Política de “tolerância zero” liderada pelo governador Ronaldo Caiado levou à redução dos índices de todas as modalidades criminosas; queda chega a 97% em roubo de cargas e 93% em roubo de veículos A redução de crimes em Goiás, nos últimos seis anos, está acima de 90% em roubos a veículos e cargas, bem como chega a 100% no caso de roubo a banco. Os dados foram divulgados, nesta quinta-feira (30/1), pelo governador Ronaldo Caiado durante coletiva de imprensa no Palácio das Esmeraldas, em Goiânia. Considerando 2023, o levantamento de 2024 também apresenta diminuição em todas as regiões goianas. “Estamos chegando a um ponto onde nós temos hoje o controle do território do estado de Goiás”, destacou. Além de ter zerado o roubo a banco, o levantamento da Secretaria de Segurança Pública (SSP), no comparativo de 2018 a 2024, mostra que Goiás conseguiu reduzir o roubo de carga em 97% (435 casos para 13); roubo de veículos em 93% (10.104 para 756); roubo a transeunte em 88% (46.270 para 5.645); roubo em comércio em 87% (3.518 a 452); roubo à residência em 79% (2.349 a 485); e homicídio doloso em 55% (2.118 para 945). Para Caiado, há uma combinação de fatores promovidos desde que assumiu o governo. “Ações que iniciaram em 2019, como a integração das forças policiais, o aprimoramento dos nossos batalhões operacionais e, ao mesmo tempo, a formação de um número substantivo na área da inteligência”, acrescentou ao reforçar que a escalada contra a criminalidade é um exemplo do Estado para o Brasil. O vice-governador Daniel Vilela citou o período anterior a 2019, segundo ele, tomado por “completa insegurança” por consequência da falta de liderança e exemplo no Estado. “A resposta daqueles que governavam naquela época era de que havia única e exclusivamente um sentimento de insegurança, mas nunca registravam o que estava acontecendo de fato, que era a falta de apoio e a ineficiência daqueles que determinavam as políticas públicas”, apontou. O secretário de Segurança Pública, Renato Brum, vinculou o avanço constante ao respaldo da gestão desde o primeiro ano de mandato. “O governador nos dá as diretrizes, as especializações, a valorização policial”, disse. Já o comandante-geral da Polícia Militar, Marcelo Granja, enfatizou o empenho do efetivo, atuação que, segundo ele, se reflete em números como 1,7 milhão de abordagens e a captura de 21 foragidos por dia. “Mês a mês, ano a ano, os números são apresentados com redução e não podemos parar”, frisou. Em relação a 2023, os números dos indicadores criminais de 2024 também apresentaram queda. As principais reduções ocorreram no homicídio doloso (12%, de 1.072 para 945 registros), roubo de carga (68% – sendo 41 em 2023 e 13 em 2024); roubo de comércio (30% – foram 647 em 2023 e 452 em 2024); e estupro, no qual a redução foi de 6%. Neste último foram 763 casos em 2023 contra 716 registros em 2024. Produtividade A redução da criminalidade está ligada ao trabalho proativo e integração das forças de segurança. Neste ano, a Polícia Militar (PM) desarticulou 93 quadrilhas, apreendeu 23 toneladas de drogas e 3,5 mil armas de fogo. Além disso, criou ou reativou 13 unidades. A Polícia Penal completou dois anos consecutivos sem o ingresso de armas de fogo nos presídios goianos. Já a Polícia Civil aumentou o número de inquéritos remetidos à justiça com autoria em 13%. “Em 2024, tivemos um índice de 91% de resolutividade de homicídios, sendo o maior do Brasil e encostando nos maiores do mundo”, pontuou o delegado-geral da Polícia Civil, André Ganga. Recursos Entre 2019 e 2023, o Estado investiu cerca de R$ 17,5 bilhões na Segurança Pública. No mesmo período, a União destinou apenas R$ 970 milhões. O efetivo na área também teve incremento. Nos últimos anos, o estado contratou mais de 3 mil novos policiais e investiu fortemente em equipamentos modernos, incluindo a aquisição de uma aeronave e abertura de licitação para compra de outras três.
Crime cai em Goiás pelo sexto ano consecutivo
Antes de morrer, mulher deixa bilhete dizendo que foi violentada
A mensagem foi lida por seus familiares, que estavam ao seu lado durante sua internação. O caso foi amplamente repercutido na imprensa da Argentina Uma tragédia marcada por dor e mistério ocorreu em Mendoza, na Argentina, onde Evelyn Daiana Carrera, de 35 anos, morreu após ficar internada no Hospital Central por vários dias, lutando contra complicações graves causadas por uma gastroenterite. No entanto, o caso tomou um rumo ainda mais sombrio quando, antes de falecer, Evelyn deixou uma mensagem escrita em um guardanapo que gerou uma enorme onda de indignação: “Eles me estupraram”. A mensagem foi lida por seus familiares, que estavam ao seu lado durante sua internação. A Justiça local está investigando tanto a possibilidade de negligência médica quanto as acusações de abuso sexual feitas por Evelyn. De acordo com relatos, a mulher foi internada no hospital em 30 de novembro devido a uma gastroenterite que evoluiu para uma complicação grave, exigindo intervenção médica e mantendo-a na UTI por quase dois meses. A denúncia de abuso sexual foi feita em um momento de grande aflição. A cunhada de Evelyn, Daniela Galván, contou que ao visitá-la no dia 12 de dezembro, a vítima estava em estado de choque e escreveu, com dificuldade, a palavra “violano” (referente a “estupraram”). Além disso, Evelyn fez gestos confirmando que o agressor seria um enfermeiro do hospital, conforme relatos de seus familiares. Após a divulgação da mensagem, sua mãe procurou a delegacia para registrar a denúncia, dando início a uma investigação minuciosa para descobrir o responsável pelo crime. Paralelamente, a Justiça também investiga se houve falhas no atendimento médico prestado a Evelyn. A mulher havia passado por uma cirurgia intestinal e sofreu complicações que acabaram levando à sua internação em estado crítico. O Ministério Público está analisando o histórico médico, os exames de autópsia e imagens de câmeras de segurança do hospital para entender melhor os acontecimentos que cercam tanto sua morte quanto as alegações de abuso. A investigação está em andamento, mas até o momento, nenhuma prisão foi feita. Os familiares de Evelyn aguardam respostas sobre o que realmente ocorreu, enquanto a dor da perda e as revelações trágicas continuam a abalar a comunidade local. Evelyn Daiana Carrera era mãe de dois filhos adolescentes, de 15 e 17 anos.
O que se sabe do acidente entre avião e helicóptero
Até o momento, 18 corpos foram resgatados e não há registros de sobreviventes Um avião comercial e um helicóptero militar colidiram no ar em Washington D.C., capital dos Estados Unidos da América (USA) na noite de quarta-feira (29/1). O acidente ocorreu por volta das 21h (horário local) – 23h de Brasília –, próximo ao Aeroporto Ronald Reagan, que opera voos nacionais. A aeronave comercial transportava 60 passageiros e quatro tripulantes, enquanto o helicóptero militar tinha três soldados a bordo. A colisão aconteceu pouco antes do pouso, quando o avião estava a apenas alguns metros da pista. Após o impacto, a aeronave caiu no Rio Potomac, localizado nas proximidades do aeroporto. Equipes de resgate atuam na região com botes e helicópteros, buscando vítimas e destroços. Até o momento, 18 corpos foram resgatados e não há registro de sobreviventes. A agência de notícias Associated Press (AP) informou que o helicóptero estava em um voo de treinamento no momento da colisão. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou em comunicado que está monitorando a situação e pediu orações pelas vítimas. Ele disse ainda que a colisão deveria ter sido evitada. “Fui informado sobre o terrível acidente que acabou de ocorrer no Aeroporto Nacional Reagan”, afirmou. “Estou monitorando a situação e fornecerei detalhes à medida que surgirem.” “O avião estava em uma linha de aproximação perfeita e rotineira ao aeroporto. O helicóptero estava indo direto para o avião por um longo período de tempo. É uma NOITE CLARA, as luzes do avião estavam acesas, por que o helicóptero não subiu ou desceu, ou virou. Por que a torre de controle não disse ao helicóptero o que fazer em vez de perguntar se eles viram o avião”, escreveu Trump em sua plataforma Truth Social. “Esta é uma situação ruim que parece que deveria ter sido evitada. NÃO É BOM!!”, continuou o presidente. O CEO da American Airlines, Robert Isom, expressou sua profunda tristeza pelo ocorrido e afirmou que os esforços da empresa estão voltados para atender passageiros, tripulação, familiares e equipes de resgate. “Nossos esforços agora estão inteiramente focados nas necessidades de nossos passageiros, tripulantes, parceiros, socorristas, juntamente com suas famílias e entes queridos”, disse Isom em uma mensagem de vídeo. A aeronave comercial envolvida no acidente era um Bombardier CRJ700, fabricado em 2010 e registrado como N530EA. O avião, operado pela subsidiária PSA Airlines da American Airlines, partiu de Wichita, no Kansas, com destino a Washington D.C. e era utilizado em voos regionais. O CRJ700 pode transportar até 78 passageiros e é um modelo amplamente utilizado na aviação comercial. Atualmente, existem cerca de 260 unidades desse modelo em operação ao redor do mundo. O helicóptero era um Sikorsky UH-60 Black Hawk, um dos modelos mais icônicos e versáteis das Forças Armadas dos Estados Unidos. Desde a década de 1970, mais de 5.000 unidades desse helicóptero foram produzidas, sendo amplamente empregados em missões militares, incluindo assalto aéreo, evacuação médica, suporte geral e operações especiais. A aeronave envolvida no acidente estava operando sob o indicativo de chamada PAT25 e transportava três militares. O Exército dos Estados Unidos informou que nenhum oficial de alto escalão estava a bordo no momento da colisão. O acidente e seus impactos O acidente levou à suspensão de pousos e decolagens no Aeroporto Ronald Reagan, localizado a apenas 6 km do centro de Washington D.C., onde está situada a Casa Branca. As investigações já estão em andamento e são conduzidas pela Administração Federal de Aviação (FAA) e pelo Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB), que irão analisar as comunicações entre os pilotos, os dados dos radares e as condições climáticas no momento do impacto para determinar as causas da colisão. A fabricante do avião, Bombardier, é uma empresa canadense fundada em 1942, inicialmente focada na produção de motos de neve. Ao longo dos anos, expandiu sua atuação para os setores ferroviário e aeroespacial. A linha CRJ (Canadair Regional Jet) foi lançada há mais de 30 anos e já transportou mais de 1,6 bilhão de passageiros. Em 2020, a Bombardier vendeu a divisão CRJ para a Mitsubishi Heavy Industries, que atualmente detém os direitos sobre o modelo. Já o helicóptero UH-60 Black Hawk é fabricado pela Lockheed Martin, uma das maiores fornecedoras de tecnologia militar do mundo. Esses helicópteros já acumularam mais de 15 milhões de horas de voo, incluindo 5 milhões em missões de combate. O modelo tem capacidade para transportar até 12 soldados equipados e levantar 9.000 libras de carga. As equipes de resgate continuam as buscas no Rio Potomac, enquanto o NTSB e a FAA seguem analisando as possíveis causas do acidente. Mortos Informações extraoficiais na imprensa, no entanto, dão conta que vários corpos já foram retirados das águas. Segundo a CBS News, até agora 30 corpos foram recuperados do rio Potomac. O jornal Washington Post também relatam que vários corpos foram retirados da água, mas que nenhum sobrevivente foi encontrado até o momento.
Após intervenção de Caiado e Daniel Vilela, Justiça derruba cobrança de ICMS da energia solar
Decisão unânime do TJGO atende a pedido do governador e do vice-governador, garantindo que produtores de energia solar em Goiás não sejam tributados pelo excedente injetado na rede O Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) suspendeu quarta-feira (29/1), a cobrança do ICMS sobre o excedente de energia elétrica gerada e injetada na rede por centrais de energia solar. A decisão liminar atende à Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) movida pelo governador Ronaldo Caiado e pelo vice-governador Daniel Vilela, presidentes estaduais do União Brasil e do MDB, respectivamente. “O TJGO concedeu a liminar, garantindo que essa cobrança não seja aplicada. Agora, todos sabem que podem continuar investindo em energia solar em Goiás sem essa tributação”, destacou Caiado em vídeo publicado nas redes sociais. “Essa foi uma ação ingressada por nós, por entender que quem investe nesse tipo de energia não pode ser penalizado com essa taxação”, acrescentou o vice-governador Daniel Vilela. Por unanimidade, o Órgão Especial do TJGO concedeu a medida cautelar, seguindo o voto do relator, desembargador Marcus da Costa Ferreira. Em sua decisão, Ferreira ressaltou que a cobrança do ICMS desestimula investimentos na geração de energia solar, dificultando a adoção da tecnologia devido aos altos custos iniciais de instalação e à necessidade de maior conscientização e apoio técnico. A decisão suspende imediatamente a tributação, com o entendimento de que não há fato gerador para a cobrança, pois o sistema de compensação de energia configura um empréstimo gratuito, e não uma operação comercial. A cobrança havia sido determinada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e respaldada por uma Lei Federal. Na ação, Caiado e Vilela argumentam que a Constituição Estadual impede a incidência de ICMS sobre o excedente de energia solar injetada na rede. Segundo eles, os geradores fotovoltaicos não realizam operações mercantis, pois a energia devolvida é uma compensação pelo consumo anterior, sem caracterizar circulação de mercadoria. Confaz Paralelamente, o Governo de Goiás também atua junto ao Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) para revogar a tributação. Em reunião extraordinária realizada também nesta quarta-feira a pedido de Goiás, o Confaz decidiu encaminhar a questão para análise em dois grupos de trabalho: um focado em benefícios fiscais e outro em estudos sobre o setor elétrico. O Governo de Goiás seguirá participando ativamente dessas discussões, com representantes nos dois grupos, e busca acelerar as tratativas para uma solução definitiva. Assim que os estudos forem concluídos e uma proposta for apresentada, o tema será submetido a nova votação no Confaz. De qualquer forma, a cobrança já está suspensa por força da liminar do TJGO.
Eduardo Bolsonaro (foto/centro) faz apelo a Trump
O deputado também criticou duramente o ministro Alexandre de Moraes, apontando ações controversas de seu mandato, como o bloqueio da rede social X e a suspensão dos ativos da Starlink O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, divulgou recentemente um vídeo direcionado ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fazendo um apelo para que ele interceda pelo restabelecimento da democracia no Brasil. O parlamentar expressou sua preocupação com o que considera ser uma ditadura instalada no país, sob a liderança do Partido dos Trabalhadores (PT) e em colaboração com o Supremo Tribunal Federal (STF), destacando ações do governo de Joe Biden que, segundo ele, favorecem a extrema-esquerda brasileira e colaboram com a perseguição à oposição. Eduardo Bolsonaro abordou a atual situação política no Brasil, evidenciando o que classifica como abuso de poder por parte do regime atual. Ele exemplificou com um episódio em que, logo após seu pai, Jair Bolsonaro, mencionar a possibilidade de ser candidato novamente, a velha imprensa publicou de forma ilegal o depoimento de uma investigação sigilosa, o que, segundo o deputado, violou princípios básicos do direito, como o juiz natural e a ampla defesa. A investigação, que atinge o ex-presidente e várias outras figuras políticas, está sendo conduzida de forma, segundo ele, politicamente motivada e com um juiz claramente parcial. O deputado também criticou duramente o ministro Alexandre de Moraes, apontando ações controversas de seu mandato, como o bloqueio da rede social X e a suspensão dos ativos da Starlink, uma plataforma de internet via satélite. Segundo Eduardo Bolsonaro, Moraes não apenas age de forma autoritária, mas também manipula a justiça para perseguir a oposição, o que, na visão do deputado, configura um grave caso de “lawfare”, ou guerra jurídica. O parlamentar argumentou que o comportamento de Moraes é um exemplo claro de ativismo judicial, uma prática com a qual Trump está familiarizado. Para o deputado, o apoio do governo Lula a essa narrativa autoritária está diretamente ligado à tentativa de manter o controle político no Brasil, sem oposição e sem liberdade de expressão. Ele afirmou que, no Brasil atual, os adversários políticos estão sendo criminalizados, enquanto o governo procura manter o poder de forma indefinida. Eduardo Bolsonaro também fez um apelo à comunidade internacional, sugerindo que países livres, especialmente os Estados Unidos sob a liderança de Trump, não reconheçam eleições em que a oposição seja impedida de concorrer e onde não haja liberdade de expressão. Para ele, a falta de um ambiente democrático pode gerar regimes autoritários semelhantes aos da Venezuela, onde a oposição é barrada por meio de táticas eleitorais ilegítimas. O deputado ainda criticou a embaixadora dos EUA no Brasil, indicada pelo governo Biden, e a atuação do governo americano e de organizações como o USAID, que, segundo ele, estariam financiando movimentos que promovem a censura e a repressão política no Brasil. Ele enfatizou que os Estados Unidos deveriam resgatar sua posição histórica de defensores da liberdade e, no caso específico do Brasil, agir para reverter o apoio a um governo que, na visão dele, age como uma tirania. Ao finalizar, Eduardo Bolsonaro ressaltou a importância do Brasil, tanto em termos econômicos quanto estratégicos, na América do Sul, e alertou sobre os riscos de uma crise migratória se o regime atual se consolidar. O deputado também fez questão de relembrar que o governo brasileiro impediu seu pai, Jair Bolsonaro, de comparecer à sua posse, o que, segundo ele, demonstra o controle absoluto do regime sobre as instituições. Para o parlamentar, um país sem oposição genuína não pode ser considerado uma democracia, mas sim uma ditadura disfarçada.
Balanço 2024: R$ 2,7 milhões em emendas de Amélio Cayres ampliam cultura e esporte em 16 cidades
Ao longo de 2024, o parlamentar ampliou as ações nestes eixos com o envio de emendas somadas R$ 2.770.000,00 milhões Dentre as bandeiras levantadas pelo deputado estadual Amélio Cayres (Republicanos) estão a promoção do esporte, como ferramenta de qualidade e mudança de vida, e da cultura, para fortalecer a história e tradição de cada cidade. Ao longo de 2024, o parlamentar ampliou as ações nestes eixos com o envio de emendas somadas R$ 2.770.000,00 (Dois milhões, setecentos e setenta mil reais) para realização de campeonatos e projetos esportivos; cavalgadas tradicionais; exposições agropecuárias e festividades de aniversário. “Além da educação e saúde que são as maiores prioridades no nosso mandato, também é importantíssimo incentivar ações que possam cuidar e mudar a vida dos nossos jovens e adultos, vendo a força que o esporte tem na vida das pessoas e, evidentemente, também não esquecer a história e eventos tradicionais que acontecem há muito tempo nas nossas cidades, a exemplo das cavalgadas, da Festa do Arroz, do Carnaval fora de época de Xambioá, também das quadrilhas juninas em Palmas e das exposições agropecuárias que fortalecem não só a cultura local, mas a economia também”, destacou Amélio Cayres. Cultura Em 2024, o parlamentar teve R$ 2,4 milhões de recursos enviados para apoiar ações como o 15º Concurso Tocantinense de Quadrilhas Juninas, em Palmas, bem como as exposições agropecuárias de Augustinópolis, Cristalândia, Marianópolis e Xambioá, além da tradicional Festa do Arroz, em Carrasco Bonito. Amélio ainda destinou emendas para as cavalgadas anuais de Piraquê e Riachinho, colaborando também com as festividades de aniversário de Carrasco Bonito, Esperantina, Lagoa do Tocantins, Praia Norte, Santa Maria do Tocantins e São Miguel do Tocantins. Esporte Já no eixo esporte, Cayres encaminhou R$ 370 mil em emendas e prestigiou eventos como a Copa Belchior de Futebol em Amador, em Sítio Novo, além de dois campeonatos e um projeto de Ciclismo em Goiatins, bem como para um evento de qualidade de vida e esportes destinado a Associação dos Servidores Técnicos-Administrativos da Universidade de Gurupi (Unirg).
ACM Neto faz resumo da gestão do PT na Bahia: “Quase duas décadas de fracasso
“O PT governa nosso estado há 19 anos. Desde janeiro de 2007. Foram 3 governadores, 5 mandatos e quase 20 anos com as mesmas pessoas. Tiveram todo o tempo do mundo, mas fracassaram”, afirmou. O vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, fez um resumo, em um vídeo publicado nas redes sociais, dos quase 19 anos de gestão do PT na Bahia. Segundo Neto, os governos de Jaques Wagner, Rui Costa e Jerônimo Rodrigues deixaram um legado de fracassos em áreas como segurança, educação, saúde e desenvolvimento econômico. “O PT governa nosso estado há 19 anos. Desde janeiro de 2007. Foram 3 governadores, 5 mandatos e quase 20 anos com as mesmas pessoas. Tiveram todo o tempo do mundo, mas fracassaram”, afirmou. Para Neto, a atual administração de Jerônimo Rodrigues é a “pior da história da Bahia”, agravando problemas históricos e deixando o estado em posições alarmantes em diversos indicadores nacionais. Neto destacou a situação crítica da segurança pública no estado, que lidera o ranking nacional de homicídios e é palco de forte atuação de facções criminosas. “A Bahia é o estado que mais mata mulheres, negros e a população LGBTQIA+. Transformaram o estado em um lugar onde pessoas de bem precisam ficar presas dentro de casa, enquanto a bandidagem toca o terror em plena luz do dia”, denunciou. Na área da saúde, Neto criticou a persistência da chamada “fila da morte” na regulação e a falta de ações efetivas para resolver o problema. “Depois de tantos anos governando, eles nunca tentaram resolver o problema da regulação, que só piora dia após dia. Qual a desculpa se tiveram quase duas décadas para resolver e não fizeram?”, questionou. O ex-prefeito de Salvador também apontou o desempenho ruim da Bahia na educação, com o estado ocupando as últimas posições no IDEB e liderando o número de pessoas não alfabetizadas no país. Além disso, chamou atenção para a desigualdade social. “Temos o maior número de pessoas vivendo na extrema pobreza, quase metade da população de todo o estado”, disse. Neto citou ainda o atraso em obras estratégicas, como a Ponte Salvador-Itaparica, prometida desde 2013 e que até hoje não saiu do papel. Ele também destacou a falta de investimentos em cultura, turismo e infraestrutura para o homem do campo. “Não investiram em obras que levem água para o homem do campo produzir e sustentar sua família”, afirmou. Ao finalizar o vídeo, ACM Neto questionou a população: “Existe alguma justificativa para tanto fracasso em quase duas décadas? Quando é que o PT vai assumir as suas responsabilidades e fazer alguma coisa para tirar a Bahia dessa realidade que nos envergonha?”.
Governador do Tocantins Wanderlei Barbosa em entrevista à CNN diz que Cantão será o primeiro contemplado em projeto de restauração
Projeto-piloto Tocantins Restaura deve começar em março e vai beneficiar unidades de conservação com investimento inicial de R$ 120 milhões para recuperação de até 12 mil hectares O governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa, destacou terça-feira (28/1) em entrevista à CNN Brasil, que o Parque Estadual do Cantão (PEC) – patrimônio natural que se estende por mais de 90 mil hectares e integra os biomas Amazônia e Cerrado – será a primeira área contemplada no Tocantins Restaura, projeto-piloto de restauração de áreas degradadas. O Protocolo de Negociação para Restauração Florestal foi assinado pelo chefe do Executivo estadual no dia 25 de janeiro, em Villars-sur-Ollon, na Suíça, e contemplará até 12 mil hectares, com investimento inicial de R$ 120 milhões. A previsão é que o Tocantins Restaura comece no mês de março. “Nós acabamos de assinar um acordo com uma empresa multinacional, a Mercúria, por meio do Instituto Silvania, que vai acompanhar e passar esses recursos para o Estado. A empresa, subsidiária da Tocantins Parcerias, chamada Restaura, vai acompanhar toda essa política de reflorestamento”, ressaltou o governador Wanderlei Barbosa. O Parque Estadual do Cantão, localizado no centro-oeste do Tocantins, foi escolhido como ponto inicial para o desenvolvimento do projeto que, posteriormente, será expandido para todo o estado. “A prioridade para nós são as áreas que não tem vegetação, que não tem mais a incidência de espécie de árvores e de animais”, pontuou o chefe do Executivo estadual. Durante a entrevista à CNN, o governador enfatizou, ainda, que o projeto visa proporcionar o envolvimento direto das comunidades locais. “Nós iremos levar, também, uma resposta em projetos definidos para as comunidades tradicionais, indígenas e quilombolas, que moram em reservas importantes. Elas serão ouvidas pelo nosso governo e pelo Instituto Silvania, e analisar de que maneira irão investir em suas reservas”, detalhou o governador. O chefe do Executivo estadual também salientou que o desenvolvimento econômico e a geração de empregos continuarão sendo uma das prioridades do governo, sem comprometer a preservação ambiental. Tocantins Restaura O lançamento do Tocantins Restaura foi formalizado por meio da Tocantins Parcerias (Topar) com o Silvania – veículo de investimento em natureza de US$ 500 milhões apoiado pela Mercuria Energy Trading – e a Geonoma, que será responsável pela execução das operações táticas nas áreas de preservação e trabalhará sob orientação do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), responsável por todas as unidades de conservação do estado do Tocantins. O propósito será executar atividades de restauração ambiental em áreas degradadas de interesse do Tocantins por meio de investimentos realizados pelo Silvania, utilizando, gerindo e implementando ações de forma direta ou indireta em âmbito regional.
Em São Paulo, Caiado debate propostas junto ao mercado imobiliário
Caiado participou de encontro com lideranças sindicais e empresariais a convite do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo O governador de Goiás Ronaldo Caiado (UB) debateu nesta terça-feira (28/1), em São Paulo, propostas, troca de experiências e temas estratégicos, junto ao mercado imobiliário, no Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP). Entre outros assuntos abordados, Caiado falou de Reforma Tributária, progresso nacional e política internacional. “Independentemente do mandato, sempre me preocupei em discutir temas nacionais, aquilo que realmente reflete no desenvolvimento de um país”, declarou durante o encontro. Caiado apresentou programas do Estado e respondeu perguntas sobre as principais demandas do setor imobiliário, bem como estratégias que possam beneficiar tanto a população quanto o ambiente de negócios. Fundado em 1946, o sindicato representa mais de 93 mil empresas no Estado de São Paulo, promovendo a oferta de moradia, lazer e geração de emprego. Além disso, desenvolve iniciativas que abrangem inovações tecnológicas, sustentabilidade e melhoria da qualidade de vida. Um dos pontos de alerta para Caiado é a Reforma Tributária que foi recentemente regulamentada com a sanção, em 16 de janeiro, do Projeto de Lei Complementar (PLP) 68/2024 pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. A reformulação prevê a criação de um imposto único federal. “É importante que fiquem atentos, porque existe um processo de concentração de poder, de tendência de Estado único. Existe uma certa desconsideração, intencional, com as unidades federativas”, analisou. Caiado pontuou ainda que o resultado do novo modelo de tributação ainda não pode ser, de fato, mensurado. Diante da preocupação do segmento com o déficit fiscal que o Brasil enfrenta, Caiado expôs o trabalho para conquistar o equilíbrio orçamentário em Goiás, um dos estados que, hoje, apresenta maior grau de liquidez, com recurso em caixa e pagamentos em dia. “Vou deixar ao meu sucessor um quadro fiscal, que será indiscutivelmente, um grau inédito no volume que vai ficar em caixa para dar continuidade”, ponderou ao mencionar o equilíbrio financeiro do cofre estadual. No sétimo ano de governo, Caiado ainda demonstrou o caminho para conquistar liderança nacional em áreas como segurança pública, educação e transparência, além de avanços em programas habitacionais e sociais. “Recebemos aqui o reconhecimento de que Goiás tem dado um show na área da habitação, como também discutimos outros temas que Goiás tem ficado sempre em primeiro lugar. É um orgulho para todos nós goianos, o convite de uma instituição de tamanha credibilidade para tratar de assuntos tão relevantes”, destacou. O diálogo, com a presença de cerca de 40 participantes, foi intermediado pelo presidente do Secovi-SP, Rodrigo Luna, que reconheceu a expertise do chefe do Executivo goiano e os resultados alcançados em prol da população goiana. “Não aguentamos mais ser o país do futuro. São pessoas do seu calibre que nos geram esperança e luz no fim do túnel para um dia nós nos tornamos efetivamente um país do presente e entregarmos uma sociedade mais digna, mais equilibrada, socialmente mais justa”, frisou.
Mabel anuncia parceria com forças policiais para melhorar a segurança de Goiânia
Centro de monitoramento da GCM será transferido para o da SSP-GO. Informações e tecnologia de ponta também serão compartilhadas entre Município, Estado e União Por iniciativa do prefeito de Goiânia, Sandro Mabel (UB) representantes das forças de segurança da União, do Estado e do Município de Goiânia firmaram uma parceria, na tarde desta terça-feira (28/1), para o compartilhamento de informações e de recursos, principalmente de tecnologia e inteligência. As ações tiveram início imediato, com a disponibilização de banco de dados e de um software de reconhecimento facial, adquirido pelo Governo de Goiás por R$ 25 milhões. Mabel anunciou que o centro de monitoramento da Guarda Civil Metropolitana de Goiânia (GCM) será transferido para o da Secretaria de Segurança Pública de Goiás (SSP-GO), que é mais equipado. Haverá reforço no videomonitoramento em toda a região. “A Prefeitura de Goiânia segue o exemplo do estado. Nós queremos tornar Goiânia e região metropolitana as mais seguras do país”, anunciou Mabel. A reunião, realizada no Paço Municipal, contou com a presença de representantes das secretarias de Segurança Pública e Geral de Governo, das Polícias Civil, Militar, Federal, Rodoviária Federal, Penal, da GCM e das secretarias municipais de Governo, de Inovação e Transformação Digital e da Procuradoria-Geral do Município (PGM), além da vice-prefeita, Coronel Cláudia Lira. “Estamos juntando todas as forças para que possamos usar o que nós temos hoje, disponibilizando informações de um para o outro”, explicou Mabel. A Prefeitura de Goiânia vai buscar celebrar um convênio para compartilhamento de imagens de mais de 3 mil câmeras particulares. Mabel esclareceu que a ideia é otimizar recursos, fazendo uso compartilhado do que já existe disponível hoje. E os investimentos continuam. Ele citou como exemplo a instalação de 400 novos radares pelo município. “Teremos também câmeras de identificação de placa que vamos instalar nos semáforos. Todos fazem um bom trabalho, muitos até já estão integrados, mas nós queremos integrar todos”, pontuou o prefeito, citando a abrangência do banco de dados da Polícia Federal. “Temos também a rede de transporte, controlada pelo Governo do Estado com Goiânia e os outros municípios, e essa rede também tem câmeras em todos os lugares. Com isso, criaremos uma cidade onde bandido não tem onde se esconder. Vamos ter essa muralha eletrônica aqui”, propôs o prefeito. O secretário Geral de Governo, Adriano Rocha Lima, lembrou que o próprio conceito de região metropolitana permite essa integração. “Vamos trabalhar em conjunto. Vamos compartilhar dados de câmeras, mas, com um volume tão grande de imagens, precisamos também de software de inteligência artificial e Goiás é destaque nacional nesse assunto”, afirmou o secretário. “O que estamos fazendo é juntar todas essas forças que já vêm trabalhando isoladamente para atuar em conjunto, evitando duplicação de investimentos e maximizando os resultados para a população”, definiu. Rocha Lima observou que o Governo de Goiás investiu R$ 25 milhões em um software de reconhecimento facial. Na semana passada, publicou o edital de licitação para uma rede de fibra ótica orçada em R$ 490 milhões. “Estamos investindo em câmeras em diversas cidades, em parceria com a SSP, modernizando o centro de operações. São várias iniciativas que já estão acontecendo. E agora queremos nos integrar a esse chamado feito por iniciativa do prefeito Sandro Mabel. Vamos fazer de forma integrada. E eu acho que esse é o caminho para resolver rápido”, avaliou. Avanço Comandante da GCM, Gustavo Toledo definiu a iniciativa como um grande avanço. “Já temos um banco de dados bem concreto, temos a nossa central de monitoramento, e agora vamos compartilhar com o Estado para que consigamos agir em tempo real para fazer de Goiânia a capital mais segura do país”, afirmou. O delegado da Polícia Federal Raul Alexandre Marques de Souza confirmou que o intuito da PF é colaborar nessas iniciativas estaduais, no caso municipais, de incremento de segurança pública. “A ideia é oferecer os bancos (de dados), todos os recursos de informações, inclusive federais e até internacionais, como no caso do Banco Cidade Interpol, em prol da segurança pública regional”, anunciou o delegado, acrescentando que essas iniciativas deverão ser formalizadas mediante acordos e convênios. Para o superintendente da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Goiás, Tiago Queiroz, o projeto idealizado pelo prefeito Mabel é de formar um verdadeiro hub de informações no município de Goiânia. “Não adianta ter um banco de dados e todo um sistema de vídeomonitoramento se não houver rastreabilidade, se nós não conseguirmos chegar no traficante, no carro roubado, no foragido da justiça”, exemplificou, acrescentando que a PRF entra fazendo a rastreabilidade dessas pessoas identificadas no sistema de videomonitoramento.


