Fotos / Imagens: Assessoria de Imprensa da Câmara dos Deputados Federais – Brasília (DF) “Essa decisão da Câmara é um duro golpe contra o crime organizado”,alerta Vicentinho Júnior O pré-candidato ao governo do Tocantins Vicentinho Júnior comemorou a aprovação do projeto de lei antifacção na noite dessa terça-feira (24/2) no Plenário da Câmara dos Deputados. A proposta aumenta as penas pela participação em organização criminosa ou milícia. O deputado federal já havia votado em prol do projeto no ano passado. “Essa decisão da Câmara é um duro golpe contra o crime organizado, que não deve ser combatido apenas na ponta pelos valorosos homens e mulheres que formam as forças de segurança em nosso país, mas com lei rígida. Os policiais e agentes da segurança pública precisavam, de fato, desse respaldo, que é dado por esta proposta de lei”, disse. A proposta havia sido enviada pelo governo federal ao Congresso em outubro do ano passado, mas houve alterações tanto na Câmara como no Senado. Agora, o texto final seguirá para sanção da Presidência da República. Tocantins como referência nacional Ao comentar a questão, Vicentinho Júnior afirmou que a medida é mais um incentivo para que o Tocantins se torne referência em segurança pública no país. “Medidas como esta que, como deputado federal, tive a honra de apoiar e lutar por ela nos dão entusiasmo para olharmos para o Tocantins e transformá-lo em um Estado que será referência em segurança pública”, afirmou. Ele garante investimentos na valorização do funcionalismo, novos concursos e investimentos em equipamentos e tecnologia para combate ao crime. “Quanto mais investimento e valorização da segurança, é menos criminalidade na porta dos tocantinenses”, disse. Trabalho executado Somente neste mandato, Vicentinho Júnior já empenhou R$ 5 milhões em emendas para o setor de segurança no Tocantins. Desse total, R$ 2 milhões foram destinados à modernização das forças de segurança, incluindo recursos para a Polícia Militar e para a Guarda Metropolitana de Palmas. O parlamentar também foi responsável pela destinação de emendas para aquisição de viaturas da Polícia Rodoviária Federal utilizadas no reforço da fiscalização nas rodovias do estado.
Ao celebrar aprovação do “PL antifacção”, Vicentinho Júnior destaca que Tocantins será referência nacional na segurança pública
O Crepúsculo de um legado: A herança de Iris Rezende do MDB no altar do PL de Bolsonaro
p/ Gilson Romanelli Este é um momento de profunda ruptura simbólica para a política goiana. De um lado, temos o peso de uma biografia histórica que se confunde com a redemocratização do Brasil; do outro, uma herdeira política tentando ressignificar esse espólio em um novo espectro partidário. Apresento um artigo que analisa esse choque entre a trajetória de Íris Rezende e a decisão de Ana Paula, seguido pelo contraponto baseado nos argumentos que ela apresentou em sua carta aberta. A política, em sua essência, é feita de símbolos. E poucos símbolos são tão potentes em Goiás quanto a imagem de Íris Rezende Machado liderando as “Diretas Já” ,no grande comício em Goiânia no dia 12 de abril de 1984, na Praça Cívica. Foi um dos marcos mais importantes da campanha, com a praça lotada para pedir o retorno das eleições diretas à presidência da República, ou resistindo à cassação de seus direitos políticos pela ditadura militar em 1969. Por isso, a filiação de sua filha, Ana Paula Rezende, ao Partido Liberal (PL) de Jair Bolsonaro e Valdemar Costa Neto, soa para muitos como um “anacronismo ético”. Íris foi o baluarte da resistência democrática. Sua carreira — de vereador, prefeito a ministro, de governador a senador — foi pautada pelo institucionalismo e pelo combate ao autoritarismo. Ver o sobrenome Rezende abrigado sob a mesma legenda que questionou o sistema eleitoral e flertou com rupturas democráticas parece, para os aliados históricos, um descarte da biografia do pai “na lata do lixo”. A crítica contundente do governador Ronaldo Caiado, classificando como: “opção empresarial”, chegando a usar termos como “comercial” e “mercantilista” para caracterizar a migração partidária, joga luz sobre uma suspeita dolorosa: a de que o capital político do irismo estaria sendo negociado por conveniência comercial, ignorando as cicatrizes que a ditadura deixou no “Velho Cacique”. A Defesa de Ana Paula Rezende em resposta ao impacto de sua decisão, Ana Paula publicou uma carta aberta onde tenta desvincular o “legado” da “sigla”. Sua estratégia é clara: o irismo não é um CNPJ, é um modo de fazer política. Ana Paula ancora seu discurso no “resultado na ponta”. Ao citar os mutirões e a entrega de mil casas em um dia, ela argumenta que a essência de Íris era a entrega e a assistência social, e não apenas a ideologia partidária. Para ela, o PL seria o veículo atual que lhe oferece a “liberdade” para exercer essa política executora. A carta faz um resgate estratégico de sua mãe, Dona Íris Araújo. Ao evocar a rede de mulheres e a política do “cuidado”, Ana Paula tenta suavizar a imagem do PL (frequentemente visto como um partido de retórica masculina e belicosa), trazendo-o para o campo do social e do atendimento direto às famílias. O ponto mais audacioso da carta é o convite aos antigos aliados. Ela testa a fidelidade do grupo irista ao afirmar que “o que nos uniu não foi partido”. É um movimento de secessão: ela está dizendo aos prefeitos e líderes do interior que eles podem ser “iristas no PL”, tentando esvaziar o MDB de sua alma histórica. Enquanto os críticos veem traição à história, Ana Paula apresenta sua mudança como uma evolução necessária para quem deseja “espaço para construir”. Ela evita o confronto direto com as lideranças do MDB, mas deixa claro que o partido atual não mais representava o ambiente onde ela poderia exercer o que aprendeu em casa.A grande questão que fica para as próximas eleições é: o eleitor de Íris Rezende — aquele que valoriza a democracia e as instituições — seguirá a “chave” da herdeira para dentro de um partido de direita conservadora, ou permanecerá fiel à biografia democrática do pai, mesmo que longe da filha? Este é um tema denso e atravessado por memórias profundas da política goiana e nacional. Analisar a trajetória de Iris Rezende Machado em contraste com o bolsonarismo exige olhar para as raízes da formação política de cada um: enquanto um nasceu na resistência democrática, o outro se consolidou a partir de 2019 no saudosismo do período autoritário. Temos que fazer uma análise estruturada sobre esse choque ideológico e as implicações simbólicas das recentes movimentações políticas. A história política de Goiás possui um divisor de águas chamado Iris Rezende. Ocupar o mesmo espaço que o bolsonarismo, para muitos historiadores e entusiastas do “Irismo”, não é apenas uma aliança estratégica, mas uma contradição histórica direta. Iris Rezende teve seu mandato de prefeito de Goiânia cassado e seus direitos políticos suspensos por dez anos pela Ditadura Militar em 1969. O “Irismo” foi forjado na luta pelo restabelecimento da democracia e no Movimento Democrático Brasileiro (MDB) genuíno, que era a voz dos perseguidos pelo regime de 1964. Em contrapartida, o bolsonarismo tem como um de seus pilares a exaltação do período militar. Enquanto Iris foi vítima da repressão, o PL bolsonarista frequentemente questiona a legitimidade de instituições democráticas e homenageia figuras ligadas aos porões da ditadura. Iris era o político do “Mutirão”sua ideologia era prática: o Estado deveria fornecer moradia, asfalto e dignidade diretamente ao povo. Ele via nos direitos trabalhistas e sociais a base da paz pública. O Bolsonarismo, a pauta do PL atual é marcadamente neoliberal. Existe uma busca constante pela flexibilização de direitos trabalhistas (sob o argumento de gerar empregos) e pelo desmonte de estruturas estatais que, na visão de Iris, eram ferramentas de justiça social. Iris Rezende era um homem de instituições. Mesmo nos momentos de maior tensão, sua linguagem era a da conciliação e do respeito à liturgia do cargo. O bolsonarismo, por outro lado, flerta com a retórica da ruptura, o questionamento do sistema eleitoral e o cerceamento de poderes do Judiciário — práticas que se chocam com a biografia de quem lutou para reconstruir o Estado de Direito no Brasil. A aproximação de herdeiros políticos e familiares de Iris Rezende com o PL de Jair Bolsonaro levanta um debate ético e histórico. Vincular o legado de Iris ao golpismo recente (como os eventos de 8 de janeiro)
Marçal está proibido de frequentar casas de prostituições
Pablo Marçal está proibido de ir a bares, boates e casas de prostituição Reprodução/Internet A decisão é resultado de um acordo no âmbito da ação penal eleitoral movida contra Marçal pelo também ex-candidato Guilherme Boulos (PSol) O influencer e ex-candidato a prefeito de São Paulo Pablo Marçal (PRTB) está proibido de sair de Barueri sem autorização judicial e não poderá frequentar bares, boates e casas de prostituição. A decisão foi imposta pela juíza Maria Elizabeth de Oliveira Bortoloto, da 386ª Zona Eleitoral de Barueri, região metropolitana de São Paulo, e vale para os próximos 2 anos. A decisão é resultado de um acordo no âmbito da ação penal eleitoral movida contra Marçal pelo também ex-candidato Guilherme Boulos (PSol) em resposta à divulgação de um laudo médico falso às vésperas do primeiro turno da eleição em outubro de 2024, em que “comprovava” que o psolista consumia cocaína. Pablo Marçal foi candidato à Prefeitura de São PauloEm maio do ano passado, o Ministério Público Eleitoral (MPE) denunciou o empresário por difamação e falsificação de documento. Além dele, foram formalmente acusados Tassio Botelho, advogado do empresário, e Luiz Teixeira da Silva Júnior, proprietário da clínica que teria emitido o laudo falso. Decisão Na decisão, a juíza afirmou que o MPE ofereceu proposta de “Suspensão Condicional do Processo”, um benefício previsto em lei em que os acusados aceitam cumprir determinadas condições impostas pela Justiça. Isso só é possível para crimes com pena igual ou inferior a um ano. “Os acusados Pablo Henrique Costa Marçal e Tassio Renam Souza Botelho, por intermédio de seus advogados, manifestaram expressa concordância com os termos e condições propostas, ressalvando que a aceitação não implica em reconhecimento de culpa ou confissão”, escreveu Maria Elizabeth na decisão. O proprietário da clínica declinou a proposta e o processo dele seguirá em curso.Procurado, Marçal não se manifestou sobre o acordo até a publicação da reportagem. Boulos, em publicação nas redes sociais, alfinetou o adversário. “Acho que vou tomar uma cerveja hoje. Afinal, eu posso ir a bares.”
Comentários de Elon Musk sobre Jesus Cristo gera polêmia
Executivo demonstra expressão séria em audiência – Foto: Instagram Comentário de Elon Musk sobre Jesus gera preocupação e leva internautas a temerem que algo ruim esteja por vir Elon Musk reacendeu um debate ao afirmar acreditar nos ensinamentos de Jesus em resposta a um usuário que sugeriu evangelizá-lo. A declaração simples, postada no Twitter em 17 de fevereiro de 2026, ganhou ampla repercussão em minutos, sendo compartilhada por apoiadores, críticos e curiosos em diferentes plataformas. A resposta de Elon Musk veio depois de um internauta sugerir que alguém “deveria evangelizar-lo e conduzi-lo a Cristo”. O empresário respondeu de forma direta: “Eu acredito nos ensinamentos de Jesus”, o que levou a muitas discussões sobre o real significado de sua fé e motivações por trás da frase. Nas redes sociais, as reações variaram entre interpretações de uma possível mudança pessoal de Elon Musk e lembranças de declarações anteriores. Alguns usuários questionaram a diferença entre admirar princípios éticos de Jesus e professar fé em Cristo, enquanto outros afirmaram que “ele diz isso há muito tempo” e que “não é cristão, mas acredita nos ensinamentos de Cristo”. Houve até quem perguntasse diretamente: “Concordar com os ensinamentos e aceitar Jesus Cristo como Salvador são coisas distintas. Você já aceitou Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador?” Em contrapartida, parte do público defendeu o posicionamento do empresário. Comentários como “Também pode ser algo bonito” reforçaram a ideia de que Elon Musk sempre demonstrou respeito pela mensagem moral de Jesus. Na própria conta no Twitter, ele publicou a frase original em inglês, “I agree with the teachings of Jesus”, [“Concordo com os ensinamentos de Jesus.”] indicando concordância com os valores de amor, bondade e perdão associados à figura cristã. O histórico de Elon Musk em relação à fé já havia sido abordado em outras ocasiões. Em 2022, ele escreveu que Jesus ensinou amor, bondade e perdão, reconhecendo que antes considerava a ideia de “dar a outra face” uma demonstração de fraqueza, mas depois passou a valorizar a profundidade dessa atitude. Em 2024, durante uma entrevista, declarou: “Embora eu não seja uma pessoa particularmente religiosa, acredito que os ensinamentos de Jesus são bons e sábios”- replicou Elon Musk. Ainda naquele ano, ao conversar com o comentarista Tucker Carlson, Musk se descreveu como um “cristão cultural”, explicando que cresceu em ambiente cristão anglicano, foi batizado nessa tradição e frequentou a escola dominical. Ateu? No entanto, ele também compartilhou que, por volta dos 14 anos, perdeu parte da fé ao refletir sobre conceitos científicos do universo e passar a considerar improvável a ideia de uma superconsciência que observa e julga cada ação humana após a morte. Nos anos seguintes, o discurso de Elon Musk passou a incorporar maior abertura ao tema religioso. Em 2025, questionou a origem do universo e admitiu que, se alguém indagar de onde tudo veio, poderia existir uma entidade que algumas pessoas chamariam de Deus. Em outro podcast naquele mesmo ano, mencionou “o criador” ao falar sobre a figura que mais admira, explicando que o universo pode ter surgido de algo além da compreensão humana e que diferentes culturas usam rótulos diversos para designar esse princípio. Entre declarações antigas e postagens recentes, o posicionamento de Elon Musk sobre fé segue sendo interpretado de diversas maneiras, especialmente em um ambiente digital onde poucas palavras podem desencadear longas discussões sobre crença e significado religioso.
Ator é morto a tiros
Moisés Trindade – Foto: Instagram O ator Moisés Trindade foi morto a tiros em Salvador (BA) Salvador acordou em luto com a triste confirmação da morte do ator Moisés Trindade, de 33 anos. Segundo apurado pela TV Bahia, afiliada a Globo, o artista foi morto a tiros na noite de segunda-feira (23/2), no bairro da Calçada, em Salvador – Bahia. Segundo as informações, o crime foi presenciado por dois filhos dele, além da mãe e do pai. A morte de Moisés Trindade aconteceu por volta das 19 horas, próximo ao Plano Inclinado. Informações iniciais apuradas pela emissora apontam que Moisés estava na Travessa Bartholomeu quando foi abordado por dois homens, que chegaram ao local em uma motocicleta. Depois que cometeram o crime, os suspeitos fugiram. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi ao local, mas já encontrou Moisés Trindade morto. Vale lembrar que, nas redes sociais, Moisés se identificava como ator dos grupos ‘Fatos de favela’ e ‘Pé no chão’, que juntos são acompanhados por mais de 15 mil seguidores. Os perfis produzem conteúdo sobre a rotina nas comunidades e tentam trazer a mensagem de que o crime não compensa. Além de atuar, o artista tinha um bar, que foi inaugurado em dezembro do ano passado. O crime é investigado pela 3ª Delegacia de Homicídios (DH), que tenta identificar a autoria e motivação do assassinato.
Caiado, Gracinha e Daniel levam benefícios do Goiás Social ao Nordeste goiano
Caiado, Gracinha e Daniel levam benefícios do Goiás Social ao Nordeste goiano – Fotos: Remisson Sales e Hegon Corrêa Edição do programa realizada em Posse concentra serviços públicos e simboliza avanço das ações do Governo de Goiás no interior do estado O governador Ronaldo Caiado, a primeira-dama Gracinha Caiado e o vice-governador Daniel Vilela abriram, nesta terça-feira (24/2), a edição itinerante do Goiás Social no município de Posse. Considerado o maior programa de caráter social do Brasil, o Goiás Social conta com estrutura móvel que percorre todo o Estado oferecendo, nesta edição, serviços gratuitos e promovendo a entrega de centenas de benefícios à população do Nordeste goiano. A estrutura foi montada ao lado do prédio da Justiça Eleitoral e o atendimento segue até as 17h desta terça-feira e, na quarta-feira (25/2), das 8h às 12 horas. “Essa região, antes esquecida, hoje conta com policlínica moderna, escolas de qualidade, rodovias asfaltadas e programas sociais que devolveram dignidade e esperança à população. Em Posse e em todo o Nordeste goiano, ampliamos o apoio às mães e garantimos que nenhuma família precise gastar para manter os filhos na escola, porque governar é cuidar das pessoas e criar condições para que elas tenham renda e qualidade de vida”, ressaltou o governador Ronaldo Caiado. Fotos: Remisson Sales e Hegon Corrêa Coordenadora do Goiás Social, Gracinha Caiado destacou a comodidade proporcionada pela iniciativa, que concentra diversos serviços em um único local. “O Goiás Social é um grande programa de proteção que reúne aqui todos os serviços do Estado, com exames, vacinas, óculos e atendimentos para garantir o melhor à população. É uma alegria ver o Nordeste goiano, que por tanto tempo foi esquecido, agora sendo acompanhado com a mesma força de outras regiões”, frisou. Fotos: Remisson Sales e Hegon Corrêa O vice-governador Daniel Vilela também enfatizou a parceria entre os poderes como fator de transformação para Posse. “O Nordeste Goiano voltou a ser visto e a receber investimentos do Governo de Goiás, e Posse vive hoje um novo momento graças aos recursos estaduais e à parceria com nossos parlamentares e vereadores. Essa é uma região de grande potencial, que seguirá recebendo investimentos e atraindo ainda mais empresas, especialmente na mineração de terras raras”, afirmou. Durante a abertura, foram entregues 180 cartões do programa Mães de Goiás, além de cartões do Dignidade, do Goiás Por Elas, do Goiás + Inclusivo e do Aluguel Social. Também houve distribuição de kits do Aprendiz do Futuro, além da emissão da Carteira do Autista, Passe Livre da Pessoa com Deficiência, Passaporte da Pessoa Idosa e entrega de itens do programa Dignidade Menstrual. A Organização das Voluntárias de Goiás (OVG) repassou cadeiras de rodas e de banho, enxovais para bebês e outros benefícios. A programação inclui ainda inscrições para cursos de qualificação profissional e acesso a vagas de emprego pelo programa Mais Empregos, atendimentos do Vapt Vupt, matrículas para alfabetização e orientações sobre programas voltados a produtores rurais, entre outros serviços.
STF julga acusados de mandar matar Marielle e Anderson
Imagens: CNN Brasil Segundo a acusação, o assassinato teria sido motivado por disputas relacionadas à atuação de milícias e a interesses fundiários no Rio de Janeiro A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) iniciou às 9h43 desta terça-feira (24/2) o julgamento dos acusados de serem os mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Entre os réus estão os irmãos Chiquinho Brazão e Domingos Brazão, acusados de encomendarem o homicídio. Também respondem à ação penal o delegado Rivaldo Barbosa, indicado como mentor intelectual do atentado; o major da PM Ronald Paulo Alves Pereira, que teria monitorado a rotina da vereadora; e o policial militar Robson Calixto Fonseca, que teria ajudado a ocultar a arma do crime e de integrar o núcleo financeiro do grupo. A sessão começa com a leitura do relatório pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do caso. Em seguida, falará a PGR (Procuradoria-Geral da República), que apresentará argumentos para defender o pedido de condenação dos réus por organização criminosa, homicídio qualificado e tentativa de homicídio. Depois, falará um advogado “assistente da acusação”. Ele foi indicado por Fernanda Chaves, ex-assessora de Marielle que sobreviveu ao ataque, para ajudar o Ministério Público a montar o caso. Depois da acusação, os advogados dos réus terão até uma hora cada para defender seus clientes. Encerradas as manifestações, os ministros passam à votação. Além de Moraes, integram a Primeira Turma os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia. São necessários ao menos três votos para formar maioria. O caso chegou ao STF em 2024 após a investigação apontar o envolvimento de Chiquinho Brazão, que à época era deputado federal e, por isso, possui foro privilegiado. Em 2019, os ex-policiais Ronnie Lessa e Élcio Queiroz foram presos como executores dos disparos. Eles confessaram o crime e foram condenados. As delações premiadas assinadas pelos dois impulsionaram a apuração sobre os supostos mandantes. Segundo a acusação, o assassinato teria sido motivado por disputas relacionadas à atuação de milícias e a interesses fundiários no Rio de Janeiro. Lessa afirmou terem sido oferecidos US$ 10 milhões em troca da execução da vereadora.
Nada consta: Vicentinho Júnior apresenta certidões negativas de condenações
“Busquem informações sobre o trabalho e a biografia de todos. Quem já me conhece sabe. E quem não teve a oportunidade, terá a certeza do nosso trabalho, da nossa vida e da minha capacidade”, disse Vicentinho Júnior Reprodução: poptvnews Vicentinho Júnior apresenta certidões negativas de condenação e pede que eleitores analisem história, trabalho e biografia dos pré-candidatos O pré-candidato ao governo do Tocantins Vicentinho Júnior (PSDB) apresentou, ao todo, 14 certidões que comprovam não ter condenação ao longo de seus três mandatos de deputado federal. “Contra fatos não há argumentos. Fui desafiado e comprovo. São onze anos e dois meses de mandato. E provo que não tenho uma condenação sequer”, afirmou, na manhã desta terça-feira, dia 24, ao vivo, no podcast Sacode Tocantins. Na transmissão da entrevista ao vivo pelas redes sociais, o parlamentar fez questão de mostrar um documento por vez com o “nada consta”, ou seja, a negativa de condenação. As certidões são de órgãos do Judiciário estadual e federal, tribunais superiores da Justiça e tribunais de contas, entre outros. O desafio começou no fim de semana, quando o blogueiro Messias Júnior, em suas redes, desafiou o pré-candidato a provar que não possuía condenação ao longo de seu mandato. “Agora, provei e com a consciência tranquila que sempre tive vou seguir com o debate do Tocantins, seus problemas e soluções. E quero que as pessoas que não me conhecem analisem a vida de todos que se colocam nas candidaturas”, disse. “Busquem informações sobre o trabalho e a biografia de todos. Quem já me conhece sabe. E quem não teve a oportunidade, terá a certeza do nosso trabalho, da nossa vida e da minha capacidade. Sem contar a juventude e experiência com as quais me dedicarei como governador desse Estado, se assim Deus e os tocantinenses me permitirem”, finalizou.
José Dirceu alerta: tirar o Alckmin da chapa irá custar a eleição
Foto: Divulgação Ex-ministro José Dirceu defende manutenção da aliança com Lula para 2026 e expõe divergências internas do PT sobre estratégia eleitoral A Executiva Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT) se reuniu nesta segunda-feira (23/2), na sede do diretório estadual, na Lapa, em São Paulo, para discutir a estratégia eleitoral da legenda para 2026. O principal ponto de tensão foi a manutenção da chapa presidencial com o presidente Lula e Geraldo Alckmin, tema que revelou divergências internas sobre os rumos da aliança nacional. As informações foram reveladas pelo jornal O Globo, que teve acesso aos principais pontos debatidos no encontro. Participaram da reunião lideranças como o ex-ministro José Dirceu, o presidente do partido, Edinho Silva, o vice-presidente Jilmar Tatto e o deputado Carlos Zarattini. Defesa enfática da chapa Lula-AlckminO momento mais marcante da reunião foi a intervenção de José Dirceu, que fez um alerta direto sobre os riscos de alterar a composição da chapa presidencial. “Tirar o Alckmin da chapa do Lula irá custar a eleição!”, afirmou Dirceu, segundo o relato do encontro. A declaração reforça a posição de setores do PT que consideram estratégica a manutenção da aliança com Alckmin para 2026. Para essa ala, a composição atual amplia o espectro político da candidatura do presidente Lula e reduz resistências em segmentos mais amplos do eleitorado. Embora existam correntes internas que defendam reavaliações, o tom da reunião indicou predominância da cautela. A avaliação de parte da direção é que mudanças abruptas na engenharia da aliança poderiam gerar instabilidade política e custo eleitoral elevado. São Paulo no centro do tabuleiroOutro eixo central do encontro foi a disputa ao Senado em São Paulo, considerada peça-chave para o desempenho nacional do partido. Edinho Silva informou que as articulações estão em andamento e mencionou as ministras Simone Tebet (MDB) e Marina Silva (Rede) como nomes influentes no cenário eleitoral paulista. A definição, no entanto, depende de pesquisas e, sobretudo, da decisão do ministro Fernando Haddad sobre seu futuro político. O impasse foi tratado como estratégico para o desenho da candidatura em São Paulo. “Haddad precisa resolver se será ou não candidato urgente”, declarou Jilmar Tatto, explicitando a pressão para que o ministro anuncie sua posição até 10 de março. A leitura interna é que a indefinição compromete a organização das alianças e a consolidação de uma narrativa competitiva no estado, atualmente governado pelo republicano, Tarcísio de Freitas.
Amélio Cayres põe fim a especulações e reafirma pré-candidatura ao Governo do Tocantins: “Vice é menos do que zero”
“Meu propósito é o mesmo: sou pré-candidato a governador. Lá na frente poderemos conversar, mas não desisti. Hoje, mais do que nunca, estou firme e determinado”, afirmou Amélio Cayres O presidente da Assembleia Legislativa do Tocantins (Aleto) Amélio Cayres (Republicanos), usou um discurso direto e sem rodeios para definir, de uma vez por todas, seu futuro político nas eleições de 2026. Em entrevista concedida nesta segunda-feira, o parlamentar descartou qualquer possibilidade de disputar o Senado ou compor como vice em uma chapa majoritária, reafirmando seu objetivo de concorrer ao Palácio Araguaia. “Meu propósito é o mesmo: sou pré-candidato a governador. Lá na frente poderemos conversar, mas não desisti. Hoje, mais do que nunca, estou firme e determinado”, afirmou. Cayres também tratou de esclarecer sua situação dentro do partido. Segundo ele, o Republicanos lhe dá total respaldo para liderar o projeto ao Executivo estadual, mas mantém as portas abertas para diálogos, desde que haja reciprocidade. “Sou candidato dos Republicanos, com a garantia do partido para ser candidato a governador ou ao que eu entender. Tenho a garantia formal, mas não sou pessoa de fechar portas. Estou com portas abertas, desde que também encontre portas abertas”, declarou. O tom de cautela, no entanto, deu lugar a uma revelação pessoal quando o assunto foi a relação com a senadora Dorinha Seabra Rezende (União Brasil), cotada para compor o arco de alianças da oposição. Amélio revelou que não há diálogo com a parlamentar e que os canais de comunicação, ao menos por parte dela, estão fechados. “Nunca teve diálogo. Ela nunca me ligou, nem para dar condolências pela morte do meu irmão. Então, é uma pessoa que hoje fechou os sinais. Mas as minhas portas continuam abertas. Se eu achar alguma porta aberta, pode ter certeza que estarei pronto para conversar”, disse. Ao ser questionado se aceitaria compor como vice em uma eventual chapa encabeçada por outro nome, Amélio foi enfático e não hesitou na resposta. “Zero. Menos do que zero. Vice é menos do que zero” Com a declaração, o presidente da Assembleia Legislativa sinaliza que pretende seguir em frente com a construção de sua candidatura própria ao Governo do Estado, mantendo-se disponível para alianças, mas sem abrir mão do protagonismo na disputa. Resta saber como os demais atores políticos do estado reagirão à sinalização de que, para Amélio, o caminho é seguir como cabeça de chapa ou não seguir. Fontes: Orla Notícia Tocantins


