Montagem / Divulgação Valdemar, Eduardo Cunha e Geddel: relembre quem já foi preso na PF no Distrito Federal O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ) não é o primeiro político encarcerado na Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal. Ao longo dos últimos dez anos, ao menos três de renome já ficaram presos sob custódia da PF, em cela comum. O mais recente foi Valdemar Costa Neto, presidente do PL, em fevereiro do ano passado. Durante operação da PF sobre a trama golpista ele foi flagrado com arma e uma pepita de ouro. Ele foi detido para averiguação e passou a noite na cela. Em julho de 2017, Geddel Vieira Lima, ex-ministro da Secretaria de Governo de Michel Temer, foi preso pela PF após apreensão de R$ 51 milhões em caixas de papelão. Ele também passou um dia na cela e foi transferido para o Complexo da Papuda. Já em outubro de 2016, a PF recebeu o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha. Ele ficou na cela da Superintendência da Polícia Federal. A cela onde os três ficaram é de 5×3 metros de comprimento. Há um beliche, com duas camas de concreto com colchão do tipo hospitalar e uma mureta que separa a cama do local onde há espaço para tomar banho e fazer necessidades fisiológicas. Há um chuveiro em cima de uma privada, que é embutida no chão. Durante a prisão na carceragem da PF os três tiveram direito a jantar — com arroz, feijão, proteína e salada. Pela manhã, tem café, leite, pão e uma fruta. O cardápio do almoço é o mesmo do jantar, com mudança na proteína. A cela desses políticos é diferente da que montada para Jair Bolsonaro. Ele está em uma sala reservada como cela e há cama com colchão, ar-condicionado, televisão, frigobar, banheiro privativo e janela, além de armário. É uma prerrogativa para ex-presidentes.
Valdemar, Eduardo Cunha e Geddel: relembre quem já foi preso na PF no DF
Ex-presidente do BRB disse a auxiliares que cumpria ordens de Ibaneis
O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha – Governo do DF/Divulgação Estratégia de defesa de Paulo Henrique Costa divide responsabilidade por operações irregulares do Master com governador do Distrito Federal Na última terça-feira, quando o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master, o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, estava nos Estados Unidos da América (EUA). Investigado pela Polícia Federal por ter comprado 12 bilhões em títulos do Master com indícios de fraudes, o Banco de Brasília tem um escritório de inovação no Vale do Silício, na Califórnia. Dos EUA, Paulo começou a disparar mensagens para auxiliares, tentando dimensionar o tamanho da crise. Demonstrando muito nervosismo, o ex-presidente do BRB deu as primeiras pistas dos argumentos que pretende apresentar em sua defesa. Ordens do governadorPaulo Henrique Costa disse a auxiliares que todas as decisões do banco passavam pelo colegiado, eram referendadas em pareceres jurídicos e , o mais importante, que ele sempre obedecia ordens do governador do DF, Ibaneis Rocha. O governo de Brasília é acionista majoritário do banco e o presidente é escolha pessoal dele. Nas conversas com auxiliares, Paulo Henrique disse que o governador interferia tanto nas grandes operações do banco quanto nas operações de varejo, incluindo empréstimos para empresas e pessoas físicas. O ex-presidente do BRB também disse aos auxiliares que não tinha ideia da fraude envolvendo os ativos do Master. Nas conversas, Paulo Henrique ressaltou que cabia ao Banco Central, a autoridade monetária acompanhar a fiscalização do Master. O ex-presidente do BRB confidenciou a subordinados que Ibaneis não costumava ouvir seus conselhos, como o de não afrontar o Banco Central na época em que o governador endossou a estratégia de alguns políticos de pedir a cabeça de diretores da instituição que insistiam em investigar as operações com o Master. A discordância também incluiu, segundo ele, a publicidade com o Flamengo e a compra de imóveis para clientes especiais. Paulo Henrique também reclamava que Ibaneis chegou ao ponto de proibi-lo de conversar com alguns secretários do Governo do Distrito Federal sobre gastos com publicidade. Na sexta-feira, o presidente do BRB divulgou uma nota. “Tenho convicção de que sempre atuei na proteção e nos melhores interesses do BRB, seguindo padrões de mercado. Vou colaborar pessoalmente om a investigação e seguirei fornecendo todas as informações e esclarecimentos necessários para a completa elucidação dos fatos”, ressaltou. Advogado envia nota a VejaO advogado Cleber Lopes, que assumiu a defesa do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, enviou nota à redação, contestando informações publicadas. Na nota enviada pelo advogado, Paulo Henrique diz que jamais afirmou que jamais cumpria ordens do governador do DF. “As decisões do BRB, enquanto fui presidente, foram tomadas em instâncias colegiadas, nos termos da legislação, do estatuto e das políticas internas”. Na nota, o ex-presidente do BRB diz que não reconhece declarações atribuídas a seus auxiliares, de que ele cumpria ordens e ainda tinha de dar “satisfações” ao governador sobre os negócios do banco. “Qualquer comunicação institucional pertinente será apresentada às autoridades nos autos competentes. Reitero que as orientações à equipe sempre observaram critérios técnicos e os mecanismos de controle do banco”, diz a nota. Sobre a compra do Master pelo BRB, o ex-presidente do banco diz: “No caso específico do Banco Master, após a identificação de divergências documentais em parte das operações do primeiro quadrimestre,o BRB comunicou o fato ao Banco Central, promoveu a substituição da grande maioria dessas carteiras e reforçou controles e processos”, diz a nota. “As medidas adotadas foram rápidas e efetivas, com foco em mitigar riscos e preservar a instituição e seus clientes”.
Policlínicas do Governo de Goiás promovem regionalização de consultas e procedimentos especializados
Fotos: SES-GO Unidades localizadas em seis municípios realizaram mais de 3 milhões de serviços médicos desde 2022, oferecendo diagnóstico precoce e facilidade do acesso à população O Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO), já realizou mais de 3 milhões de serviços médicos desde 2022 nas seis Policlíncas Estaduais, promovendo o avanço da regionalização da saúde com a oferta de assistência qualificada mais próxima do cidadão goiano. Além dos 25 grandes hospitais localizados em municípios estratégicos, as policlínicas disponibilizam à população consultas em 23 especialidades médicas, atendimentos multiprofissionais, exames e procedimentos de média complexidade. Quatro das seis unidades também são dotadas do serviço de hemodiálise. As Policlínicas de Saúde estão localizadas nos municípios de Goianésia, São Luís de Montes Belos, Formosa, Posse, Quirinópolis e cidade de Goiás. Dados da SES-GO apontam um crescimento significativo no número de atendimentos realizados a cada ano por essas unidades. Em 2022 foram realizadas nas seis policlínicas 103,2 mil consultas médicas. Neste ano, até agosto, a quantidade de atendimentos chegou a 156,6 mil. O número de exames simples e especializados passou de 307,1 mil, em 2022, para 498,7 mil nos primeiros oito meses deste ano. O Governo de Goiás também vai concluir e colocar em operação outras três Policlínicas nos municípios de Mozarlândia, Mineiros e Campos Belos. A unidade de Mozarlândia está com 40% das obras executadas. As localizadas em Mineiros e Campos Belos estão em início da execução. O secretário de Estado da Saúde de Goiás, Rasível Santos, acentua que as Policlínicas de Saúde cumprem o papel de acolher e prestar assistência de qualidade à população mais perto de sua residência, sem as dificuldades dos grandes deslocamentos. Além de serem referência para as consultas especializadas, essas unidades funcionam como centros de diagnóstico. Elas realizam exames de raios X, endoscopia, tomografia, mamografia, colonoscopia e ressonância magnética, entre outros. O secretário explica que esse exames possibilitam a prevenção e a detecção precoce de diferentes tipos de doenças, inclusive o câncer. “Antes muitas pessoas desistiam de fazer uma colonoscopia, exame que exige um preparo delicado devido à demora e ao desconforto da viagem.” A Policlínica de Saúde da Região do Entorno, em Posse, também é dotada de um Centro de Especialidades Odontológicas, que oportuniza a população da região a realização de procedimentos odontológicos complexos. O Serviço de Hemodiálise é instalado nas unidades localizadas em Posse, Goianésia, Formosa e Quirinópolis. A oferta dessa terapia representou um avanço importante para os pacientes renais crônicos, que passaram a contar com um atendimento mais próximo de casa, seguro e humanizado. Fotos: SES-GO Sarita Oliveira, moradora de Águas Lindas de Goiás, elogia rapidez de atendimento na policlínica de Formosa A dona de casa Sarita Oliveira dos Anjos da Rocha, moradora de Águas Lindas de Goiás, foi atendida em uma unidade da rede básica da própria cidade, onde solicitaram uma mamografia. Vinte dias depois, realizou o exame na Policlínica de Saúde do Entorno, em Formosa. “Meu exame foi agendado muito rápido. Fiquei muito feliz”, enfatizou. _Fotos: SES-GO_ *Legenda 1:* Policlínicas realizaram mais de 3 milhões de serviços médicos desde 2022 *Legenda 2:* Sarita Oliveira, moradora de Águas Lindas de Goiás, elogia rapidez de atendimento na policlínica de Formosa *Legenda 3:* Seis policlínicas goianas alavancam Regionalização da Saúde em Goiás
Estadão muda de posição e passa a defender Bolsonaro na cadeia
Brasília (DF) – 22/11/2025 – Manifestação em frente à sede da Polícia Federal após a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil) Após ter defendido o ex-presidente em prisão domiciliar, jornal agora sustenta em editorial que a detenção em regime fechado é juridicamente amparada O jornal Estado de S. Paulo, que em editorial anterior havia defendido que Jair Bolsonaro permanecesse em prisão domiciliar, mudou de posição e agora sustenta que sua prisão preventiva em regime fechado é a resposta adequada diante da violação da tornozeleira eletrônica determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O novo editorial do jornal Estado de S. Paulo afirma que a decisão de Moraes está amparada em fatos objetivos. Segundo o texto, Bolsonaro admitiu à Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal que utilizou um ferro de solda para tentar abrir o equipamento por “curiosidade”. Para o jornal, a justificativa — além de pouco crível — não altera o impacto jurídico da ação, configurando violação clara de medida cautelar prevista no artigo 312 do Código de Processo Penal. Violação ocorreu às vésperas do início do cumprimento da penaDe acordo com o editorial, que destaca o episódio como um gesto deliberado, a tornozeleira indicou funcionamento anômalo na madrugada de sábado, acionando imediatamente o sistema de monitoramento e permitindo que Moraes agisse com base em dados precisos. O texto lembra que a destruição do equipamento ocorre dias antes do trânsito em julgado da Ação Penal 2.668, na qual Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado e outros crimes. O jornal frisa que Bolsonaro já havia demonstrado intenção de se evadir da Justiça quando passou duas noites na Embaixada da Hungria, entre 12 e 14 de fevereiro de 2024, após operação da Polícia Federal. Para o editorial, aquele episódio representou um claro ensaio de fuga e pesa agora na avaliação do risco de evasão. Editorial aponta possível coordenação com ato convocado por Flávio BolsonaroO texto também menciona a coincidência entre a violação da tornozeleira e a convocação de uma “vigília” no condomínio do ex-presidente, organizada por Flávio Bolsonaro. Segundo o jornal, não é irrazoável que autoridades tenham visto risco de tumulto que pudesse facilitar uma fuga, entendimento compartilhado pela Polícia Federal, pela Procuradoria-Geral da República e pelo ministro Moraes. Estadão afirma que prisão preventiva foi proporcionalO editorial reforça que a decisão de manter Bolsonaro em uma sala de Estado da sede da PF em Brasília observa sua condição clínica e respeita a legislação aplicável a presos em situação especial. Moraes autorizou acesso irrestrito da equipe médica ao ex-presidente, medida considerada prudente pelo jornal. Ao concluir, o Estado de S. Paulo argumenta que a prisão preventiva não foi “excessiva” nem “abusiva”, descrevendo-a como resposta jurídica adequada ao risco concreto de fuga e de reincidência. Para o jornal, o STF agiu com proporcionalidade, precisão técnica e respeito às garantias legais.
O comentário de Donald Trump sobre a prisão de Bolsonaro
Divulgação “O quê? Não sei nada sobre isso. Não ouvi falar. Foi o que aconteceu? É uma pena”, disse ele, em uma fala rápida Atendendo a jornalistas no jardim da Casa Branca, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, respondeu a questionamento feito sobre a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na tarde deste sábado (22/11). “O quê? Não sei nada sobre isso. Não ouvi falar. Foi o que aconteceu? É uma pena”, disse ele, em uma fala rápida. Em entrevista ao site Metrópoles concedida neste sábado (22/11), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou que a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes de decretar a prisão preventiva de Bolsonaro representa uma “provocação” direta a Trump e ao secretário de Estado republicano Marco Rubio. Contudo, a gestão Trump tem demonstrado não estar mais tão próxima à família Bolsonaro Prova disso foi o anúncio da suspensão, da parte dos Estados Unidos da América (EUA). das tarifas de 40% sobre alguns produtos agrícolas do Brasil, feito nesta quinta-feira (20/11).
Caiado é internado após apresentar arritmia cardíaca
Ronaldo Caiado é entrevistado no Palácio das Esmeraldas, em Goiás — Foto: Vinicius Moraes/g1 Goiás Ronaldo Caiado foi internado no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo. Mais cedo neste sábado, Caiado se pronunciou sobre a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (UB), foi internado na tarde deste sábado (22/11) no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, após apresentar arritmia cardíaca. Segundo nota enviada pela assessoria de imprensa, Caiado recebeu atendimento e ‘encontra-se estável, consciente e clinicamente bem, em monitorização contínua’.” A internação ocorreu no mesmo dia em que Caiado se pronunciou sobre a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ). A nota com o estado de saúde, assinada pela médica Ludhmila Hajjar, informa que os exames realizados indicaram a necessidade “de uma ablação para correção definitiva do distúrbio do ritmo cardíaco”. O procedimento está programado para ocorrer nas próximas 48 horas. O governador permanece em observação, com boa evolução clínica, e seguirá sob cuidados especializados até a realização do procedimento.” Mais cedo neste sábado, Caiado se pronunciou sobre a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ), em um vídeo publicado nas redes sociais, no qual ele afirmou que o episódio se trata de “mais um triste capítulo da vida política nacional.” A prisão preventiva de Bolsonaro foi decretada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, relator do processo da trama golpista. Em sua decisão, o ministro citou a violação da tornozeleira eletrônica durante a madrugada e o risco de fuga para a embaixada dos EUA. Moraes mencionou ainda risco à ordem pública, considerando que uma vigília de apoiadores havia sido convocada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho dele. Além de manifestar solidariedade a Bolsonaro e à família dele, o governador Ronaldo Caiado ainda disse no vídeo que acredita que a decisão será revisad “O processo ao qual ele está sendo submetido nos últimos meses é uma clara tentativa de envergar sua dignidade até o limite que um homem pode suportar. A suposição de uma fuga a partir de uma vigília é algo tão improvável quanto a suposição da derrubada do Estado Democrático de Direito promovida por um bando de baderneiros. Acredito e torço por uma revisão rápida desta decisão pelo colegiado do Supremo Tribunal Federal. É o mais correto”, expressou o governador Caiado. Visita canceladaApós a prisão de Bolsonaro, as visitas que estavam agendadas e que tinham sido autorizadas pelo STF foram canceladas. A decisão afeta pelo menos 26 visitas pedidas ou já autorizadas nos últimos dias, incluindo o governador de Goiás, Ronaldo Caiado. Nota da assessoria de Ronaldo Caiado“O governador Ronaldo Caiado foi internado na tarde de hoje no Hospital Vila Nova Star, após apresentar arritmia cardíaca. Ele recebeu atendimento e encontra-se estável, consciente e clinicamente bem, em monitorização contínua. Os exames realizados indicaram a necessidade de uma ablação para correção definitiva do distúrbio do ritmo cardíaco. O procedimento está programado para ocorrer nas próximas 48 horas. O governador permanece em observação, com boa evolução clínica, e seguirá sob cuidados especializados até a realização do procedimento. Médica responsável:Dra. Ludhmila Hajjar São Paulo, 22 de novembro de 2025.”
Falta de público? Show de Zé Felipe e Ana Castela é cancelado
Zé Felipe e Ana Castela amanheceram o dia juntos em São Paulo – Reprodução Instagram A apresentação conjunta de Ana Castela e Zé Felipe, marcada para o dia 27 de dezembro em Xangri-lá, no litoral do Rio Grande do Sul, foi cancelada após a organização não obter autorização para a entrada do público infantil. O evento, que atrairia uma significativa base de fãs menores de idade, foi impedido de ocorrer devido à aplicação rigorosa do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) pelas autoridades locais. Show de Ana Castela e Zé Felipe é canceladoEm nota, a produtora do evento explicou que solicitou a liberação para o público a partir de 7 anos, argumentando com precedentes de outros shows da cantora pelo país. No entanto, as negociações com os órgãos fiscalizadores não foram bem-sucedidas, mantendo-se a proibição. Como grande parte do público de Ana Castela é composta por crianças, muitas com menos de 10 anos, a impossibilidade de sua participação inviabilizou a realização do show, culminando no cancelamento. O casal está em alta após assumirem o relacionamento e não escondem a paixão. Em um reencontro emocionado com as filhas nessa quinta-feira (20/11), o cantor Zé Felipe, foi surpreendido pela pergunta de Maria Flor. Ao abraçar o pai, a menina, carinhosamente chamada de Floflô, não perdeu tempo e indagou sobre a nova namorada do sertanejo: “Que saudade, papai. Ô, papai. Cadê a Ana?” O reencontro aconteceu após um período de ausência do artista, que é ex-marido de Virginia Fonseca, e com quem compartilha a guarda das meninas. O ex-casal anunciou o fim do relacionamento em julho deste ano e já seguem cada um com seu respectivo relacionamento.
Caiado diz que prisão de Bolsonaro é ‘tentativa de envergar sua dignidade’
Publicação de Caiado gerou reações divididas nas redes sociais, de críticas duras a manifestações de apoio — Foto: Reprodução/Instagram de Ronaldo Caiado Ronaldo Caiado publicou vídeo nas redes sociais criticando a decisão do STF, afirmando que a medida é “uma clara tentativa de envergar sua dignidade até o limite” e declarou solidariedade ao ex-presidente O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (UB), divulgou um vídeo nas redes sociais (veja acima) em que critica a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ). Para ele, a decisão representa “mais um triste capítulo da vida política nacional”. No vídeo, Caiado afirma que Bolsonaro vem sendo submetido a um processo que “tenta envergar sua dignidade até o limite” e classificou como improvável a suspeita de que o ex-presidente planejava fuga. Segundo Caiado, a hipótese de fuga a partir de uma vigília seria tão improvável quanto a de uma tentativa de “derrubada do Estado Democrático de Direito promovida por um bando de baderneiros”. Ele também citou que Bolsonaro tem “saúde debilitada”, necessita de cuidados médicos permanentes e é monitorado pela Polícia Federal. Caiado disse “acreditar e torcer” por uma revisão rápida da decisão pelo colegiado do STF e afirmou que essa seria “a medida mais correta”. Ele também declarou solidariedade ao ex-presidente e à família dele. No encerramento do vídeo, o governador disse que Bolsonaro terá “força e coragem para enfrentar o momento” e afirmou que “a resposta virá das ruas e do povo nas eleições do ano que vem”. Como e por que Bolsonaro foi preso, segundo o STFDe acordo com informações apuradas pelo g1, o ex-presidente Jair Bolsonaro foi preso preventivamente na manhã deste sábado (22/11) e levado para a sede da Polícia Federal em Brasília. A ordem, assinada pelo ministro Alexandre de Moraes a pedido da PF e com aval da Procuradoria-Geral da República (PGR), apontou risco de fuga, descumprimento de medidas cautelares e violação da tornozeleira eletrônica por volta de meia-noite. Moraes também citou que a vigília convocada pelo senador Flávio Bolsonaro em frente à casa do pai poderia facilitar uma tentativa de fuga. A prisão não tem prazo determinado e não está relacionada ao cumprimento da pena de 27 anos por golpe de Estado, processo que ainda aguarda trânsito em julgado. A defesa do ex-presidente afirmou que a decisão causa “profunda perplexidade” e aponta riscos à saúde de Bolsonaro
Prisão de Jair Bolsonaro ganha destaque na imprensa internacional
Jair Bolsonaro foi preso na manhã deste sábado (22/11) – Reprodução YouTube A prisão do ex-mandatário Bolsonaro também foi destaque na France 24, na agência Reuters, na Bloomberg, Al Jazeera, entre outros O ex-presidente Jair Bolsonaro foi preso neste sábado (22/11). A prisão é preventiva e não tem relação com a condenação de Bolsonaro a 27 anos e 3 meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em setembro, por tentativa de golpe de Estado. A imprensa internacional, que acompanhou de perto o julgamento do ex-presidente, repercutiu a prisão. O jornal britânico ‘The Guardian’ relatou a especulação que havia nos últimos dias no Brasil pela possibilidade da prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro. “A especulação sobre a iminente prisão de Bolsonaro atingiu o auge nos últimos dias, com aliados expressando indignação diante da possibilidade do ex-presidente ser enviado para uma prisão de segurança máxima em Brasília chamada Papuda”, escreveu a reportagem. Reprodução Na Itália, o jornal La Repubblica destacou que Bolsonaro foi detido porque “planejava romper sua tornozeleira eletrônica durante uma manifestação convocada por seu filho para esta noite, em frente ao luxuoso condomínio em Brasília, onde o ex-presidente estava em prisão domiciliar”. Já o Corriere della Sera deu ênfase para a possibilidade de Bolsonaro fugir para a Embaixada dos Estados Unidos, ressaltando a declaração de Moraes de que “o condomínio do réu está localizado a aproximadamente 13 quilômetros do setor sul das embaixadas de Brasília/DF”. Bolsonaro violou tornozeleira eletrônica e tinha ‘elevado risco de fuga’ O jornal La Stampa elencou quatro hipóteses sobre o futuro do ex-presidente do Brasil, enquanto o Il Sole 24 ore lembrou que a medida cautelar visa garantir a ordem pública. A agência norte-americana Associated Press destacou que é raro Moraes expedir mandados de prisão em pleno sábado, “exceto quando há riscos de segurança envolvidos”. A prisão do ex-mandatário também foi destaque na France 24, na agência Reuters, na Bloomberg, Al Jazeera, entre outros.
Trump critica julgamento como “farsa” e recorrerá
Divulgação O presidente dos Estados Unidos da América (EUA) Donald Trump, classificou como uma “farsa” o julgamento que resultou em sua condenação, prometendo recorrer da decisão. Em uma coletiva de imprensa realizada nesta sexta-feira (21/11) em Nova York, Trump afirmou que o processo foi motivado politicamente e conduzido de forma injusta. Ele declarou que o julgamento teve como objetivo prejudicá-lo nas eleições presidenciais de novembro, nas quais busca a reeleição. Trump foi condenado por um júri na quinta-feira (20/11) por 34 acusações de falsificação de registros comerciais em um caso relacionado ao pagamento de US$ 130 mil à atriz de filmes adultos Stormy Daniels, com o objetivo de silenciar alegações de um suposto caso extraconjugal antes das eleições de 2016. O presidente negou qualquer envolvimento sexual com Daniels e argumentou que os pagamentos foram legais e não configuram crime. Durante a coletiva, Trump criticou duramente o juiz responsável pelo caso, Juan Merchan, alegando parcialidade e afirmando que não teve um julgamento justo. Ele também atacou os promotores e o sistema judicial de Nova York, chamando-os de “corruptos” e “controlados pela esquerda radical”. Apesar da condenação, Trump reforçou que continuará sua campanha presidencial. Seus aliados políticos também saíram em sua defesa, alegando que o julgamento foi uma tentativa de interferência eleitoral. A sentença será anunciada no dia 11 de julho, mas Trump pode recorrer da decisão antes disso. A condenação de um presidente em exercício é um evento sem precedentes na história dos Estados Unidos. Especialistas jurídicos apontam que, embora a condenação possa impactar sua imagem, ela não o impede legalmente de continuar concorrendo à presidência.


