Foto: SSP-GO Com média de 1,8 por dia, mês tem o menor número da série histórica; 213 municípios não registraram homicídios consumados Goiás mantém uma política de segurança pública que continua gerando resultados concretos e sustentáveis. Dados do Observatório da Segurança Pública da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP-GO), divulgados nesta terça-feira (1º/7), mostram que o Estado alcançou, em junho de 2025, o menor número de homicídios da série histórica iniciada em 2016. Foram 54 ocorrências registradas em todo o território goiano ao longo do mês, com destaque para o fato de que 213 municípios não registraram nenhum homicídio consumado, incluindo feminicídio, durante o período. O governador Ronaldo Caiado atribui a redução recorde à efetividade da política de segurança implantada desde 2019. “De todas as áreas, a segurança pública é a que mais avançou no meu governo. Estamos mostrando que é possível, sim, reduzir a criminalidade com gestão séria, investimentos, integração das forças policiais e valorização dos servidores”, afirmou. O secretário de Segurança Pública, Renato Brum, reforçou que os resultados são fruto de uma estratégia sólida e contínua. “A redução expressiva dos homicídios não acontece por acaso. É resultado de uma atuação integrada, do uso de inteligência policial, de investimentos em tecnologia, equipamentos e capacitação, além do comprometimento diário dos nossos profissionais”, destacou. “Já investimos mais de R$ 17 bilhões em segurança, por isso que Goiás hoje é referência e as pessoas têm liberdade plena em todo território estadual”, acrescentou Caiado. A metodologia de monitoramento e análise estatística foi implantada em 2016, ano em que Goiás registrou 256 homicídios apenas no mês de outubro. Comparado com junho deste ano, os dados mostram uma redução de quase cinco vezes no número de casos, o que representa uma queda proporcional de 500%. Enquanto em outubro de 2016 a média era de 8,25 homicídios por dia no Estado, em junho de 2025 a taxa caiu para 1,8 homicídios diários. O relatório utiliza dados do sistema Qlik Sense (RAU), com atualização em 1º de julho de 2025, e inclui os casos de feminicídio, conforme metodologia adotada pela SSP-GO. Queda consolidada também no comparativo anual Outros indicadores reforçam a tendência de queda contínua da criminalidade em Goiás desde 2019. De acordo com a SSP-GO, entre 2018 e 2024 o número de homicídios caiu 55%, passando de 2.118 para 945 casos. Essa redução é resultado direto da política de segurança adotada pela atual gestão, com foco na inteligência policial, no fortalecimento do policiamento ostensivo e na integração entre as forças de segurança. A comparação entre os anos mais recentes também confirma essa trajetória de redução. Houve queda de 12% nos homicídios dolosos entre 2023 e 2024, com o número de casos passando de 1.072 para 945. Além disso, a taxa de resolução desses crimes alcançou 91% em 2024 – o maior índice do Brasil e um dos mais altos do mundo, segundo a Polícia Civil de Goiás.
Goiás alcança recorde na queda de homicídios em junho
Governo de Goiás amplia número de viagens do transporte coletivo para atender romeiros de Trindade
Fotos: Letícia Oliveira/Metrobus Linha 112, entre Goiânia e Trindade, opera 24 horas e fará 1.445 viagens para atender à maior demanda durante a festa religiosa. Já a linha 363, entre Goianira e Trindade, foi criada exclusivamente para atender os fiéis Durante a Festa do Divino Pai Eterno de 2025, o Governo de Goiás reforçou o número de viagens do transporte coletivo para atender aos romeiros de Trindade. A oferta extra segue até domingo, 6 de julho, dia de encerramento da festa. Segundo a Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC), o transporte em esquema especial está disponível desde o dia 27 de junho. O subsecretário de Políticas para Cidades e Transporte, Miguel Ângelo Pricinote, afirma que o reforço no número de viagens busca viabilizar a maior participação dos fiéis na tradicional festa religiosa. “Com a ampliação da oferta, o Governo de Goiás garante mais acesso e segurança para os romeiros que se deslocam para Trindade”, diz. Mais de 1,6 milhão de pessoas já passaram pela cidade. O presidente da Metrobus, Francisco Caldas, afirma que a oferta de ônibus foi ampliada em 25%, com readequação da escala dos motoristas, para suprir a demanda extra de passageiros e garantir que eles pudessem, assim, participar da festa religiosa. “Para nossa grata surpresa, essa oferta adicional acabou acomodando também um aumento da ordem de 20% da demanda e, assim, mais pessoas estão usufruindo da festa de Trindade, sendo transportadas com regularidade e pontualidade”, pontua. A linha 112 – Terminal Trindade/Terminal Praça da Bíblia, entre Goiânia e Trindade, funciona 24 horas e oferta mais de 1.445 viagens no período. Outra linha disponível é a 363, com itinerário entre Terminal Goianira e Terminal Trindade, fazendo a ligação entre as cidades de Goianira e Trindade pela rodovia GO-469, operando exclusivamente nos dias 5 e 6 de julho (sábado e domingo), com 21 (vinte e uma) viagens, proporcionando acesso direto dos moradores de Goianira à Festa do Divino Pai Eterno. A Rede Metropolitana de Transportes Coletivos (RMTC) disponibiliza mais de 200 profissionais em pontos estratégicos nos terminais Padre Pelágio, Vera Cruz e Trindade, fazendo a segurança, limpeza, organizando as filas e controlando a operação e os acessos, com foco no apoio aos romeiros.
TV argentina repercute fama de “pegador” de Renato Gaúcho
Reprodução/Internet Comentarista da Telefe citou entrevista em que treinador diz ter se relacionado com 5 mil mulheres Renato Gaúcho voltou aos holofotes internacionais durante o Mundial de Clubes, mas não apenas por sua atuação como treinador. Ao conduzir o Fluminense à classificação para as quartas de final com vitória sobre a Inter de Milão, o técnico também teve detalhes de sua vida pessoal expostos na televisão argentina. A Telefe resgatou uma entrevista dada por ele em 2008. Durante a transmissão da partida, um dos comentaristas do canal relembrou a declaração polêmica de Renato Gaúcho, que afirmou ter se relacionado com mais de 5 mil mulheres. “Em uma entrevista feita em 2008, ele confessou ter ficado com mais de 5 mil mulheres. Ele disse: ‘Contei e recontei. Nunca ninguém fez tanto sexo quanto eu. Sou um verdadeiro fenômeno’. Este senhor é o técnico do Fluminense, Renato Portaluppi”, comentou Juan Pablo Varsky na Telefe. Entrevista de 2008A entrevista em questão foi concedida ao jornal Meia Hora, no auge da carreira de Renato Gaúcho como figura midiática fora do campo. “Vou contar uma parada para você e acredite se quiser. Eu refiz as minhas contas e cheguei à conclusão de que há muito tempo ultrapassei a marca das 3.000 transas.Renato Gaúcho voltou aos holofotes internacionais durante o Mundial de Clubes, mas não apenas por sua atuação como treinador. Ao conduzir o Fluminense à classificação para as quartas de final com vitória sobre a Inter de Milão, o técnico também teve detalhes de sua vida pessoal expostos na televisão argentina. A Telefe resgatou uma entrevista dada por ele em 2008. Durante a transmissão da partida, um dos comentaristas do canal relembrou a declaração polêmica de Renato Gaúcho, que afirmou ter se relacionado com mais de 5 mil mulheres. “Em uma entrevista feita em 2008, ele confessou ter ficado com mais de 5 mil mulheres. Ele disse: ‘Contei e recontei. Nunca ninguém fez tanto sexo quanto eu. Sou um verdadeiro fenômeno’. Este senhor é o técnico do Fluminense, Renato Portaluppi”, comentou Juan Pablo Varsky na Telefe. Entrevista de 2008A entrevista em questão foi concedida ao jornal Meia Hora, no auge da carreira de Renato Gaúcho como figura midiática fora do campo. “Vou contar uma parada para você e acredite se quiser. Eu refiz as minhas contas e cheguei à conclusão de que há muito tempo ultrapassei a marca das 3.000 transas. Contei, recontei e cheguei à conclusão de que já transei com nada mais nada menos que 5.000 mulheres”, disse.
Governo do Tocantins apresenta oportunidades para investidores internacionais
Antonio Gonçalves/Governo do Tocantins Reunião com o grupo da Catalunha ocorreu no Palácio Araguaia, em Palmas, por intermédio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que está articulando uma parceria com o Estado O Governo do Tocantins, por meio das secretarias de Estado da Indústria, Comércio e Serviços (Sics), da Fazenda (Sefaz), da Agricultura e Pecuária (Seagro), e da Casa Civil, recebeu, nesta terça-feira, 1º de junho, no Palácio Araguaia Governador José Wilson Siqueira Campos, em Palmas, representantes da Câmara de Comércio da Catalunha, na Espanha, onde discutiram possibilidades de acordo entre os países. A reunião foi promovida pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que está articulando uma parceria com o Estado. O BID trabalha na elaboração do projeto Tocantins Mais Sustentável. Dentro desse trabalho, existe um componente de atração de investimentos e promoção do comércio exterior. A premissa da reunião é sustentar a base de preparação do projeto, visando à parceria entre o BID e o Governo do Tocantins, mediante diálogo com potenciais investidores internacionais. O secretário-chefe da Casa Civil, Deocleciano Gomes, que na ocasião representou o governador Wanderlei Barbosa, ressaltou o compromisso do Governo do Tocantins em atrair investimentos. “Recebemos esta primeira visita da equipe, que conheceu de perto as potencialidades do Tocantins, já com uma perspectiva de investimento. É um projeto que busca o desenvolvimento sustentável do estado, com o acompanhamento do BID [Banco Interamericano de Desenvolvimento], que também tem sinalizado apoio com recursos e suporte técnico. A expectativa do governo é que esta seja apenas a primeira de muitas visitas, com possibilidades reais de novos investimentos em um futuro próximo”, enfatizou o secretário. Segundo o especialista líder do BID, Leonardo Lahud, o objetivo, a médio e longo prazo, é o de fortalecer a capacidade do Tocantins de atrair investimentos, além de dar base de sustento para o projeto Tocantins Mais Sustentável. “Estamos preparando um projeto importante para o Tocantins, já aprovado pelo governo federal, com financiamento do BID. Um dos principais focos é atrair investimentos privados e promover o comércio exterior. Mesmo antes da assinatura, já estamos trazendo investidores internacionais para conhecer o potencial do estado, este é o primeiro passo para fortalecer a nossa parceria”, salientou o especialista. O secretário de Estado da Indústria, Comércio e Serviços, Carlos Humberto Lima, destacou que a reunião viabilizou a apresentação das potencialidades do Tocantins e representou o início de uma articulação entre o Estado e a região da Catalunha. “Apresentamos aos representantes empresariais da equipe da região da Catalunha as potencialidades do Tocantins, conforme o perfil de cada grupo empresarial e da Câmara de Comércio. Mostramos, também, a força do empresariado local e as oportunidades existentes no estado para receber investimentos. Além disso, iniciamos a construção de uma cooperação técnico-comercial com a Câmara de Comércio Brasil-Catalunha. A partir disso, poderemos avançar com reuniões para que essas oportunidades se concretizem em investimentos no futuro próximo. Estamos seguindo a orientação do governador Wanderlei Barbosa de estarmos atentos às oportunidades de parcerias para potencializar o desenvolvimento econômico”, pontuou o secretário. O diretor do Escritório Exterior de Comércio e Investimentos da Catalunha, Josep Buades, reforçou a importância do encontro para possíveis parcerias. “O Brasil é um mercado muito relevante para as empresas da Catalunha, tanto na área comercial como na de investimento, e também na área tecnológica. Nós sabemos que o Tocantins apresenta números macroeconômicos muito interessantes acima da média do Brasil e o motivo da nossa viagem foi conhecer in loco as oportunidades de negócios e investimentos que o estado apresenta para as empresas internacionais”, explicou o diretor. Também participaram da reunião o secretário de Estado da Fazenda, Donizeth Silva; o secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, Jaime Café; o presidente da Agência Tocantinense de Saneamento (ATS), Pedro Henrique Cardoso; o diretor-geral da IDOM, Josep Rivera; o diretor Latam da SIMON, João Gomes; e o consultor do BID, Javier Casademun.
Lula chama Bolsonaro de ‘frouxo’
Ele ‘pede Pix e anistia antes de ser condenado’, afirmou Lula Durante o lançamento do Plano Safra 2025/2026, nesta terça-feira (1/7), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez críticas indiretas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), ao afirmar que nunca pedirá doações via Pix e que não pretende solicitar anistia antes de ser condenado pela Justiça. “Eu nunca vou pedir para vocês fazerem um Pix para mim. Nunca. Guarda o seu dinheiro para pagar os seus funcionários. Eu não quero Pix. E jamais vou pedir anistia antes de ser condenado”, afirmou Lula, em discurso no Palácio do Planalto. Sem citar nomes, o presidente completou: “Quem é frouxo não deveria fazer bobagem. Quem não tem coragem não deveria fazer bobagem. Quem não mede o erro das suas consequências não deveria fazer bobagem.” Artigos Relacionados Bolsonaro é réu no Supremo Tribunal Federal (STF), acusado de envolvimento em uma tentativa de golpe para impedir a posse de Lula. Desde que deixou a presidência e passou a enfrentar ações na Justiça, Bolsonaro tem recebido apoio financeiro de aliados por meio de doações e já defendeu anistia a investigados pelos ataques às sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023, em Brasília. O evento marcou o anúncio do Plano Safra 2025/2026, que prevê R$ 516,2 bilhões em crédito para o setor agropecuário. A cerimônia contou com a presença do vice-presidente Geraldo Alckmin e dos ministros Fernando Haddad (Fazenda), Carlos Fávaro (Agricultura), Marina Silva (Meio Ambiente) e Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário)
PCC já atua ‘legalmente’ em setores formais da economia brasileira
A facção que antes só atuava nos presídios e periferias brasileiras agora passou a operar em larga escala no mundo dos negócios formais Três décadas após sua criação na Casa de Custódia de Taubaté (SP), o Primeiro Comando da Capital (PCC) deixou de ser apenas uma facção atuante nos presídios e periferias brasileiras e passou a operar em larga escala no mundo dos negócios formais. A facção já se infiltra em ao menos 13 setores da economia nacional e está presente em 28 países, segundo levantamento do Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP). As informações foram publicadas pelo jornal Estado de S. Paulo, em reportagem de Marcelo Godoy. “Sim, o PCC hoje está na economia formal. As empresas que eles estão administrando não são mais empresas de fachada como uma década atrás”, afirmou o promotor de Justiça Lincoln Gakiya, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), durante o seminário Crime Organizado e Mercados Ilícitos no Brasil e na América Latina, promovido pela Cátedra Oswaldo Aranha, da USP. “São empresas que existem, que estão prestando serviço, às vezes até prestando um bom serviço. Mescla-se nelas o dinheiro do tráfico internacional de entorpecentes com o efetivo lucro que as empresas dão por ano”, acrescentou o promotor. Do tráfico à internacionalização dos negóciosO PCC, que inicialmente se dedicava ao tráfico interno de drogas, ampliou sua operação para o narcotráfico internacional. A facção mantém estruturas operacionais em países como Turquia, Líbano e Japão. Gakiya destacou o potencial de lucro dessas atividades: “O quilo de cocaína na Ásia chega a US$ 150 mil. Estão comprando a produção na Bolívia por US$ 1 mil o quilo – às vezes, até por US$ 800 – e essa cocaína chega em Hong Kong a US$ 150 mil o quilo. Não há nenhum negócio que dê mais dinheiro do que a cocaína hoje.” Essa rentabilidade levou o grupo, há cerca de uma década, a investir intensamente em estratégias de lavagem de dinheiro. Começou por setores tradicionais: postos de gasolina, agências de veículos e imóveis. Com o tempo, diversificou as operações para construção civil, casas de câmbio no Paraguai e, mais recentemente, bancos digitais, fintechs, Fundos de Investimento em Participações (FIP) e criptomoedas. Segundo Gakiya, os setores da economia formal usados pelo PCC para lavar dinheiro incluem: Postos de gasolinaAgências de automóveisMercado imobiliárioConstrução civilCasas de câmbio (inclusive no Paraguai)Bancos digitais, fintechs e FIPsCriptomoedasEmpresas de transporte coletivo urbanoOrganizações sociais da saúdeEmpresas de limpeza urbana e coleta de lixoIgrejasMineraçãoPlataformas de apostas, jogos de azar e times de futebolEm alguns casos, essas empresas são, de fato, operacionais e lucrativas, o que torna mais difícil detectar a origem ilícita dos recursos investidos. Das atividades clandestinas ao sistema financeiroA evolução da facção demonstra uma sofisticação progressiva: do garimpo ilegal e contrabando de cigarros, armas e agrotóxicos, o grupo passou a controlar empresas formais e a operar em mercados com ampla circulação de capital. Segundo estudo do Fórum Brasileiro de Segurança Pública divulgado em fevereiro, o crime organizado no Brasil já movimenta mais com a venda irregular de combustíveis, ouro, cigarros e álcool (R$ 146,8 bilhões) do que com o tráfico de cocaína (R$ 15 bilhões). Essa capilaridade e profissionalização preocupam o MP-SP, que vem defendendo mudanças estruturais para enfrentar a atuação da facção. Gakiya propõe a criação de uma lei antimáfia nos moldes italianos, com a criação de uma agência federal específica para combater o crime organizado e centralizar o rastreamento de fluxos financeiros suspeitos. “É necessário criar no Brasil a figura da organização criminosa de tipo mafioso e obrigar os bancos a bloquear preventivamente recursos de origem suspeita, como já acontece em casos de terrorismo”, explicou o promotor. A proposta, segundo ele, já foi apresentada a integrantes do governo federal e do Congresso Nacional. A expectativa é de que o tema ganhe tração no Legislativo, diante da expansão alarmante da influência econômica do crime organizado no Brasil.
Adial e Ministério do Trabalho firmam parceria
Agência Brasil Assinatura do acordo será na quinta-feira (3/7) na sede da Associação A Adial (Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás) e o Ministério do Trabalho e Emprego assinam, nesta quinta-feira, 3 de julho, um Acordo de Cooperação Técnica com foco na otimização dos processos de recrutamento e seleção para o setor produtivo goiano. A cerimônia contará com a presença do ministro do Trabalho, Luiz Marinho, e será realizada na sede da entidade, a partir das 8h30. O objetivo do acordo é ampliar o acesso das empresas associadas à Adial às ferramentas do Sistema Nacional de Emprego (SINE) e à plataforma digital Emprega Brasil, possibilitando uma captação mais ágil e assertiva de profissionais. Um dos diferenciais da iniciativa é o uso da Carteira de Trabalho Digital, que permitirá que as vagas cadastradas pelas empresas cheguem diretamente e de forma regionalizada aos trabalhadores que estão fora do mercado e recebem seguro-desemprego.Segundo o coordenador da Adial Talentos, Alfredo Santana, o foco inicial será em um projeto-piloto, priorizando regiões onde há concentração de empresas associadas. “O acesso ao Emprega Brasil permitirá que as vagas cheguem diretamente às carteiras digitais de profissionais que estão fora do mercado há pouco tempo, ou seja, pessoas atualizadas, com recente experiência e maior probabilidade de retorno rápido ao trabalho”, explica Alfredo. A iniciativa, segundo ele, faz parte das ações estruturantes da Adial para fortalecer o banco de currículos, aproximar o setor produtivo da força de trabalho disponível e colaborar para o desenvolvimento econômico regional. Além da formalização do acordo, o evento inclui uma apresentação institucional da Adial, conduzida pelo presidente-executivo da entidade, Edwal Portilho (Tchequinho), e um momento de diálogo entre o ministro Luiz Marinho e representantes das empresas associadas. Serviço – Assinatura do Acordo de Cooperação Técnica – Adial e Ministério do TrabalhoData: 3 de julho de 2025 (quinta-feira)Horário: 8h30Local: Sede da Adial (R. 94, 837, 8º andar – St. Sul, Goiânia)
Daniel Vilela lidera edição conjunta do Goiás Social e do Agro é Social em Catalão
Fotos: Hegon Corrêa No Sul goiano, governador em exercício entrega mais de R$ 2,5 milhões em benefícios sociais e crédito social para produtores rurais de 14 municípios da região O governador em exercício Daniel Vilela abriu mais uma edição do Goiás Social e do Agro é Social, nesta terça-feira (1º/7), em Catalão. A iniciativa destinou 515 cartões do Crédito Social, com investimento total de mais de R$ 2,5 milhões, e 622 certificados de cursos que visam fomentar o desenvolvimento do setor rural, bem como o empreendedorismo local. “Goiás passou por uma transformação enorme. Somos um estado rico, pujante, mas que distribui essa riqueza, seja por meio dos serviços públicos ou de políticas públicas. Acolhe a todos sem deixar ninguém para trás e trabalha para que as pessoas tenham oportunidades de ter uma vida de qualidade”, afirmou. Daniel Vilela reforçou ainda que o Agro é Social, uma das frentes do Goiás Social, programa coordenado pela primeira-dama Gracinha Caiado, visa fortalecer a comunidade local e o desenvolvimento agrícola por meio do suporte financeiro e social. “A razão de existir desse programa é fazer com que o Estado esteja mais perto da vida das pessoas e facilite as coisas para elas, mesmo durante a semana, ao longo dos dias de trabalho, onde há uma dificuldade para buscar um órgão público ou acessar um serviço. Precisamos estar ao lado do cidadão”, analisou. Nesta edição, 14 municípios foram beneficiados: Catalão, Corumbaíba, Cristianópolis, Davinópolis, Goiandira, Ipameri, Orizona, Pires do Rio, Santa Cruz, São Miguel do Passa-Quatro, Silvânia, Três Ranchos, Urutaí e Vianópolis. Em paralelo, as equipes do Estado vão receber produtores rurais para orientar sobre linhas de crédito, PAA Goiás, PAA Quilombola e PAA Leite; Agrocolégio Maguito Vilela, com informações sobre o CadÚnico, além da distribuição de mudas. “Goiás tem apresentado os melhores resultados com relação ao desenvolvimento social, graças a toda uma rede de proteção social que foi estabelecida, e essa evolução é mais impactante ainda quando analisamos as populações domiciliadas na zona rural”, salientou o titular da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), Pedro Leonardo. “O Goiás Social e o Agro é Social se tornaram referências para todos os estados do Brasil porque atendem ao propósito de estar com quem mais precisa. Essa é a maior obra desse governo”, disse o presidente Agência Goiana de Assistência Técnica, Extensão Rural e Pesquisa Agropecuária, Rafael Gouveia. Durante o evento, também foram entregues 935 cartões de programas sociais para a população catalana: cartões Mães de Goiás (586), Dignidade (109), Goiás Por Elas (118), Aluguel Social (105) e Aprendiz do Futuro (6). “São vários benefícios de secretarias do Governo de Goiás em parceria com a prefeitura, garantindo mais qualidade de vida aos moradores do município e região. O nosso padrão de gestão sempre valoriza e acolhe o ser humano. E nada melhor do que um programa como o Goiás Social”, pontuou o prefeito de Catalão, Velomar Rios. Serviços A programação itinerante segue até quarta-feira (2/7) na estrutura montada no Campo de Futebol Vila Mutirão com ações voltadas para fomentar mais proteção social e oportunidades para pessoas em situação de vulnerabilidade, além de serviços de saúde, como vacinação, exames oftalmológicos, prevenção de câncer e atendimento odontológico em parceria com a prefeitura. Famílias atendidas pela Organização das Voluntárias de Goiás (OVG) ainda recebem itens essenciais, como fraldas, kits de higiene e apoio à mobilidade. A jovem Mayara Ketly da Silva Ferreira conseguiu fraldas para o filho, de apenas dois anos, e ainda fez seus novos óculos. Ela destacou a facilidade que ter o evento na cidade trouxe para seu momento. “Dá bastante melhoria. Agora, tem mais benefício, tem mais acessibilidade para a gente conseguir as coisas. Hoje, para comprar uma fralda, se paga quase R$ 100. Então, já ajuda bastante”, contou. Quem passar pelo local poderá também emitir a carteira de identidade, participar de orientações sobre primeiros socorros; realizar matrícula em escolas estaduais; emitir espelho de CPF, boletos como IPVA e de CRLV, fazer corte de cabelo gratuito. A Rua do Lazer garante a diversão para as crianças. Os parceiros Defensoria Pública e Tribunal de Justiça marcam presença para assistência jurídica.
Faleceu nesta terça-feira (1/7), o cartunista Jorge Braga
Divulgação Como poucos, Jorge Braga retratou com humor e crítica refinados os principais acontecimentos das últimas cinco décadas, da política ao esporte, passando pela cultura e comportamento Faleceu hoje em Goiânia (GO), o chargista, ilustrador, cartunista, cronista, jornalista, ativista cultural. Jorge Braga foi sobretudo um artista. Ele fêz teatro em Goiânia sob a direção de Otavinho Arantes, no lendário Teatro Incabada do AGT, com: Sandes Jr., com o jornalista Raimundo Lira e com o advogado e empresário Leão Caiado. Como poucos, Jorge Braga retratou com humor e crítica refinados os principais acontecimentos das últimas cinco décadas; da política ao esporte, passando pela cultura e comportamento. E não só em Goiás. Durante a maior parte da sua carreira emprestou seu talento e sua sagacidade ao jornal O Popular, onde diariamente nos informava e divertia. Nos últimos meses estava afastado do jornal para cuidar da saúde e já fazia falta. Vai continuar fazendo falta. Embora não fosse goiano de nascimento (era natural de Patos de Minas), Jorge Braga há muito se consolidou como uma das maiores personalidades culturais da história de Goiás. Ainda em 1994 foi justamente homenageado com a criação da Gibiteca Jorge Braga, no Centro Cultural Marietta Telles Machado, mantida pelo Governo de Goiás. Não há informações do horário e nem do local do sepultamento do carturista Jorge Braga.
Lula decide recorrer ao Supremo para tentar restabelecer decreto do IOF
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai levar ao Supremo Tribunal Federal (STF) a disputa em torno do decreto que aumentava o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e que foi derrubado pelo Congresso Nacional na semana passada. A informação foi publicada nesta segunda-feira (30/6) pela Folha de S.Paulo. A Advocacia-Geral da União (AGU) deve protocolar nesta terça-feira (1º/7) uma ação questionando a constitucionalidade da decisão do Legislativo, que revogou o decreto presidencial. Segundo o governo, a iniciativa representa uma defesa das prerrogativas constitucionais do presidente da República, que incluem a possibilidade de editar decretos dessa natureza. A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, confirmou a parlamentares que a decisão está tomada. A ação, conforme relato de integrantes do governo, já foi concluída pelo ministro-chefe da AGU, Jorge Messias, a pedido de Lula. “É uma tentativa de resgate da normalidade institucional no país”, definiu um auxiliar do Planalto sob condição de anonimato. A ofensiva judicial ocorre apesar da resistência de uma ala do governo e do próprio PT, preocupados com o desgaste político. O receio é que a medida alimente o discurso da oposição de que Lula está recorrendo ao Judiciário para aumentar impostos, ainda que o IOF incida sobre operações financeiras específicas. Nos bastidores, o mal-estar entre o Planalto e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), contribuiu para a tomada de posição pelo governo. Motta anunciou pelas redes sociais, no fim da noite do dia 23, que levaria o decreto ao plenário no dia seguinte, o que acabou resultando na sua derrubada. Segundo aliados de Lula, o presidente viu o gesto como uma “traição” não apenas a ele, mas também ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que articulava uma saída negociada. A crise se intensificou quando, após a votação, Hugo Motta gravou um vídeo respondendo às críticas do governo e da base aliada. No vídeo, ele atacou o discurso do governo sobre justiça tributária, dizendo que o tema foi tratado de forma ideológica. “Capitão que vê o barco ir em direção ao iceberg e não avisa, não é leal, é cúmplice. E nós avisamos ao governo que essa matéria do IOF teria muita dificuldade de ser aprovada no Parlamento”, afirmou o presidente da Câmara. Motta ainda completou: “Presidente de qualquer Poder não pode servir ao seu partido. Tem que servir ao seu país”, rebatendo as acusações de que o governo teria sido pego de surpresa e traído. Nos bastidores, aliados de Lula argumentam que há base legal para reverter a decisão no Supremo e que a prerrogativa do presidente para editar decretos sobre o IOF está prevista na Constituição. O próprio ministro Haddad já defendeu publicamente a judicialização do caso. Atualmente, duas ações tramitam no STF sobre o tema, apresentadas por partidos com posições opostas: o PL e o PSOL. O presidente da Corte, ministro Luís Roberto Barroso, encaminhou o pedido do PSOL, favorável à reativação do decreto, para o gabinete do ministro Alexandre de Moraes, que será o relator do caso. Nesta última segunda-feira (30/6) Moraes redistribuiu o processo que estava inicialmente com o decano do STF, Gilmar Mendes, alegando que outra ação semelhante já está sob sua relatoria.


