Primeira-dama esteve na sede da administração do município, acompanhada de secretários de Estado, para fortalecer parcerias na área social A coordenadora do Goiás Social, primeira-dama Gracinha Caiado, se reuniu na manhã desta segunda-feira (20/1) com o prefeito de Aparecida de Goiânia, Leandro Vilela. O encontro teve o objetivo de discutir parcerias entre o Governo de Goiás e o município na área social. Uma nova ação do Goiás Social em Aparecida está prevista para março, durante a Corrida e Caminhada da Mulher. “O governo do Estado, com todos os seus programas sociais, será um parceiro para fazer o melhor por Aparecida”, afirmou Gracinha, que aproveitou a reunião para frisar a necessidade de aprimorar a gestão do Cadastro Único para melhor atender as famílias em situação de vulnerabilidade. “Aqui em Aparecida, temos apenas 2,8 mil beneficiárias do Mães de Goiás. Enquanto você vê cidades no Entorno de Brasília que têm 200 mil habitantes, com 14 mil Mães de Goiás”, explicou. O prefeito Leandro Vilela informou que já estuda soluções para ampliar o cadastramento, para que mais famílias possam receber auxílio. “Conversamos sobre a possibilidade de criar uma equipe móvel, que vá à casa das pessoas para atualizar o cadastro”, comentou. “Aparecida e o Governo de Goiás andarão quatro anos de mãos dadas, pela cidade, pela população”, emendou o prefeito. Por sua vez, a primeira-dama do município, Lana Bezerra, se colocou à disposição para somar forças neste trabalho. A reunião contou ainda com a presença do vice-prefeito de Aparecida, João Campos, do ex-prefeito Gustavo Mendanha, de vereadores e dos secretários de Estado da Retomada, Cesar Moura, e de Desenvolvimento Social, Wellington Matos, além da diretora-geral da Organização das Voluntárias de Goiás (OVG), Adryanna Caiado. Restaurante do Bem Outra novidade, a inauguração de uma unidade do Restaurante do Bem no município está prevista para abril deste ano. “É assim que eu quero trabalhar com vocês, com resultado rápido, porque quem está lá na ponta tem pressa, quem tem fome tem pressa, quem está em vulnerabilidade tem pressa”, garantiu a coordenadora do Goiás Social. O anúncio foi comemorado pelo prefeito do município. “A primeira-dama veio aqui hoje nos visitar e trazer tantas boas novas para Aparecida, para os aparecidenses”, afirmou. O prefeito também aproveitou a oportunidade para lembrar as dificuldades enfrentadas pela cidade, com seus 600 mil habitantes, e reconheceu o papel fundamental do Estado em auxiliar na superação desses desafios. “O Governo de Goiás, através do nosso governador Ronaldo Caiado, tem sido extremamente colaborativo conosco”, finalizou Leandro Vilela.
Gracinha Caiado anuncia abertura de Restaurante do Bem em Aparecida
Gesto “polêmico” de Musk é crime na Alemanha e no Brasil
Atitude de bilionário durante seu discurso na posse de Donald Trump, que aconteceu a segunda-feira (20/1), repercutiu nas redes Nesta segunda-feira (20/1), o bilionário Elon Musk participou do evento da posse de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, e fez um gesto que gerou polêmica nas redes sociais por se assemelhar a uma saudação nazista. Musk, que agora integra o Departamento de Eficiência Governamental (DOGE, na sigla em inglês) da nova gestão de Trump, usou a rede social X para afirmar que não era o caso. “Francamente, eles precisam de truques sujos melhores. O ataque de ‘todo mundo é Hitler’ é tããão clichê”, escreveu ele. Apesar da explicação, a atitude suspeita do empresário repercutiu negativamente no mundo todo. Isso porque ela é considerada um crime em vários países, especialmente na Alemanha, que foi palco do regime nazista durante a Segunda Guerra Mundial. CrimeConhecido como Hitlergruß ou “saudação de Hitler”, o gesto surgiu como uma homenagem a Adolf Hitler durante o regime nazista nos anos 1930. Inspirado em uma saudação romana, tornou-se obrigatório a partir de 1933, como uma forma de demonstrar lealdade ao regime. Na época, as pessoas entonavam Heil Hitler” (“salve Hitler”) ou “Sieg Heil” (“salve a vitória”) com a saudação. Para contextualizar, o nazismo era uma ideologia totalitária liderada por Hitler que tinha como ideais a supremacia racial, antissemitismo (preconceito contra judeus) e expansionismo territorial. O regime nazista fez uma mancha na história da humanidade ao perseguir e exterminar mais de 6 milhões de judeus, além de milhões de outras vítimas, incluindo pessoas com deficiência, opositores políticos e minorias. Ao todo, estima-se que o regime tenha resultado na morte de, pelo menos, 20 milhões de pessoas. Quando a Segunda Guerra Mundial terminou, o gesto foi proibido em toda a Alemanha. Conforme o parágrafo 130 do Código Penal alemão, “será punido com pena de prisão de até três anos ou multa” quem “divulga ou utiliza publicamente, numa reunião ou num conteúdo compartilhado” por esse indivíduo, “símbolos” de partidos políticos ou organizações considerados inconstitucionais pelo Tribunal Constitucional Federal do país – ou seja, nazistas e neonazistas. A lista de símbolos inclui “bandeiras, emblemas ou partes de uniformes [da SS], bordões e cumprimentos nazistas”, como o gesto. Além disso, a legislação alemã também proíbe negar publicamente o Holocausto e divulgar propaganda nazista. O gesto só pode ser realizado em contextos artísticos ou educacionais, desde que fique claro que o objetivo não é saudar o regime de Hitler. Apologia ao nazismo também é crime no BrasilNo Brasil, a saudação nazista é considerada crime, enquadrada na Lei 7.716/1989, que trata dos crimes de preconceito racial. Segundo a legislação nacional, é proibida a fabricação, comercialização, distribuição ou uso público de símbolos, emblemas e gestos que remetam ao regime de Hitler, com pena de reclusão de dois a cinco anos e multa.
Imprensa mundial repercute proibição de Bolsonaro ir à posse de Trump
‘The New York Times’, ‘The Washington Post’, ‘The Guardian’ e ‘El País’ noticiaram decisão de Alexandre de Moraes de vetar ida do ex-presidente aos EUA Grandes jornais de todo o mundo noticiaram a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de não permitir que Jair Bolsonaro se ausente do Brasil para ir à posse do novopresidente dos Estados Unidos, o republicano Donald Trump, na próxima segunda-feira (20/1). A decisão foi repercutida pelos jornais americanos The New York Times e The Washington Post, pelo espanhol El País e pelo britânico The Guardian. “Como Bolsonaro pode evitar a prisão? Trump, Musk e Zuckerberg, ele diz”, afirma a manchete do The New York Times. “O ex-presidente brasileiro, cercado por investigações criminais, espera que os EUA influenciem mudanças na política do seu país — o que pode torná-lo um homem livre”, escreveu o veículo. A imagem que ilustra a matéria tem Bolsonaro sentado à frente de uma pintura sua. No The Washington Post, a manchete sobre a notícia foi “Justiça brasileira nega o pedido de Bolsonaro para viajar à posse de Trump”. Trecho da reportagem diz: “Bolsonaro, que responde a diversas e amplas investigações, inclusive sobre uma suposta tentativa de permanecer no cargo após sua derrota eleitoral, teve seu passaporte apreendido pela Polícia Federal em fevereiro passado, por conta do risco de fuga. Ele nega as acusações contra si. Bolsonaro respondeu à decisão de quinta-feira no X, acusando o sistema judicial brasileiro de perseguição política contra ele, comparando sua situação a processos brasileiro de perseguição política contra ele, comparando sua situação a processos judiciais nos EUA contra Trump”. O El País escreveu que Bolsonaro “terá que assistir pela televisão ou pelas redes sociais à posse” e destacou que ele será representado pela sua esposa Michelle Bolsonaro —cuja figura pode ser candidata em 2026. O título e o subtítulo da matéria dizem “Supremo brasileiro nega a Bolsonaro permissão para ir à posse de Trump. Ex-presidente, proibido de viajar ao exterior por ser investigado por golpismo, poderia tentar fugir, segundo Tribunal”. O The Guardian, principal jornal diário do Reino Unido, ressaltou que “o ex-presidente do Brasil, Jair Bolsonaro — que está sendo investigado por supostamente planejar um golpe — viu suas esperanças de ir à posse de Donald Trump caírem por terra pela Justiça decidir que o seu passaporte, que está apreendido, poderia ser usado para uma fuga”. O jornal chamou Bolsonaro de “O jornal chamou Bolsonaro de “populista de extrema direita”. Entenda a decisãoNa quinta-feira (16/1) Moraes disse não ao pedido de Bolsonaro para ir à posse de Trump. O ex-presidente queria ficar cinco dias em solo americano,mas o ministro disse que há risco de que ele use a oportunidade para fugir do país. A Procuradoria-Geral da República se manifestou também contra o pedido, argumentando que Bolsonaro não faz representação oficial do Brasil e que não há “interesse público” na sua viagem aos EUA. O ex-presidente classificou a decisão como uma “grave decepção” e disse ser vítima de “lawfare” — o uso de processos judiciais para instrumentalizar uma perseguição política. Seus advogados recorreram da decisão ainda na quinta-feira.
Deputados vão à posse de Trump pedir suspensão de visto de Moraes
Grupo de deputados brasileiros querem usar eventos de posse de Trump para pedir suspensão de visto de Moraes para os EUA Um grupo de deputados apoiadores de Jair Bolsonaro (PL) querem pedir para Donald Trump suspender o visto dos Estados Unidos de Alexandre de Moraes , ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Deputados vão contra MoraesOito parlamentares encontram-se, atualmente, nos Estados Unidos para participar de duas solenidades da posse de Donald Trump, que deverá assumir a presidência dos EUA na segunda-feira (20/1). À Letícia Casado, do UOL, um dos deputados afirmou que o grupo que está lá – e mais parlamentares que chegarão ao país no final de semana – use um dos eventos para tratar do assunto. Parlamentares dos EUA fazem coroOs deputados não foram o primeiro grupo a pedir algo similar. Em setembro de 2024, um grupo de deputados dos EUA escreveu uma carta para Antony Blinken, pedindo ao secretário de Estado a suspensão do visto de todos os ministros do STF. Com a posse de Trump, alguns parlamentares acreditam que, agora, será possível avançar nesse tipo de manobra, principalmente de Moraes. Bolsonaro não vai viajarAs solenidades para posse de Trump começarão no sábado (18/1) e vão até a terça-feira (21/1). Bolsonaro afirmou que foi convidado para as solenidades, mas ele teve o passaporte confiscado e não pode sair do país. Moraes é responsável por cuidar do caso que cassou o passaporte de Bolsonaro, e recebeu pedido para deixar o país. O ministro, no entanto, negou por “risco de fuga.” Ao explicar a decisão, Moraes citou diversas falas anteriores de Bolsonaro, no qual ele falava em buscar refúgio no exterior e não ser preso, além de orientar outras pessoas a fazerem o mesmo.
‘Bolsonaro está por trás de fake news do Pix’, diz Haddad
Ministro da Fazenda comentou sobre a onda de desinformação após a portaria que mudava a fiscalização da Receita Federal O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse, nesta sexta-feira (17/1), que o ex-presidente Bolsonaro está envolvido com a onda de desinformações sobre a fiscalização da Receita Federal sobre transações financeiras envolvendo o PIX. “Eu tenho para mim que o Bolsonaro está um pouco por trás disso, porque o PL financiou o vídeo do Nikolas [Ferreira, deputado federal], o Duda Lima [ex-marqueteiro de Bolsonaro] foi quem fez a produção daquele vídeo”, declarou o ministro em entrevista a CNN Brasil. “E eu penso que o Bolsonaro tem uma bronca da Receita Federal pelas questões conhecidas: a Receita descobriu o roubo das joias, abriu investigação das rachadinhas, abriu investigação sobre os mais de 100 imóveis comprados pela família Bolsonaro sem uma notável fonte de renda. Os Bolsonaros têm uma bronca da Receita Federal por conta desses três episódios”, completou. Medida revogada As declarações de Fernando Haddad aconteceram após o anúncio de que a Receita Federal decidiu revogar a decisão do monitoramento do PIX. Antes da decisão, o deputado federal Nikolas Ferreira postou um vídeo nas suas redes sociais explicando a, até então, a nova medida do governo e questionando sobre a possibilidade do PIX ser taxado. A postagem viralizou nas redes sociais e fez pressão contra a medida. Na quarta-feira (15/1), após pressão popular, o secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, anunciou que a medida de monitoramento foi revogada. O ministro explicou que o objetivo da Receita era mirar grandes crimes, como cibernéticos e cometidos por postos de combustíveis. “E quiseram vender a tese de que ia fiscalizar o pequeno negócio”, disse Haddad. “Eles não escolheram a Receita Federal, na minha opinião, por outra razão. Eles ficaram com lupa nos atos burocráticos da Receita, que são tomados há mais de 20 anos, para combate ao crime”, disse Haddad na sexta-feira. Haddad defendeu o governo Lula dizendo que o PIX não iria ser taxado e afirmou que a ideia de criar um novo imposto sobre a transação era o objetivo do governo anterior. “Quem defendia o imposto sobre o Pix era o [Paulo] Guedes [ex-ministro da Fazenda]. O governo Lula não tem no plano de governo dele nada disso”, disse. Quando perguntado sobre o papel do governo em lidar com crise de comunicação, o ministro minimizou o papel da gestão. “Você não tem a vacina contra a mentira antes da mentira ser dita. É uma ilusão imaginar que você vai descobrir a mentira que vai ser dita”, afirmou. O que aconteceu? No início do ano, entrou em vigor um ato da Receita Federal que instituiu mudanças no monitoramento de dados financeiros por parte do órgão. Instituições financeiras passariam, então, a informar movimentações superiores a R$ 5 mil para pessoas físicas e R$ 15 mil para pessoas jurídicas, em operações como Pix, TED, DOC ou saques. Esses limites substituiriam os valores anteriores de R$ 2 mil e R$ 6 mil, respectivamente. Várias fake news começaram a surgir em relação ao tema, com grupos afirmando que a medida resultaria em um imposto sobre o Pix ou faria t rabalhadores autônomos caírem na malha fina. Após negar diversas vezes as campanhas de desinformação que surgiram, o governo agora decidiu voltar atrás e não implementar a mudança no Fisco.
Servidores de Palmas podem aderir a plano de saúde municipal
Prefeito Eduardo Siqueira Campos (Podemos) assinou contrato com a operadora Geap Autogestão. Familiares poderão ser incluídos, diz prefeitura Os servidores municipais de Palmas(TO) poderão aderir ao novo plano de saúde lançado pela prefeitura nesta sexta-feira (17/1). O prefeito Eduardo Siqueira Campos (Podemos) assinou convênio com a Geap Autogestão em Saúde, operadora responsável pelo serviço que vai atender servidores efetivos, comissionados, contratados, inativos, pensionistas e outros tipos de cargos, além de seus familiares. O anúncio foi feito em evento realizado no Espaço Cultural José Gomes Sobrinho e conforme o prefeito, há diversos benefícios no plano de saúde, que também atende o o governo federal e órgãos estaduais do Tocantins. Na solenidade, Eduardo recebeu a carteirinha 001, sendo o primeiro conveniado do plano. Durante o evento, que contou com a presença do diretor-presidente da Geap Saúde, Douglas Figueredo, os servidores receberam detalhes sobre o funcionamento e rede conveniada ao plano. De acordo com a gestão, não será exigida carência dos servidores que aderirem ao plano até o dia 15 de fevereiro. Veja quem pode contratar: servidor ativo;servidor inativo;pensionista do servidor,ocupante de cargo em comissão, sem vínculo efetivo com o patrocinador;servidor temporário;servidor cedido;servidor em licença sem vencimentos e redistribuídos, na condição de autopatrocinados.A operadora oferta cinco modalidades de contratação, com abrangência municipal e nacional, e diferentes benefícios em assistência médica e odontológica. Os valores começam em R$ 205,26. Entre os hospitais que atendem pacientes estão o Palmas Medical, o Hospital Oswaldo Cruz e o Hospital de Olhos, entre outras unidades. Clique aqui e veja mais detalhes sobre as modalidades do plano. Os interessados em aderir ao plano devem entrar em contato com a operadora por meio dos telefones 0800 547 5470 ou WhatsApp (61) 98183-7162 e consultar as condições. Mais informações também serão repassadas no Centro de Atendimento ao Servidor (CAS), localizado na Praça Bosque dos Pioneiros, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18 horas. Além do anúncio do benefício aos servidores municipais, o evento ofertou serviços de saúde, como auriculoterapia, massagem, medição de glicemia e aferição da pressão arterial, entre outros, e sorteio de prêmios.
Governo de Goiás concede piso nacional do magistério para professores da rede estadual
Novos vencimentos serão pagos já folha de janeiro, com reajuste de 6,27%; categoria também teve aumento de 5,83% em outubro de 2024 O reajuste da remuneração dos professores da rede pública estadual, a partir de janeiro de 2025, foi sancionado quinta-feira (16/1), pelo governador Ronaldo Caiado. Na folha de pagamento deste mês, para os docentes da ativa e aposentados, além do percentual de 5,83% concedido em outubro, referente à reestruturação da carreira, serão acrescidos 6,27%, correspondentes ao índice que reajusta o Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN). A medida dá continuidade a uma política de valorização da educação, promovida desde 2019. “Goiás está dando um salto ímpar em termos de resultados e se tornando referência nacional na educação. Qualidade de vida, dignidade, cidadania, isso tudo tem como base a educação de qualidade, feita no dia a dia por servidores que merecem reconhecimento”, ressaltou o chefe do Executivo. Somando os reajustes do piso com os já concedidos anteriormente, haverá ganho real de até 23,20% nas remunerações. No caso dos professores PIV (especialistas), será de 12,46%, somando-se os 5,83% referentes a outubro aos 6,27% do índice nacional. Para os professores PIII (licenciados), dependendo da sua posição na carreira, o aumento referente ao piso será somado aos 5,83% e 15,93% aprovados em outubro, o que significa aumento real de 11,58% a 23,20%. A reestruturação da carreira, juntamente com a concessão de reajustes, assegura ao professor em início de carreira o salário de R$ 4,9 mil, mais os auxílios alimentação e de aprimoramento no valor total de R$ 1 mil, mais a gratificação de regência de classe de R$ 2 mil, totalizando a remuneração mensal de R$ 7,9 mil. Os professores em contrato temporário terão o salário reajustado a partir de maio, assim como administrativos, quando o Estado inicia o pagamento da data-base de 4,83%. O impacto anual do aumento dos salários na Educação chegará a R$ 947 milhões. O índice de 6,27% que atualiza o novo piso salarial a ser concedido aos profissionais da rede pública estadual foi aprovado pela Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) na última terça-feira (14/1).
Eduardo Gomes é favorito à vice-presidência do Senado Federal
O senador Eduardo Gomes conquistou respeito não apenas entre seus pares, mas também entre lideranças da oposição O presidente do PL Tocantins, senador Eduardo Gomes, surge como um dos nomes mais cotados para assumir a vice-presidência do Senado Federal no biênio 2025-2026 na chapa liderada por Davi Alcolumbre (UB-AP). A eleição da nova Mesa Diretora, marcada para o dia 1º de fevereiro, promete ser um dos eventos mais importantes da próxima legislatura. Com uma carreira política marcada pela habilidade em articulações e negociações, Eduardo Gomes conquistou respeito não apenas entre seus pares, mas também entre lideranças da oposição. Durante o governo Bolsonaro, exerceu a liderança no Congresso Nacional (2019/2022), sendo muito elogiado por seu perfil pacificador em um período de acentuada polarização política. No Tocantins, o senador é conhecido por sua postura municipalista, com atuação que beneficia os 139 municípios do Estado, independentemente de coloração partidária. Seu compromisso com o desenvolvimento regional o tornou um dos principais parceiros do governador Wanderlei Barbosa (Republicanos), ajudando a viabilizar recursos e atender demandas prioritárias em áreas como infraestrutura, saúde e educação. Nos bastidores, as negociações para a composição da Mesa Diretora indicam que o PL — legenda de Eduardo Gomes — terá o direito de indicar a vice-presidência. O nome do senador desponta como consenso, consolidando sua posição como um dos principais articuladores do Congresso Nacional. Caso eleito, Eduardo Gomes reforçará o protagonismo do Tocantins no cenário político nacional, garantindo maior visibilidade às demandas do Estado. Além disso, sua experiência em negociações complexas e construção de consensos será de grande importância para a dinâmica política do Senado nos próximos dois anos. A Mesa Diretora, composta pelos cargos de presidente, dois vice-presidentes, quatro secretários e quatro suplentes, desempenha papel estratégico na definição das pautas e prioridades do Senado Federal.
Caiado destaca diálogo entre poderes e órgãos independentes, em encontro de presidentes de tribunais de Justiça
Evento realizado em Rio Quente traz para Goiás chefes do Poder Judiciário nos estados de todo o país para reuniões e deliberações sobre a atuação institucional O governador Ronaldo Caiado reforçou o trabalho de parceria com a Justiça, preservando a independência de cada Poder, ao pontuar a contribuição do Judiciário goiano em sua gestão desde 2019. “Quando assumi o governo, Goiás passava por uma condição precária. Naquele momento, busquei a ajuda do Poder Judiciário para discutirmos o quadro fiscal do estado, porque não se governa sozinho”, disse o chefe do Executivo goiano, na noite desta quinta-feira (16/01), ao participar do 14º Encontro do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (Consepre), realizado em Rio Quente, na região sul do Estado. “Hoje estamos acolhendo esse grande evento, que dá a Goiás um realce maior na área do Judiciário. O desembargador Carlos França, um homem dedicado, trabalhador e determinado, presidiu o Consepre e todos reconhecem que ele fez uma gestão diferenciada”, enalteceu Caiado, ao parabenizar o presidente do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) pelo evento. “Ele conseguiu alavancar o Consepre, criando um evento de relevância, que tem presente as melhores cabeças do Judiciário brasileiro”, concluiu. Carlos França ressaltou em sua fala a parceria com o Governo de Goiás para o bom desempenho do órgão no estado. “Desde o primeiro momento da minha presença no Tribunal de Justiça, tivemos um relacionamento institucional de alto nível, respeitoso e de diálogo com o governador, trazendo resultados para a sociedade”, comentou. “Não vejo outro caminho a não ser o diálogo com o Executivo e demais poderes para podermos superar as dificuldades dos estados”, destacou. Consepre Também participou do evento o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Herman Benjamin, que ressaltou que a “magistratura é os ouvidos e os olhos da República”. “Vejo hoje um Consepre coletivo e que representa 80% da jurisdição do Brasil. Nós juízes temos a percepção das grandezas e das dificuldades do povo brasileiro”, completou. A programação do Consepre abrange reuniões dos presidentes dos tribunais de Justiça do Brasil, uma sessão de deliberação sobre a atuação institucional e planejamento para os encontros de 2025, além de tratar do congresso sobre a segunda instância, que será realizado no STJ. O evento, que se encerra no sábado (18/01), foi marcado pela conclusão do segundo período de gestão do desembargador Carlos França, que presidiu o Consepre nas gestões 2023 e 2024. A nova mesa diretora, que a partir de agora será liderada pelo presidente do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), desembargador Francisco José Rodrigues de Oliveira Neto, toma posse nesta sexta-feira (17/01). Carlos França resumiu o Consepre como uma “possibilidade ímpar de discutir o Judiciário estadual, discutir demandas e temas que são relevantes para que possamos prestar o melhor serviço à sociedade”. “O desejo dos tribunais de Justiça e da Justiça estadual é estar cada vez mais próximo e integrante de uma concepção de Poder Judiciário nacional”, resumiu José Oliveira Neto. Presente no evento, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção Goiás (OAB-GO), Rafael Lara, destacou que “o diálogo e a construção de soluções por meio do diálogo é a marca do Estado de Goiás”. “A advocacia goiana quer construir pontes e encontrar soluções através do diálogo com o Poder Judiciário”, enfatizou.
” Não vou nem tomar mais Viagra para ir à posse de Trump” — disse Bolsonaro
Só que o ministro do STF Alexandre de Moraes negou o pedido de Bolsonaro para ir à posse de Donald Trump O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) comemorou o convite recebido para a posse de Donald Trump (PL) e afirmou que estaria animado “como uma criança”, em entrevista ao The New York Times. O ex-mandatário também teria dito que “pede a Deus” pela chance de “apertar a mão” do aliado reeleito nos Estados Unidos, caso seja autorizado a comparecer ao evento. Isso porque o passaporte dele está retido desde fevereiro do ano passado, após ter sido alvo de investigações ligadas à trama golpista. Um pedido de liberação do documento foi protocolado pela defesa e está sob análise do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Repercute nas redes: Ex-líder do PT na Câmara, Zeca Dirceu critica governo e diz estar com ‘paciência zero’ após recuo no Pix De olho em 2026: ‘Que todos os partidos se unam’, diz Gusttavo Lima, cortejado por PL e União Brasil. Otimista em relação à recondução de Trump à Casa Branca, Bolsonaro descreveu o aliado como “o cara mais importante do mundo” e reconheceu o convite como “um gesto para se orgulhar”. Ele foi chamado para comparecer à cerimônia por um e-mail encaminhado para o filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). — Estou me sentindo criança de novo com o convite do Trump. Estou animado. Não vou nem tomar mais Viagra — disse. Expectativa para liberação do passaporte e resposta a acusações Durante a entrevista, no entanto, ele também teria admitido a possibilidade de acompanhar o evento de casa. Na tarde desta quarta-feira, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, recomendou que Moraes mantenha o passaporte retido, afirmando que a viagem não atenderia “o interesse público”. “O requerente não apresentou fundamento de especial relevo que supere o elevado valor de interesse público que motiva a medida cautelar em vigor. A viagem desejada pretende satisfazer interesse privado do requerente, que não se entremostra imprescindível. Não há, na exposição do pedido, evidência de que a jornada ao exterior acudiria a algum interesse vital do requerente, capaz de sobrelevar o interesse público que se opõe à saída do requerente do país”, pontuou Gonet. Ao comentar sobre as investigações da trama golpista e sobre seu indiciamento no ano passado, ele afirmou que estaria sendo “vigiado o tempo todo”. Também questionado sobre sua inelegibilidade decretada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até 2030, o ex-presidente Bolsonaro caracterizou a decisão como “um estupro da democracia”. — Não estou preocupado em ser julgado. Minha preocupação é quem vai me julgar — disse Jair Bolsonaro.


