Fotos: Wesley Costa Projeto “Integração Hospitalar em Rede” tem início imediato em 24 unidades e conta com parceria do Hospital Israelita Albert Einstein e do Institute for Healthcare Improvement (IHI) para reduzir pela metade tempo de espera por atendimento hospitalar O governador Ronaldo Caiado lançou, nesta quinta-feira (26/6), o projeto Integração Hospitalar em Rede, uma iniciativa pioneira voltada à otimização do sistema de saúde estadual. Em parceria com o Hospital Israelita Albert Einstein e com o Institute for Healthcare Improvement (IHI), a proposta tem como meta reduzir pela metade o tempo de espera por atendimento hospitalar, integrando 24 unidades da rede pública. A execução começa de forma imediata e deve durar cerca de 18 meses. A ação reúne o que há de mais avançado em gestão hospitalar. Segundo o governador, a proposta consolida um sonho antigo de tornar Goiás referência nacional em eficiência na saúde pública. “Sempre sonhamos com isso: transformar Goiás em exemplo de eficiência e gestão em saúde no Brasil. Agora é realidade”, afirmou Ronaldo Caiado. O projeto inclui a realização de diagnósticos nos hospitais para identificar gargalos, capacitação de equipes e formação de líderes multiplicadores. A partir disso, a metodologia do IHI será aplicada para melhorar o fluxo de pacientes, integrar os hospitais da rede e otimizar o uso dos leitos, reduzindo a superlotação. A medida é considerada estratégica para o futuro da saúde pública no estado. “Dá para fazer medicina com transparência, com qualidade e salvando vidas. Esse é o compromisso da nossa gestão”, reforçou Caiado, que também destacou o papel do Hospital Israelita Albert Einstein na recuperação de unidades estratégicas, como o Hospital de Urgências de Goiás (Hugo). O secretário de Estado da Saúde, Rasível dos Santos, destacou que Goiás está preparado para liderar uma mudança estrutural na forma de fazer saúde pública. “Hoje temos leitos de UTI distribuídos em todo o estado, contratos regulares e metas sendo cumpridas pelas unidades. Criamos um ecossistema maduro e seguro para avançar com projetos dessa envergadura”, ressaltou. A metodologia do IHI baseia-se em três pilares: criar um sistema de aprendizagem em toda a estrutura hospitalar; redesenhar processos assistenciais com foco na eficiência do fluxo de pacientes; e utilizar inteligência de dados para prever demandas, agendar cirurgias e reduzir variações nos atendimentos. Para o presidente do Hospital Israelita Albert Einstein, Sidney Klajner, a parceria representa um marco para a saúde pública brasileira. “Nosso papel é aportar conhecimento e experiência em melhoria contínua, focando em qualidade, segurança, cuidado centrado no paciente e eficiência operacional. Goiás está dando um passo à frente e será exemplo para todo o país”, afirmou. Klajner lembrou ainda que o Einstein já participou de mais de 1.500 projetos similares no Brasil e na América Latina, impactando mais de 4,5 milhões de pessoas e gerando uma economia estimada de R$ 1,3 bilhão em recursos públicos e privados. “Não se trata de mudar o barco da saúde, mas de mudar a forma de navegar — ajustando as velas para sermos impulsionados pelos ventos da excelência”, completou. A iniciativa conta com o envolvimento direto de mais de 500 profissionais de saúde e reforça o compromisso do governo estadual com a gestão eficiente e o cuidado humanizado. O projeto foi elaborado ao longo de sete meses e torna Goiás o primeiro estado a integrar grandes hospitais públicos em um único fluxo de processos hospitalares.
Caiado lança projeto para reduzir filas e otimizar rede hospitalar do Estado
Senado aprova aumento do número de deputados federais
Agencia Senado A estimativa, porém, é que o acréscimo de 18 cadeiras possa gerar custos anuais em torno de R$ 64 milhões O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (25/6) o Projeto de Lei Complementar (PLP) 177/2023, que eleva de 513 para 531 o número de deputados federais. A proposta foi aprovada por 41 votos a favor e 33 contrários e agora retorna à Câmara dos Deputados para nova análise, já que sofreu alterações durante a tramitação no Senado. A medida atende a uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a readequação da composição da Câmara com base nos dados do Censo Demográfico de 2022. A nova configuração redistribui as vagas de forma proporcional à população dos estados, sem retirar cadeiras de nenhuma unidade da federação. Os estados que ganharão mais deputados são: Pará (+4), Santa Catarina (+4), Mato Grosso (+2), Amazonas (+2), Rio Grande do Norte (+2), Ceará (+1), Goiás (+1), Minas Gerais (+1) e Paraná (+1). Com isso, a representatividade na Câmara dos Deputados passa a refletir de maneira mais atualizada o crescimento populacional das regiões. Apesar da ampliação, o texto prevê que os impactos financeiros sejam minimizados, com limitações no aumento de despesas. A estimativa, porém, é que o acréscimo de 18 cadeiras possa gerar custos anuais em torno de R$ 64 milhões. A proposta ainda precisa ser votada novamente pela Câmara dos Deputados antes de seguir para sanção presidencial.
Como ficou a divisão dos R$ 500 milhões de Marília Mendonça
Divulgação Apesar das disputas envolvendo a guarda e o patrimônio, os direitos autorais das obras de Marília continuam gerando receita ao filho Atualmente, a guarda do menino de 5 anos é compartilhada entre Murilo e a avó materna, Dona Ruth, responsável pelos cuidados do neto desde o falecimento de Marília em um acidente aéreo em novembro de 2021. Marília Mendonça acumulou um patrimônio estimado em cerca de R$ 500 milhões ao longo de sua carreira. Todo o montante foi destinado a Léo, seu único herdeiro. O inventário dos bens e das obras da artista ainda não foi concluído, como relatou Dona Ruth em entrevista. A informação foi divulgada pelo jornal Extra, que aponta que o processo segue em andamento. Embora Léo seja o titular dos bens, por ser menor de idade, a gestão do patrimônio cabe a quem exerce a tutela de seus interesses — no caso, a avó. O acesso direto ao dinheiro só será possível quando ele atingir a maioridade, aos 18 anos. As especulações sobre questões financeiras ganharam força após o posicionamento de Dona Ruth nas redes sociais. A mãe da cantora negou qualquer irregularidade na administração do espólio do neto e afirmou: “Quanto ao patrimônio do Léo, podem ter certeza de que este está sendo muito bem protegido, inclusive submetido a prestação de contas na ação de inventário do patrimônio que a minha filha deixou e que está até hoje em andamento”. Por sua vez, Murilo Huff declarou que preferiria manter silêncio, mas que se viu obrigado a agir diante de informações que descobriu nos últimos meses. Apesar das disputas envolvendo a guarda e o patrimônio, os direitos autorais das obras de Marília continuam gerando receita ao filho. Além de projetos como filmes e documentários em produção, as músicas da cantora seguem rendendo royalties. Marília deixou 335 canções registradas, cujos direitos patrimoniais, segundo a Lei de Direitos Autorais (9.610/98), permanecerão válidos até 2092. Em entrevista ao podcast Prosa do Sertanejeiro, Dona Ruth explicou como se deu a divisão dos percentuais após a morte da filha: “O Léo ficou com 30% e eu fiquei com 20%, quando entrei para o escritório. Então ficaram 50% eles e 50% família”. Atualmente, existem cinco empresas registradas em nome de Marília Mendonça, com a mãe figurando como sócia em uma delas. Dona Ruth também possui seis empresas, sendo sócia do neto em uma e do marido, Devyd de Souza, em outra. Compartilhe
Prefeito Eduardo nomeia 1.236 aprovados em concurso da Educação
“Seguimos firmes, porque aqui o trabalho acontece de verdade!”, afirmou Eduardo Siqueira Campos reafirmando que a educação é uma das prioridades de sua gestão Palmas (TO) – Na segunda-feira (23/6), o prefeito Eduardo Siqueira Campos (Podemos) anunciou, com grande entusiasmo, a publicação do chamamento oficial dos novos servidores, marcando um importante passo no fortalecimento da educação municipal. “Essa homologação é música para os ouvidos de quem estudou, passou e acreditou na força da Educação!”, declarou o prefeito em suas redes sociais, em um tom de celebração e reconhecimento pelo esforço dos candidatos. Distribuição das VagasAo todo, foram 1.236 nomeações, distribuídas nos seguintes cargos: Professor do Ensino Fundamental I: 766 vagas Técnico Administrativo Educacional (Monitor de Educação Infantil): 400 vagas Supervisor Pedagógico: 35 vagas Orientador Educacional: 35 vagas Compromisso com a EducaçãoO prefeito destacou que a convocação vai além de um mero trâmite administrativo. “Seguimos firmes, porque aqui o trabalho acontece de verdade!”, afirmou Eduardo, reafirmando que a educação é uma das prioridades de sua gestão. A nomeação em massa reforça o compromisso da administração municipal em oferecer um ensino público de qualidade, com profissionais capacitados e uma estrutura fortalecida. Agora, os novos servidores se preparam para assumir suas funções e contribuir com o desenvolvimento educacional de Palmas.
A pedido do senador Eduardo Gomes, FAB confirma Esquadrilha da Fumaça em Palmas e Porto Nacional
“A Esquadrilha da Fumaça representa o que há de melhor na Força Aérea Brasileira e vai proporcionar à população do Tocantins um espetáculo de civismo, patriotismo e excelência técnica. Agradeço à FAB pela parceria e por atender nosso pedido com tanta atenção e respeito ao povo tocantinense”, afirmou o senador Eduardo Gomes. A tradicional apresentação da Esquadrilha da Fumaça nos municípios de Porto Nacional e Palmas foi confirmada pela Força Aérea Brasileira (FAB) a pedido do vice-presidente do Senado e presidente do PL Tocantins, Eduardo Gomes. As exibições ocorrerão nos dias 5 e 6 de julho, respectivamente, e devem atrair grande público nas duas cidades. A confirmação foi feita quarta-feira (25/6) durante reunião no gabinete do senador, em Brasília (DF). O encontro contou com a presença de representantes da alta cúpula da FAB. Participaram do encontro o Major-Brigadeiro do Ar Adolfo Aleixo da Silva Junior, Comandante do Sexto Comando Aéreo Regional; o Coronel Aviador Nicolas Silva Mendes, Comandante da Base Aérea de Brasília; o Coronel Aviador Daniel Garcia Pereira e o Major Aviador Breno Almeida, assessores parlamentares da Força Aérea. “A Esquadrilha da Fumaça representa o que há de melhor na Força Aérea Brasileira e vai proporcionar à população do Tocantins um espetáculo de civismo, patriotismo e excelência técnica. Agradeço à FAB pela parceria e por atender nosso pedido com tanta atenção e respeito ao povo tocantinense”, afirmou o senador Eduardo Gomes. Reconhecida mundialmente, a Esquadrilha da Fumaça promove apresentações com acrobacias de alta precisão que encantam o público e reforçam o papel educativo e integrador das Forças Armadas.
Caiado prestigia lançamento do projeto Goiânia Capital da Boa Mesa
Fotos: Júnior Guimarães Iniciativa tem como objetivo fortalecer a culinária regional e tornar a capital goiana uma referência no turismo gastronômico O governador Ronaldo Caiado participou quarta-feira (25/6) do lançamento oficial do projeto “Goiânia Capital da Boa Mesa”. A iniciativa do Sindicato dos Bares e Restaurantes de Goiânia (Sindibares) é um marco para a gastronomia regional, que pretende consolidar a capital como referência no setor culinário, valorizando sabores e talentos. Caiado parabenizou a iniciativa, por propor o fortalecimento das raízes do que o goiano põe na mesa e mostrar todo o potencial da cozinha local. “Goiás é um Estado que respeita e enaltece sua cultura e tradições. É um diferencial que nos engrandece”, disse ao apostar no êxito do projeto. “Goiânia está num momento favorável e tem muita capacidade de crescimento”, concluiu o governador (foto acima). O presidente do Sindibares, Newton Pereira, destacou que o Boa Mesa é inspirado em modelos de sucesso usados em países como Peru e Espanha e busca criar uma marca forte para Goiânia, transformando a gastronomia em uma poderosa vitrine cultural e turística. Também mencionou o poder do segmento na economia. “O setor de bares e restaurantes é conhecido por ser uma porta de entrada para o mercado de trabalho e um dos que mais permite a ascensão social do cidadão”, disse ao informar que a ação vai incrementar essa atuação. Países como a Espanha vêm investindo fortemente na gastronomia como produto turístico. Por meio de rotas gastronômicas, festivais de comida e ações coordenadas, a culinária se tornor protagonista e diferencial competitivo. Goiânia segue nessa mesma direção, buscando fortalecer sua imagem com uma estratégia bem estruturada. “Se o Brasil é miscigenado, Goiânia é o espelho, é o retrato de tudo isso, porque a gente é um povo misturado. Por isso que a comida aqui é boa, o tempero”, comentou o sócio-proprietário do Enttres Cocina e Mezcla, Domingos Ávila. O restaurante recebeu o evento de inauguração do projeto. Quando bem feita e avaliada, a gastronomia tem o poder de impulsionar o turismo, tornando-se importante atrativo por representar experiências únicas, aliadas a sabor, história e afeto. Com o crescimento da demanda por produtos e serviços, toda a cadeia produtiva é beneficiada. “Hoje damos início a algo que pode transformar a realidade do nosso setor em Goiânia e, aos poucos, expandir para o estado inteiro”, comentou o chef de cozinha Ian Baiocchi. “É valorizada desde o espetinho e pit dog, à pamonharia. Nossa formação cultural é extremamente diversificada”, concluiu o também sócio-proprietário do restaurante. A capital goiana se destaca pela diversidade e qualidade gastronômica, sendo reconhecida pela hospitalidade, comida saborosa e bom atendimento. A cidade conta com uma ampla gama de estabelecimentos, desde casas tradicionais que servem comida goiana até restaurantes de alta gastronomia. Nesse sentido, “os pilares do projeto são a valorização cultural, o turismo gastronômico, a qualificação profissional, o desenvolvimento de políticas públicas e a integração”, enfatizou o vice-presidente de Marketing da empresa Traço, Rodrigo Lopes.
Depois do Irã, Coreia do Norte pode ser a próxima?
Divulgação A Coreia do Norte aliada da Rússia está tão espantada quanto os demais países do mundo diante da “postura decisiva” do governo Trump e que também poderia ser pega de surpresa com um ataque americano A Coreia do Norte foi um dos países que condenou os ataques dos Estados Unidos da América (EUA) três instalações nucleares do Irã, no último fim de semana, acusando o governo do presidente Donald Trump de violar a integridade territorial do Irã e a Carta das Nações Unidas. O regime em Pyongyang, que já havia descrito os ataques com mísseis israelenses contra o Irã como um “ato hediondo”, pediu à comunidade internacional que “levante a voz de censura e rejeição unânimes contra os atos de confrontação dos EUA e de Israel”. A Coreia do Norte, que tem armas nucleares, mantém boas relações com o Irã. Por décadas suspeitou-se que tenha havido cooperação militar entre os regimes em Teerã e em Pyongyang, inclusive no desenvolvimento de mísseis balísticos, que cientistas iranianos teriam aprimorado desde então. Há cerca de 20 anos, a Coreia do Norte começou a enviar ao Irã engenheiros com experiência na perfuração de túneis profundos. Especialistas norte-coreanos supostamente projetaram e ajudaram a construir os túneis subterrâneos profundos e reforçados nas instalações nucleares iranianas de Natanz e Isfahan. Desde o início da Guerra da Coreia, em 1950, a Coreia do Norte passou a esconder grande parte de seus principais recursos militares em bases subterrâneas. O regime deve agora estar empenhado em determinar a eficácia de seus bunkers subterrâneos, analisando o impacto das bombas GBU-57 lançadas pelos EUA contra alvos iranianos na Operação Martelo da Meia-Noite. “Eles certamente observaram de perto o que aconteceu no Irã”, diz o analista Chun In-bum, um tenente-general aposentado da Coreia do Sul e membro sênior do think-tank americano National Institute for Deterrence Studies. “A prioridade agora será garantir que a mesma coisa não aconteça com eles.” “Creio que as conclusões a que a Coreia do Norte chegará serão que eles precisam elevar seus recursos de armas nucleares e fortalecer ainda mais suas áreas de armazenamento”, afirma. Ele avalia que os norte-coreanos deverão adotar medidas de proteção adicionais, como uma melhor defesa aérea e opções de retaliação. Aprender com os erros do IrãO que o especialista descarta é que o ataque ao Irã faça a Coreia do Norte querer dialogar. “De jeito nenhum. Isso simplesmente não é da natureza deles.” Mas ele avalia que a Coreia do Norte esteja tão espantada quanto os demais países do mundo com a “postura decisiva” do governo Trump e que também teria sido pega de surpresa com um ataque americano. Tudo indica que o regime da Coreia do Norte esteja se movendo para garantir que o mesmo não aconteça com ele. “A Coreia do Norte aprenderá com os erros do Irã”, diz o professor de estudos internacionais Leif-Eric Easley, da Universidade de Mulheres Ewha, em Seul. “No caso do Irã, Israel explorou os erros estratégicos e táticos de Teerã, usando inteligência, tecnologia e treinamento superiores para enfraquecer as defesas aéreas, o pessoal capacitado e as opções de retaliação do Irã”, destaca. Pyongyang sabe que sua situação é completamente diferente da de Teerã, tanto em termos da geografia do país quanto de seus aliados: China e Rússia estão melhor posicionadas para ajudar Pyongyang do que Teerã. E há ainda o status do próprio programa nuclear. “O programa nuclear de Pyongyang é muito mais avançado, com armas possivelmente prontas para serem lançadas em múltiplos sistemas de lançamento, incluindo ICBMs”, diz Easley. A Coreia do Norte tem condições de atingir o território americano, e Seul também está ao alcance de suas armas. Kim e a ameaça de troca de regimeO líder norte-coreano, Kim Jong-un, também deverá se apoiar em sua aliança com o presidente russo, Vladimir Putin, para obter as armas e tecnologias mais recentes e em quantidades suficientes para preservar seu regime. “Não é coincidência que Moscou tenha se apressado em receber o ministro do Exterior do Irã após os ataques dos EUA, e que Putin tenha enviado Serguei Shoigu para se encontrar com Kim Jong-un enquanto o G7 se reunia no Canadá”, diz Easley. “A coordenação da Rússia com o Irã e a Coreia do Norte mostra como a segurança em múltiplas regiões está cada vez mais interligada”, observa. Chun, porém, diz que a prioridade de Kim agora é garantir sua própria segurança pessoal e o futuro da única ditadura comunista hereditária. Ele deve ter ficado profundamente alarmado com as insinuações de Trump de que os militares americanos sabiam onde o líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, estava escondido e sobre uma mudança de regime em Teerã. “Kim está muito bem protegido da ameaça de uma estratégia militar de decapitação, com véus de sigilo sobre sua localização e movimentos. Tenho certeza de que ele manterá esse sigilo e garantirá que as informações sobre seu paradeiro sejam as mais limitadas possíveis”, afirma.
Com a participação de Caiado, indústrias investem R$ 330 milhões em Anápolis
Fotos: André Saddi Governador prestigiou lançamento de novos produtos da Ambev, que conta com estímulo do Governo de Goiás, e entregou escrituras para as empresas Brejeiro e Araguaia S.A., que expandirão suas operações no Daia O governador Ronaldo Caiado participou, nesta quarta-feira (25/6), em Anápolis, de ações representativas do apoio do Governo de Goiás ao desenvolvimento econômico do estado. O chefe do Executivo prestigiou o lançamento de uma nova linha de produtos e assinou convênios com a Ambev, e ainda entregou escrituras de terrenos no Distrito Agroindustrial de Anápolis (Daia) para as empresas Brejeiro e Araguaia S.A. “Quando se trabalha com responsabilidade, os resultados aparecem na vida das pessoas e na confiança dos empresários. Goiás se tornou um estado que dá certo”, disse ele. Também presente à cerimônia, o vice-governador Daniel Vilela reforçou que esse conjunto de investimentos mostra a confiança dos empresários na estabilidade e na seriedade da gestão estadual. “Goiás voltou a ser respeitado e, com isso, atrai quem quer produzir e gerar oportunidades”, afirmou. O evento na Ambev marcou o lançamento de uma nova linha de cervejas premium. A iniciativa, que demandou investimento de R$ 180 milhões, foi impulsionada pela migração da empresa para o programa ProGoiás, com sistemática fiscal mais moderna e simplificada. Durante a cerimônia também foram firmados convênios para benefícios fiscais e tributários para a empresa, que gera cerca de 22 mil empregos diretos e indiretos em Goiás. “Ano passado, arrecadamos R$ 800 milhões em tributos no estado. Nosso sonho é alcançar R$ 1 bilhão”, afirmou o diretor de Relações Institucionais da Ambev, Rodrigo Moccia. Escrituras No Daia, Caiado entregou as escrituras dos terrenos adquiridos pelas empresas Brejeiro e Araguaia S.A. Ele destacou que esse era um problema que já durava mais de 15 anos. “Estamos garantindo segurança jurídica para que essas empresas possam investir e crescer. Esse é o nosso compromisso com quem gera emprego e faz Goiás avançar”, declarou o governador. Os dois lotes – que somam 163 mil metros quadrados – estavam judicializados e foram retomados pelo Governo de Goiás, por meio da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás (Codego). Presidente da empresa, Francisco Júnior, ressaltou que a iniciativa é parte dos esforços para reestruturar o Daia e atrair novos investimentos. “O governador determinou um olhar especial para o Daia. Fizemos uma reestruturação completa em gestão, infraestrutura e segurança. Os frutos estão aparecendo: novas empresas chegando e as que já estão aqui, ampliando suas operações”, ressaltou. Expansão Fotos: André Saddi Caiado prestigiou o lançamento de produtos da Ambev e entregou escrituras para as empresas Brejeiro e Araguaia S.A., nesta quarta-feira (25/6), em Anápolis: “Goiás se tornou um estado que dá certo” Fundada em 1944, a Brejeiro adquiriu um terreno de 112 mil metros quadrados no Daia, onde já aluga um galpão. A companhia projeta investir R$ 70 milhões no local. “Esse investimento vai ampliar nossa capacidade de armazenagem, processamento e refino, beneficiando toda a cadeia produtiva da região. É um passo estratégico para o futuro do agro em Goiás”, destacou o presidente da empresa, Eduardo Define. Já a Araguaia S.A., de 1978, adquiriu um terreno de 51 mil metros quadrados próximo à sede atual, também no Daia, para ampliar suas operações. “São 47 anos de história em Anápolis, sempre acreditando nessa cidade. Agora, com essa nova área, vamos instalar uma unidade de produção de sal mineral e ração. Serão cerca de R$ 80 milhões em investimentos e mais empregos para nossa gente”, detalhou o presidente do conselho da empresa, Emival Machado da Silveira. Avanço O prefeito de Anápolis, Márcio Corrêa, destacou os avanços e a parceria com o Governo de Goiás. “Recebemos só neste mês R$ 100 milhões em investimentos estaduais. O Daia está destravado, o Anel Viário vai sair, o Aeroporto de Cargas está sendo preparado, e a cidade vive um novo momento. Essa entrega das escrituras é mais um capítulo dessa transformação”, declarou.
Bolsonaro admite que facada de Adélio ajudou sua eleição
. Foto: Wilton Junior/Estadão Ex-presidente Jair Bolsonaro após deixar hospital em Brasília sábado (21/6) onde realizou exames de rotina O Supremo retomou nesta quarta-feira (25/6) às 14 horas, o julgamento sobre a responsabilização de provedores e redes sociais por publicações de usuários. Bolsonaro relembrou a campanha eleitoral de 2018, em que contou com o apoio de seu filho 02, Carlos Bolsonaro (PL), que atuou como marqueteiro. “Ele trabalhou bastante do meu lado, a gente fazia live lá de casa, que naquele tempo era Facebook, e na reta final eu tinha em média 400 mil pessoas me assistindo, e foi um diferencial”, afirmou. Segundo ele, a facada sofrida por ele em Juiz de Fora (MG), durante a campanha presidencial, também contribuiu para a sua eleição. “Aquela facada que não foi perfeita […] acabou colaborando para a eleição nossa”, afirmou. Ele voltou a criticar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, acusando-o de não ter “tomado providências” sobre os acampamentos golpistas que culminaram nos ataques de 8 de janeiro. “Enquanto eu estava na frente dos quartéis, eu como presidente, não tivemos problema nenhum. Zero problema. Agora, quando eu deixei a presidência, o Lula poderia, né, ter tomado providência para os pequenos acampamentos deixarem de existir, não fez? Porque no meu entender, ele tinha um propósito, e esse propósito se concretizou no domingo, dia 8 de janeiro. Ou seja, ninguém dá golpe no domingo”, disse. Segundo o ex-presidente, se ele tivesse interesse de dar um golpe “teria dado em 2022, e não depois de entregar o governo”. Bolsonaro aproveitou também para convocar seus apoiadores a participarem da manifestação que será realizada no próximo domingo, 29, na Avenida Paulista, cujo mote será “justiça, liberdade e anistia”. Para ele, uma “solução de imediato não vai acontecer”, já que a anistia é “um ato político e privativo do Congresso Nacional”. Ele também voltou a defender a narrativa de que os processos que envolvem ele e seus filhos Eduardo Bolsonaro (PL) e Carlos Bolsonaro são uma tentativa de retirá-los da disputa eleitoral do próximo ano. “Estão demonstrando que essas pessoas com potencial para o Senado vão ter problemas com a Justiça. Isso também é negação à democracia. Eu nunca falei que queremos um Senado forte para qualquer outra medida de força. Eu quero um Senado forte para reequilibrar os poderes”, afirmou. “Você pode ver as pesquisas. Eu sempre boto um pé atrás e estou fazendo a pesquisa. Mas aí tem as pesquisas. Eu sou o mais competitivo e derroto o Lula. Depois vêm os outros nomes ali para baixo. Então, tirar gente do páreo por intermédio de inelegibilidades ou condenações absurdas é ser conhecido como lawfare”, disse. A principal estratégia do ex–presidente é eleger um número relevante de senadores para pleitear o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal. Para ele, ter maioria na Câmara e no Senado pode oferecer “poderes absolutos”. Segundo ele, o presidente do PL, Valdemar da Costa Neto, o incumbiu de decidir quais seriam os candidatos ao Senado Federal, enquanto os cargos de deputado federal, estadual e governadores ficarão sob responsabilidade dos presidentes dos diretórios estaduais e do próximo Valdemar. “Das 54 vagas [do Senado] nós vamos fazer juntamente com outros partidos de centro e centro-direita, pelo menos 40 vagas. Somando o pessoal da legislatura anterior, a gente vai ter uns 55, 56 senadores que realmente estejam comprometidos com o futuro do Brasil no lado do Senado Federal, isso é uma grande jogada”, afirmou. Um levantamento do Estadão/Broadcast mostrou que o presidente Lula terá de garantir uma taxa maior de vitória caso queira sair de 2026 com maioria no Senado, em meio às estratégias da direita para ampliar espaço. Segundo a contagem, 52% das vagas em disputa pertencem a senadores considerados fiéis ao governo, contra 28% da oposição.
Governo de Goiás lidera tratativas para viabilizar Anel Viário de Goiânia
Fotos: André Costa Vice-governador Daniel Vilela se reuniu com deputados e prefeitos da Região Metropolitana para discutir a obra, orçada em R$ 948 milhões Uma das obras de infraestrutura mais aguardadas da Região Metropolitana de Goiânia, o novo Anel Viário foi apresentado a gestores e lideranças políticas terça-feira (24/6), durante reunião no Paço Municipal. A articulação, liderada pelo vice-governador Daniel Vilela junto ao Ministério dos Transportes e à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), pretende viabilizar a obra orçada em R$ 948 milhões, aliviando o tráfego intenso da BR-153 e impulsionando o desenvolvimento de cinco municípios goianos. Segundo Daniel, a construção do Anel Viário é uma prioridade para o Estado e para toda a Região Metropolitana. “Mesmo sendo uma obra federal, o Governo de Goiás tem participação ativa nas etapas de licenciamento ambiental e aprovação de projetos, porque sabemos da urgência dessa solução para a mobilidade e o desenvolvimento de Goiás”, afirmou. O traçado vai interligar os municípios de Goiânia, Aparecida de Goiânia, Hidrolândia, Senador Canedo e Goianápolis, com previsão de construção de 10 pontes e 35 viadutos, além de 26 quilômetros de interligações com outras rodovias. Estimativas indicam que o fluxo de trânsito diário no local deve ultrapassar 21 mil veículos por dia, em até dez anos. Oportunidade O prefeito de Goiânia, Sandro Mabel, reforçou a importância da obra devido à situação atual do tráfego na região, com congestionamentos diários e riscos para a segurança viária. “Essa rodovia (BR-153) já virou uma avenida dentro da cidade, com milhares de caminhões passando diariamente. Agora temos uma oportunidade real de resolver isso, com o envolvimento direto do vice-governador Daniel Vilela e da nossa bancada federal”, disse ele. Prefeito de Aparecida de Goiânia, Leandro Vilela destacou a disposição dos municípios em colaborar com as desapropriações e os trâmites necessários. “Essa é uma obra que vai transformar a mobilidade urbana e impulsionar o desenvolvimento econômico”, destacou. Já o presidente da Associação Goiana de Municípios (AGM) e prefeito de Hidrolândia, José Délio, ressaltou que a demanda é antiga e envolve toda a região: “Depois de mais de 20 anos de espera, agora temos uma articulação forte e o apoio de todos os prefeitos e da bancada federal”, elogiou ele. Relator setorial de infraestrutura no Orçamento da União, o deputado federal José Nelto falou do empenho da bancada goiana. “Já temos uma rubrica aberta no orçamento e estamos trabalhando para garantir os recursos necessários. Esse Anel Viário é fundamental para a logística, a segurança e o desenvolvimento da nossa Região Metropolitana de Goiânia”, disse. A expectativa é que a licitação aberta ainda este ano.


