir de números verificados. Rasível ressaltou, ainda, que os canais oficiais da Saúde não solicitam dados pessoais sensíveis, como senhas ou quaisquer outras informações sigilosas, e nem pedem doações. O acompanhamento individual será feito via CPF ou Cartão Nacional de Saúde (CNS), o Cartão do Sistema Único de Saúde (SUS). As mensagens de texto serão enviadas, via WhatsApp, a partir dos números: (62) 3413-2700 / 62 3201-3797/ 62 3201-3768. Já as chamadas de voz chegarão pelo telefone (62) 3413-2700. A SES-GO também vai utilizar o número 27399 para disparos de SMS. Já os canais para o cidadão buscar informações e tirar dúvidas serão o 155 (ligação) e o (62) 3201-3797 (WhatsApp).
Candidato a presidente (Tarcísio )aplaude quem ameaça o Brasil
Ele postou na conta do seu X, o seguinte: “Com a palavra, presidente @realDonaldTrump. @jairbolsonaro deve ser julgado somente pelo povo brasileiro, durante as eleições. Força, presidente!” Em 2026 teremos eleições presidenciais. Para a eleição de 2026, há um senhor na soleira da porta, hesitante. Não sabe se entra ou não entra. Em 2022, sem nenhuma expressão, mas empurrado por um padrinho que bombava na cena política nacional, ele chegou ao cargo de governador de São Paulo. Sim, estou falando de Tarcísio de Freitas. Militar Guardem esse detalhe, pois ele será importante adiante -, formado em engenharia no Instituto Militar de Engenharia (IME), localizado na Praia da Urca, ao lado do mais conhecido cartão postal do Rio de Janeiro, o que obrigava a esse senhor genuinamente carioca a morar onde sempre morou: no Rio. De posse da sua formação, esticou um mapa do Estado de São Paulo num cavalete e começou a sua pesquisa sobre os paulistas, a sua geografia e as suas regiões. Só se esqueceu de dois detalhes: ter um endereço fixo no estado que queria governar e procurar o endereço de onde iria votar. Em qual colégio eleitoral? Não sabia. Isso ficou patente ao ser perguntado objetivamente sobre a questão. Quanto à moradia, tratou de fornecer a direção de um parente. O TSE se fez de morto. O cara chegou lá. Atrás de si, deixou o cadáver de um trabalhador estirado em Paraisópolis, durante a campanha, num episódio obscuro. De tão obscuro o MP arquivou. Eis que chegaram as eleições municipais de 2024. Agora, já na condição de governador, se cacifou para ser ele o padrinho do candidato que com a sua força acabou eleito. No dia da votação, diante de câmeras de TV, ele acusou sem provas o opositor do afilhado, de pertencer ao PCC. Claro que a história foi parar na Justiça, que preferiu não tirar a venda dos olhos. Caso arquivado. A vida seguiu. Frequente nos atos do ex-presidente inelegível e réu no núcleo crucial do processo que apura a tentativa de golpe de Estado no país, Tarcísio de Freitas, em seus discursos, costuma afrontar a Constituição, pois se coloca a favor de alguém que tentou impedir a posse do presidente escolhido pelo povo. A vontade do povo, como sabemos, é soberana, como sabemos. Passando por cima do que reza a carta, Tarcísio defende e já prometeu indulto a Bolsonaro, caso tenha poderes para isso. Ops. Cruzou a soleira da porta da hesitação, quando assim se pronunciou, vocês não acham? A sinalização é a de que pretende ter o seu nome nas urnas – as eletrônicas, que Jair tanto criticou, mas o levou ao governo da maior capital do país -, em 2022. Fora todos os atos de violência e mortandade cometidos pela sua Polícia, no verão passado, os arremates por qualquer tostão de empresas como a SABESP, agora o governador, um militar, um oficial do Exército Brasileiro (ainda que reformado), na segunda-feira (07/07), passou de todos os limites. Postou na conta do seu X, o seguinte: “Com a palavra, presidente @realDonaldTrump. @jairbolsonaro deve ser julgado somente pelo povo brasileiro, durante as eleições. Força, presidente!” Alguém (Tarcísio de Freitas) que teve todo o seu estudo custeado pelos cofres públicos, que jurou à bandeira brasileira, que prometeu defender as cores do seu país, que é chefe de governo do maior estado brasileiro, pulou a trincheira. Foi tocar corneta de apoio ao presidente que quer ver o Brasil de joelhos ou beijando-lhe a “bunda”, como já declarou. Francamente…
Tarifas: Bolsonaro tenta consertar “besteira” que ‘Eduardo Bolsanaro’ fez nos EUA
Diante da pressão da indústria e do campo, setores influentes das forças de direita que atuam no país, Bolsonaro afirmou, nesta manhã (10/7) que poderá tentar negociar diretamente junto à Casa Branca Por Redação – de BrasíliaO ex-mandatário neofascista Jair Bolsonaro (PL-RJ) tem sido alvo de pesadas críticas do empresariado que sustenta sua presença na política brasileira, desde a edição das tarifas de 50% dos EUA contra os produtos brasileiros que, segundo analistas políticos, ocorreram praticamente “a pedido” do deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), ou o filho ’02’ (Eduardo Bolsonaro) como é conhecido, que se mudou para o Estado norte-americano da Flórida com a missão de pressionar o governo daquele a país a intervir no Judiciário brasileiro e tentar livrar o pai da cadeia. Um grande empresário do agronegócio, ouvido na manhã desta quinta-feira pela reportagem do Correio do Brasil, no entanto, afirma que “dessa vez, (Bolsonaro) foi longe demais”. ” Serão milhares de famílias atingidas pela miséria, com o corte de empregos em setores que sustentam trabalhadores no campo e nas cidades. O Eduardo (Bolsonaro) nunca poderia ter pedido um castigo desses ao presidente Trump. Dessa vez, a besteira, para não dizer outra coisa, foi grande demais”, afirmou o fazendeiro, preferindo o anonimato. TarifaçoDiante da pressão da indústria e do campo, setores influentes das forças de direita que atuam no país, Bolsonaro afirmou, nesta manhã, que poderá tentar negociar diretamente junto à Casa Branca, com o objetivo de reverter a ação do filho e impedir que o tarifaço imposto por Trump entre em vigor. Interlocutores do ex-presidente disseram à mídia conservadora, nesta manhã, que a solução poderia neutralizar a narrativa da esquerda brasileira, que passa a ganhar tração junto à opinião pública, quanto à atuação de ’02’, nos Estados Unidos, contra o Supremo Tribunal Federal (STF). Além do empresariado, aliados políticos de Bolsonaro avaliam que esta já foi, até agora, a pior derrota para a direita desde o resultado das urnas, que reelegeram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em 2022. A ação de Trump, segundo analistas políticos, forneceu à esquerda um discurso consistente sobre a responsabilidade da família Bolsonaro na imposição das altas tarifas. TelefonemaO episódio também derruba avanços obtidos por parlamentares conservadores na busca de metas como o projeto de anistia aos investigados pelos atos criminosos de 8 de janeiro de 2023, que incluiriam Jair Bolsonaro. A tentativa de evitar que a economia brasileira seja penalizada pelo tarifaço de Trump, no entanto, torna-se uma “confissão de culpa”, como afirmou a fonte, mas serviria como alívio junto à opinião pública quanto à percepção de que a medida e seus efeitos, apesar da articulação de Eduardo Bolsonaro, poderiam ser contornados para o bem da nação. Sem poder viajar aos EUA devido à suspensão de seu passaporte por ordem do STF, Bolsonaro poderá tentar reverter a decisão da Casa Branca por meio de um telefonema, intermediado pelo próprio ’02’ (Eduardo Bolsonaro). Na melhor das hipóteses, Bolsonaro poderia mostrar sua influência sobre os filhos a ponto de remediar os prejuízos causados por suas ações; além de demonstrar sua proximidade ao presidente norte-americano. Ainda assim, devido à rejeição dos brasileiros a Donald Trump, o impacto junto à imagem de Bolsonaro torna-se irreversível, com tendência a piorar ainda mais após a sentença de prisão que poderá partir do STF até setembro deste ano, segundo cálculos de juristas consultados pelo CdB. –
Parlamentares do Brasil devem ir aos EUA para estreitar relação
Casa Branca/Reprodução “A pedido da família Bolsonaro, Donald Trump anuncia a taxação de 50% em todos os produtos brasileiros “, denuncia o senador Humberto Costa (PT-PE) Os Estados Unidos da América (EUA) anunciaram, nesta quarta-feira (9/7), que produtos brasileiros serão taxados em 50%. Donald Trump enviou uma carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) informando sobre a nova taxa, que vai entrar em vigor em 1º de agosto. Entre as justificativas para o aumento das tarifas contra o Brasil, a carta cita também o julgamento no Supremo Tribunal Federal( STF) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro(PL). “Conheci e me relacionei com o ex-presidente Jair Bolsonaro e o respeitei profundamente, assim como a maioria dos outros líderes mundiais” , destacou Trump. “A forma como o Brasil tem tratado o ex-presidente Bolsonaro, um líder altamente respeitado em todo o mundo durante seu mandato — inclusive pelos Estados Unidos — é uma vergonha internacional. Esse julgamento não deveria estar acontecendo. É uma caça às bruxas que deve acabar imediatamente” , defendeu o presidente dos EUA. Trump já havia saído em defesa de Bolsonaro no início desta semana. Na segunda-feira, por meio de sua rede Truth Social , o presidente dos EUA falou sobre o julgamento do STF sobre uma suposta tentativa para impedir a posse do presidente Lula, que resultou nos ataques de 8 de janeiro de 2023. Bolsonaro é réu na ação que apura a tentativa de golpe de Estado. Sobre isso, Trump chamou de “caça às bruxas” o julgamento no Supremo. “O único julgamento que deveria estar acontecendo é um julgamento pelos eleitores do Brasil — chama-se eleição. Deixe Bolsonaro em paz” , alegou o presidente norte-americano. Após a declaração de Trump a favor de Bolsonaro, a embaixada dos EUA emitiu, nesta quarta-feira (9) uma nota reforçando o posicionamento do presidente norte-americano. “Jair Bolsonaro e sua família têm sido fortes parceiros dos Estados Unidos. A perseguição política contra ele, sua família e seus apoiadores é vergonhosa e desrespeita as tradições democráticas do Brasil” , disse o comunicado. Reação da OposiçãoA embaixada ainda ressaltou que está “acompanhando de perto a situação” de Bolsonaro. A declaração foi comemorada pela oposição no Congresso. O deputado Filipe Barros (PL) chamou de “injustiças sem precedentes” as acusações contra o ex-presidente do Brasil. “A contundente manifestação de Trump escancara aos quatro cantos do planeta as injustiças sem precedentes que estão sendo executadas no Brasil contra Jair Bolsonaro e a população que defende suas bandeiras” , disse. Barros ainda parabenizou o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro(PL), filho do ex-presidente, que está nos Estados Unidos e tem atuado junto a autoridades norte-americanas para impor sanções contra o ministro do STF, Alexandre de Moraes. “Graças ao intenso trabalho do Eduardo Bolsonaro, Trump também reverbera ao mundo que, em 26, eleição sem Bolsonaro é a consumação do atentado hoje em curso contra a democracia do País” , opinou. Governo Lula reageAs declarações de Trump e da embaixada dos EUA, por outro lado, incomodaram o presidente Lula. O Itamaraty convocou, no final desta tarde, o encarregado de negócios dos EUA em Brasília, Gabriel Escobar, para tratar sobre o apoio do país a Bolsonaro. “Donald Trump está muito equivocado se pensa que pode interferir no processo judicial brasileiro. O tempo em que o Brasil foi subserviente aos EUA foi o tempo de Bolsonaro, que batia continência para sua bandeira e não defendia os interesses nacionais. Hoje ele responde pelos crimes que cometeu contra a democracia e o processo eleitoral no Brasil” , escreveu a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, em seu perfil no X. A ministra de Lula disse que não se pode falar em perseguição contra Bolsonaro e que Trump precisa respeitar a soberania brasileira. “Não se pode falar em perseguição quando um país soberano cumpre o devido processo legal no estado democrático de direito, que Bolsonaro e seus golpistas tentaram destruir. O presidente dos EUA deveria cuidar de seus próprios problemas, que não são poucos, e respeitar a soberania do Brasil e de nosso Judiciário” , acrescentou. Governo Federal se manifestaEm nota oficial divulgada na noite desta quarta-feira, o Governo Federal afirmou que a alegação norte-americana de que existe um déficit na relação comercial com o Brasil é ”falsa”. ”As estatísticas do próprio governo dos Estados Unidos comprovam um superávit desse país no comércio de bens e serviços com o Brasil da ordem de 410 bilhões de dólares ao longo dos últimos 15 anos” , diz a nota assinada pelo presidente Lula. O governo brasileiro ainda afirmou que ”qualquer medida de elevação de tarifas de forma unilateral será respondida à luz da Lei Brasileira de Reciprocidade Econômica.” Base de Lula critica tarifaçoParlamentares e políticos aliados do presidente Lula reagiram às medidas anunciadas por Trump. O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin disse considerar injustas as tarifas anunciadas, mas garantiu que o governo brasileiro vai manter uma postura diplomática em relação aos EUA. “Eu não vejo nenhuma razão para aumento de tarifa em relação ao Brasil. O Brasil não é problema para os EUA, é importante sempre reiterar. Os EUA realmente têm um déficit de balança comercial, mas com o Brasil têm superavit. Dos 10 produtos que mais exportam para nós, oito têm alíquota zero, não pagam imposto” , argumentou o vice-presidente, responsável pelo Comércio Exterior. Para Alckmin, a decisão de Trump prejudica os próprios EUA. “É uma medida que, em relação ao Brasil, é injusta e prejudica a própria economia americana, porque há uma integração na área comercial. Vamos pegar o caso do aço: nós somos o terceiro comprador do carvão siderúrgico americano. Fazemos o produto semi elaborado e vendemos para os EUA, que finalizam. Então, ao taxar, eles encarecem a própria cadeia” , completou. O ex-ministro da Secretaria de Comunicação Social, Paulo Pimenta (PT), criticou os apoiadores do presidente dos EUA que, segundo ele, trabalham contra o Brasil. “Vira-latas é o que são todos aqueles que se aliam a Donald Trump contra os interesses brasileiros. Os ditos patriotas são verdadeiros covardes, quintas-colunas que


