Foto: Isis Oliveira O defensor público-geral do Tocantins, Pedro Alexandre, disse que “os deputados são comprometidos com o trabalho dos defensores, especialmente quando defendem e aprovam medidas que promovem a justiça social. O Governo do Estado e a Assembleia Legislativa têm esse recorte relevante”, concluiu. A parceria entre a Assembleia Legislativa do Tocantins (Aleto) e a Defensoria Pública do Estado recebeu elogios de defensores públicos e corregedores-gerais de todo o país durante encontro no ParlamentoEstadual. O vice-presidente da Aleto, deputado Léo Barbosa (Republicanos), recebeu os representantes da categoria quinta-feira (24/4), quando a colaboração institucional foi destacada comoexemplo positivo. “É com muito orgulho que dou testemunho do excelente trabalho que aDefensoria Pública do Tocantins tem feito e isso se deve muito a parcerias tão importantes com instituições, a exemplo da Assembleia Legislativa”, declarou o defensor público-geral de Roraima e presidente do Conselho Nacional de Defensores Públicos-Gerais (Condege), OlenoInácio de Matos. Ao se referir ao trabalho dos parlamentares tocantinenses, o defensor público-geral do Tocantins, Pedro Alexandre, disse que “os deputados são comprometidos com o trabalho dos defensores, especialmente quando defendem e aprovam medidas que promovem a justiça social. O Governo do Estado e a Assembleia Legislativa têm esse recorte bem relevante”. Pedro Alexandre destacou também a atenção dos deputados em relação às demandas da Defensoria. “Percebemos a agilidade e a sensibilidade dos parlamentares desta Casa a pautas que geram impacto na vida dos tocantinenses que mais precisam. Os deputados são ponto de equilíbrio, fazendo defesa da atuação e da projeção da Defensoria Pública na sociedade tocantinense”, pontuou. Léo Barbosa agradeceu a visita dos defensores públicos e colocou a Assembleia à disposição da categoria. “Estamos aqui para representar oscidadãos e vocês [defensores] para garantir que eles tenham acesso à justiça e a serviços públicos de qualidade. Então, é importante mantermos essa parceria, pois ela reforça a garantia do acesso à justiçapara quem tanto precisa”, concluiu. Reuniões ordinárias Os defensores e corregedores que estiveram em Palmas (TO) permaneceram até sexta (25/4) quando participaram de reuniões ordinárias do Conselho Nacional de Defensoras e Defensores Públicos-Gerais (Condege) e do Conselho Nacional de Corregedoras e Corregedores-Gerais das Defensorias Públicas nos Estados, do Distrito Federal da União (CNCG). “
Defensores públicos elogiam parceria com Aleto
Perdeu Mané!
Defesa aponta volta à prisão como segunda morte A cabeleireira Débora Rodrigues, de 39 anos, foi condenada na sexta-feira, 25 de abril de 2025, a 14 anos de prisão por sua participação nas manifestações de 8 de janeiro de 2023, em Brasília (DF) onde pichou a frase “Perdeu, mané” com batom na estátua da Justiça, em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF). A sentença, proferida pela Primeira Turma do STF, considerou cinco crimes, incluindo deterioração de patrimônio tombado e associação criminosa armada, mas a defesa da condenada mantém a esperança de reduzir significativamente o tempo de pena. A advogada Tanieli Telles, que representa Débora, acredita que os dois anos de prisão preventiva cumpridos, somados aos cursos realizados e ao trabalho desempenhado no presídio, podem zerar a pena por meio da remissão. Atualmente em prisão domiciliar com uso de tornozeleira eletrônica, Débora teme o retorno ao regime fechado, o que a defesa classifica como uma “segunda morte”. O caso, que ganhou notoriedade pela frase pichada, referência a uma fala do ministro Luís Roberto Barroso, reacende debates sobre a proporcionalidade das penas aplicadas aos detidos nos protestos de 8 de janeiro. A advogada destacou que Débora, mãe de dois filhos, chorou ao saber da condenação, mas foi orientada a manter a fé, com a garantia de que a luta jurídica continua. Contexto do Julgamento e DivergênciasA condenação de Débora Rodrigues foi resultado de um julgamento na Primeira Turma do STF, com votos dos ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Cármen Lúcia pela pena de 14 anos, enquanto Cristiano Zanin sugeriu 11 anos e Luiz Fux defendeu uma pena de apenas um ano e seis meses, restrita ao crime de deterioração de patrimônio tombado. A defesa celebrou o voto de Fux, que excluiu acusações mais graves, como tentativa de golpe de Estado, por considerar que as provas se limitam à pichação da estátua, sem evidências de participação em atos violentos ou organização criminosa. Desde sua prisão, em março de 2023, na Operação Lesa Pátria, Débora esteve detida na Penitenciária Feminina de Rio Claro, em São Paulo, até ser transferida para prisão domiciliar em março de 2025, após manifestação favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR). Durante o período no presídio, ela realizou dois cursos preparatórios para o Enem e trabalhou, atividades que, segundo a legislação penal, permitem a redução de pena por remissão. A advogada Tanieli Telles informou que ainda não teve acesso ao cálculo exato do tempo remido, mas acredita que, somado ao período de prisão preventiva, isso pode evitar o retorno de Débora ao regime fechado. O caso reflete a complexidade dos julgamentos dos envolvidos nas manifestações, com mais de 1,4 mil detidos e 430 condenados até o momento. Impactos e Reações à SentençaA sentença de Débora Rodrigues gerou intensas reações, tanto no meio jurídico quanto na sociedade. Para a defesa, a condenação por cinco crimes, incluindo abolição violenta do Estado Democrático de Direito, é desproporcional, já que as provas se concentram na pichação com batom, um ato sem violência direta ou danos permanentes à estátua, avaliada entre 2 e 3 milhões de reais. A advogada Tanieli Telles planeja recorrer da decisão, apontando a ausência de “provas individualizadas” de condutas violentas ou de adesão a um plano de ruptura democrática. O voto divergente de Luiz Fux, que destacou a conduta isolada da pichação, reforça os argumentos da defesa, que vê na decisão uma oportunidade para questionar a dosimetria da pena. Por outro lado, o relator Alexandre de Moraes defendeu a gravidade do caso, apontando que Débora participou de acampamentos em frente ao Quartel-General do Exército e apagou mensagens de seu celular, o que foi interpretado como tentativa de ocultar provas. A condenação também mobilizou apoiadores de Débora, que consideram a pena excessiva, com figuras públicas como o governador Tarcísio de Freitas e o senador Flávio Bolsonaro citando o caso em protestos. Organizações de direitos humanos acompanham o processo, cobrando maior atenção às condições de mulheres no sistema prisional e à individualização das penas. O caso pode influenciar outros julgamentos relacionados aos protestos de 8 de janeiro, levantando questões sobre o equilíbrio entre punição e justiça. Perspectivas e Luta JurídicaCom a condenação de Débora Rodrigues, a defesa agora se prepara para uma nova fase de recursos, com o objetivo de reverter a pena de 14 anos ou, ao menos, garantir que ela seja cumprida em regime domiciliar. A advogada Tanieli Telles destacou a força emocional de Débora, que, apesar do impacto da sentença, mantém a fé e a esperança na justiça, tanto divina quanto terrena. A possibilidade de remissão, com base nos cursos e no trabalho realizados no presídio, é vista como um caminho viável para reduzir significativamente o tempo de pena, especialmente considerando os dois anos já cumpridos em prisão preventiva. A defesa também avalia a interposição de embargos e, se necessário, o recurso a instâncias internacionais, alegando violações aos princípios de proporcionalidade e individualização da pena. O caso de Débora, amplificado pela simbologia da frase “Perdeu, mané”, tornou-se um ponto de inflexão no debate sobre as punições aplicadas aos detidos nos protestos de 8 de janeiro, com críticas tanto à rigidez do STF quanto à condução das investigações. Para o futuro, especialistas sugerem que o Judiciário poderia adotar medidas mais flexíveis, como penas alternativas, em casos de menor gravidade, para equilibrar punição e ressocialização. Enquanto a batalha jurídica segue, Débora permanece em prisão domiciliar, sob restrições como o uso de tornozeleira e a proibição de redes sociais, aguardando os próximos passos de sua defesa. Para mais informações, acesse Agora Notícias Brasil ou confira a categoria Justiça.
Governo de Goiás aprova 71 mulheres em situação de violência doméstica em programa de Aluguel Social
Beneficiárias habilitadas têm 10 dias para formalizar adesão ao programa e receber o cartão O Governo de Goiás, por meio do Goiás Social, da Agência Goiana de Habitação (Agehab) e da Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinfra), publicou uma nova lista composta por 71 candidatas, residentes em 36 cidades goianas, habilitadas junto ao programa Para Ter Onde Morar – Aluguel Social, por meio de edital destinado exclusivamente a mulheres em situação de violência doméstica e familiar. A lista de beneficiárias está disponível no site goias.gov.br/agehab. Para a coordenadora do Goiás Social e primeira-dama, Gracinha Caiado, a ação demonstra a sensibilidade do Governo de Goiás ao facilitar o acesso do benefício a mulheres nestas situações. “Em atenção a essas vulnerabilidades sociais, o governo as dispensou da obrigação de estarem domiciliadas no município ou possuírem vínculo com a cidade, conforme regras dos programas habitacionais goianos”, destaca Gracinha. “A intenção é garantir mobilidade e segurança para que elas possam optar por se distanciar fisicamente de seus agressores”, pontua. Para ter acesso ao benefício, as mulheres selecionadas devem preencher a declaração de aceitação do programa e anexá-la no site ou no aplicativo Aluguel Social. “O modelo da declaração está disponível no site da Agehab e a candidata habilitada tem um prazo de 10 dias para realizar o procedimento, senão perde o benefício”, alerta o presidente da Agehab, Alexandre Baldy. Ele explica ainda que, por se tratar de vítimas de violência, a segurança é prioridade. “As beneficiárias recebem um atendimento personalizado e sigiloso”, garante. Para o titular da Seinfra, Adib Elias, a habitação é um importante instrumento de combate à violência doméstica. “Esta é mais uma ação do Governo de Goiás para proteção da mulher e sua família”, sublinha o secretário. O Aluguel Social é um benefício de R$ 350 concedido por até 18 meses e pode ser uma saída para a vítima deixar a dependência econômica do agressor.
Scamparini relembra pergunta que deixou Papa Francisco ‘nervoso’
Reprodução TV Globo/ Instagram “Mas o papa não me ignorou, olhou para mim e pediu ao porta-voz para deixar que eu falasse. Num gesto, me chamou. Eu fui lá na frente, onde ele estava, e peguei o microfone. Antes de perguntar, pedi licença ao papa para tocar num assunto delicado. Ele consentiu com a cabeça, bem sério. Na hora, Francisco ficou bastante embaraçado, um pouco nervoso. Essa foi a minha impressão. Era a primeira vez que alguém perguntava a um papa sobre gays”, acrescentou. Ilze Scamparini, que atuou na cobertura do funeral do Papa Francisco sábado (26/7), na Globo, relembrou um momento delicado que vivenciou ao lado do líder religioso. A jornalista comentou a pergunta que fez ao pontífice sobre a causa LGBT, pontuando que ele teria ficado “nervoso” e “embaraçado”, segundo a percepção dela. “Era um domingo, e entrei no avião com uma intuição. Me coloquei numa espécie de fila para fazer minha pergunta, levantando minha mão. Dois jornalistas brasileiros cederam os lugares deles para mim. Fiquei bastante tempo com o braço levantado. Alguns jornalistas fizeram perguntas, até que o porta-voz do Vaticano encerrou a entrevista, deixando meu braço levantado sem resposta”, lembrou. “Mas o papa não me ignorou, olhou para mim e pediu ao porta-voz para deixar que eu falasse. Num gesto, me chamou. Eu fui lá na frente, onde ele estava, e peguei o microfone. Antes de perguntar, pedi licença ao papa para tocar num assunto delicado. Ele consentiu com a cabeça, bem sério. Na hora, Francisco ficou bastante embaraçado, um pouco nervoso. Essa foi a minha impressão. Era a primeira vez que alguém perguntava a um papa sobre gays”, acrescentou. Em seguida, ela detalhou que o Papa refletiu para dar a declaração que dividiu opiniões entre os fiéis católicos.”Depois, ele foi fazendo sua reflexão, então veio a frase, criando um antes e depois, ‘Quem sou eu para julgar?’. Isso dito por uma igreja que sempre julgou de uma maneira impiedosa”, argumentou. “Ele me agradeceu, falou ‘obrigado por ter feito essa pergunta’, mas já não sorria. Saí dali sentindo uma emoção muito forte, contrastante. Sentei-me na cadeira do avião, fechei os olhos, e por um instante senti alguém apertando meu braço. Era o padre Lombardi, o porta-voz, que me disse algo como ‘[se sinta] tranquila que o papa gostou da pergunta’”, detalhou. A correspondente da Globo ainda disse que a repercussão do caso foi rápida e as polêmicas sobre a declaração do pontífice são presentes em debates até hoje. “Oito ou nove horas depois, a gente pousou em Ciampino, em Roma. A confusão estava armada e começou então um debate na igreja que até hoje não terminou”, finalizou
Para Barroso, julgamento de Bolsonaro deve ocorrer ainda este ano
O presidente do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso, afirmou que “seria desejável” que julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RL) e dos demais réus por tentativa de golpe ocorra ainda este ano, para não impactar nas eleições de 2026. “Ainda é preciso ouvir as testemunhas, produzir provas e saber se é possível julgar este ano. Embora a aplicação do Direito e o processo eleitoral sejam coisas distintas, se pudermos evitar que ocorram simultaneamente, é desejável”, declarou o magistrado em entrevista ao diário conservador carioca O Globo, publicada domingo (27/4). O presidente do STF ainda rejeitou a pressão pela anistia aos condenados pelo 8 de Janeiro, mas ponderou que as penas poderiam ser revistas pelo Congresso. “Não acho que seja o caso de anistia, porque anistia significa perdão. E o que aconteceu é imperdoável”, comentou. “O que eu tenho ouvido, que é o sentimento em alguns segmentos, é que as penas são pesadas. Portanto, se a ideia for ter penas mais leves, é o caso de modificar a legislação”, continuou. Críticas pela intimação de BolsonaroBarroso ainda comentou as críticas pela intimação de Bolsonaro na UTI. “Se o ex-presidente podia participar de lives, poderia receber citação. Ou você está inabilitado por razões de saúde para participar de atividades públicas ou está habilitado. Não pode estar para certas coisas e não para outras”. O ex-capitão foi notificado na última quarta-feira da abertura da ação penal no Supremo Tribunal Federal sobre a tentativa de golpe de Estado em 2022. A Corte informou que aguardava uma “data adequada” para o réu receber a intimação, mas avaliou que o fato de ele ter participado de uma live direto da UTI na terça-feira demonstrou a possibilidade de ser citado.
Lady Gaga faz exigência polêmica para a TV Globo…
Reprodução, Divulgação/TV Globo …mas a emissora até que gostou! A TV Globo transmite, no próximo sábado (03/5), o megashow de Lady Gaga na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. No entanto, o espetáculo não vai ao ar 100% ao vivo. De acordo com o colunista Gabriel Vaquer, do jornal Folha de São Paulo, o concerto será exibido com um atraso de oito a dez minutos. O atraso foi um pedido da produção de Gaga, mas a Globo aprovou a ideia. Com o delay da exibição, a emissora tem a chance de planejar melhor a exibição de intervalos comerciais. A diferença de tempo não deve causar censuras em momentos polêmicos do show, já que a apresentação de Madonna, que tinha nudez e simulação de masturbação, foi exibida na íntegra. Além da TV Globo, o Multishow e a Globoplay também transmitem o espetáculo. A Globo já faturou fortuna graças a show de Lady GagaO show de Gaga ainda nem foi exibido, mas já trouxe um faturamento monumental para a Globo. Também de acordo com Vaquer, o canal já vendeu todas as cotas de patrocínio disponibilizados ao mercado publicitário para a transmissão do espetáculo. A recepção do mercado publicitário surpreendeu positivamente a Globo. A princípio, a emissora disponibilizou três cotas, mas devido à alta demanda, o número subiu para oito. Cinco marcas, incluindo Corona e Santander, principais patrocinadoras do evento, adquiriam o pacote “The Fame”. Cada uma delas pagou R$ 9,5 milhões, totalizando R$ 47,5 milhões de arrecadação. O montante é ainda maior, já que as outras três empresas negociaram parcerias na cobertura digital e os valores, apesar de menores, foram negociados caso a caso.
Na Agrishow, Caiado defende candidatura de oposição voltada ao agro em 2026
Foto: Wilton Junior/Estadão Neste sábado (26/4) na Expozebu, evento do agronegócio, os governadores que são pré-candidatos à Presidência em 2026, entre eles Caiado (foo) sinalizaram um pacto de apoio mútuo para a próxima eleição Na Agrishow, Caiado destacou a necessidade de uma política nacional que valorize o setor produtivo rural, classificando o agro como “o único setor verdadeiramente competitivo no País”. Ele criticou a alta taxa de juros, a falta de investimento em ciência e tecnologia e a ausência de um plano sólido para impulsionar o setor. “Como investir em uma usina se qualquer aplicação financeira rende 15% ao ano e o crédito para produção custa 18% a 20%? Isso é inviável”, afirmou. O governador também chamou atenção para o atraso brasileiro na adoção de tecnologias como a inteligência artificial. “Estamos ficando para trás. Vi na Índia um programa de distribuição de cesta básica para 800 milhões de pessoas, apoiado em tecnologia e inovação. Lá, os jovens são preparados desde cedo nessa área. E nós não temos um banco de dados estruturado”, alertou. Ao relembrar sua trajetória desde os anos 1980, Caiado afirmou que o Brasil perdeu oportunidades importantes por não estruturar políticas públicas voltadas à valorização da produção nacional. “Depois da revolução da Embrapa, da expansão de São Paulo e do desenvolvimento no Centro-Oeste, o Brasil passou a dominar tecnologias de ponta. Eu sempre digo: o grão de soja hoje carrega mais tecnologia do que um iPhone”, comentou. Caiado encerrou sua fala defendendo um novo ciclo de protagonismo do Brasil no cenário internacional, com base na produção agropecuária, na seriedade da gestão pública e na valorização do conhecimento. “O Brasil vai levantar a cabeça, vai disputar de igual para igual, vai subir ao pódio. Temos condições climáticas e territoriais únicas. Com honestidade e seriedade, podemos ser referência mundial em educação, segurança, ciência, tecnologia, inovação e produção de alimentos – não só para os brasileiros, mas para o mundo inteiro.”- ressaltou Caiado.
Grávida de 19 anos morre em acidente
Sara Nicoly Ferreira Santos, a jovem estava com o esposo no momento do acidente Uma jovem grávida de 19 anos morreu após um acidente entre um caminhão e moto na Avenida Perimetral Norte, em Goiânia (GO) informou os bombeiros. Identificada como Sara Nicoly Ferreira Santos, a jovem estava com o esposo, Guilherme Lourenço Andrade, também de 19 anos. O acidente aconteceu no final da tarde de sábado (26/4). O Corpo de Bombeiros e a Polícia Técnico-Científica não informaram como foi a dinâmica do acidente. O g1 entrou em contato com a Polícia Civil, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. Segundo os bombeiros, Sara, que estava grávida de oito meses, ao ser socorrida, estava em estado grave, com politraumatismo. Ela foi encaminhada para o Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol). Ao g1, a irmã do motociclista, Ana Vitória Lourenço, disse que no momento do acidente, Guilherme estava levando Sara para o trabalho e que eles faziam esse trajeto praticamente todos os dias. Filho de casal que morreu em acidente após caminhonete bater em carro na GO-060 deixa hospital, diz família. Ana Vitória explicou que, de acordo com o irmão, o caminhão não sinalizou ao entrar na rotatória. “Eles caíram em lados opostos, meu irmão não teve ferimentos graves, só um aranhão. Infelizmente, minha sobrinha e minha cunhada não resistiram”, explicou. A dinâmica do acidente será investigada pelas autoridades competentes. O nome do motorista do caminhão não foi divulgado pelos bombeiros e, por isso, o g1 não obteve contato para um posicionamento da defesa até a última atualização desta reportagem.
TeNpo 2025 celebra duas décadas de arte e cultura no Norte de Goiás
Fotos: Secult Goiás Mostra de Teatro de Porangatu atraiu cerca de cinco mil pessoas ao longo dos cinco dias de atrações gratuitas do festival Com Lucélia Santos no palco e uma plateia lotada para assistir ao espetáculo “Vozes da Floresta — Chico Mendes Vive”, a 20ª Mostra de Teatro Nacional de Porangatu (TeNpo) se despediu em grande estilo na noite de sábado (26/4). Durante cinco dias, o evento reuniu cerca de cinco mil pessoas, entre moradores da cidade e turistas, que puderam prestigiar quinze sessões de teatro e circo e participar de sete oficinas, incluindo uma de stop motion. As atrações, todas gratuitas, chegaram este ano a locais mais distantes do centro, incluindo o povoado de Linda Vista. A secretária de Estado da Cultura, Yara Nunes, destacou a descentralização e a democratização do acesso à cultura como os principais pilares da Mostra. “O TeNpo 2025 deixa um legado duradouro ao levar arte e cultura a todos, especialmente às comunidades mais afastadas. Com 20 edições, o festival fortaleceu o acesso à cultura e construiu um elo importante entre as pessoas e as expressões artísticas”, concluiu. Para o coordenador de oficinas da Mostra de Teatro, Francisco Guilherme de Oliveira Júnior, as aulas ofertadas contribuíram para o processo formativo de atores, dançarinos, artistas circenses, professores e público em geral, oportunizando, ainda, a socialização e a troca de experiências. Ao todo, as oficinas receberam cerca de 200 inscrições. “A maioria dos inscritos foi de Porangatu, mas tivemos outros que vieram de cidades vizinhas, da região Norte, de Goiânia e do estado do Tocantins”, informou o coordenador. Outras ações A programação do TeNpo também contou com um Encontro dos Gestores Culturais, levando informações e esclarecendo dúvidas aos artistas e produtores locais que queiram pleitear recursos da Política Nacional de Incentivo à Cultura (Pnab). Outra novidade deste ano no festival foi a participação da caravana do Cine Goiás Itinerante, que percorreu escolas em Porangatu e Linda Vista, levando a experiência cinematográfica a mais de 150 alunos, em quatro sessões gratuitas de cinema. Ao fomentar a cultura e o turismo no município, o festival tem, ao longo dos anos, fortalecido a economia de Porangatu e de outras cidades da região Norte de Goiás. Durante o evento, há um aumento na movimentação hoteleira e no comércio em geral, gerando empregos diretos e indiretos, também em restaurantes e estabelecimentos de serviços diversos, como segurança e locação de equipamentos. A secretária Municipal de Cultura e Turismo, Dayane Ceci, ressaltou a legado do evento para a cidade. “São vinte edições que constroem, fortalecem e transformam a cadeia produtiva da cultura em Goiás. E, para nós que estamos em Porangatu — tão distantes da capital, mas com uma sede imensa de cultura — o TeNpo representa desenvolvimento, esperança e pertencimento”, concluiu. Realização A Mostra de Teatro é uma realização do Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), correalizada pela Universidade Federal de Goiás (UFG), por meio da Fundação Rádio e Televisão Educativa (RTVE). A iniciativa contou com a parceria da Secretaria de Estado da Retomada, Prefeitura de Porangatu, Goiás Social, Sesc Goiás, Academia Viking Cross e Corpo de Bombeiros.
Mais de 150 mil pessoas foram vítimas de golpe do WhatsApp
O pessoal usando a criatividade para o mal’. […] Pedem para você confirmar um número e assim eles bloqueiam o seu WhatsApp, disse, na época, em suas redes sociais O aplicativo de mensagens mais popular do país é o ambiente mais vulnerável para golpes. Mais de 150 mil pessoas caíram no golpe do WhatsApp no ano passado, de acordo com dados da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), divulgados esta semana. Ao todo, 153 mil pessoas foram vítimas dessa fraude no país, a campeã em número de ocorrências. Em seguida, ficou o golpe da Falsa Venda, que atingiu 150 mil pessoas, e, em terceiro lugar, ficou o golpe da Falsa Central Telefônica ou Falso Funcionário, que acumulou 105 mil vítimas. Completam o Top 10 das fraudes mais comuns, os golpes do Phishing (33 mil), do Falso Investimento (31 mil), da Troca de Cartão (19 mil), do Falso Boleto (14 mil), da Devolução de Empréstimo (8 mil), da Mão Fantasma (5 mil) e do Falso Motoboy (5 mil). O golpe do WhatsApp ficou tão corriqueiro que até famosas como Lília Cabral e Luana Piovani já foram vítimas. Lília recebeu uma mensagem pelo aplicativo enviada por um criminoso que tentou se passar por sua filha, revelou a atriz no ano passado. “Boa tarde, mãe. Adiciona meu novo número. Estou passando meus contatos pessoais para esse número”, escreveu o golpista. Já Luana teve sua imagem usada por um criminoso que se passou por ela e entrou em contato com seus amigos convidando-os para um jantar e pedindo para confirmar um número. “Amores, só para avisar que mais um golpe brasileiro. O pessoal usando a criatividade para o mal’. […] Pedem para você confirmar um número e assim eles bloqueiam o seu WhatsApp, disse, na época, em suas redes sociais. Apesar do avanço do alcance dos criminosos, a Febraban afirma que, do outro lado, os bancos também estão aumentando o investimento em ações para combater a prática. “Os bancos não têm poupado esforços e, sobretudo, investimentos no combate a crimes contra nossos clientes. Temos investido constantemente e de maneira massiva em campanhas de conscientização e esclarecimento com a população por meio de ações de marketing em TVs, rádios e redes sociais. E no ano passado foram investidos cerca de R$ 5 bilhões em segurança e prevenção a fraudes e crimes cibernéticos”, afirma Walter Faria, diretor-adjunto de Serviços da federação. Confira os golpes mais praticados e dicas da Febraban para se proteger: Nele, o golpista descobre o número do celular e o nome da vítima de quem pretende clonar a conta de WhatsApp. Com essas informações, tenta cadastrar o WhatsApp da vítima em seu aparelho. Para concluir a operação, é preciso inserir o código de segurança que o aplicativo envia por SMS sempre que é instalado em um novo dispositivo. Os fraudadores enviam uma mensagem pelo WhatsApp fingindo ser do Serviço de Atendimento ao Cliente de um site de vendas ou de um empresa que a vítima tem cadastro. Eles solicitam o código de segurança, afirmando se tratar de uma atualização/protocolo, manutenção ou confirmação de cadastro. Como se proteger: Uma medida simples para evitar que o WhatsApp seja clonado é habilitar, no aplicativo, a opção “Verificação em duas etapas”. Desta forma, é possível cadastrar uma senha que será solicitada periodicamente pelo app. Essa senha não deve ser enviada para outras pessoas ou digitada em links recebidos. Golpe da Falsa Venda Criminosos criam páginas falsas que simulam e-commerce, enviam promoções inexistentes por e-mails, SMS e mensagens de WhatsApp e investem na criação de perfis falsos de lojas em redes sociais. Como se proteger: Tenha muita atenção. O produto tem um preço médio no comércio de R$ 1 mil, mas alguém está anunciando por R$ 300? Há fotos e vídeos de antes e depois de produtos com resultados mirabolantes? A loja oferece poucas opções de pagamento? O e-commerce é recém-criado em rede social? Pare, pense e desconfie. Pode ser golpe. Tome muito cuidado com links recebidos em e-mails e mensagens e dê preferência aos sites conhecidos para as compras . Golpe da Falsa Central Telefônica/Falso Funcionário O fraudador entra em contato com a vítima se passando por funcionário do banco ou empresa com a qual o cliente tem um relacionamento ativo. O criminoso informa que há irregularidades na conta ou que os dados cadastrados estão incorretos. A partir daí, solicita os dados pessoais e financeiros da vítima e orienta que realize transferências alegando a necessidade de regularizar problemas na conta ou no cartão. Como se proteger: O cliente deve sempre verificar a origem das ligações e mensagens recebidas contendo solicitações de dados. Os bancos podem entrar em contato com os clientes para confirmar transações suspeitas, mas nunca solicitam dados pessoais, senhas, atualizações de sistemas, chaves de segurança, ou ainda que o cliente realize transferências ou pagamentos alegando estornos de transações. Ao receber uma ligação suspeita, o cliente deve desligar, e de outro telefone, deve entrar em contato com os canais oficiais de seu banco. Phishing (pescaria digital) O phishing, ou pescaria digital, é uma fraude eletrônica que visa obter dados pessoais do usuário. A forma mais comum de um ataque de phishing é por mensagens e e-mails falsos que induzem o usuário a clicar em links suspeitos. Também existem páginas falsas na internet que induzem a pessoa a revelar dados pessoais. Como se proteger: Nunca clique em links recebidos por mensagens. Mantenha seu sistema operacional e antivírus sempre atualizados. Na dúvida, fale com seu banco. Golpe do Falso Investimento Falsos grupos criam sites de empresas de fachada e perfis em redes sociais para atrair as vítimas e convencê-las a fazerem investimentos altamente lucrativos e rápidos. Usam vários artifícios para enganar os interessados: fornecem informações falsas da suposta empresa, mostram depoimentos inexistentes de pessoas que foram bem-sucedidas com o investimento, entre outros. Em alguns casos, para criar credibilidade, indicam que o usuário faça investimentos baixos no início e até chegam a pagar algum valor para a vítima. Posteriormente, induzem a vítima a fazer investimentos mais altos. Depois que


