Doutora em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), a vereadora do Recife Liana Cirne (PT) fez duras críticas ao Congresso Nacional por rejeitar o advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias, para ser ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

“URGENTE! Sabe aquela sensação de revolta com esse Congresso bolsonarista e inimigo do povo? Estamos cansados dessa gente que se passa por anticorrupção, que fica se passando por bonzinha para a sociedade, como se só eles fossem cristãos, mas são os piores que o Brasil já viu. Acabaram de rejeitar a indicação de Jorge Messias ao STF. Precisamos mudar de vez esse Congresso!”, escreveu a jurista na rede social X.
Crítica ao discurso político
A fala da vereadora se insere em um contexto de polarização política e de debates intensos sobre o papel do Congresso Nacional. Ao utilizar termos como “inimigo do povo”, Liana Cirne reforça uma crítica recorrente de setores progressistas, que apontam distanciamento entre representantes eleitos e demandas sociais. Nos últimos anos, a parlamentar tem adotado uma postura combativa em relação a adversários políticos, especialmente ligados ao bolsonarismo. Em outras ocasiões, ela já utilizou as redes sociais e espaços institucionais para contestar discursos que considera enganosos ou prejudiciais à população.
Histórico de posicionamentos
Além das críticas ao Congresso, Liana Cirne tem se destacado por intervenções públicas em temas como democracia, justiça e combate à desinformação. Em debates recentes, a vereadora também defendeu a necessidade de renovação política e maior alinhamento com pautas populares. A atuação da parlamentar inclui confrontos diretos com adversários e posicionamentos firmes em relação a temas institucionais. Em pronunciamentos anteriores, ela chegou a afirmar que manifestações que incentivam práticas ilegais não podem ser consideradas liberdade de expressão, destacando limites legais para a atuação política.
Repercussão
A publicação repercutiu entre apoiadores e críticos, ampliando o debate sobre a composição do Congresso e o comportamento de parlamentares. O uso de linguagem direta e contundente contribuiu para a rápida disseminação da mensagem, que passou a circular em diferentes perfis e grupos políticos. A manifestação também evidencia o papel crescente das redes sociais como espaço de disputa política e construção de narrativas, especialmente em momentos de maior tensão institucional.


