EUA executam condenado por estupro e assassinato de sobrinha após quase 50 anos no corredor da morte – Foto: Instagram
Hitchcock confessou que matou a menina para evitar que ela contasse à mãe sobre o crime. Ele enfrentou seu primeiro julgamento em 1977, seguido por outros em 1988, 1993 e 1996, todos resultando em condenação à morte
Os Estados Unidos da América (EUA) realizaram a execução de um homem que passou quase 50 anos no corredor da morte nesta quinta-feira (30/4). James Hitchcock, de 70 anos, foi sentenciado à pena capital pelo estupro e assassinato de sua sobrinha de 13 anos, Cynthia “Cindy” Driggers, em 1976. Hitchcock confessou que matou a menina para evitar que ela contasse à mãe sobre o crime. Ele enfrentou seu primeiro julgamento em 1977, seguido por outros em 1988, 1993 e 1996, todos resultando em condenação à morte. A Suprema Corte dos EUA rejeitou um pedido para suspender a execução no início do dia. A execução ocorreu na Flórida por meio de injeção letal, sendo a sexta no estado em 2026. Durante uma coletiva de imprensa, Jordan Kirkland, porta-voz do Departamento de Correções da Flórida, informou que a última refeição de Hitchcock incluiu frango, salada, sorvete, torta e refrigerante. Ainda na quinta-feira (30/4) outro homem, James Broadnax, de 37 anos, foi executado no Texas. Ele foi condenado pelo roubo e assassinato de dois produtores musicais em 2008, também por injeção letal. Nos EUA a pena de morte é permitida em 27 dos 50 estados. Na última sexta-feira (24/4), o país passou a autorizar o pelotão de fuzilamento como método de execução para acelerar o processo.nEm 2024, o país utilizou pela primeira vez a morte por asfixia como alternativa, mas essa prática foi criticada e denunciada por órgãos como a ONU por causar sofrimento comparável à tortura.


